Von Trina nasceu eu 1961, em Lisboa, mas situa a sua nacionalidade genética em Proença-a-Nova (Beira Baixa) e a naturalidade adoptiva em Gouveia (Serra da Estrela).
Iniciou a sua actividade literária, desde que aprendeu a escrever, dispersando colaboração poética descontínua – também com outros pseudónimos – em vários jornais e revistas.
Desde 1966, publica regularmente poesia, em livros e CDs colectivos, tendo diversos poemas seus, sido também incluídos no espectáculo “Noites de Poesia”, do Grupo Escola Velha – Teatro Gouveia.
É Licenciado em História pela Universidade de Coimbra.
 
A pessoa mais qualificada para falar de mim, é o meu querido amigo (da onça) Carlos Leite Ribeiro:
Não é por acaso que o von Trina, ex-estudante universitário de Coimbra (da nossa sempre lembrada e chorada Coimbra) foi considerado "estudante boémio", destroçador de corações femininos, desde o Choupal (Japão) até ao Jardim da Sereia e, por vezes até subia ao Penedo da Saudade, com seguimento para Santo António e Vale de Canas. Senhor da Cidade Baixa e Alta de Coimbra, passeante da Rua Direita, das Padeiras e circundantes. Guardião das tricanas, desde a Guarda Inglesa até ao Portugal dos Pequeninos, seguindo até à Quinta das Lágrimas (passando pelo Mosteiro de Santa-Clara-à-Velha, voltando para trás e atravessando a ponte Rainha Santa até ao parque da Avª. Brasil. Apoiante de donzelas, viúvas, divorciadas e afins, nas belas margens (esquerda e direita) do Rio Mondego (o Basófias). No final da sua "História", com um canudo na mão, vestido como Deus o trouxe ao mundo, teve de percorrer a Parada das Faculdades, atravessar a Porta Férrea, voltar à esquerda, fazer cócegas nos pés da estátua de D. João III, depois, descer as escadinhas D. Afonso V e procurar "asilo político" na República dos Cágados, onde foi presenteado com um saboroso arroz de coelho, feito com uns gatinhos que os "cágados" tinham caçado na noite anterior. No final do repasto, foi até ao Sousa Bastos (cinema que Deus tem), fez uma viragem (momentânea) à direita e entrou no Correio Velho (rua) até à Sé, onde nos seus sagrados degraus, ouviu uma guitarrada, tendo como testemunha a Matemática e o Cabido (nomes de ruas) e, arrependido da viragem que tinha feita à direita,  voltou-se para a esquerda, desceu o Quebra Costas (escadinhas) , onde cá em baixo a Almedina (arco) o esperava, voltou à  Ferreira Borges (rua) e seguiu para os braços da sua Sofia (rua) ... E conta a lenda que a "história" para salvaguar a honra e o bem-estar de presumíveis vítimas, não possa nem deva ser mais contada do que foi ...
Carlos Leite Ribeiro (o Amigo do Coração)

À Mulher...
A mulher gorda / a mim não me convém / eu não quero andar na rua /Com as banhas de ninguém !

Refrão

Ai, ai, ai / Eu gosto dessa mulher / quero tê-la ao pé de mim /
Beijá-la quando quiser

A mulher magra / a mim não me convém / eu não quero andar na rua /com o esqueleto de ninguém !

Refrão

A mulher baixa / a mim não me convém / eu não quero andar na rua /com as rodas de ninguém !

Refrão

A mulher alta / a mim não me convém / eu não quero andar na rua /Com o escadote de ninguém !

Refrão

A mulher boa / a mim não me convém / eu não quero andar na rua /com a mulher de alguém !

Refrão
(Carlos Leite Ribeiro - Marinha Grande - Portugal)

 

 

 

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