Grandes Rios Mundiais
Trabalho de
Carlos Leite Ribeiro
Rio Nilo
Rio da África do Nordeste, que drena uma
bacia de três milhões de quilómetros
quadrados e percorre 6700 Km, sendo 5600 Km,
desde o lago Vitória. A origem do Rio Nilo é
um curso de água no Burundi, o Kagera,
tributário do lago Vitória, que fica no
Uganda de onde ele sai com o nome de Nilo
Vitória. Este atravessa o lago Kionga,
depois o lago Mobutu, toma em seguida o nome
de Bar el-Gebel e penetra no Sudão. Corra
então numa vasta zona pantanosa e empobrece
por efeito de uma evaporação intensa. Recebe
o Bahr el-Ghazal na margem esquerda e o
Sobat na margem direita, tomando então o
nome de Nilo Branco Em Cartum, conflui com o
Nilo Azul, vindo da Etiópia, recebendo
depois o Atbara no região da cataratas. O
Nilo entra então no Egipto, que atravessa de
Sul para Norte desaguando no Mediterrâneo
através de uma delta vasto. A cidade do
Cairo está situada na cabeça do delta, que
se divide entre o ramo de Roseta e de
Damieta. No Egipto, a cheia do Nilo ocorre
entre Junho e Novembro, situando-se o caudal
máximo em Setembro. Este regime resulta de
todas as achegas de uma bacia que se estende
do equador ao Mediterrâneo. O Nilo Azul e o
Atbara desempenham aqui um papel essencial.
Com efeito, fornecem 90% do débito do Nilo,
em Setembro. Há mais de um século que têm
sido realizadas grandes obras no curso do
rio (estamos a falar do Egipto), destinadas
a fazer subir o nível da água na cabeça dos
canais e aumentar o caudal do rio entre
Fevereiro e Junho. Agrande barragem de
Assuão é a ultima e a mais importante destas
obras. Julga-se que os Antigos Egípcios
conheciam o Nilo até ao ponto de confluência
do Nilo Branco com o Nilo Azul, em Cartum.
Embora não tenham explorado o Nilo Branco,
acredita-se que conheceriam o Nilo Azul até
à sua nascente no Lago Tana. Em meados do
século V antes de Cristo, o historiador
grego Heródoto realizou uma viagem ao Egipto,
tendo percorrido o rio até Assuão, a
fronteira tradicional do Antigo Egipto. No
século II antes de Cristo, Eratóstenes
desenhou um mapa que mostrava de forma
bastante precisa o percurso do Nilo até
Cartum, no qual também se mostravam dois
afluentes, o Atbara e o Nilo Azul.
Eratóstenes foi o primeiro a postular que a
nascente do Nilo estaria em lagos
equatoriais. Em 25 antes de Cristo. o
geógrafo Estrabão e Aelius Gallus
(governador do Egipto romano) exploraram o
Egipto até Assuão. Estrabão descreveu também
o rio no Livro 17 da sua Geografia, aludindo
às teorias de Eratóstenes. Em 66 Depois de
Cristo, na época do imperador Nero, o
exército romano tentou encontrar a nascente
do rio. Porém, e segundo Séneca, o pântano
Sudd, impediu o exército de avançar. Ainda
no século I um mercador grego chamado
Diógenes relatou ao geógrafo Marino de Tiro
que durante uma viagem pela costa oriental
africana decidiu penetrar pelo continente,
tendo ao fim de vinte e cinco dias chegado
junto a dois grandes lagos e a uma cadeia de
montanhas cobertas de neve de onde o Nilo
nasceria. No século II Ptolomeu utilizou
esta informação para fazer um mapa onde se
mostrava o Nilo Branco a nascer desses
lagos, que recebiam as suas águas das
Montanhas da Lua (Lunae Montes). É provável
que estas montanhas sejam os montes
Ruvenzori, situados entre o Uganda e o
Zaire. No século XII, Muhammad Al-Idrisi
atribui como nascente do rio Nilo e do rio
Níger um lago. No século XVI conhece-se uma
expedição árabe que procurou atingir as
nascentes do Nilo pelo Sahara e Sudão. Em
1618 o jesuíta Pêro Pais (ou Pedro Páez) foi
o primeiro europeu a localizar as nascentes
do Nilo Azul no Lago Tana, tendo falecido na
Etiópia vítima de malária. Em 1770 o escocês
James Bruce realizou uma viagem de
exploração do Nilo Azul no Lago Tana,
ficando com a fama de descobridor da sua
nascente, embora como exposto o jesuíta ali
chegou primeiro. A partir do ano de 1821 o
vice-rei do Egipto Mehmet Ali e os seus
filhos seriam responsáveis por várias
viagens de exploração do Nilo. Em Dezembro
de 1856, Richard Francis Burton convidou
John Hanning Speke para participar numa
expedição aos grandes lagos da África
Oriental. Em resultado da expedição Burton e
Speke tornaram-se os primeiros europeus a
chegar ao Lago Tanganica em Fevereiro de
1858. Na viagem de regresso Speke viajou em
sentido norte e descobriu o Lago Vitória
(que recebeu este nome em honra da rainha
Vitória) e que considerou como nascente do
Nilo. Em 1860, sob os auspícios da Royal
Geographical Society, Speke realiza uma nova
expedição à região acompanhado por James
Grant, da qual resultaria a descoberta do
rio Kagera e do local de saída do Nilo a
partir do Lago Vitória (as Quedas de Ripon,
descobertas em 1862).
Rio Amazonas
Rio da América do Sul e o mais
importante do globo, quer pela sua
dimensão de 7000 Km a partir das
nascentes de Apurímac, quer pelo caudal,
perto de 200 m3/segundo, junto à foz, no
Atântico. A bacia que corresponde, na
sua maior parte à Amazónia, ocupa 7
milhões de Km2, essencialmente no
Brasil. O Amazonas, propriamente dito
nasce nos Andes, a montante de Iquitos,
atravessa o Peru e o Brasil e desagua no
Atlântico. A parte brasileira do seu
curso apresenta um leito principal muito
largo, com meandros, braços mortos e
pântanos. O regime, sempre abundante,
fortemente irrigado, devido à
proximidade do equador, caracteriza-se
por uma cheia que ocorre ameio de Junho
e se relaciona com os grandes afluentes
da margem direita, os rios Madeira e
Tapajós. A bacia hidrográfica do
Amazonas, embora de limites imprecisos,
liga-se a Norte com o maciço das
Guianas, a Sul com o planalto brasileiro
de Mato Grosso e a Oeste com os Andes.
Repartida por diversos países, inclui o
Sul da Venezuela, grande parte do Sueste
da Colômbia, uma região do Equador e
algumas zonas do Norte do Peru e da
Bolívia. A enorme bacia hidrográfica
ocupa metade do território brasileiro.
Icamiabas, é uma palavra tupi que
designa o nome dado às mulheres sem
homens, ou ainda mulheres que ignoram a
lei. Antes de ser baptizado de rio
Amazonas, o mesmo era chamado de rio das
Icamiabas. As icamiabas eram as índias
que dominavam aquela região, riquíssima
em ouro. Quando Orellana desceu o rio em
busca de ouro, descendo os Andes (em
1541) ele era chamado de rio Grande, Mar
Dulce ou rio da Canela, por causa das
grandes árvores de canela que existiam
ali. A belicosa vitória das icamiabas
contra os invasores espanhóis foi
tamanha que o fato foi narrado ao rei
Carlos V, o qual, inspirado nas
guerreiras hititas ou amazonas,
baptizou o rio de Amazonas. Amazonas é o
nome dado pelos gregos às mulheres
guerreiras. No livro Matriarchat in
Südchina: Eine Forschungsreise zu den
Mosuo (Taschenbuch), a autora, Heide
Göttner-Abendroth, revela a raiz comum
da palavra Ama para a sociedade
matriarcal ainda existente na China, no
povoado de Moso, cujo significado é mãe,
na língua local dos mosos; a palavra
ainda encontra a mesma raiz no norte da
África, aonde também o matriarcado
existiu e os quais se auto denominavam
amazigh. Por esta razão, a antiga
palavra Ama tem o significado de Mãe no
sentido mais estrito; no sentido
figurativo denomina cultura matriarcal.
Toda a fauna da selva tropical húmida
sul-americana está presente na Amazónia.
Os cientistas afirmam que ali existem
inúmeras espécies de plantas ainda sem
classificação, milhares de espécies de
pássaros, inúmeros anfíbios e milhões de
insectos. É tão amplo o seu número de
espécies de peixes e plantas aquáticas
que enumerar todas seria impossível.
Desde os insectos até os grandes
mamíferos como as antas e os veados,
répteis como tartarugas, caimões e
víboras também ali habitam. Há pássaros
e peixes de todas as espécies, plumagens
e peles. Nas lagunas ao longo do
Amazonas floresce a planta Vitória
Régia, cujas folhas circulares chegam a
mais de um metro de diâmetro. Para todos
os aficionados ao aquarismo, trata-se da
fonte que proporciona a maior quantidade
de espécies de peixes que hoje em dia
povoam os comércios e aquários de todo o
mundo.
Rio Mississípi
Este rio que drena a parte central dos
Estados Unidos, nasce no Minesota, corre
para Sul, com uma inclinação suave e
numerosos meandros, passa em Minneapolis
e Saint Paul, Saint Louis, Memphis e
nova Orleães, terminando em vasto delta
no golfo do México. O seu comprimento é
de 3780 Km ou de 6210 com o Missuri, o
seu principal afluente. O conjunto drena
uma bacia de 3222mil Km2. Têm o débito
assaz abundante, 20 mil m3/segundo, em
média, na cabeça do delta, com águas
altas no fim do Inverno e da Primavera.
É, com os seus grandes afluentes os rios
Missuri e Ohio, uma fluvial importante.
A palavra Mississípi vem do nome da
língua Ojibwe para o rio, "Messipi" (ou
Misi-ziibi), o que significa grande rio,
ou do Algonquin Missi Sepe, "grande
rio," literalmente, "pai das águas". Os
Ojibwe chamavam o Lago Itasca, o lago
fonte do Rio Mississípi,
Omashkoozo-zaagaigan e o rio que
derivava dele como Omashkoozo-ziibi.
Após fluir para dentro Lago Bemidji, os
Ojibwe o chamava de rio
Bemijigamaa-ziibi. Depois de dirivar
para dentro do Lago Cass, o rio mudava
novamente de nome para
Miskwaawaakokaa-ziibi, somente mudava
este nome novamente quando desaguava no
Lago Winnibigoshish e recebia o nome de
Gichi-ziibi. O nome Ojibwe Misi-ziibi se
aplicava somente à porção do rio abaixo
do Rio Crow Wing, mas as mudanças de
nome do rio pareciam ilógicas para as
pessoas de língua inglesa, então após a
expedição de Henry Schoolcraft, o longo
rio acima da junção do Rio Crow Wing e
do Gichi-ziibi passou a se chamar "Rio
Mississípi ". Em 8 de Maio, 1541
Hernando de Soto tornou-se o primeiro
explorador europeu a atingir o Rio
Mississípi, o qual ele chamou de "Rio do
Espírito Santo". Os exploradores
franceses Louis Joliet e Jacques
Marquette começaram a explorar o
Mississípi, que era conhecido pelo nome
Sioux "Ne Tongo" (grande rio), em 17 de
Maio de 1673. Em 1682, René Robert
Cavelier e Henri de Tonty reclamaram
todo o vale do rio Mississípi para
França, baptizando de Louisiana, para
Luís XIV. Em 1718, New Orleães foi
criada por Jean-Baptiste Le Moyne de
Bienville. Os franceses perderam todos
os seus territórios na América do Norte
continental como resultado da Guerra
Franco-Indígena. Em 1762, os franceses
cederam todas as suas colónias à oeste
do Rio Mississípi para os espanhóis,
enquanto que em 1763, no Tratado de
Paris, a França cedeu ao Reino Unido
todas as suas colónias a leste do
Mississípi. A Espanha também cedeu a
Florida para Inglaterra para
reconquistar Cuba, que a Inglaterra
ocupou durante a guerra. O Reino Unido
então dividiu o território em Florida do
Leste e Oeste. No Segundo Tratado de
Paris, o qual marcou o fim da Revolução
Americana de 1776, os britânicos cederam
a Florida Oeste de volta a Espanha para
receberem as Bahamas, que a Espanha
tinha ocupado durante a guerra. A
Espanha então tinha o controle sobre o
rio ao sul da latitude 32°30' norte, e,
no que ficou conhecido como a
Conspiração Espanhola, pretendia ganhar
maior controle da Louisiana e de tudo a
oeste. Estas pretensões terminaram
quando a Espanha foi pressionada a
assinar o Tratado de Pinckney em 1795. A
França readquiriu a Louisiana da Espanha
em segredo no Tratado de San Ildefonso
em 1800. Os Estados Unidos compraram o
território da França na Compra da
Louisiana em 1803. O Mississípi era
conhecidos pelos seus bandidos,
conhecidos pelos insulares como
moradores das margens, incluindo John
Murrell, que era um bem conhecido
assassino, ladrão de cavalos e
"revendedor" de escravo. Sua notoriedade
era tal que Mark Twain dedicou-lhe um
capítulo inteiro em seu livro Life on
the Mississípi, e existia um rumor que
Murrell tinha um quartel general na
ilhas do rio na Ilha 37. O livro de
Twain também cobriu extensivamente
arrojadas corridas de barco a vapor que
tiveram lugar entre 1830 a 1870 no rio
antes que meios mais modernos de
navegação substituíssem os vapores. Isto
foi publicado primeiro na forma de
periódico por Harper's Weekly em sete
partes em 1875 e tinha a intenção de
registar a rápida dispersão da cultura
do barco a vapor. A versão completa,
incluída uma passagem incompleta de
Huckleberry Finn e trabalhos de outros
autores, foi publicada por James R.
Osgood & Co. em 1885. O primeiro barco a
vapor a viajar o trecho completo do Rio
Ohio até a cidade de New Orleans foi o
New Orleans em dezembro de 1811. Esta
louca viagem ocorreu durante uma série
de Terremotos New Madrid de 1811 a 1812.
Em 1815, os EUA obtiveram o controle
sobre o Mississippi após uma decisiva
vitória sobre os britânicos na Batalha
de New Orleães, parte da Guerra de 1812.
O rio foi também uma parte decisiva da
Guerra Civil Americana. A Campanha de
Vicksburg da União buscava o controle do
baixo Mississípi. A vitória da União na
Batalha de Vicksburg em 1863 foi o pivô
da vitória final da União na Guerra
Civil. Em 1900, Chicago construiu o
Canal Sanitário e Navegação de Chicago
para ligar os Grandes Lagos ao
Mississípi. O canal permitiu a Chicago
despejar seus esgotos Mississípi abaixo,
em vez de poluir sua própria fonte de
água o Lago Michigan. O canal também
originou uma rota de navegação entre os
grandes lagos e o Mississípi. O desporto
do esqui aquático foi inventado no rio
na vasta região entre Minnesota e
Wisconsin conhecida como Lago Pepin.
Ralph Samuelson de Lake City criou e
refinou sua técnica de esqui entre Junho
e Julho de 1922. Ele mais tarde realizou
o primeiro salto de esqui na água em
1925 e esquiou a 128 km/h puxado por
barco voador Curtiss no final daquele
ano. Na primavera de 1927 o rio arrombou
os diques em 145 lugares durante a
Grande Cheia do Mississípi de 1927 e
inundou 70 mil km² com uma profundidade
de até 10 metros.
Rio Amarelo (Huang He ou Huang-Ho)
Rio do Norte da China, com um
comprimento de 4845 Km, que drena uma
bacia de 745 mil Km2. O nome de rio
Amarelo vem-lhe das aluviões loéssicas
que ele transporta, ou seja, 1,6 mil
milhões de toneladas por ano, e que
formaram a Grande Planície do Norte.
Nasce no Qinghai, percorre o planalto
tibetano até Lanzhou. Depois descreve
uma larguíssima curva para Norte, antes
de retomar a direcção Oeste-Este e
entrar na Grande Planície, para além da
qual corre entre diques, e desagua no
golfo do Bohai. Para limitar as suas
cheias, violentas, apesar de o caudal
ter um débito médio fraco, de 1500
m3/segundo, foi posto em prática um
plano global de ordenamento, barragens e
represas, canais de derivação e diques,
que associa a produção hidroeléctrica e
irrigação.
Os primeiros chineses provavelmente
migraram do sul, do vale do Rio Mekong
para o norte, estabelecendo-se nas
terras férteis das proximidades do Rio
Amarelo compostas por um lodo trazido e
depositado pelas águas ao longo de
milénios dos planaltos da China central
e pelos ventos que vinham dos desertos a
oeste. Nesta terra irrigada, os antigos
chineses cultivaram painço, hortaliças e
frutas nativas, sobretudo ao longo dos
alto e médio cursos do rio. No sector
baixo do Rio Amarelo, cultivava-se
arroz. Durante o terceiro milénio antes
de Cristo, o excedente de produção
favoreceu o estabelecimento de vilarejos
permanentes, como Banpo e Erlitou, e
logo em meados daquele milénio havia
quase um contínuo de povoados e vilas ao
longo do rio, dando contornos
rudimentares a um princípio de
civilização.
Rio
Congo (ou Zaire)
Rio da África Central, com 4700 Km de
curso e bacia de 3888 milhões Km2. Nasce
no planalto do Shaba, tem o nome de
Lualaba até Kisangani. Recebe os rios
Ubangui e o Cassai, antes de desaguar no
Pool Malebo (antigo Stlanley Pool),
situado entre Kinshasa e Brazzaville.
Para jusante, Matadi é acessível a
navios de alto mar. Navegável por
troços, o rio Zaire tem um regime
bastante regular e a pesca é activa.
Rio Congo - Fonte: - Wikipédia, a
enciclopédia livre.
O rio Congo (denominado rio Zaire no
antigo Zaire entre 1971 e 1997) é o
segundo maior rio da África (após o rio
Nilo) e nono do mundo, com uma extensão
total de 4.700 km e o primeiro em
extensão de água chegando a debitar mais
de 40.000 m3/s de água. A nascente do
Congo situa-se nas montanhas do Rift. A
principal extensão do rio atravessa a
República Democrática do Congo e, perto
da sua foz, estabelece a fronteira com
Angola. Atravessa também o Lago Moero e
recebe as águas do Lago Tanganica. Forma
ainda as famosas Cataratas de
Levingstone (cerca de 32 cataratas). É o
único rio da Terra que atravessa duas
vezes a linha do Equador. Os seus
principais afluentes são: o rio Ubangui,
pela margem direita, e o rio Cassai,
pela margem esquerda. O seu regime
depende das chuvas equatoriais e quase
toda a sua bacia é coberta por
impenetráveis florestas equatoriais. O
Congo é o 2º rio do mundo em caudal
(apenas ultrapassado pelo rio Amazonas,
e é também o 2º em área da bacia
hidrográfica (novamente a seguir ao
Amazonas e apenas ligeiramente acima da
do rio Mississípi). Banha duas capitais:
Brazzaville, na República do Congo e
Kinshasa, na República Democrática do
Congo. O primeiro europeu a chegar ao
Rio Congo foi o navegador português
Diogo Cão em 1483. O rio recebe o seu
nome do antigo Reino do Congo que se
localizava nas terras em redor da sua
foz. Devido à constância do seu enorme
caudal, é navegável por barcos de grande
tonelagem até Matadi, na República
Democrática do Congo.
Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro
– Marinha Grande – Portugal