Trabalho de
Carlos Leite Ribeiro
Cataratas do Iguaçu
As Cataratas do Iguaçu, formadas há
aproximadamente 150.000.000 de anos,
estão localizadas dentro do Parque
Nacional do Iguaçu, possuindo 275 quedas
isoladas que formam uma frente única em
tempo de cheia. Os grandes saltos são
19, dos quais apenas três do lado
brasileiro O rio Iguaçu mede 1200 m de
largura acima das cataratas. Abaixo,
estreita-se num canal de até 65m. A
largura total das Cataratas no
território brasileiro é de
aproximadamente 800m e no lado argentino
de 1900m. Dependendo da vazão do rio, o
número de saltos varia de 150 a 300 e a
altura das quedas varia de 40 a 82
metros resultando numa largura de 2.700
metros, com formato semicircular. A
vazão de água média do rio em torno de
1.500 m3 por segundo, variando de 500
m3/s nas ocasiões de seca e de 6.500
m3/s nas cheias. O rio Iguaçu lança
o seu imponente caudal desde 70 metros
de altura através de 275 quedas e ao
longo de 2,7 km. O limite com o Brasil
passa pela Garganta do Diabo, onde a
queda das águas cria múltiplos arco
íris.
A Área das Cataratas têm cerca de 275
quedas de água, com uma altura superior
a 70 metros ao longo de 2,7 km do Rio
Iguaçu. A Garganta do Diabo principia em
forma de "U" invertido com 150 metros de
largura e 80 metros de altura. Veja o
termo "Desfiladeiro". A Garganta do
Diabo é o maior, o mais majestoso e
impressionante de todos eles. Este é
devido pela linha fronteira entre o
Brasil e a Argentina. A maioria das
quedas de água (também chamados de
saltos) ficam em território argentino,
mas de ambos lados obtêm-se belos
panoramas. O termo Iguaçu na língua
guarani, deriva de y ("água", "rio") e
guasu ou guaçu ("grande"), significa
literalmente "água grande", ou seja, rio
de "grandes águas". Em espanhol,
adoptou-se oficialmente a grafia Iguazú.
Porém, etimologicamente é errado
escrever Iguazú com a consoante "z",
devendo antes ser escrito Iguaçu ou
Iguasú. (Ref.: Padre António Guash,
Dicionário de Castelhano-Guaraní e
Guaraní-Castelhano, Assunção, Paraguai,
1978, pág. 518). Uma linda lenda
tupi-guarani explica o surgimento das
Cataratas do Iguaçu. "Há muitos anos
atrás, o Rio Iguaçu corria livre, sem
corredeiras e nem cataratas. Em suas
margens habitavam índios caingangues,
que acreditavam que o grande pajé M’Boy
era o deus-serpente, filho de Tupã.
Ignobi, cacique da tribo, tinha uma
filha chamada de Naipí, que iria ser
consagrada ao culto do deus M’Boy,
divindade com a forma de grande
serpente. Tarobá, jovem guerreiro da
tribo se enamora de Naipi e no dia da
consagração da jovem, fogem para o rio
que os chama: - "Tarobá, Naipí, vem
comigo!" Ambos desceram o rio numa
canoa. M’Boy, furioso com os fugitivos,
na forma de uma grande serpente,
penetrou na terra e retorceu-se,
provocou desmoronamentos que foram
caindo sobre o rio, formando os abismos
das cataratas. Envolvidos pelas águas,
caíram de grande altura. Tarobá
transformou-se numa palmeira à beira do
abismo, e Naipí, em uma pedra junto da
grande cachoeira, constantemente
açoitada pela força das águas. Vigiados
por M’Boy, o Deus-serpente, permanecem
ali, Tarobá condenado a contemplar
eternamente sua amada sem poder tocá-la.
Cachoeira do Bisnau
Fonte: Itakama
Um lugar onde a natureza densa do
cerrado fecha-se sobre um vale rico em
águas formando à cachoeira do Bisnau, e
para completar iremos ao sítio
arqueológico do Bisnau, onde neste,
apresenta-se inscrições em baixo relevo
com mais de 10.000 anos feitas por
antigos povos que habitaram a região do
Planalto Central. Através de estudos
realizados pelo historiador Paulo
Bertran e outros, denota-se que estes
povos eram verdadeiros astrónomos,
devido existirem escrituras com a
representação da constelação da “Ema” ou
“Anta”, com pontos interligando astros
maiores a outros menores. Verifica-se
também a representação de um antigo
cometa, e resíduos fósseis (rítmicos)
cor-de-rosa na rocha de formação
geológica do grupo Paranoá, daquele
grande mar interno de milhões de anos
atrás, antes das placas tectónicas da
chamada Pangéia terem se desprendido
formando o que hoje chamamos de Brasil.
Cachoeira do Bisnau - Fonte:
Wikipédia, a enciclopédia livre.
Cachoeira do Bisnau, são 100 metros de
cachoeira, num desnível de 130 metros
com 6 pequenas quedas d'água ao longo do
percurso, e a grande cachoeira. Há dois
poços próprios para banho, sendo um no
início da cachoeira e outro no final,
além de uma vista maravilhosa, com
mirante natural. É possível descer pela
cachoeira, escalando o paredão ao lado
da mesma ou através da prática de rapel
ou ainda, descendo por uma trilha
íngreme no meio da mata virgem. A
Cachoeira do Bisnau também é conhecida
como Cachoeira da Capetinga, por estar
localizada na Fazenda Capetinga. Está
localizada na Rodovia BR-020, distante
16 quilómetros de Distrito Bezerra, no
município de Formosa, seguindo mais três
quilómetros de estrada de terra.
Salto do Itiquira
O Salto do Itiquira é uma cachoeira com
cento e sessenta e oito metros de
altura, sendo uma das maiores quedas
d’água do Brasil, localizada a trinta
quilómetros de Formosa, em Goiás. Uma
das belezas do Estado de Goiás, a 115
quilómetros de Brasília, o Parque
Municipal do Itiquira possui clube, com
uma infra-estrutura bem arrojada,
contendo piscinas, área de camping,
lanchonete e restaurante. Uma unidade de
conservação local proíbe entrar no lugar
portando alimentos e bebidas e o acesso
ao mesmo é cobrado, a fim de mantê-lo em
bom estado de conservação. É
extremamente comum a prática do rapel na
região, em razão da altura existente no
local. Para isso, os turistas devem
tirar uma licença na prefeitura de
Formosa, assinando um termo de
responsabilidade, próprio. Admirar a
queda d’água é maravilhoso e se o tempo
estiver de sol, forma-se um gigantesco
arco-íris em volta da cachoeira. Não é
permitido tomar banho onde cai a água,
pois a força da queda é intensa,
proporcionando riscos. As trilhas
ecológicas tornam os passeios turísticos
mais emocionantes, onde é possível
contemplar as belezas da natureza, as
piscinas naturais e o pôr-do-sol. O
clima na região é de duas estações, a
seca - que vai de Abril a Setembro; e a
chuvosa - de Outubro a Março. As
temperaturas variam até trinta graus,
mas durante a noite acontecem baixas,
caindo para aproximadamente 14 graus. As
estradas de acesso são boas,
pavimentadas em pistas duplas por quase
todo o trajecto, pela BR-20, que faz a
divisa entre Distrito Federal e Goiás.
Os trechos são bem sinalizados com
placas indicativas.
Salto do Itiquira: Fonte: Wikipédia,
a enciclopédia livre.
O Salto do Itiquira é uma queda d'água
de 168 metros, localizada no município
brasileiro de Formosa, no estado de
Goiás.
A queda está dentro de uma área
protegida: o Parque Municipal de
Itiquira. Não é possível nadar no poço
que se forma logo abaixo dessa queda de
água, pois a força com que a água cai é
enorme devido à grande queda livre em
que acontece. Isso oferece um
espectáculo único e que vale a pena ser
visto. Logo abaixo no Rio formam-se
outros poços com pequenas cachoeiras e
muito bons para nadar. Depois do Salto,
o rio forma uma sequência de cachoeiras,
corredeiras e poços, coberto por uma
densa mata. O parque oferece uma óptima
infra-estrutura e é uma atracão
turística que atrai muitos turistas
vindos de Brasília a apenas 115 km.
Possui várias nascentes de água mineral
e uma bem montada infra-estrutura com
restaurantes, bares, lanchonetes,
camping, piscinas de água corrente,
Hotel Chalés com 26 unidades, com ar
condicionado, frigobar e tv. A entrada é
cobrada por pessoa e actualmente é de 10
reais por adulto e 5 reais por crianças
até 10 anos. Ele fica no município
goiano de Formosa, a 115 quilómetros de
Brasília. O acesso é pelas BR- 020 até
Formosa, de onde seguem-se 32
quilómetros de estrada asfaltada e
sinalizada.
Cachoeira da Amorosa
A Cachoeira da Amorosa, é um atractivo
de desnivelamento do Rio Carogango, que
nasce na Serra São Tomé. O rio vem
correndo tranquilo até atingir o plano
rochoso que antecede o desnivelamento e
onde suas águas se acumulam para dar
volume e intensidade a queda da Amorosa.
Compõe-se o atractivo de dois saltos
paralelos, com altura aproximada de 15
metros, que em época de maior incidência
de chuvas podem se tornar um só. Os
saltos formam uma piscina natural com
pouca profundidade. Águas límpidas e de
fria temperatura, apresentando
excelentes condições para banhos. A
paisagem circundante constitui-se de
colinas com vegetação de gramíneas e
árvores de médio porte. Junto ao
atractivo a vegetação é unicamente
composta de gramíneas. Há ainda inúmeras
rochas e pedras, com destaque para
aquelas onde as águas formam
corredeiras.
Cachoeira da Amorosa: - Fonte:
Wikipédia, a enciclopédia livre.
Cachoeira da Amorosa está situada no
estado do Rio de Janeiro, Brasil. O
termo refere-se à mais famosa cachoeira
do município de Conceição de Macabu,
formada pelas águas do Rio Carukango e
localizada na divisa com Trajano de
Morais. Amorosa também define uma região
rural, serrana, pouco habitada, contando
com dezenas de sítios, casas de
veraneio, alguns bares e uma pousada. O
nome Amorosa é controvertido. Uma versão
diz que o nome está relacionado a uma
lendas indígena da região, a famosa
Lenda da Amorosa. Como é uma lenda
romântica, dramática, o nome Amorosa
teria tudo a ver com o romance lendário
dos índios macabuenses. Uma outra
versão, diz que a actual cachoeira tinha
o nome de “Véu-de-Noiva”, tendo derivado
para “Cachoeira dos Amores” e daí para
Amorosa. Os maiores indicativos nos dão
uma quase certeza que o nome Amorosa tem
mesmo a ver com as lendas romanceadas
que sempre fazem referência à região.
Até os anos 60 do século XX, o acesso à
cachoeira era dificultado pelas péssimas
estradas. Com o progressivo
desenvolvimento da pecuária leiteira
(anos 60), extrativismo vegetal (anos
70/80), e o veraneio (dos anos 70 aos
90), a região passou a ser vista de
forma diferente, sendo inclusive vitima
de grandes depredações, que resultaram
em grandes crises ambientais, cujas
consequências são visíveis até hoje.
Cachoeira do Tabuleiro
É a cachoeira mais alta de Minas
Gerais e a terceira maior do Brasil. São
273 metros de queda livre formada a
partir de um paredão com uma beleza
própria. Na parte alta da cachoeira
existem outras quedas e lagos e, na
parte de baixo, existe um grande poço
ladeado por imensos blocos de pedra. A
Cachoeira está situada no Parque
Municipal Ribeirão do Campo. Ela está
situada no povoado de Tabuleiro, a 19Km
de Conceição do Mato Dentro, a partir do
povoado é uma caminhada de
aproximadamente 1h20m até o poço,
passando por uma trilha que corta a
serra seguindo através do rio. Conceição
do Mato Dentro encontra-se a 168 km de
Belo Horizonte. Saindo da capital pegar
a MG 424 sentido Confins até Lagoa Santa
de onde se tem o acesso para a MG 10,
até o distrito de Serra do Cipó -antigo
Cardeal Mota - em Santana do Riacho.
Deste ponto em diante deve-se seguir a
MG-010 por mais 63 Km até Conceição do
Mato Dentro. Seus 273 metros de queda
livre é uma iusa fantástica, em meio a
imensos blocos de pedras. A tonalidade
das águas é caramelo e a temperatura a
água é fria, como o clima do ambiente,
devido as correntes de vento constantes
e a pouca incidência de raios solares.
Foi em 1701 que um grupo de bandeirantes
liderados pelo coronel António Soares
Ferreira, partindo de Sabará, atingiu a
região conhecida como Ivituruí ou Serro
Fino. O lugar já era habitado pelos
índios botocudos. Os sertanistas Gaspar
Soares, Manuel Correia de Paiva e
Gabriel Ponce de Leon partiram da Vila
do Príncipe (actual Serro) seguindo rumo
ao sul. Em 1702, esse último, admirado
com as riquezas da região decidiu erguer
uma pequena capela de pau-a-pique em
homenagem a Nossa Senhora da Conceição,
dando também origem ao nome da cidade. A
imagem de madeira da virgem chegou em
1703, vinda da cidade de Itu, no
interior paulista. O ouro, descoberto
sobre as margens do ribeirão Santo
António e seus afluentes deu origem ao
povoamento do município. A primeira
caravana foi formada ao longo do
percurso dos arraiais de Tapera,
Córregos e Conceição. Assim, imigrantes
em busca de ouro chegavam constantemente
e o arraial logo floresceu. Após o
término das lavras, a região passou a
ser caracterizada por uma agricultura de
subsistência e uma pecuária extensiva.
Em 1752, a Igreja Matriz de Nossa
Senhora da Conceição tornou-se paróquia
autónoma. Até 1840, a igreja esteve como
parte do município de Serro.
Cachoeira do Tabuleiro: - Fonte:
Wikipédia, a enciclopédia livre.
A é uma cachoeira brasileira, situada
na serra do Espinhaço, no município de
Conceição do Mato Dentro. É mais alta de
Minas Gerais e a terceira maior do
Brasil. São 273 metros de queda livre
formada a partir de um paredão de beleza
monumental. Na parte alta da cachoeira
existem outras quedas e lagos e, na
parte de baixo, existe um grande poço
ladeado por imensos blocos de pedra, com
18 metros de profundidade. A Cachoeira
está situada no coração do Parque
Natural Municipal do Ribeirão do Campo.
Cachoeira Formosa
Ao pé da cachoeira, o espectáculo da
água, que mal consegue chegar ao solo,
devido à altura, é dos mais bonitos -
principalmente quando há muita luz do
sol para formar um arco-íris em volta.
Está protegida por uma unidade de
conservação local.
Wikipédia, a enciclopédia livre.
Formosa surgiu em meados do século
XVIII, quando Goiás pertencia à
capitania de São Paulo. A cidade foi
formada por antigos moradores do Arraial
de Santo António, no vale do Paraná, que
fugiram de seu povoado depois que uma
forte epidemia de malária assolou a
região. Com medo da doença, tropeiros e
comerciantes que vinham da Bahia e Minas
Gerais acampavam na região onde hoje
está localizada Formosa. O povoado foi
baptizado de Arraial dos Couros em
homenagem aos viajantes que acampavam no
local em barracas de couro que eles
traziam para comercializar. A criação do
município de Formosa deu-se em 1 de
Agosto de 1843. Cidade de importante
riqueza natural, com grande número de
cachoeiras, dentre elas destaca-se a
Cachoeira do Itiquira. A cachoeira
localiza-se a 34 quilómetros do centro
da cidade e se destaca por ser umas das
mais altas da América Latina com 168
metros de altura. Outro ponto muito
conhecido é a Lagoa Feia, com seis
quilómetros de comprimento e meio de
largura e com profundidade entre 4 e 10
metros. Ainda tem o Lajedo que forma
grandes piscinas naturais, a Gruta das
Andorinhas com aproximadamente 250
metros de profundidade, Buraco das
Araras com aproximadamente 100 metros de
profundidade e o Rio Bandeirinha o qual
forma várias cachoeiras.
Salto de Sete Quedas
O Salto de Sete Quedas, oferecia uma
visão deslumbrante aos turistas. Mas a
construção da hidroeléctrica de Itaipu,
a maior do mundo, destruiu esta
maravilha criada pela natureza. Com o
fechamento da barragem da Usina
Hidroeléctrica de Itaipu, o Parque
Nacional de Sete Quedas foi totalmente
inundado. Em seu lugar, formou-se um
imenso lago.
Salto de Sete Quedas: - Fonte:
Wikipédia, a enciclopédia livre.
O Salto de Sete Quedas (também chamado
Salto Guaíra) era a maior cachoeira do
mundo em volume de água, que desapareceu
com a construção do lago da Usina
hidroeléctrica de Itaipu. No entanto
resquícios dela aparecem quando o nível
de água da usina está baixo. Apesar do
nome, eram constituídas por 19
cachoeiras principais, sendo agrupadas
em sete quedas. Em 13 de Outubro de
1982, o fechamento das comportas do
Canal de Desvio de Itaipu começava a
sepultar, com as águas barrentas do lago
artificial, um dos maiores espectáculos
da face da Terra: as Sete Quedas do Rio
Paraná ou "Saltos del Guaíra".
Recordistas mundiais em volume d'água,
as Sete Quedas eram o principal
atractivo turístico de Guaíra, cidade
que, à época, chegou a ter 60 mil
habitantes, rivalizando em importância
com Foz do Iguaçu. Actualmente, a
população da antiga cidade real
espanhola é inferior a 30 mil pessoas.
Em 17 de Janeiro de 1982, ocorre a queda
da ponte Presidente Roosevelt, morrendo
32 pessoas. A investigação apontou para
uma dupla causa: primeiro, a falta de
cuidado com a manutenção das pontes sob
a presunção de que em breve as Sete
Quedas seriam inundadas; e depois, o
aumento descontrolado da visitação, pois
todos queriam ver os saltos antes de seu
desaparecimento para a formação do lago
Itaipu. De acordo com levantamentos
altimétricos a primeira ponte - a do
Saltinho - ficava a 204 metros acima do
nível do mar, o que significa que o lago
formado pela represa de Itaipú, ao
atingir sua cota que é de 220 metros
acima do nível do mar, deixou esta ponte
sob 16 metros abaixo d'água.
Cachoeira da Fumaça
Uma das cachoeiras mais
impressionantes do Brasil, com quase
400m de queda livre. Nos períodos mais
secos, a água nem chega ao poço,
dispersando-se no ar como fumaça. Para
ver a Fumaça por cima, a trilha é de 7
km a partir da cidade de Capão. Para
vê-la por baixo, só mesmo fazendo um
trekking de 3 dias com um visual
maravilhoso. Encravada no interior da
Bahia, a Chapada Diamantina compreende
algumas das paisagens mais bonitas do
país. Cachoeiras, poços, vales e grutas
em meio a uma rica biodiversidade criam
os cenários perfeitos para passeios de
jipe, caminhadas, desportos radicais e
trilhas - a pé, a cavalo ou de
bicicleta. O Parque Nacional da Chapada
Diamantina, criado em 1985, abrange uma
área de 1.520 km², sendo este a
principal unidade de conservação da
Chapada, que se estende por 38 mil km²
de cerrado, Mata Atlântica e caatinga. A
412km de Salvador, o município de
Lençóis é o principal centro turístico
da Chapada.
Cachoeira da Fumaça (Bahia ): Fonte:
Wikipédia, a enciclopédia livre.
A cachoeira da Fumaça é como é conhecida
uma belíssima cachoeira brasileira
localizada entre os municípios de
Lençóis e Palmeiras, no estado da Bahia.
A queda d'água está incrustada na
Chapada Diamantina, dentro do conhecido
Parque Nacional da Chapada Diamantina e
possui 340 metros de altura, sendo a
segunda maior do Brasil, menor apenas
que a Cachoeira do El Dorado, no
Amazonas. Recebeu este nome porque pela
altura da queda, a água evapora-se,
formando um panorama visual como se
fosse fumaça. Entretanto, dependendo da
estação, pode estar completamente seca.
Existe uma trilha saindo de Lençóis com
duração de três dias, pela qual se é
possível visitar o poço onde cai a
cachoeira, essa mesma trilha passa pelo
topo da cachoeira, antes de chegar ao
Vale do Capão, um vilarejo da Chapada
Diamantina que pertence ao município de
Palmeiras. É altamente desaconselhável
entrar nessa trilha sem o acompanhamento
de um guia.
Cascata Caracol
Com matas fechadas em suas
proximidades, é formada pelo arroio de
mesmo nome, e cai em queda livre de 131
metros por rochas de formação basáltica,
formando um conjunto paisagístico de
rara beleza. Foi construída uma
escadaria com um total de 927 degraus
para alcançar a base da cascata. A
tamanha beleza da Cascata do Caracol é
tão grande que milhões de turistas por
ano visitam-na, e ficam deslumbrados
pela enorme perfeição da natureza que é
esta enorme cachoeira. Seguindo as
trilhas demarcadas no parque é possível
visitar o topo e o pé da colina e
desfrutar desta rara beleza natural. O
Parque está situado a 7 km de Canela,
com moderna infra-estrutura, contando
com um mirante, restaurante, área de
lazer, feira de artesanato e trilhas
ecológicas com legendas e explicações. O
acesso é feito pelas rodovias RS 235 e
RS 446. No Parque do Caracol você pode
ver: a cascata, escadaria até a base da
cascata, trilha do arroio, ruínas do
moinho, aqueduto, corredeiras, represa,
Centro do projecto Loboguará, painéis
ecológicos e mapas. No Parque do Caracol
você pode fazer: caminhadas ecológicas,
piqueniques, passeios de trem, compras
de artesanato, lanches, refeições,
cursos de interpretação da natureza,
identificação de plantas e observação de
fauna. A Cascata do Caracol, formada
pelo arroio de mesmo nome, cai em queda
livre de 131 metros, por rochas de
formação basáltica, formando um conjunto
paisagístico de rara beleza. Outra
atracão localizada dentro do Parque. Um
dos mais importantes destinos turísticos
do Rio Grande do Sul, a cidade de Canela
teve seu primeiro núcleo urbano formado
em 1903, quando o coronel João Ferreira
Correia da Silva se instalou no local.
Foi sob sua organização que se construiu
a estrada para Taquara, de cujo
território Canela fazia parte, e se
instituíram os principais serviços. A
principal praça de Canela recebeu o nome
em homenagem a esse desbravador. O clima
saudável e as belezas naturais deram
sustentação à procura da cidade como
centro de veraneio desde os anos 30 e
especialmente a partir dos 40. Foi nessa
época também que surgiu o movimento
emancipacionista liderado por Pedro
Sander, Nagibe da Rosa, Danton Correia
da Silva, Attilio Zugno e Pedro Oscar
Selbach. Em 28 de dezembro de 1944, a
Lei Estadual nº 717 criou o município,
que foi instalado quatro dias depois em
1º de Janeiro de 1945. A estrada de
ferro e as usinas de Canastra e Bugres
colaboraram para consolidar a
importância de Canela. A geografia de
Canela é bastante variada, o município
conta com um relevo bastante acentuado e
uma vegetação variada. A área do
município é de 254,579 km²,
representando 0.0947% do território
gaúcho, 0.0452% da área da região Sul do
Brasil e 0.003% de todo o território
brasileiro. Está a 123 quilómetros de
Porto Alegre por via asfáltica(via
RS-020), e 84,20 quilómetros em linha
recta. Localizada na Encosta Inferior do
Nordeste, no Rio Grande do Sul, faz
divisa com Três Coroas (ao sul), Gramado
(a sudoeste), Caxias do Sul (a
noroeste), São Francisco de Paula (a
nordeste). O município de Canela
pertence a zona climática Cfb, segundo a
classificação do clima de Köppen. Tal
tipo climático se caracteriza por ser um
clima subtropical húmido temperado. No
verão, temperatura amena, em torno de
22°C, com alguns dias mais quentes, mas
com noites sempre agradáveis, moderadas
pelo ar das montanhas e dos bosques. Os
invernos podem ser rigorosos com
temperaturas abaixo de 0°C, fortes
geadas e ocasionais nevadas. O município
é cortado pelo rio Santa Cruz, pelo rio
Paranhana e por vários riachos e
nascentes (inclusive a nascente do rio
Paranhana). O município também conta com
diversos lagos artificiais e açudes,
utilizados como pontos turísticos, para
a irrigação das lavouras e como locais
para pesca. Canela possui duas usinas
hidroeléctricas em seu território, a
Usina Hidroeléctrica de Canastra, com
44,00 MW de potência instalada, e a
Usina Hidroeléctrica Bugres, com 11,50
MW de potência instalada. Ambas estão
localizadas no curso do rio Paranhana e
contam também com águas do rio Santa
Cruz, desviado por um túnel de 2.080
metros de comprimento e 2,2 metros de
diâmetro desde a Barragem do Salto, em
São Francisco de Paula. Canela está
localizada na Serra Gaúcha mais
precisamente na Região das Hortênsias.
Possui um relevo bastante acidentado
tendo sua área urbana localizada a 837
metros de altitude. A combinação deste
relevo com a hidrografia abundante
proporciona à Canela diversas cascatas e
vales, sendo que entre os mais
conhecidos estão a Cascata do Caracol e
o vales do Quilombo e do Parque da
Ferradura.
Trabalho de Carlos Leite Ribeiro
– Marinha Grande – Portugal