As Abelhas

 

 

 

 

 

Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro

 

Formatação: Iara Melo


 

A abelha destaca-se, entre poucos insectos mundialmente criados pelo homem, devido aos dois insubstituíveis produtos que ela lhe fornece, ao seja, o mel e a cera. Historicamente, as abelhas são descendentes das vespas que deixaram de se alimentar de pequenos insectos e aranhas para consumirem o pólen das flores quando essas surgiram, há cerca de 135 milhões de anos. Durante esse processo evolutivo, surgiram várias espécies de abelhas. Hoje se conhecem mais de 20 mil espécies, mas acredita-se que existam umas 40 mil espécies ainda não descobertas. Somente 2% das espécies de abelhas são sociais e produzem mel. Entre as espécies produtoras de mel, as do género Apis são as mais conhecidas e difundidas. O fóssil mais antigo desse genro que se conhece é da espécie já extinta Apis ambruster e data de 12 milhões de anos. Provavelmente esse género de abelha tenha surgido na África após a separação do continente americano, tendo posteriormente migrado para a Europa e Ásia, originando as espécies Apis mellifera, Apis cerana, Apis florea, Apis korchevniskov, Apis andreniformis, Apis dorsata, Apis laboriosa, Apis nuluensis e Apis nigrocincta. As abelhas que permaneceram na África e Europa originaram várias subespécies de Apis mellifera adaptadas às diversas condições ambientais em que se desenvolveram. Embora hoje essa espécie seja criada no continente Americano e na Oceânia, elas só foram introduzidas nessas regiões no período da colonização. Pesquisas arqueológicas mostram que as abelhas sociais já produziam e guardavam o mel há 20 milhões de anos, antes mesmo do surgimento do homem na Terra, que só ocorreu poucos milhões de anos atrás. No início, o homem promovia uma verdadeira "caçada ao mel", tendo que procurar e localizar os enxames, que muitas vezes nidificavam em locais de difícil acesso e de grande risco para os colectores. Naquela época, o alimento ingerido era uma mistura de mel, pólen, crias e cera, pois o homem ainda não sabia como separar os produtos do favo. Os enxames, muitas vezes, morriam ou fugiam, obrigando o homem a procurar novos ninhos cada vez que necessitasse retirar o mel para consumo. Há, aproximadamente, 2.400 anos antes de Cristo, os egípcios começaram a colocar as abelhas em potes de barro. A retirada do mel ainda era muito similar à "caçada" primitiva, entretanto, os enxames podiam ser transportados e colocados próximo à residência do produtor. Apesar de os egípcios serem considerados os pioneiros na criação de abelhas, a palavra colmeia vem do grego, pois os gregos colocavam seus enxames em recipientes com forma de sino feitos de palha trançada chamada de colmo. Naquela época, as abelhas já assumiam tanta importância para o homem que era considerada sagrada para muitas civilizações. Com isso várias lendas e cultos surgiram a respeito desses insectos. Com o tempo, elas também passaram a assumir grande importância económica e a ser consideradas um símbolo de poder para reis, rainhas, papas, cardeais, duques, condes e príncipes, fazendo parte de brasões, ceptros, coroas, moedas, mantos reais, entre outros. Na Idade Média, em algumas regiões da Europa, as árvores eram propriedade do governo, sendo proibido derrubá-las, pois elas poderiam servir de abrigo a um enxame no futuro. Os enxames eram registados em cartório e deixados de herança por escrito, o roubo de abelhas era considerado um crime imperdoável, podendo ser punido com a morte. Nesse período, muitos produtores já não suportavam ter que matar suas abelhas para colectar o mel e vários estudos iniciaram-se nesse sentido. O uso de recipientes horizontais e com comprimento maior que o braço do produtor foi uma das primeiras tentativas. Nessas colmeias, para colheita do mel, o apicultor jogava fumaça na entrada da caixa, fazendo com que todas as abelhas fossem para o fundo, inclusive a rainha, e depois retirava somente os favos da frente, deixando uma reserva para as abelhas. Alguns anos depois, surgiu a ideia de se trabalhar com recipientes sobrepostos, em que o apicultor removeria a parte superior, deixando reserva para as abelhas na caixa inferior. Embora resolvesse a questão da colheita do mel, o produtor não tinha acesso à área de cria sem destrui-la, o que impossibilitava um manejo mais racional dos enxames. Para resolver essa questão, os produtores começaram a colocar barras horizontais no topo dos recipientes, separadas por uma distância igual à distância dos favos construídos. Assim, as abelhas construíam os favos nessas barras, facilitando a inspecção, entretanto, as laterais dos favos ainda ficavam presas às paredes da colmeia. Em 1851, o Reverendo Lorenzo Lorraine Langstroth verificou que as abelhas depositavam própolis em qualquer espaço inferior a 4,7 mm e construíam favos em espaços superiores a 9,5 mm. A medida entre esses dois espaços Langstroth chamou de "espaço abelha", que é o menor espaço livre existente no interior da colmeia e por onde podem passar duas abelhas ao mesmo tempo. Essa descoberta simples foi uma das chaves para o desenvolvimento da apicultura racional. Inspirado no modelo de colmeia usado por Francis Huber, que prendia cada favo em quadros presos pelas laterais e os movimentava como as páginas de um livro, Langstroth resolveu estender as barras superiores já usadas e fechar o quadro nas laterais e abaixo, mantendo sempre o espaço abelha entre cada peça da caixa, criando, assim, os quadros móveis que poderiam ser retirados das colmeias pelo topo e movidos lateralmente dentro da caixa. A colmeia de quadros móveis permitiu a  criação racional de abelhas, favorecendo o avanço tecnológico da actividade como a conhecemos hoje.

 Instalada numa caixa ou cortiço com uma só abertura, a colmeia, a sociedade de abelhas aí produz a cera em divisões que pendem verticalmente, com ambas as faces revestidas de alvéolos hexagonais e ligeiramente oblíquos. Alguns desses alvéolos constituem câmara de reprodução – com um ovo, uma larva ou uma ninfa abrigados em cada cavidade – enquanto os outros dão origem aos favos onde é depositado o mel. Cada colmeia tem apenas uma fêmea fecunda, a rainha ou abelha-mestra (01), que pode viver até cinco anos e passa a desovar continuadamente depois de um único coito. As demais fêmeas, chamadas operárias (02), são estéreis desde o estado larvar, em virtude da sua subalimentação, encarregam-se das funções de rotina, montando guarda, mantendo as instalações em ordem, nutrindo toda a colónia e, sobretudo, saindo à procura de alimento. A colecta de pólen para a alimentação das larvas é feita com as patas traseiras, que para tanto estão dotadas de pêlos e um pequeno depósito. Já a de néctar é empreendida com a língua. Acumulando no papo, o néctar será regurgitado na colmeia e passará de boca em boca, reservando-se apenas o excedente para a conversão em mel. Todas as manhãs as primeiras operárias informam as demais sobre a posição e a distância dos objectivos florais, graças a uma linguagem dançada que foi descodificada por Karl von Frisch.  No Verão, tendo dobrado a população da colónia, metade das abelhas segue a velha rainha e parte em enxame à procura de um novo abrigo. Todas as operárias, assim que encontram novo abrigo, dão-se à produção de cera, segregada entre os anéis do abdómen, essa é estirada e modelada pelas patas traseiras durante a construção dos favos. Os machos são bem pouco numerosos e apenas cinco ou seis fornecem à rainha o esperma que ela conserva vivo numa bolsa espermática. Só os ovos não fecundados darão, partenogénese, novos machos ou zângãos (03).

(01) Abelha Rainha: É a personagem central e mais importante da colmeia. Afinal, é dela que depende a harmonia dos trabalhos da colmeia, bem como a reprodução da espécie. A rainha é quase duas vezes maior do que as operárias  e sua única função do ponto de vista biológico, é a postura de ovos, já ela é a única abelha feminina com capacidade de reprodução. A rainha consegue manter este estado de harmonia segregando uma substância especial, denominada ferormónio, a partir de suas glândulas mandibulares, que é distribuída a todas as abelhas da colmeia. Esta substância, além de informar a colónia da presença e actividade da rainha na colmeia, impede o desenvolvimento dos órgãos sexuais femininos das operárias, impossibilitando-as, assim de se reproduzirem. É por esta razão que uma colónia tem sempre uma única rainha. Caso apareça outra rainha na colmeia ambas lutarão até que uma delas morra. A rainha nasce de um ovo fecundado, e é criada numa célula especial, diferente dos alvéolos hexagonais que formam os favos. Ela é criada numa cápsula denominada realeira, na qual é alimentada pelas operárias com a geleia real, produto riquíssimo em proteínas, vitaminas e harmónios sexuais. A geleia real é o único e exclusivo alimento da abelha rainha, durante toda sua vida. A abelha rainha leva de 15 a 16 dias para nascer e, a partir de então, é acompanhada por um verdadeiro séquito de operárias, encarregadas de garantir sua alimentação e seu bem-estar. Após o quinto dia de vida, a rainha começa a fazer voos de reconhecimento em torno da colmeia. E a partir do nono dia, ela já esta preparada para realizar o seu voo nupcial, quando, então, será fecundada pelos zângãos. A rainha escolhe dias quentes e ensolarados, sem ventos fortes, para realizar voo nupcial. Para atrair os zângãos de todas as colmeias próximas, a rainha libera em pleno voo, um ferormónio sexual que é captado pelos machos a quilómetros de distância, e como voa em alta velocidade e grandes altitudes, a maioria dos zângãos não consegue acompanha-la. Assim, ela faz uma selecção natural, pois somente os machos mais fortes e rápidos conseguem segui-la. Quando finalmente os zângãos conseguem alcança-la, há o momento da cópula nupcial, onde a rainha prende o testículo do zangão, que morre gloriosamente após fecunda-la... E aí esta o grande segredo da rainha, pois ela recebe milhões de espermatozóides do zangão que ficarão em um reservatório de sémen de seu organismo, chamado espermateca. Nesta fase a rainha fica na condição de hermafrodita (fêmea e macho ao mesmo tempo) fecundada para o resto de sua vida. Ela poderá, excepcionalmente, nesta época de fecundação, realizar outros voos nupciais, caso a sua espermateca não esteja completamente lotada. O voo nupcial que a rainha faz é o único em sua vida. Ela jamais sairá novamente da colmeia, a não ser para acompanhar uma enxameação, isto é, parte de um enxame que abandona uma colmeia, para formar uma nova colónia. Ao retornar à colmeia, a rainha passa a ser tratada com atenção especial por parte das operárias, que a alimentam com geleia real, limpam seus excrementos, cuidam de sua higiene. Assim, ela sua única preocupação e a postura de ovos, para nascerem mais abelhas. Em condições favoráveis de clima e alimento (Florada), uma rainha pode botar cerca de três mil ovos por dia. Caso a rainha morra ou seja removida da colmeia, toda a colónia imediatamente perceberá sua ausência, justamente pela interrupção da produção do ferormônio que induz as abelhas ao trabalho e que informa da presença da rainha na colmeia

(02) A abelha operária é uma verdadeira “carregadora de piano”. Afinal ela é responsável por todo trabalho realizado no interior da colmeia, excepção feita à postura de ovos, actividade exclusiva da rainha. As abelhas operárias encarregam-se da higiene da colmeia, garantem o alimento e a água de que a colónia necessita, colectando pólen e néctar, produzem a cera com a qual constroem os favos, alimentam a rainha, os zângãos e as larvas por nascer e cuidam da defesa da família. Além destas actividades, as operárias ainda mantêm uma temperatura estável, entre 33º e 36ºC, no interior da colmeia, produzem e guardam o Mel que assegura a alimentação da colónia, aquecem as larvas (crias) com o próprio corpo em dias frios e elaboram a PRÓPOLIS, substância processada a partir de resinas vegetais, utilizadas para desinfectar favos, paredes , vedar frestas e fixar peças, na colmeia. A própolis possui diversas propriedades biológicas e terapêuticas. Desde a Antiguidade a própolis já era utilizada como medicamento popular no tratamento de feridas e infecções. As histórias das medicinas das civilizações Chinesa, Tibetana, Egípcia e também a Greco-Romana são ricas, todas contendo em seus escritos antigos centenas de receitas onde entram principalmente mel, própolis, larvas de abelhas e às vezes as próprias abelhas, para curar ou prevenir enfermidades. A própolis é conhecida como um poderoso antibiótico natural. Hoje a própolis é utilizada com maior frequência na prevenção e tratamento de feridas e infecções da via oral, também como antimicótico e cicatrizante. Estudos mais recentes indicam eficiente acção de alguns de seus compostos activos com acção imuno-estimulante e antitumoral.

 As abelhas operárias nascem 21 dias após a postura do ovo e podem viver até seis meses, em situações excepcionais de pouca actividade. O seu ciclo de vida normal não ultrapassa os 60 dias. Mas apesar de curta, a vida das operárias é das mais intensas. E esta actividade já começa momentos após seu nascimento, quando ela executa o trabalho de faxina, limpando, alvéolos, assoalho e paredes da colmeia. Daí a denominação de faxineira. A partir do quarto dia de vida, a operária começa a trabalhar na “cozinha” da colmeia com o desenvolvimento de suas glândulas hipofaríngeas, ela passa a alimentar as larvas da colmeia e sua RAINHA. Chamadas neste período de sua vida, que vai do 4º  ao 14º dia, de nutrisses, essas abelhas ingerem pólen, mel e água, misturando estes ingredientes em seu estômago. Em seguida, esta mistura que passou por uma série de transformações químicas, é regurgitada nos alvéolos em que existam larvas. Esta mistura servirá de alimento às abelhas por nascer. E, com o desenvolvimento das glândulas hipofaríngeas, produtoras de geleia real, as operárias passam a alimentar também a rainha, que  se alimenta exclusivamente desta substância. De nutrisses, as operárias são promovidas a engenheiras, a partir do desenvolvimento de suas glândulas cerígenas, o que acontece por volta do seu nono dia de vida. Com a cera produzida por estas glândulas, as abelhas engenheiras constroem os favos e paredes da colmeia e operculam, isto é, fecham as células que contêm mel maduro ou larvas. Além  deste trabalho, estas abelhas passam a produzir mel, transformando o néctar das flores que é trazido por suas companheiras. Até esta fase, as operárias não voam, e ficam somente na colmeia. A partir do 21º dia de vida, as operárias passam por nova transformação: elas abandonam os trabalhos internos na colmeia e se dedicam à colecta de água, néctar, pólen e própolis, e à defesa da colónia. Nesta fase, que é a última de sua existência, as operárias são conhecidas como campeiras.

(03) Se a rainha tem como única obrigação à postura de ovos, a única função dos zângãos é a fecundação das rainhas virgens. O zangão é o único macho da colmeia, não possui ferrão e, nasce dos ovos fecundados depositados pela rainha num alvéolo maior que os das abelhas operárias. Por não possuir órgãos de trabalho, o zangão não faz outra coisa a não ser voar à procura de uma rainha virgem para fecunda-la. Os zângãos nascem 24 dias após a postura do ovo e atingem a maturidade sexual azo 12 dias de vida. Vivem de 80 a 90 dias e dependem única e exclusivamente das abelhas operárias para sobreviver: são alimentados por elas, e por elas são expulsos da colmeia nos períodos de falta de alimento – normalmente no Outono e no inverno – morrendo de fome ou frio. Quase duas vezes maiores do que as operárias, a presença de zângãos numa colmeia é sinal de que há alimento em abundância, ou se muito mel. Apesar de não possuir órgãos de ataque, defesa ou de trabalho, o zangão é dotado de aparelhos sensitivos excepcionais: podem identificar, pelo olfacto ou pela visão, rainhas virgens a dez quilómetros de distância. Os zângãos costumam agrupar-se em determinados locais próximos às colmeias, onde ficam à espera de rainha virgens. Quando descobrem a “princesa”, partem todos em perseguição à rainha, para copular em pleno voo, o que acontece sempre acima dos 11 metros de altura. No voo nupcial, uma média de oito a dez zângãos conseguem realizar a cópula, ou seja os mais fortes  e  vigorosos. Eles pagam um preço muito alto pela proeza: após a cópula, seu órgão genital é rompido, ficando preso à câmara do ferrão da rainha. Logo após, o zangão morre.

O Mel, além de ser utilizado como adoçante, o mel sempre foi reconhecido devido às suas propriedades terapêuticas. De um modo geral, o mel é constituído, na sua maior parte (cerca de 75%), por hidratos de carbono, nomeadamente por açúcares simples (glicose e frutose). O mel é também composto por água (cerca de 20%), por minerais (cálcio, cobre, ferro, magnésio, fósforo, potássio, entre outros), por cerca de metade dos aminoácidos existentes, por ácidos orgânicos (ácido acético, ácido cítrico, entre outros) e por vitaminas do complexo B, por vitamina C, D e E. O mel possui ainda um teor considerável de antioxidantes (flavonóides e fenólicos). Os vários tipos de mel variam em função das plantas de onde é extraído o néctar e, também, de acordo com a localização geográfica dessas plantas e os tipos das abelhas produtoras. Por esta razão, o mel pode apresentar consistências e cores diferentes. Devido ao seu teor de açúcares simples, de assimilação rápida, o mel é altamente calórico (cerca de 3,4 kcal/g), pelo que é útil como fonte de energia. O mel é também usado externamente devido às suas propriedades antimicrobianas e anti-sépticas. Assim, o mel ajuda a cicatrizar e a prevenir infecções em feridas ou queimaduras superficiais. O mel é também utilizado largamente na cosmética (cremes, máscaras de limpeza facial, tónicos, etc.) devido às suas qualidades adstringentes e suavizantes.

A Cera é composta por ácido cerótico e palmítico, é isolante eléctrico, funde a 63/64 graus centigrados, amolece a partir dos 35 graus, e tem densidade próxima da água. É solúvel em gorduras, azeites, benzina, sulfato de carbono, terebintina, éter e clorofórmio. E muito maleável e utilizada para laminação de cera alveolada e utilizada para determinar a posição em que as abelhas deverão fundar os favos no interior da colmeia. É utilizada na fabricação de medicamentos, cosméticos, depilatórios etc... Medicinalmente, uma mascada pura destrói o tártaro dentário e depósitos de nicotina. Mascada com mel purifica as vias nasofaringeas e é muito eficiente nos casos de sinusite e asma do feno.

Para finalizar vamos falar da Colmeia. As abelhas utilizam a colmeia para abrigar sua progenitura, criá-las e guardar o mel. As abelhas domesticadas têm suas colmeias construídas em apiários. Uma colmeia geralmente possui 80 mil abelhas, cuja maioria são fêmeas (operárias). O número de fêmeas em relação aos machos é dado através do número de ouro (a proporção entre abelhas fêmeas e machos em qualquer colmeia). Nas colmeias são geradas diversas larvas, que são alimentadas pelas abelhas operárias de maneira igual. Quando uma rainha está para morrer, essas operárias escolhem entre as larvas mais fortes uma nova rainha, e esta, por sua vez, começa a ser alimentada de uma forma especial para se desenvolver mais que as outras até se tornar uma nova rainha.

 

Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro – Marinha Grande – Portugal

 

 

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