Mônica, Rato, Ratoeira e Porteiro
 
 

 

 

 “Visconde de Don Mi-Burro” – Correspondente Internacional do Portal CEN – “Cá Estamos Nós” -;- Secretário-geral da Academia “TóKandar” -;- Colaborador efectivo de “Brincar sem Abusar” -;- Locutor da Rádio Criativa -;- Amigo de todos os amigos e amigo do boss Carlos -;- Organizador do “Clube de Fãs de “Don Mi-Burro -;-

Um doce para as senhoras e um amargo para os homens”.


 

 

 

 

 

Não é uma história de ficção, muito menos uma lenda. Aconteceu, é um caso verídico.

Numa das minhas idas (virtuais) à linda cidade de Fortaleza CE, procurei a Mónica Silveira na estação de televisão em que ela é jornalista. Num parêntesis, aquela redacção até parecia uma redacção de rádio, na hora próxima ao serviço noticiário. É um frenesim que nos dá que só acaba quando o noticiário acaba; e logo pensamos no seguinte.

Sempre muito simpática e gentil, a Mónica Silveira, acolheu-me muito bem. Notei que a nossa amiga estava triste ou preocupada. Sem tentar meter-me em vida alheia, fui-lhe perguntando o motivo daquela tristeza. Com uma lágrima furtiva caindo em suas faces, a nossa amiga foi-me contando o motiva da sua grande mágoa, que passamos a citar:

 

“Querido amigo,

 Um vez encontramos uma catita dessas (rato) lá em casa. Resolvemos colocar uma ratoeira. De noite ouvi o barulhinho do ferro da ratoeira. Acendi a luz e vi a catita (rato) presa. Ela olhou para mim e virou a cabeça para o lado. Percebi que ela tinha morrido. Fiquei morrendo de remorsos. No dia seguinte, qual não foi minha surpresa quando vi que a catita estava viva, presa na ratoeira. Era uma atriz, tinha me enganado. Quis soltar a ratinha, mas não sabia como. Chamei o porteiro, que sem dó nem piedade pisou na cabeça da catita. Eu gritei: não! Mas ele explicou, que essas catitia transmitia doenças e a gente precisa eliminar antes dela de reproduzir no edifício. Bem ele que poderia ter colocado a bichinha num saco e jogado fora. Mas enfim.. Beijos, Mónica”.

 

Quando terminou, não pode conter um choro quase compulsivo. O remorso não a deixava de ter sido ela, a Mónica, a causadora da morte daquele rato. Pensou fazer um memorial no jardim de sua casa, mas teve receio de não ser compreendida. Desistiu. Optou por uma fotografia de um ratinho, que traz sempre em sua carteira, como homenagem àquela vítima morta aos pés de um fero e cruel porteiro, que nem a ratos perdoa.

Nunca mais pode olhar direito para aquele porteiro e sempre que pode, nem lhe fala.

O mais curioso foi, dias depois deste acontecimento, foi escalada pela sua Tv para fazer uma reportagem sobre a desratização de uma cidade do Ceará. São ossos do ofício …

 

Este episódio lembra-me uma “façanha” passada com o meu boss Carlos. Certo dia, o Carlos (embora não jornalista desportivo) teve de ser escalado por falta de pessoal, para fazer a reportagem (escrita) de um jogo de futebol em que uma das intervenientes era a sua equipa favorita. Pois bem, o nosso querido Carlos, conseguiu “ver” o que ninguém viu, ou seja, dois penaltys a favor da sua equipa favorita (não marcados), e não só: conseguiu “ver” também que o golo com que a equipa adversária ganhou o jogo, o seu marcador estava em fora-de-jogo. A sua “imparcialidade”, como é óbvio foi muito contestada por quem nada percebe de futebol e, como prémio da redacção, nunca mais foi escalado para fazer qualquer reportagem desportiva …

 

Visconde de Don “Mi-Burro” – da Ilustre Casa de Equus Asinino.

 

LEIAM O MEU E-BOOKKKKKKKKK!!!!!!!

 

AVENTURAS DE "DON MI-BURRO"

 O correspondente do Portal CEN: jornalista "Don Mi-Burra" destrinça o caso do assalto ao Banco do Brasil de Fortaleza/CE.

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Formação e Arte: Iara Melo

 

Mid: Cintura Fina * Luiz Gonzaga