antes de Cristo

Factos, Figuras e Civilizações

(simples apontamentos)

4º Bloco

Trabalho e pesquisa de
Carlos Leite Ribeiro
Formatação e Arte: Iara Melo

 

 

antes de Cristo

 

Factos, Figuras e Civilizações

(simples apontamentos)

 

Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro

 

4º Bloco

 

(a abreviatura a.C. = a antes de Cristo)

 

2.500 a. C.

Civilização indiana:

As diversas fases da indústria lítica do Paleolítico Inferior, Médio e Superior estão representados na Índia, bem como uma indústria de micrólitos, durante o Mesolítico, que surge associada a pinturas parietais abundantes na Índia Central, onde a tradição se manteve até à época histórica. Ao longo do Neolítico, o país conheceu estádios de evolução dissemelhantes: Neolítico pré-cerâmico precoce (cerca de 7.000 a,C.) em Mehrgarh  , sítio que conduz sem hiatos à urbanização das culturas do Indo. Aparecido desde cedo no Balochistão, o metal – raro no Sul até aos alvores da História – desempenhou um papel cada vez mais importante no decurso do 2º milénio. Estas culturas chamadas “neolíticas-calcolíticas” mantiveram-se, consoante as regiões, até cerca de 1100-500 a. C.. No Sul, a Idade do Ferro está associada a culturas megalíticas ligadas a práticas funerárias complexas.

A Índia antiga; A mais antiga civilização conhecida na Índia, desenvolveu-se nos sítios do vale do Indo, de 7.000-1.800 a. C. e foi sem dúvida influenciada pela da Mesopotâmia.

A Índia do Norte é depois invadida progressivamente, durante o 2º milénio, pelos Arianos vindos do Ocidente, que introduzem o cavalo, a metalurgia do ferro, uma língua indo-europeia (o sâncrito)  e um sistema social baseado nas castas. É sob o seu domínio que são redigidos os textos sagrados dos Veda (fundamento do hinduísmo)  .

No século VI aparecem duas novas religiões, o budismo e o jainismo. Nesta época – séculos VI-IV a. C. – os Persas e os Gregos começam a penetrar na Índia: Ciro, Dário I, que ocupa o Baixo Indo (fim do século VI), Alexandre Magno, que funda colónias, embora efémeras.

Cerca de 327 a. C.:Chandraguta  funda a dinastia dos Maurya.

“Chandragupta Maurya fundou a dinastia maurya após derrubar o Rei Dhana Nanda de Magadha. A dinastia maurya lograria, com o tempo, reunir sob seu governo, pela primeira vez na história da Índia, a maior parte do subcontinente, formando o chamado Império Maurya. Ao aproveitar a oportunidade oferecida pela desestabilização da Índia setentrional devida às invasões persa e grega, Chandragupta conquistou não apenas quase todo o subcontinente mas também expandiu suas fronteiras para a Pérsia e a Ásia Central, conquistando a região de Gandhara. Convertido ao jainismo, Chandragupta Maurya promoveu o proselitismo daquela religião no sul da Índia.
Sucedeu-o seu filho Bindusara, que expandiu o império até abarcar um território correspondente a quase toda a actual Índia, à excepção de Kalinga  e dos extremos sul e leste, que talvez fossem tributários. A Índia moderna é uma imagem da Mauryana, que uniu todos os povos e culturas dos reinos indianos até então separados sob uma mesma bandeira, e previu um destino comum para todos os indianos (naquela época, quase todos hindus e budistas). A tradição foi retomada posteriormente pelo Império Mogol  e pela Índia britânica, que formaram Estados semelhantes.

 


Açoca, o Grande  , sucedeu seu pai Bindusara e procurou expandir ainda mais o império. Como consequência da carnificina causada pela invasão de Kalinga, terminou por renunciar ao derramamento de sangue e adoptou uma política de não-violência (ou ahimsa) após converter-se ao budismo. Os Editos de Açoca, os documentos históricos preservados mais antigos da Índia, permitem a datação das dinastias a partir de sua época. Com Açoca, a dinastia maurya foi responsável pela divulgação dos ideais budistas através de toda a Ásia Oriental e o sudeste asiático, de maneira a alterar fundamentalmente a história e o desenvolvimento da Ásia como um todo. Açoca, o Grande, foi descrito como um dos maiores soberanos que o mundo já conheceu”.

Esta dinastia atinge o apogeu no reinado de Ashoca – cerca de 269-232 a. C. – o qual constitui um vasto império que engloba praticamente toda a Índia e promove a difusão do budismo. A extinção da dinastia dos Maurya – cerca de 185 a. C. – ocasiona uma nova fragmentação do país, à qual se segue a invasão da Bactriana pelos Gregos e do Noroeste pelos Bárbaros – cerca de 160 a. C. a 280 d. C.

 

Civilização Indiana
http://pt.wikipedia.org
A civilização do Vale do Indo surgiu no século XXXII a.C. e atingiu a maturidade a partir do século XXV a.C. Seguiu-se-lhe a civilização védica. A origem dos indo-arianos é um ponto de relativa controvérsia. A maioria dos estudiosos acredita em algum tipo de hipótese de migração indo-ariana, segundo a qual os arianos, um povo semi-nómada possivelmente da Ásia Central ou do norte do Irão, teriam migrado para o noroeste do subcontinente entre 2000 e 1500 a.C. A natureza de tal migração, o local de origem, e até mesmo a própria existência dos arianos como povo distinto, são fortemente discutidos. A fusão da cultura védica com as culturas dravídicas que lhe eram anteriores (presumivelmente os descendentes da civilização do Vale do Indo) aparentemente resultou na cultura indiana clássica, embora os detalhes específicos do processo são controversos. Alguns entendem, por outro lado, que a civilização do Vale do Indo era essencialmente védica e que se teria espalhado para partes da Europa entre o sexto e o segundo milénio a.C. Os nascimentos de Mahavira e de Buda no século VI a.C. marcam o começo da fase mais bem registrada da história indiana. Pelos 1500 anos seguintes, a Índia produziu a sua civilização clássica e, segundo alguns historiadores, a maior economia do mundo antigo entre os séculos I e XV d.C., ao controlar entre um-terço e um-quarto da riqueza mundial até a época mogol, após o quê declinou rapidamente sob domínio britânico.

 

- Mohenjodaro:  Mohenjodaro foi construída por volta de 2600 a.C. , e abandonada por volta de 1700 a.C. Foi descoberta em1920 por um grupo de arqueólogos dirigidos por John Marshall.  Mais tarde, umas escavações mais profundas foram realizadas em 1945 por Ahmad Hasan Dani e por Wheeler de Mortimer. Mohenjodaro, na sua época, era mais provável o centro administrativo da antiga civilização do vale de Indo. Seria a cidade a mais desenvolvida e a mais avançada no Sul da Ásia durante seu apogeu. O planeamento e a engenharia mostraram a importância da cidade aos povos do vale de Indo. 
A civilização do vale de Indo era uma das civilizações mais antigas, nas margens do rio deIndo. A cultura de Indo floresceu  séculos e causou a civilização do vale de Indo em torno de 3000 a.C.. A civilização competiu muito bem com o Paquistão, mas entrou de repente em  declínio por volta de 1800 a.C..  Pontos da civilização de Indo estão espalhados desde o sul distante e  a costa de mar Árabe da Índia, como o oeste distante,  à beira Irão, e  para norte como os Himalaias. Os centros mais importantes eram os centros urbanos principais das cidades de Harappa e de Mohenjodaro,
As ruínas de Mohenjodaro o centro desta sociedade antiga. No seu apogeu, alguns arqueólogos opinam que a civilização de Indo  pode ter tido uma população aproximada a cinco milhões de habitantes.

 

- Harappa:  Harappa (Urdu)  é uma cidade de Punjab, Paquistão do nordeste, a sudoeste e aproximadamente 35km (22 milhas) de Sahiwal. A cidade moderna é ficava situada perto do curso do rio Ravi e também ao lado das ruínas de um antigo forte da cidade, que na época fazia parte da cultura do Cemetery e da civilização do vale de Indo. A cidade antiga existiu entre, aproximadamente, 3300 a.C. até 1600 a.C., e teria aproximadamente,  40.000 habitantes residentes.  Embora a cultura de Harappa estendesse para além dos limites do actual Paquistão, os seus centros nevrálgicos estavam em Sindh e no Punjab.

 

- Escrita pictográfica:  A escrita pictográfica parece ter sido a origem de todas as formas de escrita e sucessora directa das primeiras formas de arte figurativa. Começou a ser usada para identificar objectos escrevia-se usando uma figura para cada objecto e, também, representar uma ideia abstracta. Este tipo de escrita, apesar do grande número de símbolos que a compõem, pode ser utilizada para qualquer língua falada.

 

- Algodão: Os autores divergem sobre a origem do algodão. Alguns a situam no continente americano enquanto outros afirmam ser originário do Paquistão ou ainda da Índia. As referências históricas vêm de muitos séculos antes de Cristo. Os árabes foram os primeiros que fiaram e teceram a fibra de algodão, embora de forma rudimentar. Com o incremento do comércio com o Oriente, a partir da descoberta do caminho marítimo para as Índias, o algodão começou a ganhar importância na Europa. Até o século XVII a lã predominava neste continente.

 

- Cerâmica: Arte da Cerâmica por Hebert Read
A cerâmica é ao mesmo tempo a mais simples e a mais difícil de todas as artes. A mais simples, por ser a mais elementar; a mais difícil, por ser a mais abstracta. Historicamente, encontra-se entre as artes mais primitivas. Os vasos mais antigos que se conhecem eram modelados à mão  em barro  cru, tal qual era extraído da terra, e secos ao sol e ao vento. Mesmo nesse grau do seu desenvolvimento, antes de possuir escrita, literatura ou mesmo uma religião, o homem possuía já esta arte, e os vasos que então produzia ainda são capazes de nos sensibilizar por suas formas expressivas. Quando o homem descobriu o fogo e aprendeu a tornar seus vasos rijos e duradouros, quando inventou a roda e como oleiro pôde acrescentar ritmo e movimento ascensional ao seu conceito de forma, estavam presentes todos os elementos essenciais da mais abstracta de todas as formas de arte. Esta foi evoluindo desde as suas humildes origens até que, no século a . C., se tornou a arte representativa da raça mais intelectual e sensitiva que o mundo conheceu. Um vaso grego é o verdadeiro protótipo da harmonia clássica. Depois, para o Oriente, outra grande civilização fez da cerâmica a sua arte mais típica e mais estimada, e levou-a a requintes mais delicados que os próprios Gregos. Um vaso grego é harmonia, mas um vaso chinês, uma vez liberto das influências impostas por outras culturas e outras técnicas, alcança harmonia dinâmica:  já não é só uma relação numérica, mas um movimento vivo. Não é um cristal, é uma flor. Os tipos perfeitos de cerâmica, representados nas artes da Grécia e da China, têm os seus equivalentes aproximados noutras regiões: no Peru e no México, na Inglaterra e na Espanha medievais, na Itália do Renascimento, na Alemanha do século XVIII – de fato, esta forma de arte é tão fundamental, está tão intimamente ligada às necessidades mais elementares da civilização, que o génio nacional de um povo tem sempre de achar maneira de nela se exprimir. Julga-se a arte de um país, julgue-se a subtileza da sua sensibilidade pela sua cerâmica: é uma segura pedra de toque.  Cerâmica é arte pura; arte liberta de qualquer intenção imitativa. A escultura, com a qual está mais intimamente relacionada, teve desde o início uma intenção imitativa, e nessa medida talvez tenha sido menos livre que a cerâmica como meio de expressar o desejo de forma; a cerâmica é a arte plástica na sua essência mais abstracta.

 

- Tecelagem: Uma das mais antigas formas de trabalho humano é a fiação e tecelagem, sendo que a evolução da técnica da produção de tecidos liga-se fundamentalmente à evolução das sociedades. A grandiosidade e exuberância da tecelagem que se vê, por exemplo, no Antigo Egito, pode parecer difícil de entender dada a simplicidade dos instrumentos que se utilizavam então. No entanto, o tear antigo, manual, já continha primitivamente estágios das técnicas empregadas pelas máquinas automáticas de nossos dias. Os chamados "tear de Circe" e o "tear de Penélope" conhecidos das antigas pinturas gregas, nos dão uma idéia da utilização da tecelagem nos tempos da guerra de Tróia.

 

- comércio

 

- Pesos e medidas utilizados nas civilizações egípcias,

 

 indiana  e mesopotâmica:

 

 

Medidas de Superfície
A unidade básica de superfície era o setat que equivalia a um quadrado com cem meh de lado, isto é, cem meh quadrados. Para superfícies mais pequenas empregava-se o remen (1/2 de setat), o hebes (1/4 de setat) e o sa (1/8 de setat) existindo ainda uma medida chamada jata equivalente a 100 setat que se empregava em grandes superfícies.
 Medidas de volume:
A unidade de volume ou de capacidade era o  heqat, representado como o Olho de Horus. Empregava-se fundamentalmente para medir o trigo e a cevada e equivalia a 4.8 litros. Para medições maiores, por exemplo em armazéns, empregava-se uma unidade que poderíamos chamar "100 heqat quádruplos". Considerando o olho direito, cada uma das seis partes do Olho de Horus eram usadas como medidas, como segue:
As sobrancelhas equivaliam a 1/8, a pupila era 1/4, a parte esquerda da pupila era 1/2, a parte direita da pupila era 1/16, a parte inferior vertical abaixo do olho era 1/32 e a parte inferior diagonal do olho representava 1/64, tudo fracções de heqat.
O oipe continha 4 heqat, isto é, 19.22 litros. Cinco oipe formavam um jar, aproximadamente 96 litros, o mesmo que dizer, vinte heqat. Uma medida comum para medir volumes era cem oipe. Existia ainda uma unidade chamada henu, que aparece no papiro de Rhind definida como um décimo de heqat para a medição de perfumes. O ro equivalia 1/320 de heqat e era uma unidade que se empregava só para medir grão. Quando se media grão em heqat, usavam-se as fracções do Olho de Horus e também múltiplos de ro.
Medidas especiais de líquidos:
Para medir líquidos utilizava-se o des e, para a cerveja, o secha. Para o incenso usava-se o men e o hebenet, também utilizado para medir vinho.
 Medidas de comprimento:
A unidade básica de comprimento era o meh ou cubit. O meh original media cerca de 457 mm. A partir da terceira dinastia, tomou-se como unidade de medida o meh real que era o meh original mais um palmo, o que equivalia a 523 mm. O meh dividia-se em sete shesep Existiam ainda outras unidades, fracções do Meh, como o yeba, 1/28 do meh. O nebiu era um meh e meio e a jet representava cem meh. Para medidas de comprimento maiores usava-se o iteru equivalente a 10.5 km, cerca de 20000 meh. O demen era uma unidade um tanto curiosa pois que dois demen correspondiam ao comprimento da diagonal de um quadrado com um meh de lado; seria equivalente à raiz quadrada de dois meh.
Medidas de peso:
A unidade fundamental de peso era o deben, empregada para trocas e equivalia a 91 gr, normalmente de cobre ainda que o valor dos produtos pudesse aparecer expresso em deben de ouro ou prata. O qedety era a décima parte de um deben. O shat  equivalia a meio deben.
Outras unidades:
Peso: Unidade que expressava a qualidade do pão ou da cerveja. Referia-se ao número de pães fabricados por unidade de peso de grão. Quanto maior é o peso, pior qualidade tem o produto fabricado. Por exemplo, se com um heqat de grão se fabricavam 20 pães, então o seu peso era 20.
Shaty: Unidade só conhecida através do papiro de Rhind que, no seu problema 62, é referida como sendo 1/12 de um deben de ouro. Um deben de prata conteria seis shaty.
Seqt: Declive de uma superfície plana inclinada.

 

- Emprego do bronze no Egípcio.

- A “Tribo do Copo” – assim chamada devido à originalidade da sua cerâmica – introduz a metalurgia em muitas zonas da Europa.

- China: irrigação, povoações fortificadas.

 

2.400 a 2.350 a. C.

- Acad. Sargão I, o primeiro grande imperador do Próximo Oriente conquista a Suméria.

 

- Grã-Bretanha – Stonehenge -

Stonehenge: é uma estrutura composta, onde se identificam três períodos construtivos distintos:
O chamado Período I (c. 3100 a.C.), quando o monumento não passava de uma simples vala circular com 97,54 metros de diâmetro, dispondo de uma única entrada. Internamente erguia-se um banco de pedras e um santuário de madeira. Cinquenta e seis furos externos ao seu perímetro continham restos humanos cremados. O círculo estava alinhado com o pôr do Sol do último dia do Inverno, e com as fases da Lua.
Durante o chamado Período II (c. 2150 a.C.) deu-se a realocação do santuário de madeira, a construção de dois círculos de pedras azuis (coloridas com um matiz azulado), o alargamento da entrada, a construção de uma avenida de entrada marcada por valas paralelas alinhadas com o Sol nascente do primeiro dia do Verão, e a erecção do círculo externo, com 35 pedras que pesavam toneladas. As altas pedras azuis, que pesam quatro toneladas, foram transportadas das montanhas de Gales a cerca de 24 quilómetros ao Norte.
No chamado Período III (c. 2075 a.C.), as pedras azuis foram derrubadas e pedras de grandes dimensões (megálitos) - ainda no local - foram erguidas. Estas pedras, medindo em média 5,49 metros de altura e pesando cerca de 25 toneladas cada, foram transportadas do Norte por 19 quilómetros. Entre 1500 a.C. e 1100 a.C., aproximadamente sessenta das pedras azuis foram restauradas e erguidas em um círculo interno, com outras dezanove, colocadas em forma ferradura, também dentro do círculo.
Estima-se que essas três fases da construção requereram mais de trinta milhões de horas de trabalho.
Recolhendo os dados a respeito do movimento de corpos celestiais, as observações de Stonehenge foram usadas para indicar os dias apropriados no ciclo ritual anual. Nesta consideração, é importante mencionar que a estrutura não foi usada somente para determinar o ciclo agrícola, uma vez que nesta região o Solstício de Verão ocorre bem após o começo da estação de crescimento; e o Solstício de Inverno bem depois que a colheita é terminada. Desta forma, as teorias actuais a respeito da finalidade de Stonehenge sugerem seu uso simultâneo para observações astronómicas e a funções religiosas, sendo improvável que estivesse sendo utilizado após 1100 a.C..
A respeito de sua forma e função arquitectónicas, os estudiosos sugeriram que Stonehenge - especialmente seus círculos mais antigos - pretendia ser a réplica de um santuário de pedra, sendo que os de madeira eram mais comuns em épocas Neolíticas.
No dia 21 de Junho, o Sol nasce em perfeita exactidão sob a pedra principal.
Segundo dados mais recentes, obtidos por arqueólogos chefiados por Mike Parker Pearson, Stonehenge está relacionada com a existência do povoado Durrington. Este povoado formado por algumas dezenas de casas construídas entre 2600 a.C. e 2500 a.C., situado em Durrington Walls, perto de Salisbury, é considerada a maior aldeia neolítica do Reino Unido.

 

2.300 a. C.

- A “Tribo do Copo” fixa-se na Grã-Bretanha e introduz a arte de trabalhar os metais.

 

CONTINUA no PRÓXIMO BLOCO

FORMATAÇÃO E ARTE: IARA MELO