Portal CEN *** Oceanos e Grandes Rios *** Carlos Leite Ribeiro ***

 

 

 

CONHEÇA-NOS:

 

"Cascatas no Brasil "

Iguaçu – Bisnau – Itiquira – Amorosa – Tabuleiro –

Formosa – Sete Quedas – Fumaça - Caracol

DÉCIMO BLOCO

Trabalho de Carlos Leite Ribeiro

 

 

 

 

 Cataratas do Iguaçu

 

 

As Cataratas do Iguaçu, formadas há aproximadamente 150.000.000 de anos, estão localizadas dentro do Parque Nacional do Iguaçu, possuindo 275 quedas isoladas que formam uma frente única em tempo de cheia. Os grandes saltos são 19, dos quais apenas três do lado brasileiro O rio Iguaçu mede 1200 m de largura acima das cataratas. Abaixo, estreita-se num canal de até 65m. A largura total das Cataratas no território brasileiro é de aproximadamente 800m e no lado argentino de 1900m. Dependendo da vazão do rio, o número de saltos varia de 150 a 300 e a altura das quedas varia de 40 a 82 metros resultando numa largura de 2.700 metros, com formato semicircular. A vazão de água média do rio em torno de 1.500 m3 por segundo, variando de 500 m3/s nas ocasiões de seca e de 6.500 m3/s nas cheias. O rio Iguaçu lança o seu imponente caudal desde 70 metros de altura através de 275 quedas e ao longo de 2,7 km. O limite com o Brasil passa pela Garganta do Diabo, onde a queda das águas cria múltiplos arco íris.

A Área das Cataratas têm cerca de 275 quedas de água, com uma altura superior a 70 metros ao longo de 2,7 km do Rio Iguaçu. A Garganta do Diabo principia em forma de "U" invertido com 150 metros de largura e 80 metros de altura. Veja o termo "Desfiladeiro". A Garganta do Diabo é o maior, o mais majestoso e impressionante de todos eles. Este é devido pela linha fronteira entre o Brasil e a Argentina. A maioria das quedas de água (também chamados de saltos) ficam em território argentino, mas de ambos lados obtêm-se belos panoramas. O termo Iguaçu na língua guarani, deriva de y ("água", "rio") e guasu ou guaçu ("grande"), significa literalmente "água grande", ou seja, rio de "grandes águas". Em espanhol, adoptou-se oficialmente a grafia Iguazú. Porém, etimologicamente é errado escrever Iguazú com a consoante "z", devendo antes ser escrito Iguaçu ou Iguasú. (Ref.: Padre António Guash, Dicionário de Castelhano-Guaraní e Guaraní-Castelhano, Assunção, Paraguai, 1978, pág. 518). Uma linda lenda tupi-guarani explica o surgimento das Cataratas do Iguaçu. "Há muitos anos atrás, o Rio Iguaçu corria livre, sem corredeiras e nem cataratas. Em suas margens habitavam índios caingangues, que acreditavam que o grande pajé M’Boy era o deus-serpente, filho de Tupã. Ignobi, cacique da tribo, tinha uma filha chamada de Naipí, que iria ser consagrada ao culto do deus M’Boy, divindade com a forma de grande serpente. Tarobá, jovem guerreiro da tribo se enamora de Naipi e no dia da consagração da jovem, fogem para o rio que os chama: - "Tarobá, Naipí, vem comigo!" Ambos desceram o rio numa canoa. M’Boy, furioso com os fugitivos, na forma de uma grande serpente, penetrou na terra e retorceu-se, provocou desmoronamentos que foram caindo sobre o rio, formando os abismos das cataratas. Envolvidos pelas águas, caíram de grande altura. Tarobá transformou-se numa palmeira à beira do abismo, e Naipí, em uma pedra junto da grande cachoeira, constantemente açoitada pela força das águas. Vigiados por M’Boy, o Deus-serpente, permanecem ali, Tarobá condenado a contemplar eternamente sua amada sem poder tocá-la.

 

 

 

Cachoeira do Bisnau

 

 

 


Fonte: Itakama
Um lugar onde a natureza densa do cerrado fecha-se sobre um vale rico em águas formando à cachoeira do Bisnau, e para completar iremos ao sítio arqueológico do Bisnau, onde neste, apresenta-se inscrições em baixo relevo com mais de 10.000 anos feitas por antigos povos que habitaram a região do Planalto Central. Através de estudos realizados pelo historiador Paulo Bertran e outros, denota-se que estes povos eram verdadeiros astrónomos, devido existirem escrituras com a representação da constelação da “Ema” ou “Anta”, com pontos interligando astros maiores a outros menores. Verifica-se também a representação de um antigo cometa, e resíduos fósseis (rítmicos) cor-de-rosa na rocha de formação geológica do grupo Paranoá, daquele grande mar interno de milhões de anos atrás, antes das placas tectónicas da chamada Pangéia terem se desprendido formando o que hoje chamamos de Brasil.

Cachoeira do Bisnau - Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Cachoeira do Bisnau, são 100 metros de cachoeira, num desnível de 130 metros com 6 pequenas quedas d'água ao longo do percurso, e a grande cachoeira. Há dois poços próprios para banho, sendo um no início da cachoeira e outro no final, além de uma vista maravilhosa, com mirante natural. É possível descer pela cachoeira, escalando o paredão ao lado da mesma ou através da prática de rapel ou ainda, descendo por uma trilha íngreme no meio da mata virgem. A Cachoeira do Bisnau também é conhecida como Cachoeira da Capetinga, por estar localizada na Fazenda Capetinga. Está localizada na Rodovia BR-020, distante 16 quilómetros de Distrito Bezerra, no município de Formosa, seguindo mais três quilómetros de estrada de terra.

 

 

 

Salto do Itiquira

 

 


O Salto do Itiquira é uma cachoeira com cento e sessenta e oito metros de altura, sendo uma das maiores quedas d’água do Brasil, localizada a trinta quilómetros de Formosa, em Goiás. Uma das belezas do Estado de Goiás, a 115 quilómetros de Brasília, o Parque Municipal do Itiquira possui clube, com uma infra-estrutura bem arrojada, contendo piscinas, área de camping, lanchonete e restaurante. Uma unidade de conservação local proíbe entrar no lugar portando alimentos e bebidas e o acesso ao mesmo é cobrado, a fim de mantê-lo em bom estado de conservação. É extremamente comum a prática do rapel na região, em razão da altura existente no local. Para isso, os turistas devem tirar uma licença na prefeitura de Formosa, assinando um termo de responsabilidade, próprio. Admirar a queda d’água é maravilhoso e se o tempo estiver de sol, forma-se um gigantesco arco-íris em volta da cachoeira. Não é permitido tomar banho onde cai a água, pois a força da queda é intensa, proporcionando riscos. As trilhas ecológicas tornam os passeios turísticos mais emocionantes, onde é possível contemplar as belezas da natureza, as piscinas naturais e o pôr-do-sol. O clima na região é de duas estações, a seca - que vai de Abril a Setembro; e a chuvosa - de Outubro a Março. As temperaturas variam até trinta graus, mas durante a noite acontecem baixas, caindo para aproximadamente 14 graus. As estradas de acesso são boas, pavimentadas em pistas duplas por quase todo o trajecto, pela BR-20, que faz a divisa entre Distrito Federal e Goiás. Os trechos são bem sinalizados com placas indicativas.

Salto do Itiquira: Fonte:  Wikipédia, a enciclopédia livre.
O Salto do Itiquira é uma queda d'água de 168 metros, localizada no município brasileiro de Formosa, no estado de Goiás.
A queda está dentro de uma área protegida: o Parque Municipal de Itiquira. Não é possível nadar no poço que se forma logo abaixo dessa queda de água, pois a força com que a água cai é enorme devido à grande queda livre em que acontece. Isso oferece um espectáculo único e que vale a pena ser visto. Logo abaixo no Rio formam-se outros poços com pequenas cachoeiras e muito bons para nadar. Depois do Salto, o rio forma uma sequência de cachoeiras, corredeiras e poços, coberto por uma densa mata. O parque oferece uma óptima infra-estrutura e é uma atracão turística que atrai muitos turistas vindos de Brasília a apenas 115 km. Possui várias nascentes de água mineral e uma bem montada infra-estrutura com restaurantes, bares, lanchonetes, camping, piscinas de água corrente, Hotel Chalés com 26 unidades, com ar condicionado, frigobar e tv. A entrada é cobrada por pessoa e actualmente é de 10 reais por adulto e 5 reais por crianças até 10 anos. Ele fica no município goiano de Formosa, a 115 quilómetros de Brasília. O acesso é pelas BR- 020 até Formosa, de onde seguem-se 32 quilómetros de estrada asfaltada e sinalizada.

 

 

Cachoeira da Amorosa

 

 

 

 

A Cachoeira da Amorosa, é um atractivo de desnivelamento do Rio Carogango, que nasce na Serra São Tomé. O rio vem correndo tranquilo até atingir o plano rochoso que antecede o desnivelamento e onde suas águas se acumulam para dar volume e intensidade a queda da Amorosa. Compõe-se o atractivo de dois saltos paralelos, com altura aproximada de 15 metros, que em época de maior incidência de chuvas podem se tornar um só. Os saltos formam uma piscina natural com pouca profundidade. Águas límpidas e de fria temperatura, apresentando excelentes condições para banhos. A paisagem circundante constitui-se de colinas com vegetação de gramíneas e árvores de médio porte. Junto ao atractivo a vegetação é unicamente composta de gramíneas. Há ainda inúmeras rochas e pedras, com destaque para aquelas onde as águas formam corredeiras.

Cachoeira da Amorosa: - Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Cachoeira da Amorosa está situada no estado do Rio de Janeiro, Brasil. O termo refere-se à mais famosa cachoeira do município de Conceição de Macabu, formada pelas águas do Rio Carukango e localizada na divisa com Trajano de Morais. Amorosa também define uma região rural, serrana, pouco habitada, contando com dezenas de sítios, casas de veraneio, alguns bares e uma pousada. O nome Amorosa é controvertido. Uma versão diz que o nome está relacionado a uma lendas indígena da região, a famosa Lenda da Amorosa. Como é uma lenda romântica, dramática, o nome Amorosa teria tudo a ver com o romance lendário dos índios macabuenses. Uma outra versão, diz que a actual cachoeira tinha o nome de “Véu-de-Noiva”, tendo derivado para “Cachoeira dos Amores” e daí para Amorosa. Os maiores indicativos nos dão uma quase certeza que o nome Amorosa tem mesmo a ver com as lendas romanceadas que sempre fazem referência à região. Até os anos 60 do século XX, o acesso à cachoeira era dificultado pelas péssimas estradas. Com o progressivo desenvolvimento da pecuária leiteira (anos 60), extrativismo vegetal (anos 70/80), e o veraneio (dos anos 70 aos 90), a região passou a ser vista de forma diferente, sendo inclusive vitima de grandes depredações, que resultaram em grandes crises ambientais, cujas consequências são visíveis até hoje.

 

 

Cachoeira do Tabuleiro

 

 


 

É a cachoeira mais alta de Minas Gerais e a terceira maior do Brasil. São 273 metros de queda livre formada a partir de um paredão com uma beleza própria. Na parte alta da cachoeira existem outras quedas e lagos e, na parte de baixo, existe um grande poço ladeado por imensos blocos de pedra. A Cachoeira está situada no Parque Municipal Ribeirão do Campo. Ela está situada no povoado de Tabuleiro, a 19Km de Conceição do Mato Dentro, a partir do povoado é uma caminhada de aproximadamente 1h20m até o poço, passando por uma trilha que corta a serra seguindo através do rio. Conceição do Mato Dentro encontra-se a 168 km de Belo Horizonte. Saindo da capital pegar a MG 424 sentido Confins até Lagoa Santa de onde se tem o acesso para a MG 10, até o distrito de Serra do Cipó -antigo Cardeal Mota -  em Santana do Riacho. Deste ponto em diante deve-se seguir a MG-010 por mais 63 Km até Conceição do Mato Dentro. Seus 273 metros de queda livre é uma iusa fantástica, em meio a imensos blocos de pedras. A tonalidade das águas é caramelo e a temperatura a água é fria, como o clima do ambiente, devido as correntes de vento constantes e a pouca incidência de raios solares. Foi em 1701 que um grupo de bandeirantes liderados pelo coronel António Soares Ferreira, partindo de Sabará, atingiu a região conhecida como Ivituruí ou Serro Fino. O lugar já era habitado pelos índios botocudos. Os sertanistas Gaspar Soares, Manuel Correia de Paiva e Gabriel Ponce de Leon partiram da Vila do Príncipe (actual Serro) seguindo rumo ao sul. Em 1702, esse último, admirado com as riquezas da região decidiu erguer uma pequena capela de pau-a-pique em homenagem a Nossa Senhora da Conceição, dando também origem ao nome da cidade. A imagem de madeira da virgem chegou em 1703, vinda da cidade de Itu, no interior paulista. O ouro, descoberto sobre as margens do ribeirão Santo António e seus afluentes deu origem ao povoamento do município. A primeira caravana foi formada ao longo do percurso dos arraiais de Tapera, Córregos e Conceição. Assim, imigrantes em busca de ouro chegavam constantemente e o arraial logo floresceu. Após o término das lavras, a região passou a ser caracterizada por uma agricultura de subsistência e uma pecuária extensiva. Em 1752, a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição tornou-se paróquia autónoma. Até 1840, a igreja esteve como parte do município de Serro.

Cachoeira do Tabuleiro: - Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A  é uma cachoeira brasileira, situada na serra do Espinhaço, no município de Conceição do Mato Dentro. É mais alta de Minas Gerais e a terceira maior do Brasil. São 273 metros de queda livre formada a partir de um paredão de beleza monumental. Na parte alta da cachoeira existem outras quedas e lagos e, na parte de baixo, existe um grande poço ladeado por imensos blocos de pedra, com 18 metros de profundidade. A Cachoeira está situada no coração do Parque Natural Municipal do Ribeirão do Campo.

 

 

 Cachoeira Formosa

 

 


 Ao pé da cachoeira, o espectáculo da água, que mal consegue chegar ao solo, devido à altura, é dos mais bonitos - principalmente quando há muita luz do sol para formar um arco-íris em volta. Está protegida por uma unidade de conservação local. 

Wikipédia, a enciclopédia livre.
Formosa surgiu em meados do século XVIII, quando Goiás pertencia à capitania de São Paulo. A cidade foi formada por antigos moradores do Arraial de Santo António, no vale do Paraná, que fugiram de seu povoado depois que uma forte epidemia de malária assolou a região. Com medo da doença, tropeiros e comerciantes que vinham da Bahia e Minas Gerais acampavam na região onde hoje está localizada Formosa. O povoado foi baptizado de Arraial dos Couros em homenagem aos viajantes que acampavam no local em barracas de couro que eles traziam para comercializar. A criação do município de Formosa deu-se em 1 de Agosto de 1843. Cidade de importante riqueza natural, com grande número de cachoeiras, dentre elas destaca-se a Cachoeira do Itiquira. A cachoeira localiza-se a 34 quilómetros do centro da cidade e se destaca por ser umas das mais altas da América Latina com 168 metros de altura. Outro ponto muito conhecido é a Lagoa Feia, com seis quilómetros de comprimento e meio de largura e com profundidade entre 4 e 10 metros. Ainda tem o Lajedo que forma grandes piscinas naturais, a Gruta das Andorinhas com aproximadamente 250 metros de profundidade, Buraco das Araras com aproximadamente 100 metros de profundidade e o Rio Bandeirinha o qual forma várias cachoeiras.

 

 

Salto de  Sete Quedas

 


 

O Salto de Sete Quedas, oferecia uma visão deslumbrante aos turistas. Mas a construção da hidroeléctrica de Itaipu, a maior do mundo, destruiu esta maravilha criada pela natureza. Com o fechamento da barragem da Usina Hidroeléctrica de Itaipu, o Parque Nacional de Sete Quedas foi totalmente inundado. Em seu lugar, formou-se um imenso lago.

Salto de Sete Quedas: - Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O Salto de Sete Quedas (também chamado Salto Guaíra) era a maior cachoeira do mundo em volume de água, que desapareceu com a construção do lago da Usina hidroeléctrica de Itaipu. No entanto resquícios dela aparecem quando o nível de água da usina está baixo. Apesar do nome, eram constituídas por 19 cachoeiras principais, sendo agrupadas em sete quedas. Em 13 de Outubro de 1982, o fechamento das comportas do Canal de Desvio de Itaipu começava a sepultar, com as águas barrentas do lago artificial, um dos maiores espectáculos da face da Terra: as Sete Quedas do Rio Paraná ou "Saltos del Guaíra". Recordistas mundiais em volume d'água, as Sete Quedas eram o principal atractivo turístico de Guaíra, cidade que, à época, chegou a ter 60 mil habitantes, rivalizando em importância com Foz do Iguaçu. Actualmente, a população da antiga cidade real espanhola é inferior a 30 mil pessoas. Em 17 de Janeiro de 1982, ocorre a queda da ponte Presidente Roosevelt, morrendo 32 pessoas. A investigação apontou para uma dupla causa: primeiro, a falta de cuidado com a manutenção das pontes sob a presunção de que em breve as Sete Quedas seriam inundadas; e depois, o aumento descontrolado da visitação, pois todos queriam ver os saltos antes de seu desaparecimento para a formação do lago Itaipu. De acordo com levantamentos altimétricos a primeira ponte - a do Saltinho - ficava a 204 metros acima do nível do mar, o que significa que o lago formado pela represa de Itaipú, ao atingir sua cota que é de 220 metros acima do nível do mar, deixou esta ponte sob 16 metros abaixo d'água.

 

 

Cachoeira da Fumaça

 

 

 

Uma das cachoeiras mais impressionantes do Brasil, com quase 400m de queda livre. Nos períodos mais secos, a água nem chega ao poço, dispersando-se no ar como fumaça. Para ver a Fumaça por cima, a trilha é de 7 km a partir da cidade de Capão. Para vê-la por baixo, só mesmo fazendo um trekking de 3 dias com um visual maravilhoso. Encravada no interior da Bahia, a Chapada Diamantina compreende algumas das paisagens mais bonitas do país. Cachoeiras, poços, vales e grutas em meio a uma rica biodiversidade criam os cenários perfeitos para passeios de jipe, caminhadas, desportos radicais e trilhas - a pé, a cavalo ou de bicicleta. O Parque Nacional da Chapada Diamantina, criado em 1985, abrange uma área de 1.520 km², sendo este a principal unidade de conservação da Chapada, que se estende por 38 mil km² de cerrado, Mata Atlântica e caatinga. A 412km de Salvador, o município de Lençóis é o principal centro turístico da Chapada.

Cachoeira da Fumaça (Bahia ): Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A cachoeira da Fumaça é como é conhecida uma belíssima cachoeira brasileira localizada entre os municípios de Lençóis e Palmeiras, no estado da Bahia. A queda d'água está incrustada na Chapada Diamantina, dentro do conhecido Parque Nacional da Chapada Diamantina e possui 340 metros de altura, sendo a segunda maior do Brasil, menor apenas que a Cachoeira do El Dorado, no Amazonas. Recebeu este nome porque pela altura da queda, a água evapora-se, formando um panorama visual como se fosse fumaça. Entretanto, dependendo da estação, pode estar completamente seca. Existe uma trilha saindo de Lençóis com duração de três dias, pela qual se é possível visitar o poço onde cai a cachoeira, essa mesma trilha passa pelo topo da cachoeira, antes de chegar ao Vale do Capão, um vilarejo da Chapada Diamantina que pertence ao município de Palmeiras. É altamente desaconselhável entrar nessa trilha sem o acompanhamento de um guia.

 

 

Cascata Caracol

 

 

 

Com matas fechadas em suas proximidades, é formada pelo arroio de mesmo nome, e cai em queda livre de 131 metros por rochas de formação basáltica, formando um conjunto paisagístico de rara beleza. Foi construída uma escadaria com um total de 927 degraus para alcançar a base da cascata. A tamanha beleza da Cascata do Caracol é tão grande que milhões de turistas por ano visitam-na, e ficam deslumbrados pela enorme perfeição da natureza que é esta enorme cachoeira. Seguindo as trilhas demarcadas no parque é possível visitar o topo e o pé da colina e desfrutar desta rara beleza natural. O Parque está situado a 7 km de Canela, com moderna infra-estrutura, contando com um mirante, restaurante, área de lazer, feira de artesanato e trilhas ecológicas com legendas e explicações. O acesso é feito pelas rodovias RS 235 e RS 446. No Parque do Caracol você pode ver: a cascata, escadaria até a base da cascata, trilha do arroio, ruínas do moinho, aqueduto, corredeiras, represa, Centro do projecto Loboguará, painéis ecológicos e mapas. No Parque do Caracol você pode fazer: caminhadas ecológicas, piqueniques, passeios de trem, compras de artesanato, lanches, refeições, cursos de interpretação da natureza, identificação de plantas e observação de fauna.  A Cascata do Caracol, formada pelo arroio de mesmo nome, cai em queda livre de 131 metros, por rochas de formação basáltica, formando um conjunto paisagístico de rara beleza. Outra atracão localizada dentro do Parque. Um dos mais importantes destinos turísticos do Rio Grande do Sul, a cidade de Canela teve seu primeiro núcleo urbano formado em 1903, quando o coronel João Ferreira Correia da Silva se instalou no local. Foi sob sua organização que se construiu a estrada para Taquara, de cujo território Canela fazia parte, e se instituíram os principais serviços. A principal praça de Canela recebeu o nome em homenagem a esse desbravador. O clima saudável e as belezas naturais deram sustentação à procura da cidade como centro de veraneio desde os anos 30 e especialmente a partir dos 40. Foi nessa época também que surgiu o movimento emancipacionista liderado por Pedro Sander, Nagibe da Rosa, Danton Correia da Silva, Attilio Zugno e Pedro Oscar Selbach. Em 28 de dezembro de 1944, a Lei Estadual nº 717 criou o município, que foi instalado quatro dias depois em 1º de Janeiro de 1945. A estrada de ferro e as usinas de Canastra e Bugres colaboraram para consolidar a importância de Canela. A geografia de Canela é bastante variada, o município conta com um relevo bastante acentuado e uma vegetação variada. A área do município é de 254,579 km², representando 0.0947% do território gaúcho, 0.0452% da área da região Sul do Brasil e 0.003% de todo o território brasileiro. Está a 123 quilómetros de Porto Alegre por via asfáltica(via RS-020), e 84,20 quilómetros em linha recta. Localizada na Encosta Inferior do Nordeste, no Rio Grande do Sul, faz divisa com Três Coroas (ao sul), Gramado (a sudoeste), Caxias do Sul (a noroeste), São Francisco de Paula (a nordeste). O município de Canela pertence a zona climática Cfb, segundo a classificação do clima de Köppen. Tal tipo climático se caracteriza por ser um clima subtropical húmido temperado. No verão, temperatura amena, em torno de 22°C, com alguns dias mais quentes, mas com noites sempre agradáveis, moderadas pelo ar das montanhas e dos bosques. Os invernos podem ser rigorosos com temperaturas abaixo de 0°C, fortes geadas e ocasionais nevadas. O município é cortado pelo rio Santa Cruz, pelo rio Paranhana e por vários riachos e nascentes (inclusive a nascente do rio Paranhana). O município também conta com diversos lagos artificiais e açudes, utilizados como pontos turísticos, para a irrigação das lavouras e como locais para pesca. Canela possui duas usinas hidroeléctricas em seu território, a Usina Hidroeléctrica de Canastra, com 44,00 MW de potência instalada, e a Usina Hidroeléctrica Bugres, com 11,50 MW de potência instalada. Ambas estão localizadas no curso do rio Paranhana e contam também com águas do rio Santa Cruz, desviado por um túnel de 2.080 metros de comprimento e 2,2 metros de diâmetro desde a Barragem do Salto, em São Francisco de Paula. Canela está localizada na Serra Gaúcha mais precisamente na Região das Hortênsias. Possui um relevo bastante acidentado tendo sua área urbana localizada a 837 metros de altitude. A combinação deste relevo com a hidrografia abundante proporciona à Canela diversas cascatas e vales, sendo que entre os mais conhecidos estão a Cascata do Caracol e o vales do Quilombo e do Parque da Ferradura.

 

 

Trabalho de Carlos Leite Ribeiro – Marinha Grande – Portugal

 

 

Envie esta Página aos Amigos:

 

                                       

 

 

Por favor, assine o Livro de Visitas:

 

 

 

Todos os direitos reservados ao Portal CEN
Página criada por Iara Melo
http://www.iaramelo.com