Desfile da Escola de Samba do Portal CEN -
 "Cá Estamos Nós" * 2007
 
 
Bloco 01 - Editor: Carlos Leite Ribeiro
Formatação e Arte: Iara Melo
 
 
 
 
 
 

"18.00 horas em Portugal Continental -
menos uma hora nos Açores
R.M.A FM 109.6 MHz
A sua Rádio preferida!"
 

 



Iara: - Boa tarde amigos ouvintes da FM 109.6 MHz. A emissão de hoje está ligada a todas as frequência da RMA, abrangendo todas as partes do Mundo. Isto, porque vamos estar mais uma vez na:

“Na rota de Pedro Álvares Cabral
Ligando as areias e o povo de Portugal e do Brasil !”
 
Contamos ligar dentro de momentos aos nossos colegas que estão no calçadão de Copacabana – Rio de Janeiro – para a cobertura directa da Escola de Samba do Portal CEN – “Cá Estamos Nós”. Do outro lado do vidro fazem-me sinal que já temos sinal do satélite. Boa tarde Vilma Matos … Vilma … Vilma Matos … agora parece-me que está em linha…


 


Vilma: - Oi Iara Melo! Boa tarde Portugal! Boa tarde Brasil! Daqui da Avª Beira-Mar, numa torre especialmente construída para a nossa transmissão, saúdo todo o nosso vasto auditório espalhado por todo o Mundo!
 
Iara: - Desculpa interromper-te. Para situarmos melhor do sítio (local) do nosso posto fixo, onde foi montada a torre da R.M.A. ?
 
Vilma: - Estamos em frente ao Posto nº 03 de Copacabana, mesmo em frente à Rua Siqueira Campos. À nossa esquerda fica o Forte de Copacabana e à direita a Pedro do Leme. Temos uma vasta equipa de repórteres para esta cobertura: Mónica Silveira, Gladis Lacerda e os comentadores residentes, ou seja, os Profes “Caco Pedra” e “Sem Caspa” além do técnico Henrique.
 
Iara: - Muito bem. Um bom trabalho para todos e ficamos na expectativa. A emissão é tua, Vilma Matos.
 
Vilma: - Começamos por chamar a Mónica Silveira, que está lindíssima mascarada de cigana e que deve encontrar-se junto ao Forte de Copacabana, de onde este ano parte a Escola de Samba do CEN. Alô Mónica, o desfile está preste a começar?
 
Mónica: - Oi Vilma, o desfile está um pouco atrasado, pois, à última da hora derrocou o pesado carro alegórico da Célia Lamounier. Segundo nos informaram, tinha alguns parafusos desapertado…


 


Vilma: - Mónica, queres dizer que a Célia está com parafusos desapertados ?!
 
Mónica: - Nada disso Vilma, os parafusos que estão desapertados, são os do carro alegórico ao “Ateneu”. Temos junto de nós uma linda dama, muito conhecida e que traz pela tela uma linda onça domesticada. É a Delasnieve Daspet, a popular D.D…
D.D. por favor… estamos em directo para a R.M.A … diga-me: A D. D. é que é a amiga da onça?…


 


D.D.: - Eu amiga da onça ?! Não minha amiguinha, a onça é que é minha amiga! e que vai desfilar comigo e com o Nelson!
 
Mónica: - A onça será a sua protecção pessoal – digamos, a sua guarda-costas?
 
D.D.: - Nunca se sabe … nunca se sabe…
 
Mónica: - Vilma,  por agora é tudo…
 
Vilma: - E vamos até à Gladis Lacerda, elegante como sempre, mascarada à Sinhá Moça. Allô, Gladis…
 
Gladis: - Encontro-me perto do Leme e tenho junto de mim a Lilocas, que vem mascarada a uma embalagem plástica…


 


Lilocas: - Venho mascarada a produtos de beleza ! Tocando-me, sai um creme hidratante pela minha cabeça! Ó cavalheiro, carregue aqui para ver o efeito…


 


Gladis: - Por aqui, é tudo. Vilma…
 
Vilma: - O Mónica faz-nos sinal que tem outro entrevistado. Alô Mónica …
 
Mónica: - Estamos junto a um distinto cavalheiro, algarvio, que vem desfilar com um carro alegórico. Seu Nome: Tito Olívio…
 
Tito: - Boa tarde! uma pequena correcção: eu vivo no Algarve, na cidade de Faro, mas nasci em Lisboa e bem perto do Carlos.


 


Mónica: - E o que representa essa linda máscara ?
 
Tito: - Venho mascarado a Aben-Afan…
 
Mónica: - Sim, sim … e que foi esse Afan?...
 
Tito: - Cônsul do Império Árabe em Xelb (Silves – Algarve). Apaixonou-se por D. Branca, filha de D. Afonso III e senhora do Lorvão (perto de Coimbra). Este amores foram imortalizados pelo grande Almeida Garrett. O carro representa um castelo algarvio e em suas ameias estão lindas mouras encantadas…
 
Mónica: - Mas mouras encantadas, não existiam só no Alentejo?...
 
Tito: - E porquê o Alentejo ter a exclusividade? Em Portugal, há mouras encantadas e desencantadas por todo o lado. Desculpe, mas tenho que me preparar para desfilar e cantar umas “modinhas” portuguesas … mas diga-me, como está mascara à cigana, pode ler-me a sina?
 
Mónica: - Não Tito, pois hoje estou de folga!

 


 
Tia Anica de Loulé
Tia Anica, tia Anica,
Tia Anica de Loulé,
A quem deixaria ela
A caixinha do rapé?

Refrão
Olé, olá! Esta moda não 'stá má.
Olá, olé! Tia Anica de Loulé.

Tia Anica, tia Anica,
Tia Anica da Fuzeta,
A quem deixaria ela
A barra da saia preta?

Refrão

Tia Anica, tia Anica,
Tia Anica de Aljezur
A quem deixaria ela
A barra da saia azul?

Tia Anica, tia Anica,
Tia Anica do Algoz
A quem deixaria ela
A caixa do pó-de-arroz.?

Refrão
Tia Anica, tia Anica,
Tia Anica de Alportel,
A quem deixaria ela
A barra do seu mantel?


 
 


Ó rosa, arredonda a saia

Refrão
Ó Rosa, arredonda a saia, 
Ó Rosa, arredonda-a bem!
Ó Rosa, arredonda a saia,
Olha a roda que ela tem!

Olha a roda que ela tem,
Olha a roda que ela tinha!
Ó Rosa, arredonda a saia,
Que fique bem redondinha!

[Refrão]

A saia que traz vestida,
É bonita e bem feita,
Não é curta, nem comprida,
Não é larga, nem estreita.
[Refrão]
 
Músicas
 
 Populares
 
Portuguesas



 


Mónica: - E o desfile está prestes a começar. Vai abrir com a D.D. e a sua amiga onça e também o Nelson. Depois, a Julinha, neta da Gladis, que traz de arreata o Visconde de Don “Mi-Burro”; e em seguida, o lindo carro alegórico da Vânia Ennes.
 
Vilma: - Temos de fazer aqui um pequeno intervalo. Fique por aí que voltaremos dentro de breves minutos. Atenção Portugal, Iara Melo…


Iara:
Rádio FM 109.6 MHz
Na rota de Pedro Álvares Cabral
Estamos a transmitir em directo do Rio de Janeiro
O desfile da Escola de Samba do Portal CEN – “Cá Estamos Nós”
 
Depois de um breve bloco noticiário, voltaremos ao Rio de Janeiro.

Até já …
 
Com o alto patrocínio de:
“Água do Chuveiro
Todo o ano e por pouco dinheiro !
Encontra-se à venda em qualquer torneira
De sua casa !”


 


Sonhei Que Estava em Pernambuco - de  Clovis Mamede


Sonhei que estava em Pernambuco,
Fiquei maluco,
Quando o Frevo passou...
Mas, quando estava no melhor da festa,
Ora esta, alguém me despertou.

Sonhei que estava em Pernambuco,
Fiquei maluco,
Quando o Frevo passou...
Mas, quando estava no melhor da festa,
Ora esta, alguém me despertou.

Quando acordei, ai, ai,
Até chorei, ai, ai,
Tudo mentira, ai, ai,
O que sonhei...
Mas agora eu vou brincar,
O Frevo eu vou dançar,
O Frevo eu vou cantar,
Só pra me consolar.

Quando acordei, ai, ai,
Até chorei, ai, ai,
Tudo mentira, ai, ai,
O que sonhei...
Mas agora eu vou brincar,
O Frevo eu vou dançar,
O Frevo eu vou cantar,
Só pra me consolar....


 


Iara: - E chegou a hora de regressarmos ao Rio de Janeiro. Que saudades daquela cidade linda! Alô Vilma …
 
Vilma: - O desfile já começou. Atenção Mónica…


 


Cidade Maravilhosa - de André Filho

Cidade, maravilhosa,
Cheia, de encantos mil,
Cidade, maravilhosa,
Coração do meu Brasil.
(bis)
Berço do samba e das lindas canções,
Que vivem n'alma da gente...
És o altar dos nossos corações,
Que cantam alegremente.

Jardim florido de amor e saudade,
Terra que a todos seduz...
Que Deus te cubra de felicidade,
Ninho de sonho e de luz...



 


Mónica: - Estamos junto do Forte de Copacabana. Já passaram por nós a D. D. e a sua amiga onça e o Nelson; em seguida desfilaram a Julinha e o Visconde de Don “Mi-Burro”, que antes de desfilar ganhou uma grande birra de não quer sair. Na altura e passo ouviu-se uma voz que passo a citar. “O raio do burro contagiou-se com o feitio do boss Carlos …”. Que exagero! Mas continuando, o dito cujo “Mi-Burro” quando começou a receber festinhas de suas fãs, abriu o seu enorme sorriso e lá seguiu todo contente conduzido pela mão da linda Julinha. Na altura gravámos um RM com uma pequena entrevista a Vânia Ennes sobre o seu curioso carro alegórico:
“O carro, feito de arame, representa a Ópera do Arame de Curitiba; as árvores em volta, o Jardim Botânico, também da capital do Paraná”.


 


Balancê - de João de Barro/Alberto Ribeiro

Balancê, balancê...
Quero dançar com você
Entra na roda morena
pra ver
O balancê, balancê.

Quando por mim você passa
Fingindo que não me vê
Meu coração quase se despedaça
No balancê, balancê.

Você foi minha cartilha,
Você foi meu A B C,
E por isso
Eu sou a maior maravilha
Do balancê, balancê.

Eu levo a vida pensando
Pensando só em você
E o tempo passa
E eu vou me acabando
No balancê, balancê...

 

 

Quem Sabe, Sabe 

de J. Sandoval/Carvalhinho
 


Quem sabe, sabe,
Conhece bem,
Como é gostoso,
Gostar de alguém.

(bis)

Ai... Morena,
Deixa eu gostar de você,
Boêmio, sabe beber,
Boêmio, também tem querer.


 
 


Divirta-se
 
Com a Escola de Samba
 
Do Portal CEN – “Cá Estamos Nós”

 
Vilma: - Mónica, daqui da nossa torre, estou a ver que está preste a desfilar outro carro. Mónica…
 
Mónica: - Certo Vilma. É o lindo carro do Lairton Trovão, de tons verdes e que tem no sentido longitudinal do carro, três letras gigantescas (U.B.T.). Vou tentar entrevistar o Lairton … Lairton, em directo para a R.M.A. … Pode descrever a alusão de seu carro?
 
Lairton: - Pois então! O carro é alusivo à UBT – União Brasileira de Trovadores. Muito especialmente, à Trova que em Portugal chamam quadra. Pode verificar que o carro também é quadrado.


 


Mónica: - Obrigado Lairton! Divirta-se muito.
 
O Periquito da Madame - de Afonso Teixeira/Nestor de Holanda/Carvalhinho

O periquito da madame,
Come milho, come arroz,
Come feijão,
Mas quase sempre o periquito,
Da madame coitadinho,
Sofre indigestão.
(bis)
Eu trato bem o periquito da madame,
Tenho cuidado com a sua refeição,
Não compreendo porque é,
Que o tal bichinho,
Coitadinho,
Sofre indigestão.

 


 
Marcha da Cuéca  de Mendes/Prestes/Sardinha

Eu mato,
Eu mato,
Quem roubou minha cueca,
Pra fazer pano de prato.
(bis)
Minha cueca,
Tava lavada,
Foi um presente,
Que eu ganhei da namorada !...



 


Vilma: - E a repórter Gladis Lacerda deslocou-se e está também perto do Forte de Copacabana. Gladis…
 
Gladis: - Não estou perto, mas sim, dentro do Forte! Tenho aqui a portuguesa Natália Vale, que veio de Leça de Balio, que fica perto da cidade do Porto. Natália, o seu carro é bem original na forma de um violão…
 
Natália: - Perdão Gladis, tem a forma de uma viola que vai ser dedilhada pelo Pinhal Dias. Deixe-me cá compor o xaile…
 
Gladis: - Mas vai desfilar de xaile?! e cantar o fado?!... é curioso…
 
Natália: - Pode ser curioso, mas vou desfilar de xaile e cantar o fado, a canção portuguesa. O vinho “instroe” e o fado “induca”! Vamos lá mexer essas coisas, ó Pinhal – bem picadinho. Avança Pinhal e que avance carro!


 


Fado do Cacilheiro - de  Paulo Fonseca e Carlos Dias

Quando eu era rapazote
Levei comigo no bote
Uma varina atrevida
Manobrei e gostei dela
E lá me atraquei a ela
P’ró resto da minha vida

Às vezes uma pessoa
A idade não perdoa
Faz bater o coração
Mas tenho grande vaidade
Em viver a mocidade
Dentro desta geração

Sou marinheiro
Deste velho cacilheiro
Dedicado companheiro
Pequeno berço do povo
E navegando
A idade vai chegando
Ai... O cabelo branqueando
Mas o Tejo é sempre novo

Todos moram numa rua
A que chamam sempre sua
Mas eu cá não os invejo
O meu bairro é sobre as águas
Que cantam as suas mágoas
E a minha rua é o Tejo

Certa noite de luar
Vinha eu a navegar
E de pé junto da proa
Eu vi ou então sonhei
Que os braços do Cristo-Rei
Estavam a abraçar Lisboa

Sou marinheiro
Deste velho cacilheiro
Dedicado companheiro
Pequeno berço do povo
E navegando
A idade vai chegando
Ai... O cabelo branqueando
Mas o Tejo é sempre novo


 


“Cá Estamos Nós
 
NATURALMENTE !
 
Desde 15 de Julho de 1998
 
E para continuar! Fado Tropical - Chico Buarque/ Ruy Guerra

Oh, musa do meu fado
Oh, minha mãe gentil
Te deixo consternado
No primeiro abril
Mas não sê tão ingrata
Não esquece quem te amou
E em tua densa mata
Se perdeu e se encontrou
Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal
Ainda vai tornar-se um imenso Portugal

"Sabe, no fundo eu sou um sentimental
Todos nós herdamos no sangue lusitano uma boa dose de lirismo
Mesmo quando as minhas mãos estão ocupadas em torturar, esganar,
trucidar
Meu coração fecha aos olhos e sinceramente chora...''

Com avencas na caatinga
Alecrins no canavial
Licores na moringa
Um vinho tropical
E a linda mulata
Com rendas do Alentejo
De quem numa bravata
Arrebato um beijo
Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal
Ainda vai tornar-se um imenso Portugal

"Meu coração tem um sereno jeito
E as minhas mãos o golpe duro e presto
De tal maneira que, depois de feito
Desencontrado, eu mesmo me contesto

Se trago as mãos distantes do meu peito
É que há distância entre intenção e gesto
E se o meu coração nas mãos estreito
Me assombra a súbita impressão de incesto

Quando me encontro no calor da luta
Ostento a aguda empunhadura à proa
Mas o meu peito se desabotoa

E se a sentença se anuncia bruta
Mais que depressa a mão cega executa
Pois que senão o coração perdoa''

Guitarras e sanfonas
Jasmins, coqueiros, fontes
Sardinhas, mandioca
Num suave azulejo
E o rio Amazonas
Que corre Trás-os-Montes
E numa pororoca
Deságua no Tejo
Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal
Ainda vai tornar-se um imenso Portugal
Ai, esta terra ainda vai cumprir seu ideal
Ainda vai tornar-se um imenso Portugal


 


Mônica: - E o próximo carro a desfilar é o do Luiz Caminha. É um lindo carro e vamos perguntar ao Caminha o seu significado. – Luiz Caminha, o seu carro é muito lindo e alegre, diga-nos o que representa?.
 
Caminha: - É alusivo a uma Ktoberfest, ou seja, uma festa da cerveja. Querida Mónica, vai uma cervejinha ?


 


Mónica: - Não, muito obrigado. Não bebo em serviço.
 
Caminha: - E logo à noite? Podíamos beber umas cervejas e aproveitava para me ler a sina?...
 
Mónica: - Agradeço-lhe mas já tenho compromissos para a noite.


 


Onde tem Mulher - de  Henrique de Almeida/Carlos Marques


Aonde tem mulher eu tô,
Eu tô e fico a vontade,
Eu sou igual a papai,
Na minha idade.

Aonde tem mulher eu tô,
Eu tô e fico a vontade,
Eu sou igual a papai,
Na minha idade.

Ôpa, ôpa,
Quanta mulher dando sopa,
Ôpa, ôpa,
Quanta mulher dando sopa.

Ôpa, ôpa,
Quanta mulher dando sopa,
Ôpa, ôpa,
Quanta mulher dando sopa...


 
 


Pode Matar que é Bicho

Haroldo Lobo/Milton Oliveira/Francisco Alves

Quando a mulher é boa,
É boa, é muito boa,
O homem deve ter,
Cuidado e capricho,
Também quando ela é feia,
É feia, e muito feia,
Pode matar que é bicho...

(bis)

A mulher quando é um pedaço,
Faz o homem bancar o carrapicho,
Mas quando não é bonita,
Ele mesmo as vezes grita:
Pode matar que é bicho...



Gladis: - O próximo carro é alusivo a Maringá, segundo a legenda que tem na frente. Vamos confirmar com o nosso amigo António de Assis…
 
Assis: - Está certa. Ainda pensei construir o carro em homenagem à cidade de Fidélis, onde nasci. Mas optei, e parece-me que bem, por homenagear Maringá, a linda cidade onde moro.


 


Tudo do melhor para você, amigo Assis !
 
Segura Esta Mulher - de Ary Barroso

Segura esta mulher,
Que ela quer fugir,
Roubou meu coração,
Não pode escapulir... Oi.

(bis)

Eu não sei o que vai ser,
Meu amor, não sejas desmancha prazer,
Fui bem pesadinho, eu sei,
Meu amor, de outra mulher não gostarei.

 

 

Só Perguntei Por Perguntar - de Enok Figueiredo/Rosabel

Só perguntei por perguntar,
Não precisa dizer,
Aonde vai brincar.
(bis)
Vá pular por aí,
Eu também vou pular,
Esqueça tudo,
Deixa quem quiser falar,
São só três dias de folia,
Na quarta-feira,
Vamos pra casa descansar.
( já vou, já vou, já vou )



 


Vilma: - E vamos fazer aqui outro intervalo: Vamos até Portugal onde nos espera a Iara Melo. Atenção Portugal, atenção Iara Melo, a emissão é tua…

 

 

CONTINUA NO PRÓXIMO BLOCO...

MID: BANDEIRA BRANCA - Max Nunes/Laércio Alves

FORMATAÇÃO E ARTE: IARA MELO