

5 Março 2012
- Página 2 -
PARABENSSS!
CARLOS LEITE RIBEIRO
Antologia
"TEUS
AMIGOS"


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Meu
amigo Carlos, que esse dia possa trazer-lhe
todas as alegrias que você merece... Alegrias
luminosas, coloridas, você que esparramou luz e
cores pelo mundo com a honestidade do seu
trabalho, com o empenho da sua luta corajosa a
favor da difusão da Cultura. A você o meu
caloroso abraço... Feliz Aniversário!
Cônsoli.
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Modesta homenagem a um grande homem e
poeta...
Competência e
sensibilidade,
Amor pela humanidade,
Raro senso de solidariedade,
Luminosidade em seu verso,
Olvidando momento adverso,
Sua fala ecoa no universo
Liderança nata no Portal
Emana saber fenomenal,
Indicando-nos ao celestial
Trata a todos com cortesia
Exteriorizando sua simpatia
Reluzindo n'alma dos leitores
Iluminando outros autores,
Brilhando como refletores!
Enquanto se negam andar,
Imagina-se como que a voar,
Refrigerando almas de passagem
Obervando feliz toda paisagem!
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E nesta terrena viagem, celebras mais um
aniversário... Que sejam muitos outros mais!
Felicíssimo aniversário amigo-colega poeta
Carlos Leite Ribeiro!
Abraços,
Lauro Kisielewicz |

Vou homenageá-lo
com uma trova singela,mas feita especialmente
para si com carinho.
Neste
momento festivo,
abraço-te com amizade,
e a cada dia eu avivo
toda paz,felicidade! |
Que Deus derrame
uma cachoeira de bênçãos sobre sua vida tão
querida e importante para nós.
Ester
Figueiredo
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A meditação é o
melhor alimento do espírito.
Hoje, este é meu tema de meditação:
A rapidez do tempo corrói a juventude do corpo, não
da alma.
A falta de paz de espírito envelhece a alma.
Se precoce o envelhecimento da alma, precoce também
o do corpo.
O envelhecimento natural do corpo, pelo correr do
tempo, será apenas aparente se o espírito for sadio.
O corpo reflete a idade. O espelho reflete o corpo.
Nem sempre o espelho e o corpo refletem a alma.
De verdade, o espelho da alma são os comportamentos,
as atitudes, a consciência do estar e do porque
estar vivo, do entender que o fim é apenas o começo,
que esta existência é efêmera porque é só passagem e
preparação para depois.
O individualismo e a vaidade desenfreados acarretam
a conturbação e envelhecem a alma. Ignorar o outro
significa ignorar os próprios reflexos.
Alma sem reflexo é alma solitária. Alma solitária é
alma infeliz. Então, como será o seu depois?
Em suma, a preparação para a velhice independe da
ação do tempo. Depende, sim, do estado d’alma.
O corpo se avalia pela idade e a alma pela
maturidade.
Alceu Sebastião Costa |

Caro amigo Carlos.
Carinho, atenção e demonstrações de amizade não lhe
faltam no trato com os amigos e participantes do CEN.
Siga assim!
Neste seu aniversário, meu abraço muito sincero e
fraterno.
Parabéns, Saúde e
Felicidade!
Carolina Ramos
(Santos Sp Brasil) |

Carlos Leite
Ribeiro
Tão claro quanto o mais belo dia
seja o dia cinco de março.
Tão lúdico quanto as mais divertidas férias
seja o dia do teu aniversário
Tão rico quanto quanto as maiores afortunados
Seja o teu coração de amigos
nesta data tão querida.
Parabéns!
Maria de Lourdes Scottini Heiden
Blumenau - SC - Brasi |

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Carlos Ribeiro,
alguém me disse
uma vez que fazer aniversário é olhar para trás
com gratidão e para a frente com fé.
É neste
pensamento que lhe desejo um dia intenso de
gratitudes e fé unidos às alegrias que comemoram
mais uma vez a
sua vida. E que esta seja sempre abençoada.
Parabéns e um
grande abraço,
Michèle
Minas
Gerais/Brasil
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Ao cultivador de
palavras
Carlos Leite Ribeiro:
Estou na literatura desde a minha
pré-adolescência e, por isso, aprendi a conduzir
o meu trabalho literário como o fiel conduz o
andor de seu santo devoto – com zelo, oração,
humildade e alguma renúncia!
Os poetas e escritores que encontram abrigo no
PORTAL CEN têm que louvar o generoso
desprendimento de Carlos Leite Ribeiro, ao se
entregar de corpo e alma à divulgação de agentes
e autores da boa e promissora cultura.
Assim sendo, teço loas ao presidente do PORTAL
CEN, pela comemoração de seu aniversário neste 5
de março, afirmando explicitamente:
Benditos são os Carlos Leite Ribeiro do mundo
cultural, que agem como cultivadores espontâneos
da palavra transformada em arte, dando-lhe a
oportunidade de florescer, ao ser semeada e
levada, através da divulgação, ao jardim do
coração das pessoas.
Ou seja, Carlos Leite Ribeiro, representa uma
indispensável espécie de polinizador da sofrida
e muitas vezes abandonada flor da cultura.
Feliz aniversário, muita saúde, prosperidade e
vida longa!
São os votos do xará,
Carlos Lúcio Gontijo.
www.carlosluciogontijo.jor.br |

C alar
jamais !
L er ler e ler " projetos "
R everberar o saber dos
I nventores de prosas e
versos
B rasileiros afins ... mais que irmãos
E m espera de grandes encontros...
I novar é o que importa !
mesmo porque ...
R eceber e dividir ... resulta
O inserto ... em multiplicação
Helena
Armond
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DR. CARLOS RIBEIRO
Nosso Presidente e amigo
D - Dignas obras desinteressadas,
R.- Refletem as consciência sociais.
C- Cá entre nós, amigos, digo e escrevo,
A- A Cultura anda em atoleiros.
R- Raros defendem o fator primevo:
L- Lições diárias formam cavalheiros!
O- O labor pelo bem da humanidade,
S- Sustentado no cosmopolitismo,
R- Ruiu por terra baixa, em cataclismos,
I - Indo ajuntar-se a tal vulgaridade...
B- Bem, no outro extremo, sublinho o
Confrade
E- Emérito Dr. Carlos Ribeiro
I - Impondo seus “Valores de Palácio”,
em
R - Raiz formatada à Letra Lusa:
O - Ouro da frágua da “Última Flor do
Lácio”.
Renã Leite Pontes |

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Grande abraço de felicitações ao
querido amigo Carlos, neste
festivo dia natalício, mirando o
tempo futuro, eis que o passado
colore o campo já percorrido.
Que Deus o abençoe e fortaleça,
hoje e sempre.
Com grande estima.
Ariovaldo Cavarzan
Campinas (SP) Brasil |
CONTADORES DE TEMPO
Contadores de tempo, em batalhão,
Contam tempo em batalhas da vida,
Ferindo firmes calcanhares no chão,
Em sinuosos campos de subida e
descida.
Um, dois, três, quatro,
Cinco, seis, sete, oito!...
Anotam tempos já vividos,
Contando idades pelo que ainda vem.
Solidão, saudades, dores,
Relembranças do que passou,
Em corações varridos de vento
E em suspiros de quem muito amou.
Em argamassa d'água, terra, fogo e
ar,
Espargem sementes por munições de
obuses,
Fazendo vicejar flores e não cruzes,
Em eterna espera de sempre e sempre
andar.
Contam tempo os contadores,
Legando à retaguarda miríades de
cores,
Em faina de enfeitar nostalgias de
amores,
Vicejados em campos de ilusões.
Ariovaldo Cavarzan |

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