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Edição de Carlos Leite Ribeiro
MAGAZINE CEN
Comemorativo do
Dia Internacional das Mães
Maio 2012
4ª Página
 
Edilberto José Soares
Rio de Janeiro/BR
COMO EU QUERIA
Como eu queria neste dia ti dizer
Que és minha vida, meu sangue...
Como eu queria neste dia ti amar!..
Como eu queria saber como é você
Pois ti conheço mesmo sem lhe conhecer
Eu não me lembro do momento de nascer
Era pequeno mais me lembro do mamar
Depois partiste para nunca mais voltar
Lembro uma lágrima dos teus olhos a rolar
Por onde andas se és viva eu não sei
As vezes eu tenho sonhado com você
Não sei se é sonho, talvez um devaneio
Se é um sonho então digam, acordei...
Só sei Mamãe para sempre ti amarei |
 
ELIZA AUGUSTA GOUVEIA GREGIO
MÃE...
Mãe,
a
mais
bela
entre
as
belas.
A
mais
linda
flor
de
meu
jardim
Em
seu
ventre
brotei
como
uma
flor
Me
afagou
entre
seus
braços
fortes.
Mãe...
em
sua
pureza
sem
fim...
seu
jeito
de
ser,
diferente
aos
meus
olhos,
encantou-me,
foi
escolhida
entre
todas.
Mãe,
és
pura!
és
Perfeita!
Por
isto
és
abençoada!
Nunca
serás
esquecida
enquanto
eu
viver.
Em
minha
memória
para
sempre
será
lembrada
como
a
mais
amada,
como
um
lírio
mais
perfeito
antes
mesmo
de
se
fazer
mulher,
meu
destino
ao
seu
entrelaçou.
Em
teu
ventre
veio
nascer
a
semente
do
amor.
para
o
pai
logo
voltará,
veio
através
de
ti
com
uma
missão
a
cumprir,
trazendo-me
paz,
ensinando-me
amar
uns
aos
outros
como
a si
mesmo.
Um
amor
incondicional,
um
amor
pleno,
de
sentimentos
bons!
Mãe
você
nasceu
para
me
fazer
feliz. |

Grito do silêncio
|
Brota o sol entre as
montanhas de Minas
gerais, Serena moça
cheia de sonhos
contidos, olha o
horizonte. E murmura
encantamento!...:
“Eu preciso voar!
Será que ainda
consigo?”, disse
para ela própria.
“Há tanto tempo
estou presa”. Já
terei esquecido de
como posso voar?”.
Serena’ tivera uma
vida imposta por um
homem ciumento?
Entretanto,
liberta-se das
amarras! E logra
voar, seguindo assim
o desígnio inerente
a ela mesma.
Voa longe,
deleitando-se a
admirar o céu,
aquele painel
pintado por Deus...
E sente o vento
acalorado
tocando-lhe a face,
e aliviando com
afagos a alma
inquieta da jovem.
Perdia-se entre
ziguezagues
esparsos,
entregando-se aos
sonhos, o passado e
a realidade daquele
delirante momento:
sentia o cheiro da
terra, a mesma que
certo dia fora seu
berço de ouro... E
já não via mais as
montanhas. Apenas
enxergava o imenso
tapete verde,
brilhando em coro
com o sol quente
parecendo um mar
interminável! A
jovem vertia. E
rolavam,
riscando-lhe as
faces e se espargiam
sobre aquele tapete
verde, :
confortando-lhe à
face, e lhe tornando
amena lágrima a dor
já mais suportável.
Nuvens brancas a
seguiam, por mais
que voasse para
longe não
transformava aquele
painel, e Serena
extasiava-se, o
olhar reluzente e
arrebatado’!.
A jovem pactuava com
todos os movimentos
que produzia.’
Por fim’, a noite
transmuta tudo em
fracas sombras, e
Serena desperta
assustada, e se
entristece ainda
mais, o coração com
batidas
desacertadas,
sentido-se ela feito
pássaro atingido em
cheio, alvejado,
ferido, o sofrimento
correndo tal e qual
o próprio sangue em
seu corpo.
O mundo escurecera
subitamente,as
estrutura apagadas
pela ausência do
Sol, Embora.
Destarte, a noite se
instale friorenta, a
lua nasce bela, como
pérola descomunal!
Por derradeiro,
Serena alcança
destino desejado;
sente certo abraço
quente enxuga as
lágrimas... Contudo,
o coração da jovem
permanece
desaquecido. Ouve
então a voz que lhe
sopra nos ouvidos...
E, num fio de som
murmura levemente
para Serena:
“Coragem, querida,
te amo...”
Passa atropelando o
povo que ali se
encontrava, choros e
o ruído de piadas, a
embriaguês
emoldurando a tudo,
a uns e a outros.
Eis a noite de
angústia e de
agonia! .
Serena avista de
longe o branco
caixão... Doeu
demais as entranhas
da jovem. Pela
memória lhe passa,
como um filme
inacabado, o final
triste da história
pesada, presente,
muito perto para ser
suportada.
Chega próximo, mas
se mantém calada. E
apenas permanece
olhando, o olhar
seco, o peito
queimando feito
brasa, a ver aquele
corpo inerte... “Não
posso abraçar.
Não...”, disse para
si mesma: “Nem
tocar...” -- Quanta
vez, em vida,
poderia ter “voado”
ate ela; e também
abraçá-la, não, não
o fez por covardia;
tantos pensamentos
perdidos;
sentimentos
inefáveis.
Outra lagrima,
quente como brasa,
tocando aquela face
branca, como se
fosse como
porcelana, a
fragilidade...
Em meu peito um
grito explode em
silencio, porém,
falando alto:
“Perdão...
perdão...”
“...Prometo?...
Tarde demais para
você Mamãe!... Mas,
eu... Eu prometo!
Prometo sim...Nunca
mais deixar de
voar...
“Mamãe como dói te
perder? Como dói
nunca ter sentido
inteiramente tua
presença, tua...” |
 
Fabrício Maurício de Oliveira
Mãe o Amianto do Amor!
Mãe o Amianto do Amor!
Ela chega logo cedo e sussurra em
seu ouvido: Filho o dia chegou
Te acompanha em todos os momentos te
orientando e guiando seu vôo
Você Filho, pode escolher...
Mas nunca se esqueça que o caminho
proposto é só de amor!
Onde Você for Eu vou
Este caminho é coberto e protegido
pelo seu canto de louvor!
Este Amor que quebra todos os
limites que os olhos podem ver
Mãe me cubra com seu manto de amor!
O dia termina, mas sua missão não...
Lá está Ela de novo a te ninar com
todo clamor de seu coração
Não há um só dia que Ela abre mão de
ser Mãe
Todos os dias são seus minha Mãe!
Proteja-me em seu recanto de Amor!
Ela te guia e confia e ainda te deu
a vida.
Ame-a só um terço do que Ela te ama
e Ela já se sentirá correspondida!
Fahed Daher
Apucarana-Paraná/BR
MATERNIDADE
Beleza é
o som, a
luz, a
cor,
as
vibrações
da
energia,
as
formas
da
matéria,
a
imensidão
sidérea.
A
palavra,
o olhar,
o
sorriso,
a
afeição,
tudo que
parte
para a
criação
e para a
perfeição
em
mutação
constante.
Beleza é
o olhar,
o sonho,
o
encontro.
que
enfeita
a vida e
faz
nascer
poesia,
que
mágica e
envolvente
se
inebria
e
grávida
de amor,
em parto
de
realeza
cria, de
novo, a
beleza,
numa
espiral
ascendente
e
constante
de
maternidade.
E começa
a
aparecer
a mãe
nas
nebulosas
luzentes,
espirituais,
criadas
por
Deus,
que como
criador,
alem de
Pai,
é mãe
também.
O Deus
Mãe,
nos Seus
partos
seqüentes
de
grandeza,
partindo
das
trevas
fez
nascer a
luz
e deu à
luz, por
filhos,
As
terras e
as
águas,
deu as
plantas
e os
animais,
com
estrelas,
dias e
noites,
luzeiros,
animais
e
vegetais.
Numa
escalada
de
perfeição
criou o
homem
para
usufruir
de toda
criação.
Sentindo
imperfeita
a sua
obra,
do meio
do
homem,
em mais
um gesto
criador,
em
cânticos
de
glória,
o
Senhor,
criou a
mulher.
Um gesto
de
poesia e
de
beleza,
como a
escolher,
no
símbolo
da
criação
Sua
identificação
com a
maternidade.
A mãe,
mulher,
carrega
no seu
todo o
futuro
do
mundo,
sem
disputar
indústrias,
sem
construir
monumentos.
Carrega
o futuro
mas no
ventre
que
germina,
na mão
que
afaga,
na
palavra
que
aquece,
no seio
que
nutre,
na troca
da
fralda
molhada,
no
diálogo
das
primeiras
palavras
do
dá....dá....dá...
Ou do
lá....lá....lá....
Na
palmada
pelas
travessuras,
no beijo
do “Boa
Noite”,
na
tristeza
da nota
vermelha,
na
alegria
do
primeiro
verso
declamado,
no
goooool
do
futebol...
Mãe!
Ato
supremo
da
criação,
que se
esmera,
se
esforça,
sacrifica,
pobre ou
rica,
no
esforço
de ver
seu
filho
ser
gente,
preparado
com
amor,
para
viver no
amor.
No
conforto
ou na
dureza
é
carinho
e é
nobreza,
criada
pelo
Senhor
com a
mais
rica
magia
de
criar,
também
poesia,
mãe e
filha da
beleza. |
 
Fátima
Melo (Fofinha)
MÃES
Não por ser hoje dia das
mães
que venho aqui te
homenagear,
e, em teu nome
homenageio
todas mães, brancas,
pretas, amarelas
tenham elas a cor que
tenham,
gordas, magras,
perfeitas,
mães altas, mães
baixas...
mães abastadas, mães
pobres...
Mas acima de tudo mães,
que como tu jamais
deixou a vida
furtar um sorriso dos
lábios,
mesmo na dor, nas
amarguras
que a vida te impôs.
Mães que vão a luta
são arrimos de famílias.
Mães que hoje velam seus
filhos
em hospitais sem
esperança de vida.
Mães que festejam
Mães que choram perdas
Mães que tem no peito o
aperto
da distância dos
filhos...
Já não é possível conter
a lágrima
que na face escorre na
saudade
que a vida colocou...
O aperto no peito da dor
da separação
Quantas mães como eu
tiveram
seus filhos ceifados e
levados aos céus
como anjos que eram
E que por pouco tempo
ficaram
entre nós, tempo este de
resgate
da sua perfeição...
Mãe quantas coisas tenho
a te contar
tantas mudanças tu não
tivestes
a oportunidade de
vivenciar.
Mas estejas onde
estiveres sei
que cada lágrima aqui
derramada
e uma gota de alentos
aos nossos corações...
Parabéns Mães que estão
junto aos filhos
Parabéns mãe que
acalenta, que cuida,
que zela, que ama...
O amor na distância
sempre se faz
maior...
Obrigada minha Mãe por
teres
me ensinado a conjugar o
verbo AMAR...
PARABÉNS MÃES ! |
 
Flávia Angelini Ribeiro
Seixal/Lisboa/Portugal
SER MÃE...
Ser Mãe é ser amor
é ser humor
é ser calor
é ser ardor
é ser favor...
Ser Mãe é saber calar
é saber se dar
é saber abdicar
é saber se doar
é saber perdoar...
Ser Mãe é aconchegar
é abraçar
é acariciar
é interessar
é apaixonar...
Ser Mãe é proteger
é acolher
é entender
é fortalecer
é viver...
Mãe quão forte que és
que em doçura a vida
amarra
quão frágil se torna
que em amor se despedaça
Para então esta mulher
renascer e reviver
e a vida resplandecer... |
 
Glória Marreiros
Portimão/Portugal
MÃE
Na
hora
em
que
o
dia
se
fez
para
ti
eu
sinto
a
penumbra
trazer-te
do
céu,
envolta
no
âmbar,
que
tece
o
teu
véu
outrora
tão
quente,
com
tons
de
rubi.
Olhando
o
retrato
da
mãe
que
perdi
meu
dia
tem
cores
cinzentas
de
breu,
mas
sinto
na
alma
o
valor
do
troféu
da
paz
do
Além,
onde
um
anjo
sorri.
Conservo
os
teus
beijos
nos
sulcos
do
rosto,
doirando
a
saudade
que
vibra,
em
sol-posto,
às
margens
do
sonho
e
faminta
de
abrigo.
Meu
bem,
mãe
querida,
alvora-me
um
teto
com
galhos
de
amor
e
tecido
de
afeto,
que
em
hora
secreta
comungo
contigo. |
 
Guida Linhares
Santos/SP/Brasil
DAS MÃES DO MUNDO
Queria fazer um
poema diferente
que ecoasse em todos
os corações
lembrando as mães do
mundo,
que semearam e
frutificaram,
mas ao passar do
tempo,
ficaram no abandono.
Queria lembrar das
mães,
encarceradas nos
presídios,
por erros do seu
passado.
Mas em seus dias de
exílio,
choram por seus
filhos,
que nem sempre as
visitaram.
Queria pensar nas
mães enfermas,
afastadas da família
pela circunstância,
às vezes inertes na
cama e dependentes,
fora do convívio e
do afago familiar...
quando por muito
tempo,
as visitas vão
rareando,
e o coração se
entristecendo.
Queria falar só da
alegria,
das mães pertinho da
prole,
mas penso nos filhos
que moram longe,
sem poder neste dia
especial,
abraçarem suas
mãezinhas,
trocando todo o
carinho.
Ainda me preocupo
com as mães da rua,
com as mães pobres e
renegadas,
com as mães
estigmatizadas,
com as mães
aidéticas
e com tantas outras
mães vítimas da
violência,
das drogas, da falta
de amparo e de
emprego,
valentes guerreiras
sobrevivendo à
míngua.
Dia das Mães....o
comércio lotado,
todos procurando um
encantador presente!
Mas talvez o maior
deles esteja
inserido
em quatros palavras
simples
mas riquíssimas em
seu significado:
MÃE EU TE AMO
Quiçá todas as mães
das quais lembrei,
pudessem amanha dia
9 de maio de 2010,
receber esta dádiva
da boca de seus
filhos....
com aquele abraço
apertado e beijos
doces,
acompanhando a mais
singela emoção:
o encontro de dois
corações
entrelaçados num só! |
 
Heidy Keller
São Paulo/BR
DIA DAS MÃES
SER MÃE !!!
Ser mãe é sentir
o feto em seu
ventre,
sentir a dor do
parto
sensivelmente,
E buscar todas
as forças da
mente,
Para substituir
a cada dor que
terá pela
frente.
Acalentar um
pequenino
inocente,
Entender um
adolescente,
Estar sempre
consciente,
Que dependem
muito da gente.
Ser mãe é
repartir o
coração,
A cada filho que
terão,
Sempre cabe mais
um,
A uma eterna
ligação.
Ser mãe é
acolher em seus
braços,
Esquecendo-se do
cansaço,
Acompanhando
sempre os
passos,
Superando sempre
seus esforços .
Ser mãe é uma
divindade,
É estar em uma
eterna
faculdade,
Aprendendo com
os erros,
Exaltando sempre
a dignidade.
O futuro da
humanidade,
Depende de uma
mãe de verdade. |

DIA DAS MÃES
|
Ser mãe é
ter mãos que
afagam e não
cobram,Ser
mãe é ter
mãos que se
estendem e
atendem,
Ser mãe é
ter mãos que
acariciam e
não
dominam,Ser
mãe é ter
mãos que não
julgam
compreendem.
E nesses
gestos
singelos,com
carinhos
sinceros,Ser
mãe é ter
afagos
eternos.
As mãos que
enxugam as
lágrimas,Que
curam as
feridas,que
fazem
cócegas,As
mãos que
conduzem,e a
calma
induzem,
Mães que não
apenas
geram,Mesmo
que ao mundo
não puseram,
Acolhem ao
peito sem
preconceito,Assim
no mundo
sempre
surgiram,As
mães
sinônimo de
energia
sublime,A
força a
garra que
não se
oprime, Mães
eternas, a
mais bela
espécime. |
 
Hiroko Hatada Nishiyama
São Paulo, Brasil
MÃE
Mãe
Invenção de Deus
Mamãe
Sonho meu.
Mãe
Substantivo feminino
Mamãe
Aumentativo de carinho.
Mãe
Geradora de outro ser
Mamãe
Que me ensinou a ser.
Mãe
Ente Seráfico
Mamãe
Ente prático.
Mãe
Súplica rogativa
Mamãe
Súplica que cativa.
Mãe,
Amor sem fim
Mamãe
Amor só para mim... |

MÃE
|
Discorrer sobre Mãe é muito delicado: se as delicadezas são muitas. Corremos o risco de sermos melosos e tediosos. Se os adjetivos não são lisonjeiros, seremos taxados de ingratos e cruéis.
Durante nossa infância, perante as contradições, materiais e emocionais, com que se depara, a Mãe ainda tem o véu da ilusão.
Já na nossa adolescência, surgem as exigências,mais concretas, cabíveis e não cabíveis, enfim desabrocha uma nova Mãe, agora sofrida!
Mas, não resta dúvida de que se a impermanência da vida faz parte da Inteligência, podemos rotular a Mãe de inteligente...
Quando ela nos transmite as 4 Leis Universais:
Amor a si e ao próximo:
“Ajuda o amigo, mas não deixe que ele faça você de trouxa.”
O Perdão a si e ao próximo:
“Não tem importância, o que você fez não é pecado: vai lá e dê uns tabefes...”
Gratidão: agradecimento ao Ser Supremo:
“Agradeça a Deus por ter nascido, mas ai de mim que carreguei você dentro de mim, por nove meses.”
Conhecimento:
“Quanto mais souber, ninguém faz você de bobo;”
E assim na sua simplicidade A Mãe nos dá o exemplo de vida desejável, estável e feliz (o que é isso?).
E a Mãe quando nos ensina a procrastinação é para confiar no Altíssimo e deixar nas mãos d'Ele o que não conseguimos solucionar.
Mãe bendita seja, que acima de tudo e de todos está sempre presente por toda nossa vida! |
 
Humberto Rodrigues Neto
São Paulo/BR
MINHA POBRE MÃE!
Não me
perguntes a
razão do
pranto
que ao lenço
enxugo no
escorrer do
rosto,
ao
lembrar-me,
em
tristíssimo
desgosto
do amor de
minha mãe,
tão puro e
santo!
Era de
ver-se, da
rosa, o
meigo
encanto
que ela, na
sala, em
vaso havia
deposto!
As toalhas
alvas, o
jantar
disposto,
e o amor em
tudo,
generoso e
tanto!
Ouvia-me as
queixas, me
infundia
bondade,
a crença em
Deus, no
amor e na
verdade,
num céu que
se abre aos
corações
bondosos!
Eis por que
eu choro:
deu-me tudo,
enfim,
pra
sucumbir,
depois, num
vil festim
de cem
bilhões de
focos
cancerosos! |
 
Ilze Soares
Catanduva - SP
PRA VOCÊ, MAMÃE
Neste dia dedicado a você,
quero minha homenagem prestar
à mulher mais querida,
amada e respeitada na vida!
É ela quem nos carrega no ventre
por longos nove meses,
fazendo planos, nos amando
desde a concepção
até à morte, independente
se o filho é bom ou não.
É ela quem nos socorre nos medos,
nas doenças, nas dores do coração...
É com ela que dividimos alegrias,
sonhos, esperanças e fantasias.
Mãe é o esteio da família,
é quem nos molda o caráter,
nos ensina a fé, a bondade,
as regras para um bem viver...
Não encontro as palavras certas
para falar deste imenso amor,
da eterna saudade,
da tremenda dor
que sentimos quando ela parte
e nos deixa aqui, órfãos
de seu amor e proteção!
Sei apenas, mamãe, que eu a amo
e amarei por toda eternidade. |
 
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