Antologia Virtual

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Setembro 2012

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11 - CLER RUWER

Cantora, com participação em mais de 200 Festivais de Canção, no Sudoeste do Paraná,Santa Catarina e Rio Grande do Sul _ na década de 80 _ dos quais obteve inúmeras classificações – dentre elas 43 primeiros lugares. No ano de 89, a caminho de mais um festival _ sofre grave acidente automobilístico _ e em decorrência de não poder mais cantar, é brindada com o Dom da escrita.Formada em Letras Português, pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, de Palmas _ PR. Com Pós-Graduação em Educação _ no Campus Universitário Bezerra de Meneses UNIBEM _ Faculdade Espírita de Curitiba. Atuou durante vinte anos como Professora de Português e Literaturas da Língua portuguesa; começou a escrever Crônicas, Poesias e Composições Musicas; algumas com o nome, Maricler Ruwer , outras com o pseudônimo Mari Cler ou Cler Ruwer; algumas delas, musicadas por seu filho, José Beto, que herdou da mãe o gosto pela música e a Arte de cantar; Das quais, Sonho Colorido e Maior amor que conheço, já estão gravadas em CD e DVD pela dupla de Cantores Weslen e André.
Quando ouve falar em riqueza, menciona os filhos.
É fanática por Deus, e sente-se um testemunho vivo de fé.

 

DEIXA ESCREVER EM VOCÊ?


Deixa escrever em você,
Somente alguns momentos.
Para marcar sentimentos,
Tocando em teu coração.
Deixar o meu grão de areia,
Passeando em tuas veias,
Para aquecer a paixão.
Marcando em tua pele,
Ao deslizar minhas mãos,
Nova trilha de ilusão.
Marcas fortes como o bronze;
Onde os dedos escorregam,
Marcas firmes que delegam,
Onde foi minha estação.
Deixa tocar os teus olhos,
Com meu olhar de desejo,
Que precisa só um beijo,
Para um frevo degustar.
E nos passos desta dança,
Fazer mágica aliança,
No teu corpo a escorregar.
Quero deixar em você,
Na espera salpicado.
Desejo de ser amado,
Para enfim te amar.
E mesmo que à distância,
Sinta em cada reentrância,
Marcas querendo voltar.

Cler Ruwer

 

 

 

12 - CANDY SAAD

Nasci em Itatiba - São Paulo
Aos 9 de abril,sou ariana e Gêmeos
Fui criada em colégio de freiras interno até 18 anos.Casei-me cedo e cedo divorciei-me
Um filho só, meu tesouro.
Psicologa e artista plástica
Trabalhei por 27 anos como diretora em escola de idiomas da familia.
Casei-me novamente e hoje aposentada brinco de escrever minhas emoções em versos.
*Embaixadora Universal da Paz no âmbito do Círculo Universal dos Embaixadores da Paz.
Cercle Universel Des Ambassadeurs De La Paix - Suisse/France
*Cônsul Cidade de Santo André -São Paulo - Poetas do Mundo -Brasil.
http://www.poetasdelmundo.com/verInfo_america.asp?ID=1387
http://www.caestamosnos.org/autores/autores_c/Candy_Saad.htm

 

SOU OUTONO


Melancólica...
Gosto do vento
Da paisagem bucólica...
Sinto no ar
o perfume seco das folhas
rolando num farfalhar...
Outono é romântico
Espalha carícias
em forma de lamento
por cada folha que cai
A lua parece ficar triste
Esperando um amor distante
Com a mesma incerteza
do destino das folhas a rolar.

Candy Saad

 

 

 

13 - CEZAR UBALDO CEZAR

CEZAR UBALDO (de Oliveira Araujo), nascido em 2 de outubro de 1950 em Feira de Santana-Bahia, é educador, poeta, com dois livros publicados:Das Liberdades e Convicções do Homem, e Poemas de Bem Querer e Outros Quereres; participa dos sites literários Portal Literal. Poetas del Mundo,Overmundo, Poesia Baiana, Autores.com.br; administra o blog Prato Raso; participou de três edições da Revista Stitientibus, da Universidade Estadual de Feira de Santana; Autor e diretor Teatral; coordenou por vários anos a Página Literária do centenário Jornal Folha do Norte; colunista dos jornais eletrônicos Vivafeira, Infocultural, Acontecebahia, Jornaldapovo. Membro efetivo da Academia de Cultura da Bahia.

 

PALHAÇOS


Palhaços eram três,
colando nossos cérebros,
calando nossos corações
com lágrimas como neblina,
com virtudes muito ôcas
no palco-porto da dor,
com as bocas seladas
e um riso morto nos pulmões.

Palhaços eram dois
com uma ferida irada
nos olhos pedras de sangue
chovendo manhãs sem luz,
sem ecos...

Palhaço só... Ficou
com um riso feito cicatriz
de medo,
sem voz,escudo e apelo
talvez sendo o verso,
certo espanto dos casais
caminhando sobre as luzes
de gás neon...

Cezar Ubaldo

 

 

 

14 - DIONI FERNANDES VIRTUOSO

Catarinense, nascida na cidade de Tubarão, mas desde a sua adolescência radicada em Criciúma. Formada pela Universidade Extremo Sul Catarinense - Unesc, em dois cursos superiores na área das Artes com especialização em Arte – Educação, dedicou-se ao ensino de Artes em Colégios Estaduais e no Colégio de Aplicação da referida universidade. Fez parte do Grupo de Estudos Pesquisa/Formação da mesma universidade, que registrou suas práticas e aprendizagens no livro “PESQUISA, FORMAÇÃO E AUTORIA", com lançamento após seis anos de caminhada. Começou a escrever seus rabiscos poéticos, ainda adolescente, mas estes, ficaram perdidos em alguma gaveta do tempo...Quando começou na net, em 2008, criando formatações em PPS e Vídeo de poemas de vários autores , o lado poético, há algum tempo adormecido, despertou! A poetisa, formatadora e Artista Plástica, atualmente, divide suas horas vagas entre a escrita de poemas, formatações em PPS, Vídeos e em seu atelier, na criação de obras de arte em texturas metalizadas e pinturas a óleo. Acredita que em nossa trajetória "nada é por acaso", tudo tem um propósito! É uma pessoa sensível, alegre, extremamente romântica e feliz, apesar dos obstáculos que a vida reserva.

 

AQUARELAS DE AMOR...


Das artes, representando o ser humano,
existem as que são mais especiais...
São aquelas que os olhos físicos não alcançam,
apenas as vêem os olhos espirituais...
É a pintura íntima,
que não é obtida com cor- pigmento.
Nela, não há expressão de amargura,
ódio, sofrimento...
São elas, aquarelas de amor,
matizadas pelo Criador,
bem ali, dentro do peito...
Cor-amor, cor- doação,
cor-solidariedade,
cor-honestidade,
cor-perdão...
Assim, Deus faz as pinturas
das mais belas criaturas,
que vivem suas vidas de amor
em perfeita comunhão...

Dioni Fernandes Virtuoso
Junho/2012

 

 

 

 

15 - DHIOGO JOSÉ CAETANO

Dhiogo José Caetano, Professor, historiador, escritor, poeta, correspondente da ACLAC Academia Cabista de Letras e Artes, membro da AVSPE Academia Virtual Sala dos Poetas, Escritores, membro do Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico do Grande ABC, membro da ACLA, Senador da FEBACLA Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes, Cavaleiro Comendador da Ordem Soberana e Militar do Dever Sagrado.
Uruana, Go – Brasil

 

A INFINITUDE DAS COISAS ETERNAS


Uma existência, duas, três, quatro ou nem uma...
A essência da vida é complexamente pura.
É aquilo que vemos e negamos...
São as pequenas coisas, as mais singulares.
Não deixe a vida passa!
Viva o hoje, ame e seja amado.
O que consideramos nada é simplesmente tudo!
Em outrora acreditamos que vivemos, mas morremos em um nada de uma vastidão incoerente; em outros pensamos estar mortos, mas esquecemos dos resquícios de uma esperança que vislumbra a alma.
Viver é ousar, acreditar, romper, negando
Viver é andar pela a praia apreciando a lua cheia,
com quem você ama!
Pois a vida é muito curta para ser perdida por pequenas coisas,
por isso, viva os momentos extensamente
como se fosse o último minuto das nossas vidas.
Vai de encontro com a sua felicidade, não espere que
ela vá ao seu encontro, porque a vida passa...
Infinitamente tudo se finda...

Dhiogo José Caetano

 
      

                                 para 5ª pág.