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Antologia
Virtual
X
Setembro
2012
Pág. 9 de 16 Págs.
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Colaborador
de textos literários do jornal
Tribuna de Assis – da cidade de
Assis (SP). Repórter do Jornal
“A Hora” de São Paulo Capital.
Sua vocação literária vem da
infância, tendo em vista sua
vontade de aprender escrever,
desde os 5 anos de idade. Nesse
sentido, tornou-se um obstinado
ao querer aprender a se
comunicar através das letras, em
vez de brincar com crianças de
sua idade em sala de aula do
Jardim de Infância. Aos 18 anos
já escrevia pequenos pensamentos
literários com grande
facilidade. Aos 19 anos, o seu
passa tempo preferido era
escrever em pedaços de papel,
pequenos trechos do que podia
ser no futuro a realidade de um
livro publicado. Entretanto,
pouco esperava de um futuro
promissor na vida literária,
pois publicar um livro era
considerado um atrevimento para
quem não tivesse condições
financeiras adequadas.
Conformado, tornou-se um
escritor do site Recanto das
Letras na Internet, assinando
uma escrivaninha e despontando
relativamente para a vida
literária. De posse da
escrivaninha no site, teve a
oportunidade de escrever e
postar seus textos literários
de: contos, crônicas, artigos e
poemas. Alguns de seus primeiros
textos postados, chamou a
atenção de muitos leitores do
Recanto, batendo Record de
leituras, talvez por serem
críticos, ou desvendando mentira
de muita gente da sociedade
como: a Filantropia (ou
Pilantropia) Asilo dos
velhinhos, e outros.
Obras publicadas:
Introspecção; Mentira, Calúnia e
Fanatismo; Nos Mistérios dos
Sonhos e da Vida; Sob o Domínio
dos Deuses; Um Paciente muito
Impaciente; A Face Oculta de
Darlene; Um Vulto de Mulher; -
Enfrentar o Medo Cara a Cara; Os
Poderosos; - A Cara do Gato; - O
Diplomata; 2ª edição de O
Diplomata, ampliado e revisado);
- “O Assassinato do Embaixador”;
Ainda na Editora.
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ATÉ BREVE AMOR
Era noite. Você e eu tínhamos o
mundo inteiro.
Um mundo encantado cheio de
sombras,
Iluminado apenas pelo luar.
Você em meus braços entre
apaixonados beijos
Seus lábios cheios colavam-se
ardentemente aos meus.
Sentia-me vivo e forte por que
Estávamos amando; a felicidade
era toda nossa
Deixamos que o sonho nos levasse
num encantamento sem fim.
Parecia que nós, você e eu; a
noite, as estrelas e a Lua
Formávamos um único ser
estreitamente unidos.
Permanecemos assim, entrelaçados
cheios de amor
Até que as estrelas foram
empalidecendo no céu,
As sombras foram-se
desaparecendo.
Chegava o momento, o momento de
dizer adeus
Nenhum de nós tinha coragem para
se despedir.
Tomei a iniciativa e murmurei um
adeus pesaroso.
Com os olhos lacrimejantes você
beijou-me os lábios,
Murmurando quase num cochicho:
Até breve, amor.
Luiz Pádua |
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Luzia
Stella Dias Carneiro de
Souza e Mello é natural
de Resende, RJ. Casada.
Radicada em Ribeirão
Preto, SP, desde l968.
Bacharel em Ciências
Jurídicas e Sociais.
Artista Plástica.
Escritora e Poetisa.
Membro da Academia
Ribeirãopretana de
Letras. Diplomas,
premiações e medalhas em
inúmeros Salões de Arte,
participações desde
1978. Participação em
Antologias de Poemas, de
Contos e de Mini-contos.
Colaboradora de jornais
eletrônicos: Portais: -
Movimento das artes –
Portal Vânia M.Diniz –
Portal Usina de Letras –
Portal Recanto das
Letras. Autora do
romance “EULÁLIA”- Ed.
Ottoni (2005), do
romance “AMOR SEM
FRONTEIRAS” Ed.
Biblioteca 24x7-SP,
Poemas “PLENITUDE”, Ed.
Usina de Letras (2008);
Romance inédito “PELOS
PORTAIS DO TEMPO”
(2009); poemas “ AS
QUATRO ESTAÇÕES” Ed.
Scortecci, e o romance
“A VELHA FAZENDA” Ed
Ottoni (2011).
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A CHUVA
É noite!...
Os ruídos
característicos do
horário. Gotas de chuva
explodem surdas e
tranqüilas, ora sobre o
telhado, nas folhagens,
ou em uma poça d’água...
Sons diversos,
distintos... E, deles
vai se destacando uma
melodia de Debussy,
integrando essa
atmosfera lenta,
evocando o silêncio
maior que vai
descendo...
Sonhar!... A noite foi
feita para sonhar...
Repousar.
Tudo aquilo que foi o
dia é passado... Vivido!
Um trabalho normal...
Chove!... A noite
chove!...E essa água
lava a terra...Os
problemas... O
cansaço... As
incertezas. A chuva lava
e leva! A vida vai se
acalmando... A mansa
chuva entoa sua canção
fecunda, ritmada e
generosa...
Somos folhas
despetaladas de uma flor
singela que brilharam
alvoroçadas à luz do
sol, fremindo de pressa
e ansiedade, querendo,
não apenas a beleza de
suas presenças, mas,
muito mais, a firmeza da
operosidade vibrante...
Se olharmos à nossa
volta, quão imenso é o
jardim, quão vasto o
campo, prados,
montanhas, matas,
florestas!... As águas
dos lagos, rios,
cascatas... O oceano
imenso... Um sem fim de
vidas que brotam,
germinam, medram,
seguindo o ciclo natural
da vida!
Nosso Jardineiro sempre
o mesmo!
E, com igual atenção
olha por cada um, sente,
ajuda, ampara, protege,
abriga das pragas e das
intempéries, visando a
“colheita”, a safra, a
abundância, a beleza, a
sensibilidade
despertada, colorida,
admirada... Pois nada
que fique acima do nível
das águas, nada que viva
sob o céu imenso, ou no
fundo dos oceanos como
nas entranhas da terra,
pode, sequer, desmerecer
o espaço que ocupa!
Esta vibração de vida é
canção, pulsando, e, em
ondas seguindo,
espalhando-se sempre,
sempre... Até o
infinito!
L. Stella Mello |
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Mora Alves,
pseudônimo
de Maria
Aparecida
Araujo
Moreira,
moradora no
Município de
Guarulhos,
São Paulo.
Autora do
livro Um
Novo
Amanhecer
pela Editora
Livre
Expressão.
Participação
em alguns
livros de
Antologia:
Melhores da
Poesia
Brasileira,
Destaque da
Poesia em
2011,
Participação
na Bienal de
São Paulo em
2010 com o
livro de
Antologia:
Poesias
Contos e
Crônicas.
Participação
na coluna do
Jornal
Cumbica News,
onde escreve
contos em
histórias do
cotidiano.
Para
conhecer um
pouco desta
autora
navegue pelo
site:
www.moraalves.com
e o blog:
www.moraalves.blogspot.com.br |
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ESTRADA
Estrada que
nunca
termina
Pessoas que
caminham
Seguem seus
passos
Correndo
atrás dos
seus sonhos.
Nosso dia de
amanhã
Nossa
tristeza
Nossa
saudade
Pequenas
coisas que
se tornam
Edifícios,
quase
impossíveis
De se
alcançar.
Hoje nos
resta o
sonho
Amanhã quem
sabe,
Restará o
riso
Que não se
deu
A palavra
que se
perdeu.
Penso no
hoje, nos
pequenos
Gestos, a
saudade que
Se sente, a
tua presença
Tão longe,
tão
distante.
Hoje o sol
me
despertou,
Me trouxe
teu riso,
Causou o meu
pranto.
Você foi meu
sonho,
Minha
alegria,
minha
tristeza,
Você foi
sonho,
miragem,
Bobagem!...
Você foi
Saudade.
Mora Alves |
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Tenho 61 anos, moro em Ribeirão Preto / SP e por uma circunstancia Emocional, me tornei um poeta amador, que fiz das minhas poesias minha terapia.”
Meu blog
http://desabafospoeticosmarcotisi.blogspot.com.br/ |
| PASSEANDO NO BOSQUE
Fui ao bosque, para espairecer,
pensar na vida, meditar, tentar
me encontrar e, o mais importante,
relembrar, adoro relembrar.
La encontrei, meus amigos
pássaros, havia muitos lá,
todos com suas cores e portes
lindos e cantos melodiosos.
Primeiro, chegou o
Polícia-inglesa
com seu sotaque britânico,
depois, o Beija-flor-rubi,
com seu MIX de cores,
o Galo-da-serra, todo alaranjado,
o Tangará, com seu azul único,
e por ultimo o Papa-piri
exuberante.
Todos eles, me acharam
com uma aparência mais
amena, cochichei nos seus
ouvidos o motivo, e eles só
riram.
Concordaram comigo, sobre
o que lhes falei do “ Tempo “,
e eles observaram, que o “ Tempo “,
tem o tempo que tem e que o
momento é de paciência oriental,
nada mais que isso.
E antes que eles fossem embora,
me lembraram de um certo
Bem-te-vi, de quem eu poetei,
e que ele continua lá, cantando
para a “ Musa Inspiradora “ da
poesia que fiz, e para ele, é um
prazer imenso cantar para “ Ela “.
A como Amar é bom, até
os pássaros conversam comigo.
M. A. Tisi
( OBS. :- Esses pássaros aqui citados podem ser vistos no site www.terradagente.com.br ) |
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Nascido no Rio de Janeiro, no dia 15 de fevereiro de 1944, Moysés Barbosa é filho de Abrahão Barbosa e Therezinha, com descendência portuguesa do lado paterno, e italiana do lado materno. Sua infância não foi muito fácil, tendo feito os cursos secundário e superior (Filosofia, Teologia e Direito) já adulto, depois de casado com a advogada Ivanir Maria Belisário Barbosa, também de descendência italiana, casal que possui três filhos.
Este Poeta, que também é Jornalista, começou a escrever seus versos em jornais e ainda muito jovem, em 1959, deu a público seu primeiro poema, intitulado Solidão, que veio a ser titulo de seu primeiro livro Solidão Poesias publicado em 1970.
Moysés é Pastor da Convenção Batista Brasileira e exerce ministério evangélico há 45 anos e sua obra poética é muito vasta, sendo que a maioria de suas publicações estão em sua página ministerial– mas suas composições estão em várias páginas como Café História, VAEBRASIL, PORTUGALMARESIAS, Recanto das Letras e em outras publicações. É escritor e já publicou o livro didático Redação Moderna e também Liturgia Cristã.
Completou Jubileu de Ouro de Poesia em 2009 e já tem dentre suas distinções literárias os prêmios Jorge Amado, Luis de Camões, Pena Dourada Selo Ouro, Olga Kapati, Olavo Bilac, Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa e também o titulo de Doutor Honoris Causa em Poesia Barroca, que lhe foi concedido pelo Conselho Euro Latino de Escritores, mantido pela Universidade Emill Brunner de Brasília.
Faz parte de Poetas Del Mundo e de inúmeras academias de Letras e Artes do Brasil e do exterior: muitas são as titulações outorgadas a este poeta, valendo destacar o grau de Comendador, Guardião do Cinquentenário de Brasilia, e inúmeras condecorações, as quais estão expostas em sua página acompanhadas dos respectivos diplomas de concessão.
Possui inúmeros troféus e elevadas distinções especiais fora do Brasil, na área poético literária e em outros segmentos, como o Troféu França-Brasil (Paris), Acadêmico da Nobilíssima Academia Ecumênica de Letras e membro representante do Brasil no MIL-Movimento Internacional Lusófono, Conde de São Metódio, estes três últimos em Lisboa (Portugal), Embaixador da Paz Universal (França-Suiça) e Chevalier (França).
Imortal de várias academias literárias no Brasil e no exterior. Tem o titulo de Conde, em Portugal. Membro honorário da Familia Dias (Portugal), do Dr. J.M. de Barrios Dias, da Universidade de Evora.
É o Presidente do Conselho Nacional de Pastores Evangélicos e Magnifico Reitor do Seminário Evangélico Centro-Fluminense. Presidente do Ministério Evangélico Internacional Valorizando a Vida! e Vice-Presidente da Setima Igreja Batista de Três Rios.
Sempre apoiou e incentivou poetas e escritores mais novos, e é o Grão-Chanceler do Recanto dos Poetas Amigos.
No momento (agosto de 2012) conclui para publicação, possivelmente em dois volumes (material já na editora) a obra POESIAS: AS MELHORES DO JUBILEU DE OURO, prefaciada pela poetisa Regina Xavier.
Página ministerial:
www.pastormoysesbarbosa.com |
| AMOR IMORTAL
Ontem você partiu e foi embora,
e me deixou sozinho soluçando.
Sei que amo morre, não tem hora
o que fazer então? Fico pensando!
Só me resta agora sepultá-lo,
vou sair vagando, isso vou fazer.
Parei um pouco, fiz um intervalo
que me permitiu o passado reviver.
Neste momento mudei a minha idéia
e decidi não mais levá-lo à cova
e pensar melhor nesta situação.
As reflexões em muito me ajudaram
e até me submeteram à prova
e deste amor tentarei a ressurreição.
E consegui, nosso amor renasceu especial
Vai viver pra sempre agora é imortal.
Moysés Barbosa
(Brasil) |
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