(a
abreviatura a.C. = a antes de Cristo)
Saul

Primeiro
rei dos Hebreus. Designado rei e ungido por Samuel (*), natural da Gibea,
combateu os inimigos de Israel e garantiu assim a sua autoridade sobre os
tributos. Formou um exército sob as ordens do seu filho Jónatas (**), do general
Abner, e do chefe dos guardas, o futuro rei David. Mas foi derrotado pelos
Filisteus em Gilboa, numa batalha durante a qual se suicidou.
(*) Samuel,
foi o último dos “Juízes” de Israel do século XI a.C. Desempenhou um papel
determinante na instituição da monarquia. Foi ele que deu a unção real a Saul e
a David. Os dois livros que têm o seu nome cobrem o período que vai do princípio
da monarquia ao fim do reinado de David. Formando um conjunto de tradições
lendárias e históricas redigidas no século VII a. C., receberam a sua forma
definitiva no tempo do Exílio, no século VI.
(**)
Jónatas: Da Bíblia, acontecido em torno do ano 1060 aC.. Estão referidos à
esquerda todos os trechos que fazem referência ao relacionamento, e transcritos
no meio apenas os trechos principais. Vale a pena ler a história inteira.
I Samuel 18:1-4
E aconteceu que, assim que David acabou de falar ao rei Saul, a alma de Jónatas
(filho de Saul) se ligou à alma de David, e Jónatas começou a amá-lo como à sua
própria alma.
(...) Jónatas e David fizeram um pacto, pois aquele o amava como à sua própria
alma. Além disso, Jónatas despiu-se da túnica sem mangas que usava e a deu a
David, e também suas vestes, e até mesmo sua espada, e seu arco, e seu cinto.
I Samuel 19:1-7
I Samuel 20:1-43
Quando David estava sendo perseguido - v.41-42:
David saiu então detrás da colina, lançou-se com o rosto por terra
e curvou-se três vezes; e começaram a beijar-se um ao outro e a chorar um pelo
outro . E Jónatas disse a David:
'Vai em paz. Quanto ao juramento que nós dois fizemos no nome do Senhor, que o
Senhor seja testemunha entre mim e ti, e entre
a minha descendência e a tua.'
I Samuel 23:16-18
II Samuel 1:26
Do lamento de David na morte de Jónatas:
'Tenho o coração apertado por tua causa, meu irmão Jónatas. Tu me eras
imensamente querido. Teu amor me era mais precioso que o amor das mulheres (...)
- Saul,
primeiro rei de Israel: Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saul é o nome do primeiro rei do antigo reino de Israel, conforme a tradição
judaico-cristã .
Filho de Quis, da tribo de Benjamin, Saul teria vivido por volta de 1095 a.C. e
reinado por quarenta anos.
Origem e ascensão
Antes de Saul, não pode-se definir uma nação israelita. Tratava-se de diversas
tribos unidas por laços étnicos e culturais, que aliavam-se ou batalhavam entre
si de acordo com a conveniência, e eram governadas por juízes, geralmente
pessoas de renome que lideravam suas respectivas tribos em combates, e serviam
como legisladores em tempo de paz. O elemento religioso judaico, com a crença no
Deus único veio à trazer uma frágil aliança entre estas tribos em torno do
Tabernáculo e da Arca da aliança.
De acordo com a tradição judaica , com o envelhecimento do último juiz Samuel
,as tribos israelitas uniram-se para pedir um rei que pudesse guiá-los como
haviam em outras nações. Apesar da condenação por parte de Samuel contra a
proposta (já que Deus deveria ser o´"único rei" de Israel ), este acaba pedindo
um sinal divino que lhe indica o benjaminta Saul como escolhido para governar
sobre o povo. As vitórias iniciais de Saul sobre os amonitas fizeram com que o
povo o confirmasse como rei .
Reinado e morte
Saul, antes um líder guerreiro do que realmente um governante, não alterou quase
nenhum dos padrões tribais que imperavam sobre Israel desde a época dos juízes.
Saul contava com auxiliares próximos como seu filho Jónatas. Saul e seu filho
conseguiram importantes vitórias militares sobre os filisteus o que garantiu ao
povo de Israel um período pacífico. Mas a constante ameaça dos filisteus, os
desentendimentos entre as tribos e a imaturidade de Saul fadaram seu reinado ao
fracasso. Saul em sua arrogância teria usurpado funções sacerdotais e violado as
leis de Moisés quanto aos aspectos de guerra.
O juiz Samuel, vendo a decadência de Saul e inspirado por Deus acabaria por
retirar seu apoio de Saul, e ungindo um jovem rapaz da tribo de Judá ,David,
para ocupar o lugar de Saul. Mesmo que este tenha conquistado um cargo na corte
de Saul, e desposado Mical, a filha de Saul, David tornou-se objecto de inveja
por parte de seu sogro. David havia liderado destacamentos contra os filisteus,
e seu sucesso em combate e adulação por parte do povo ,despertaram os ciúmes do
governante. David é obrigado à fugir e peregrinar errante para fugir de Saul.
Em guerra contra os filisteus ,Saul acaba por perder três dos seus quatro filhos
(vide 1Sm. 31:2 e em seguida 1Cr. 8:33) no combate no monte Gilboa. Ferido
comete suicídio lançando-se sobre sua espada ,e por fim seu exército é disperso.
Saul é decapitado e os filisteus penduram seu corpo e os de seus filhos nos
muros de Bet-Shan. De acordo com a tradição teria governado o povo de Israel por
quarenta anos.
Reino de
Israel
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O Reino de Israel, de acordo com a Bíblia, foi a nação formada pelas 12 Tribos
de Israel, um povo descendente de Jacó, Isaac e Abraão.
O reino surge em meados do séc. XI a.c. na sequência da unificação das 12 tribos
sob a chefia de Saul, seu 1º rei.
Após o Êxodo do Egipto, sob a liderança de Moisés, os israelitas que eram
nómadas vaguearam pelo médio oriente durante décadas até que no final do sec.
XIII a.C. sob a liderança de Josué os israelitas conquistam a terra de Canaã,
abandonam o nomadismo e estabelecem-se nas terras conquistadas, dividindo o
território entre as 12 tribos.
Contudo não existia um verdadeiro poder central pois cada tribo governava a si
própria. Os lideres nacionais, que se designavam "Juízes" tinham um poder muito
frágil e só conseguiam unir as várias tribos em caso de guerra com os povos
inimigos. A união entre as tribos era tão frágil que por vezes se guerreavam
entre si.
Cansados destas situações as tribos israelitas resolveram unir-se e instaurar a
monarquia. O profeta Samuel, último dos Juízes, designou Saul, da Tribo de
Benjamim, como o primeiro Rei de Israel. O seu reino abrangia a região
montanhosa de Judá e de Efraim, e tinha a sua capital em Gibeal.
Uso do termo Israel
Israel, significa "Contendor com Deus". (Génesis 32:22-28) Jacó é frequentemente
chamado de Israel, que segundo a Bíblia, deve o seu nome por ter lutado com um
anjo por uma bênção. É sinónimo dos 12 filhos de Jacó e da nação fundada nas 12
tribos. Após Salomão, com a divisão do Reino em 2 partes, designa o Reino de
Israel Setentrional (ou Reino das 10 Tribos).
Reino de Israel Setentrional
Roboão, filho de Rei Salomão, sucede-lhe como rei. Porém, o Reino de Israel fica
dividido em dois: a Norte, o Reino das 10 Tribos, também chamado de Reino de
Israel com capital em Siquém, e no Sul, o Reino das 2 Tribos, chamado Reino de
Judá, cuja capital ficou sendo Jerusalém.
A Arca
permaneceu como um dos elementos centrais do culto a Deus praticado pelos
israelitas durante todo o período monárquico, embora poucas referências sejam
feitas a ela entre os livros de Reis e Crónicas.
Em 587 a.C (ou 607 a.C, segundo alguns estudiosos), Nabucodonosor, rei da
Babilónia, invadiu o reino de Judá e tomou a cidade de Jerusalém. O relato
bíblico menciona um grande incêndio que teria destruído todo o templo. A Arca
desaparece completamente da narrativa a partir desse ponto, e o próprio relato é
vago quanto ao seu destino.
Para os católicos e para os judeus que se utilizam da Septuaginta, Escrituras
Sagradas na versão grega dos LXX, o desaparecimento da Arca é narrado no livro
de II Macabeus, não aceito pelos protestantes. Nessa situação o profeta Jeremias
haveria mandado que levassem a Arca até o monte Nebo para ali a escondeu em uma
caverna (II MAC Cap. 2).
" O escrito mencionava também como o profeta, pela fé da revelação, havia
desejado fazer-se acompanhar pela arca e pelo tabernáculo, quando subisse a
montanha que subiu Moisés para contemplar a herança de Deus. No momento em que
chegou, descobriu uma vasta caverna, na qual mandou depositar a arca, o
tabernáculo e o altar dos perfumes; em seguida, tapou a entrada. Alguns daqueles
que o haviam acompanhado voltaram para marcar o caminho com sinais, mas não
puderam achá-lo. Quando Jeremias soube, repreendeu-os e disse-lhes que esse
lugar ficaria desconhecido, até que Deus reunisse seu povo e usasse com ele de
misericórdia. Então revelará o Senhor o que ele encerra e aparecerá a glória do
Senhor como uma densa nuvem, semelhante à que apareceu sobre Moisés e quando
Salomão rezou para que o templo recebesse uma consagração magnífica." (II Mac,
2, 4-7, Bíblia Ave-Maria) Segundo relatos bíblicos, somente os israelitas
descendentes de Aarão (Da tribo de Levi),poderiam transportá-la, qualquer
não-levita poderia ser consumido por Deus ao tocá-la, por isso que é improvável
que a mesma tenha sido destruída.
Samuel

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Samuel, foi um lider importante na História de Israel. A sua história é contada
na bíblia, no chamado Livro de Samuel.
Filho de Elcana e Ana, ambos filhos da tribo de Efraim.
Terá sido o último dos juízes de Israel, e o primeiro dos profetas registados na
história do seu povo. Terá ungido os seus dois primeiros reis, Saul e David.
Poderá ter vivido algures por volta de 1095 a.C..
História bíblica
Samuel foi o último dos juízes e o primeiro dos profetas. Homem de profunda
piedade e discernimento espiritual, dedicava-se totalmente à realização dos
propósitos de Deus para o bem de Israel. Embora não descendesse da linha
genealógica de Arão, sucedeu a Eli no cargo sacerdotal. Ao que parece, foi o
primeiro a estabelecer uma instituição para o preparo dos jovens que desejavam
abraçar a vocação profética. Viu-se na contingência de guiar a Israel em algumas
das mais profundas crises de sua história; no desempenho de suas funções quase
alcança a estatura de Moisés. Embora não tivesse ambições pessoais, achou-se no
papel de "fazedor de reis", comissionado para ungir a Saul, o primeiro rei, e a
David, o maior dos reis de Israel.
Judaísmo
Excepto pela tradição judaica e pela Bíblia, não há muitas fontes disponíveis
sobre a sua existência. Portanto, é a partir dos livros que levam seu nome que
se conhece sobre sua vida e sua importância na história de Israel.
A promessa de Ana
A história bíblica refere que Ana (mãe) era estéril, o que lhe era motivo de
grande humilhação, já que Penina (a outra esposa de seu marido) tinha filhos.
Certa vez durante os dias do sacrifício anual ao Senhor, Ana humilhada por
Penina sua rival, se pôs a orar com grandes dores no templo, ao ponto do levita
Eli a repreender achando que ela estivesse embriagada. Ana se defende dizendo
que não havia provado vinho ou qualquer bebida forte, mas que estava derramando
seu coração ao Senhor por estar muito aflita. O sacerdote se compadece dela e
lhe abençoa dizendo: "Vai em paz; e o Deus de Israel te conceda a petição que
lhe fizeste." Então conforme o pedido de Ana, Deus lhe deu Samuel como filho,
para que ela não fosse mais humilhada, e ela prometeu consagrá-lo desde criança
ao sacerdócio.
Entregue ao templo
Samuel, ainda jovem, foi entregue ao sacerdócio, "ministrava perante o Senhor"
(I Samuel 2:18) Existe alguma ambiguidade nas opiniões no que diz respeito ao
tipo de trabalho que Samuel efectuava no Templo. Existe quem defenda que este
foi entregue ao templo com voto de Nazireu.
Nomeado profeta
Samuel era conhecido como correcto, ao contrário do que se dizia dos filhos de
Eli, que cometeriam sacrilégios, e haviam sido amaldiçoados.
O relato conta de uma profecia de um profeta desconhecido, dizendo a Eli que
Deus já havia escolhido um novo sacerdote para tomar seu lugar (que seria,
portanto, Samuel).
Ainda na juventude, Samuel começou a manifestar dons proféticos, sonhando com
palavras e visões divinas. Sua primeira profecia constava da confirmação de que
Eli e seus filhos seriam retirados do sacerdócio.
A morte de Eli
Os filisteus invadiram e venceram Israel, e capturaram a Arca da Aliança. No
processo, os filhos de Eli morreram, e o próprio sacerdote morreria num acidente
ao saber da morte trágica dos seus filhos, cumprindo a profecia de Samuel,
confirmando-o como portador da palavra divina.
Samuel reaparece apenas 20 anos depois, quando a Arca já havia sido devolvida e
encontrava-se em Quireate-Jearim, como uma figura de primeira importância junto
ao povo. Sua orientação teria causado a vitória de Israel sobre os filisteus.
Samuel aparece realizando sacrifícios, e diz-se que "julgava a Israel" (I Samuel
7:15), dando a entender que se tratava de um juiz. I Samuel 8:1 também diz que
Samuel fez de seus filhos, Joel e Abias, Juízes de Israel também, embora não
seguissem os passos de seu pai.
A orientação de Samuel parece ter tido grande importância para os israelitas,
que o viam tanto como sacerdote e profeta, como juiz e administrador. Em sua
velhice, representantes do povo vieram lhe pedir que escolhesse um rei para
governar Israel, visto que seus filhos não estavam qualificados para seguir como
juízes. Samuel teria consultado a Deus antes de confirmar a demanda, alertando
os israelitas quanto aos direitos de um rei sobre seus súbditos e suas terras.
Pouco tempo depois, o jovem Saul, da Tribo de Benjamim, veio ao encontro de
Samuel. Um dia antes, Deus revelara ao velho profeta que Saul seria ungido rei.
No dia seguinte, Samuel assim o fez, e o orientou para que visse sinais e os
seguisse, e Saul os seguiu. Samuel convocou representantes de todo Israel a
Mispa e declarou publicamente o jovem benjamita como rei.
Velho e cansado, e com um rei para liderar os israelitas, Samuel se retirou de
suas funções. Porém, quando Saul tentou realizar um sacrifício por conta
própria, Samuel o repreendeu, e predisse sua queda. Antes da consumação desta
profecia, Samuel ainda o orientou a atacar os amalequitas, provavelmente um povo
nómada da Península Arábica.
Enquanto Saul começava a enfrentar derrotas em batalha e problemas pessoais,
Samuel profetizou a vinda de Jessé e seus filhos, e que um deles seria ungido
rei de Israel. Samuel ungiu o mais novo, David, e o colocou em contacto com Saul
(David apaziguava os surtos de fúria de Saul tocando harpa). Este deve ter sido
um dos últimos actos de Samuel, que morreu antes que David fosse confirmado rei.
- África:
reinos de Núbia e de Méroe: A capital da Núbia, era Kerma, havia grandes minas
de ouro e o comércio de marfim.
Núbia
Núbia, the
Forgotten Kingdom
Nas areias escaldantes do norte da África, sob o sol do deserto, um rio poderoso
prosperou por milhares de anos. Reis e rainhas poderosos construíram templos
gigantescos e enterraram seus mortos em tumbas em forma de pirâmide. Mas aqui
não é o Egipto e o povo que ergueu estes monumentos não foram os egípcios. Este
é o Sudão, o maior país da África e o berço de Núbia, um reino dourado
alimentado pelo Nilo.
"Naquela época era o maior país do mundo. Era um verdadeiro império." Um império
com um língua que os estudiosos ainda não decifraram. Perdida nas sombras, a
história da antiga Núbia permaneceu um mistério, até agora.
Sob o solo, há provas de rituais sagrados e de uma antiga cena de crime.
Também sob o solo encontramos marcas de uma invasão poderosa que pode ter levada
o império as ruínas.
Arqueólogos se transformam em detectives e utilizam todos os recursos para
reconstruir os dias finais de uma cidade perdida e para trazer a luz um reino
esquecido, uma terra chamada Núbia.
Núbia
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
A Núbia
é a região situada no vale do rio Nilo que actualmente é partilhada pelo Egipto
e pelo Sudão mas onde, na antiguidade se desenvolveu o que se pensa ser a mais
antiga civilização negra de África(claramente baseada na civilização anterior do
Baixo Egipto, que deu origem ao reino de Kush, que existiu entre o 3º milénio
antes de Cristo e o século IV da nossa era. Este reino foi então dominado pelo
reino de Axum e aparentemente, os núbios formaram novos pequenos estados fora da
região ocupada. Um deles, Makuria tornou-se preponderante na região, assinando
um pacto com o Egipto islâmico para conservar a sua religião cristã (copta), que
conservou até ao século XIV, quando foi finalmente submetida aos árabes
dominantes, mais precisamente dominada pelos Turcos Mamelucos por volta de 1315.
Eles impuseram sua religião muçulmana e colocaram no poder um príncipe Núbio
convertido ao Islão.
No entanto, a parte sul conservou-se independente, como o reino de Sennar, até
ao século XIX, quando o Reino Unido ocupou a região. Com a independência dos
actuais estados africanos, os núbios ficaram divididos entre o Egipto e o Sudão.
Nesta região, na grande curva do Nilo, na parte sudanesa, encontram-se as ruínas
das cidades de Napata, perto do monte Gebel Barkal, e Meroe que foram inscritos
pela UNESCO, em 2003, na lista do Património Mundial.
Meroe

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Meroe (ou Meroé) é o nome de antiga cidade na margem leste do rio Nilo, na
Núbia, a região do vale do rio Nilo que actualmente é partilhada pelo Egipto e
pelo Sudão, a cerca de 300 km a nordeste de Cartum, que foi a capital do reino
de Kush entre o século VII a.C. e o século IV da nossa era. Durante essa fase,
os núbios inventaram uma escrita própria, chamada pelos estudiosos de “escrita
menorítica”.
No local onde se encontrava a cidade existem mais de 200 pirâmides em três
grupos e é um dos sítios arqueológicos desta região inscritos pela UNESCO, em
2003, na lista do Património Mundial.
Há estudos que dizem que o reino de Meroe era governado por rainhas que recebiam
o título de candace em que o poder seria passado aos descendentes pela via
feminina.
- A rena é
domesticada no Norte da Europa:
Rena:
Origem:
Wikipédia, a enciclopédia livre.
A rena (palavra de origem lapónia ou finlandesa, pelo francês renne) ou caribu
(na América do Norte) é um cervídeo de grande porte
, com
chifres, que vive em manadas e habita latitudes altas. São característicos das
regiões árcticas do norte do Canadá, Alasca, Rússia, Escandinávia e Islândia. A
origem da palavra "caribu" pode ser uma palavra em micmac, que significa "pata".
O caribu é único entre os veados, pois machos e fêmeas possuem chifres.
Em 1952 a espécie foi reintroduzida com sucesso na Escócia, onde se extinguira
no século X. Há oito subespécies de rena reconhecidas, que correspondem às
populações de diferentes áreas.
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