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Dia Internacional das Crianças Desaparecidas
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Trabalho e pesquisa de
Carlos Leite Ribeiro
Formatação: Iara Melo
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25 de Maio
* MADELEINE
MACCANN desapareceu em 03/05/2007 no Algarve
Portugal

Trabalho e Pesquisa de Carlos Leite
Ribeiro – Marinha Grande – Portugal
Os meninos,
meninas e adolescentes que desaparecem
estão em constante e grave perigo, e, em
muitas ocasiões, terminam sendo vítimas
de exploração e tráfico, e de outros
tipos de abusos e violações. As
primeiras horas que sucedem o
desaparecimento são vitais para garantir
a localização e proteção do
desaparecido.
A iniciativa de criar o Dia
Internacional das Crianças Desaparecidas
surgiu na sequência do rapto de uma
criança de seis anos - Etan Patz - a 25
de Maio de 1979 em Nova Iorque.
No dia 25 de Maio de 1979, uma criança
de 6 anos desapareceu em Nova Iorque. A
partir deste dia, cada ano, muitas
organizações comemoraram este dia. Em
1983 o presidente norte-americano Ronald
Reagan declarou este dia como “dia das
crianças desaparecidas”. A partir de
1986, o 25 de Maio é também comemorado
no Canadá. Paulatinamente a iniciativa
de celebrar este dia de recordação e
esperança tem-se realizado também na
Europa. Em Portugal esta data foi
assinalada pela primeira vez em 2004,
pelo Instituto de Apoio à Criança (IAC).
Numa altura em Portugal assiste com
expectativa e emoção ao caso do
desaparecimento de Madeleine, de quatro
anos, no Algarve, o Dia Internacional
das Crianças Desaparecidas e Exploradas
Sexualmente tem este ano ainda mais
impacto.
Para assinalar a data, 25 de Maio,
realiza-se na próxima sexta-feira, no
novo auditório da Assembleia da
República, um seminário dedicado a esta
problemática. Além de vários
representantes políticos e juristas
nacionais, estarão também presentes o
presidente do Grupo Especialista em
Crimes contra Menores, da Interpol, e a
dirigente da Federação Europeia das
Crianças Desaparecidas.
Data assinalada de olhos postos em
Portugal...
O Dia Internacional das Crianças
Desaparecidas
http://www.oprimeirodejaneiro.pt/
Na véspera de se assinalar o Dia
Internacional das Crianças
desaparecidas, Portugal está no centro
das atenções mediáticas pelo pior
motivo: o desaparecimento de uma criança
britânica no Algarve.
Madeleine McCann, que entretanto
completou quatro anos, desapareceu no
passado dia 3 de uma moradia num
aldeamento turístico na Praia da Luz, no
Algarve, onde dormia com os dois irmãos
mais novos enquanto os pais jantavam num
restaurante nas imediações. Duas semanas
depois, o desaparecimento mais mediático
de uma criança em Portugal continua por
esclarecer, apesar de as autoridades
terem constituído até agora pelo menos
um arguido no inquérito ao caso. Este
caso está a ser seguido por cidadãos de
todos os cantos do mundo, chamando a
atenção para Portugal, país que amanhã,
Dia Internacional das Crianças
Desaparecidas, recebe vários
especialistas nacionais e estrangeiros
na II Conferencia Europeia sobre
Crianças Desaparecidas e Exploradas
Sexualmente, organizado pelo Instituto
de Apoio à Criança. A debater esta
matéria no novo auditório da Assembleia
da República, em Lisboa, vai estar o
presidente do Grupo Especialista em
Crimes Contra Menores da Interpol,
representantes do Centro Internacional
de Crianças desaparecidas e exploradas (ICMEC)
e da Federação Europeia das Crianças
Desaparecidas e o coordenador do
Departamento de investigação Criminal da
Policia Judiciária do Funchal, entre
outros.
O Dia Internacional das Crianças
Desaparecidas surge na sequência do
rapto de uma criança de seis anos – Etan
Patz – a 25 de Maio de 1979 em Nova
Iorque. Nos anos que se seguiram, varias
organizações começaram a assinalar esta
data, mas só em 1983 o presidente dos
Estados Unidos declarou o dia 25 de Maio
como dedicado às crianças desaparecidas.
Três anos mais tarde, esta data conheceu
dimensão internacional. Na Europa, foi
em 2002 que este dia foi assinalado pela
Child Focus, uma organização europeia
não-governamental criada no seguimento
do caso Dutroux das duas meninas
desaparecidas na Bélgica em 1998. Esta
ONG tem no seu comité de Honra a rainha
Paola da Bélgica, que pertence ainda ao
comité de Honra do ICMEC, juntamente com
a rainha Solvia da Suecia, Suzanne
Moubarak, Bernadette Chirac, Laura Bush
e a mulher do presidente da Comissão
Europeia, Margarida Sousa Uva. Em 2003
as iniciativas fizeram-se sentir em
França, Holanda, Reino Unido, Republica
Checa, Polónia e Bélgica e em 2004 a
comemoração chegou a Portugal.
Iniciativa:
Objectivos...
O objectivo é encorajar a população e a
Comunicação Social a reflectir sobre as
crianças que foram dadas como
desaparecidas na Europa e no mundo e
também levar as autoridades a reflectir
na prevenção e nas estratégias a criar,
em colaboração com as entidades
responsáveis pela educação, justiça e
segurança.
Dia Internacional da Criança
Desaparecida assinala-se hoje
http://jpn.icicom.up.pt/2006/05/25/
Fugas e raptos parentais são as
situações mais comuns em Portugal. UE
quer lançar número único para casos de
crianças desaparecidas.
Desde que foi criada a Linha Verde do
Instituto de Apoio à Criança (IAC) e até
final de 2005, foram reportados 48
desaparecimentos de crianças e jovens em
Portugal - 23 eram do sexo masculino e
25 do sexo feminino. Hoje, quinta-feira,
comemora-se o Dia Internacional da
Criança Desaparecida.
A maior parte dos desaparecimentos
devem-se a "fugas" e a "raptos
parentais", afirma Alexandra Simões,
coordenadora do Serviço SOS Criança do
IAC, única organização portuguesa que
integra a Federação Europeia para as
crianças desaparecidas e exploradas
sexualmente. Para além dos casos de fuga
e raptos pelos pais, constatou-se também
três raptos por terceiros.
A Linha Verde do IAC (acessível pelo
número 1410) funciona desde 25 de Maio
de 2004, ano em que se assinalou o Dia
Internacional da Criança Desaparecida
pela primeira vez em Portugal, e
destina-se exclusivamente à denúncia de
desaparecimentos.
Alexandra Simões esclarece que "o
fenómeno do desaparecimento implica
cinco conceitos: a fuga, o rapto por
terceiros ou o rapto parental (situação
de conflito entre progenitores em que um
toma a criança sem consentimento e sem
qualquer medida legal), situações de
crianças perdidas e ou feridas e a
situação das crianças migrantes não
acompanhadas". "Este é um fenómeno com
que nos confrontamos nas nossas cidades
e diz respeito à mendicidade, sobretudo
com crianças de Leste", acrescenta.
Neste momento está em investigação o
desaparecimento de 20 menores, cujo
rasto se perdeu na área da Grande Lisboa
já este ano. À lista somam-se os oito
menores que a Polícia Judiciária não
conseguiu encontrar em 2005 e ainda seis
desaparecidos que as autoridades não
conseguem localizar há mais de uma
década.
"Temos estado a trabalhar este ano no
lançamento do directório internacional
das organizações não governamentais no
âmbito das crianças desaparecidas e
exploradas sexualmente", explica a
coordenadora do SOS Criança. "É um
directório internacional na Internet - o
'Childoscope' - onde as pessoas podem
encontrar infomação sobre 22 países que
prestam apoio psicológico, social e
júridico às familias e vítimas desta
situação", elabora.
"O IAC é responsável pela organização do
'site' 'Childoscope' em Portugal. Uma
das funções [do IAC] é tentar encontrar
novos parceiros para apoiar as crianças
desaparecidas, para além de ser
coordenador deste projecto juntamente
com a Bélgica, a Áustria e a Noruega",
afirma Alexandra Simões.
UE lança linha 116
O Dia Internacional das Crianças
Desaparecidas foi a data escolhida para
Comissão Europeia anunciar que pretende
criar um número de telefone único, o
116, que servirá especificamente para
centralizar a informação sobre crianças
desaparecidas e exploradas sexualmente.
"Um número de telefone único permitiria
aos pais, às testemunhas e às crianças o
acesso rápido a um serviço de ajuda",
afirmou o Comissário Europeu da
Segurança, Liberdade e Justiça, Franco
Frattini.
Durante 2005 desapareceram em Itália
1850 menores e na Bélgica foram
registados 1022 desaparecimentos.
A Comissão Europeia assinala o Dia
Internacional das Crianças Desaparecidas
adoptando por símbolo a flor de
miosótis, que é conhecida em inglês por
"forget me not" ("não te esqueças de
mim").
Gina Macedo
Dia Internacional das Crianças
Desaparecidas – 25 de Maio
Nos Estados Unidos várias organizações
começaram a assinalar esta data a partir
de 1979, quando uma criança foi raptada,
no entanto só em 1983 é que os EUA
oficializaram esta data.
http://www.mundodacrianca.co.pt/
A Coordenadora da linha SOS, Alexandra
Simões, alerta neste dia, dirigindo-se
aos órgãos de comunicação social, que
por detrás de um desaparecimento de uma
criança pode estar um crime, como um
rapto ou um sequestro. Por isso, apesar
de muitas crianças fugirem de casa e
voltarem pouco tempo depois, todos os
cuidados são poucos. E as nossas
crianças, adianta, estão mais expostas
ao risco, justificando que a sociedade
não está atenta e a lei não as protege.
A internet continua a ser um meio de
alto risco, refere a psicóloga, pois os
mais novos são ludibriados para
encontros com pessoas desconhecidas. Em
todos os contextos, “Os pais têm de
estar atentos e actuar na prevenção”.
Para evitar comportamentos de risco, o
Instituto de Apoio à Criança (IAC) está
a lançar uma campanha de sensibilização
para o perigo da Net.
O IAC - SOS Criança, em 25 de Maio de
2004, criou a linha telefónica gratuita,
1410 destinada à problemática da Criança
Desaparecida. Feitas as contas, de 25 de
Maio de 2004 até final de 2005, a linha
1410, IAC-SOS Criança Desaparecida,
recebeu e acompanhou um total de 48
casos relativos ao desaparecimento de
Crianças.
Um dia assinalado em todo o mundo
Nos Estados Unidos várias organizações
começaram a assinalar esta data a partir
de 1979, quando uma criança foi raptada,
no entanto só em 1983 é que os EUA
oficializaram esta data.
Neste âmbito, criou-se a Federação
Europeia para as Crianças Desaparecidas
e Exploradas Sexualmente, (European
Federation for Missing and Sexually
Exploited Children), sendo oficialmente
apresentada a 4 de Maio de 2001, no
Parlamento Europeu. O Instituto de Apoio
à Criança foi a única organização
portuguesa convidada a integrar esta
Federação.
Na Europa, em 2002 este dia foi
assinalado pela Child Focus, ONG belga
parceira do IAC, e contou com o
patrocínio de sua Alteza a Rainha dos
Belgas. No ano seguinte, outros países
juntaram-se à iniciativa Portugal,
França, Holanda, República Checa,
Polónia, Alemanha e Reino Unido.
O Instituto de Apoio à Criança assinala
o Dia 25 de Maio a partir de 2003.
O propósito da data é:
- Encorajar a população a reflectir
sobre todas as crianças que foram dadas
como desaparecidas na Europa e no Mundo;
- Espalhar uma mensagem de esperança e
solidariedade a nível nacional e
internacional para com os pais e
famílias que vivem este problema;
- Sensibilizar as entidades
responsáveis, nomeadamente na áreas da
Educação, Social, Justiça e Segurança a
reflectir sobre a prevenção e
estratégias a implementar no sentido de
erradicar o fenómeno.
Uma das iniciativas partilhadas no seio
da Federação Europeia das Crianças
Desaparecidas e Exploradas Sexualmente,
é a utilização de um mesmo símbolo: a
Flor de Miosótis, vulgarmente conhecida
por “Não Me Esqueças”.
A lei
As lacunas existentes na actual lei não
permitem prevenir o desaparecimento dos
menores, considera a técnica da Linha
SOS Criança Desaparecida. E dá exemplos:
quando uma criança filha de pais
separados é levada pelo progenitor que
não é detentor da guarda judicial da
criança, não estamos perante um crime.
Ou seja, o rapto parental é apenas um
desrespeito do exercício do poder
paternal, mesmo que a criança nunca
volte a aparecer.
Sem qualquer protecção estão as crianças
emigrantes que caem na mendicidade. Uma
espécie de "crianças de ninguém", pois
algumas são abandonadas pelos pais e não
constam de qualquer estatística, nem cá
nem muitas vezes nos países de origem.
Como a mendicidade infantil não é crime,
não há registos, nem sinalização de
eventuais casos. "Quem as procura se
ninguém sabe que desapareceram?"
A coordenadora da Linha SOS Criança
considera que a abertura das fronteiras
"apanhou os países sem mecanismos que
previnam estes fenómenos". E lançou
novas questões, muitas em discussão na
Europa.
Dia Internacional da Criança
Desaparecida
http://populo.weblog.com.pt/
Uma criança que desaparece de ao pé dos
pais é um acontecimento vulgar. Andamos
a passear com ela, de mão dada, mas por
qualquer motivo solta-se, fica debaixo
do nosso olhar por uns momentos e depois
dá uma corrida e… já ali não está ! É
possivel que haja pais que nunca tenham
passado por este pequeno susto, mas a
esmagadora maioria conhece-o. São
pequenas histórias que acabam bem, com
ralhetes ou uma palmada, e a promessa
exigida de que “nunca mais vais fazer
isso!”
Eu passei por esse susto diversas vezes.
Às vezes na praia, outras em Centros
Comerciais, onde não é nada agradável
descobrir um bisnico pequenito que foi
atrás de qualquer coisa, mas o susto
maior de todos passou-se tinha ele menos
de 3 anos.
Foi no fim de o Verão, estava muito
calor ainda. Como íamos sair os dois, eu
depois de chegar a casa decidi ir tomar
um duche para ficar mais fresca. Quando
saí da casa-de-banho chamei-o, para o
ter já preparado quando eu própria
estivesse arranjada e não houve
resposta. Uma amiga que estava lá diz-me
que ouviu bater a porta mas ele não pode
ter saído, pois não? Pois tinha! Abriu a
porta e pôs a andar!
Olhando agora para trás tenho a
convicção de que esse foi o dia pior da
minha vida. Porque aquela coisinha
pequenina que ainda nem falava bem, não
sabendo o nome completo e muito menos
onde morava, andou desaparecido durante
umas cinco horas! Senti-me morrer mil
vezes. O pai foi chamado de urgência,
chamamos amigos, batemos o bairro de
ponta a ponta, andamos de foto na mão a
mostrar a toda a gente, e o tempo a
passar e a noite a cair… Cinco horas
depois, do Governo Civil dizem-nos que
um menino tinha sido levado a uma
esquadra ( e longe do meu bairro) porque
parecia perdido. Era ele! O pesadelo
tinha acabado.
Dizem-nos que só no ano passado, houve
mais de mil queixas de crianças
desaparecidas. O grosso desses
desaparecimentos refere-se a
adolescentes, e são “pequenas fugas” por
motivos aparentemente fúteis – más
notas, namoros. Mas há casos
gravíssimos, de alguns que não voltam
mesmo, como foi retratado no filme
Alice.
É curioso a frase de um investigador
destes casos: «tão complicada quanto a
busca do desaparecido pode ser a
preparação da família para o receber»,
porque voltando ainda à minha
experiência pessoal, enquanto o
procurava ia pensando «quando o apanhar,
dou-lhe cá uma tareia!» e afinal quando
finalmente o vi e ele correu para mim de
braços abertos só o abracei com tanta,
tanta força como se o quisesse voltar a
guardar dentro de mim. Aí estava em
segurança…
Mas eles têm de crescer e voar sozinhos.
Emiéle
O comissário europeu de Segurança,
Liberdade e Justiça anunciou a intenção
de criar um número de telefone único na
União Europeia para centralizar a
informação sobre casos de
desaparecimento.
http://www.educacionenvalores.org/
Oficializado na União Europeia em 2002,
o Dia Internacional das Crianças
Desaparecidas assinala-se hoje também em
Portugal, para relembrar uma realidade
que preocupa o Mundo. Neste sentido,
Franco Frattini, comissário europeu de
Segurança, Liberdade e Justiça,
comunicou a intenção de lançar um número
de apoio único para todos os países da
União Europeia, à semelhança do que já
acontece com o 112, de modo a facilitar
a investigação e a circulação de
informação sobre as crianças
desaparecidas.
Para Alexandra Simões, coordenadora do
Departamento de Crianças Desaparecidas
do Instituto de Apoio à Criança (IAC), a
criação de uma linha de apoio único na
Europa é um passo muito importante, que
demonstra o progresso que as 19
instituições e os 15 países que fazem
parte da Federação Europeia para as
Crianças Desaparecidas e Exploradas
Sexualmente (FECDES) fizeram nos últimos
anos.
"Na Europa, como não há fronteiras, as
crianças transitam de país para país sem
serem necessários quaisquer documentos,
o que facilita, de certa forma, a
actividade das redes de tráfico. Por
isso, faz todo o sentido que haja um
número comum a todos os países da
Europa", afirma Alexandra Simões,
manifestando a esperança de que a linha
seja lançada ainda durante este ano.
Em Portugal, a linha verde SOS Criança
Desaparecida, do IAC, está disponível
através do número 1410. Desde Maio de
2004, já acompanhou um total de 48 casos
de desaparecimentos de crianças e
jovens, 23 do sexo masculino e 25 do
sexo feminino. Quatro casos revelaram-se
falsos e 22 destas crianças ou jovens
acabaram por aparecer. Na maioria das
vezes, o desaparecimento deve-se a rapto
parental ou fuga, embora tenham sido
registados três casos de rapto por
terceiros. Do total de desaparecidos,
vinte tinham entre os 12 e os 17 anos de
idade, catorze entre 1 e 5 anos e sete
entre os 6 e os 11 anos.
O dia que hoje se assinala visa lembrar
todas as crianças que foram dadas como
desaparecidas, divulgar uma mensagem de
esperança e solidariedade para com as
famílias afectadas e sensibilizar as
entidades responsáveis a reflectir sobre
estratégias de prevenção e combate.
Alexandra Simões adianta que a primeira
intervenção de sensibilização será feita
ao nível das escolas, junto de
professores, pais e alunos. "A realidade
da Internet para as crianças é muito
diferente da ideia que os pais fazem
dela, já que a grande maioria nem sabe
trabalhar com um computador. Duas das
nossas primeiras iniciativas serão
relacionadas com a segurança na
Internet", afirma a responsável.
O IAC partilha com a FECDES a utilização
do mesmo símbolo, a Flor de Miosótis,
vulgarmente conhecida por "Não Me
Esqueças".
Trabalho e Pesquisa de Carlos Leite
Ribeiro – Marinha Grande – Portugal

*AJUDE A ENCONTRAR:
Nome: Madeleine
Beth Mccann
Filiação: Gerald Patrick Mccann e Kate Marie
Healy
Nacionalidade: Reino Unido
Naturalidade: Leicester
Data de nascimento: 12/05/2003
Passaporte: 453847661 – Reino Unido
Data de emissão: 04/08/2003
Data de validade: 04/08/2008
Descrição Física:
Sexo: Feminino
Altura: 90 cm
Cabelo: castanho claro/louro, liso, pelos
ombros
Olhos: olho esquerdo azul e verde, olho
direito verde com mancha castanha na íris.
Sinais particulares: Pequeno sinal na pele, de
cor castanha, no gémeo da perna esquerda.
Vestuário:
Na data do desaparecimento, vestia pijama de
calças brancas com motivos florais, e parte
superior de manga curta, com predominância de
cor de rosa e na frente uma figura de um
“jumento” de cor azul e cinza, com a inscrição “EEYORE”.
Informações complementares:
Desapareceu em 03/05/2007, pelas 22H40, do Ocean
Club, Praia da Luz, Lagos, local onde passava
férias com os pais. O desaparecimento ocorreu
numa altura em que a criança estava sozinha no
apartamento.
Departamento de Investigação Criminal de
Portimão da Polícia Judiciária
Rua Pé da Cruz, 2, 8500-640 Portimão
Telefone: 282 405 400
Piquete: 282 427 671
Fax: 282 412 763
E-mail: dic.portimao@pj.pt
ou
para qualquer serviço de piquete da Polícia
Judiciária.

FORMATAÇÃO E ARTE: IARA MELO
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