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 Dia Mundial da Asma
 

03 de Maio de 2011
 

 

 

Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro

 

Formatação: Iara Melo

 

 

A asma é a doença crónica mais comum no mundo inteiro, e a sua prevalência continua a aumentar, sobretudo nas crianças. Sem um acompanhamento adequado, uma pessoa com asma pode necessitar de faltar ao emprego ou à escola, ter limitações na sua actividade física, ou mesmo precisar de tratamento urgente ou internamento hospitalar. Felizmente, é actualmente possível para o asmático, através de um diagnóstico precoce, acompanhamento médico e tratamento adequados, ter uma vida activa e praticamente sem restrições. A Asma é uma doença inflamatória crónica das vias respiratórias, com dois componentes principais:

          Constrição: é a contracção exagerada / aperto dos músculos à volta das vias aéreas.
          Inflamação: é o edema / inchaço das vias aéreas.

        A constrição e inflamação provocam diminuição do calibre das vias aéreas, o que origina os sintomas, tais como pieira, tosse, aperto no peito ou dificuldade respiratória.
Para além disso, crê-se que a evolução da asma sem ser tratada leva a perda progressiva e a longo prazo da função pulmonar. Quando um doente asmático é exposto a um factor desencadeante, as vias aéreas ficam mais inflamadas e inchadas do que o habitual, o que torna a respiração mais difícil. Para além disso, há a constrição e acumulação de muco nas vias aéreas, o que compromete ainda mais o seu calibre. Vários factores desencadeantes podem provocar um agravamento da asma, tais como alergias, infecções, cheiros intensos ou fumos, com que o asmático entra em contacto, quer em casa, quer no seu ambiente de trabalho. Uma vez exposto a um desencadeante, o doente pode ficar mais sensível a outros tipos de desencadeantes, pelo que é necessário tê-los em conta na actividade diária. A inflamação está em muitos casos sempre presente, mesmo quando o doente não apresenta sintomas. O Dr. Pierre narra que a asma é a única doença crónica tratável que aumenta em prevalência e em número de internações no ocidente. Este aumento não apresenta diferenças referentes às classes sócio económicas. Segundo o médico, a prevalência varia de 3 a 7 por cento da população geral, havendo variação deste índice de região para região e de país para país. "Em 1995, nos Estados Unidos, dados do The National Heart, Lung and Blood Institute (NHLBI) estimavam em 14,9 milhões o número de pacientes com asma e mais de 1,5 milhão de visitas a serviços de emergência", especifica o Dr. Pierre. O risco de desenvolver a doença, de predominância genética, está relacionada à sua presença nos pais. "Se um dos pais sofre de asma, o risco da criança desenvolver asma é de 25 por cento. Se ambos os pais são asmáticos, esta taxa pode alcançar 50%", explica o Dr. Pierre. Outra característica predominante da asma é que, em 50 por cento dos casos, ela aparece antes dos dez anos de idade. "Nos jovens há predomínio do sexo masculino, variando entre 3 meninos para cada 2 meninas e 2 meninos para cada menina. Entre os 12 e 14 anos, a predominância se equivale entre os sexos, passando a predominar no sexo feminino na idade adulta", relata o especialista, que acrescenta: "Por outro lado, 25 por cento dos casos iniciam-se após os 40 anos, quando predomina o sexo feminino. Em muitos pacientes, principalmente naqueles em que a doença iniciou-se antes dos 16 anos, pode ocorrer regressão espontânea (de 30 a 50 por cento dos casos)". O Dr. Pierre conta que vários estudos sobre prevalência da asma demonstram sua preponderância na infância, atingindo cerca de 8 a 10 por cento da população, com um declínio nos adultos jovens, alcançando de 5 a 6 por cento das pessoas. Ocorre, depois, uma segunda elevação da prevalência no grupo maior de 60 anos, chegando a índices que variam de 7 a 9 por cento.  Cabe ressaltar que, segundo o Dr. Pierre e seus estudos sobre o tema, a prevalência da asma vem aumentando nos Estados Unidos desde o início da década de 80, independentemente da idade, sexo e grupos raciais, embora haja diferenças na prevalência entre raças e grupos sociais. Isso se deve, em parte, às influências ambientais, que são múltiplas, segundo ele, e diferentes de acordo com o país. "Nos países industrializados, a prevalência aumenta 50 por cento a cada dez anos", diz. Conforme suas pesquisas, a influência do ambiente é evidente na urbanização das crianças africanas Xhosa do Transkei, na África do Sul: "Quando estas migram do campo para a periferia da Cidade do Cabo, a prevalência da asma aumenta de 0,15 para 3,2 por cento". O Dr. Pierre demonstra, através de seus estudos, uma associação entre alta morbidade/mortalidade e áreas geográficas de baixo perfil sócio - económico. "Áreas de pobreza tendem a apresentar grande densidade populacional com um número maior de habitantes por domicílio, e elevada concentração de habitantes por prédio, havendo intensa exposição aos alérgicos da barata, de gatos e de fungos (mofo)".  Nos EUA a asma é responsável por 500 mil internamentos hospitalares por ano, sendo uma das doenças crónicas mais comuns em todas as idades, e a mais frequente doença crónica na infância. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), ocorreram 180 mil mortes por asma em 1997, das quais 4.360 ocorreram nos Estados Unidos.

Fonte: Organização Mundial de Saúde (OMS)

Prevenção
Segundo dados do PEA, é preciso estar atento aos sinais da crise de asma e, principalmente, que o paciente esteja bem orientado a respeito das suas crises, para que se mantenham calmos. Se possível, descobrir a causa desta crise e afastar o motivo, iniciar prontamente a medicação indicada pelo médico. Vale colocar a pessoa em local tranquilo e distraí-la, assim como fazer exercícios de relaxamento. Ingerir líquidos também ajuda. De acordo com a evolução da crise, se não houver melhora com a medicação, levar a pessoa para um atendimento de emergência. O principal sinal de alarme é a falta de ar importante, com respiração difícil, entrecortada e ofegante, suores e temperatura baixa, dificuldade em falar, caminhar e alimentar-se, alteração da postura (o paciente não consegue deitar-se e costuma ficar sentado), tosse molesta, batimento das asas do nariz, uso da musculatura do pescoço e do peito para respirar, lábios e unhas roxas ou azuladas, pouca melhora com a medicação inicial e a medida do sopro (peak flow) apresentando índice abaixo de 50% do previsto. O PEA alerta para que os pacientes e familiares estejam atentos ao que chamam de 'gatilho': tudo aquilo que puder provocar uma crise de asma, actuando sobre vias aéreas sensíveis. Normalmente, a alergia é a causa desencadeante mais comum. "No Brasil, é mais frequente a sensibilização por poeira domiciliar e por ácaros. Na verdade, o que se chama poeira domiciliar compreende um acúmulo de matérias (vivas ou inertes) como fibra de tecidos, restos alimentares, fragmentos e fezes de baratas, escamas de pele humana e animal, pólens, insectos, ácaros, bactérias e fungos. Tudo isso torna a poeira o alérgico mais importante para o aparelho respiratório", explicam os autores do PEA. Eles também citam os ácaros como 'gatilho' importante, assim como os animais domésticos, em especial cães e gatos, não só por causa do pêlo, mas também em função da saliva e da urina. É preciso estar atento também para os mofos e bolores, condições climáticas, infecções respiratórias, exercícios físicos, alguns medicamentos, como aspirina e anti-inflamatório, aditivos alimentares, fumaça de cigarro, perfumes e outros odores activos, ar frio, e poluição, entre outros factores mais raros. Para prevenir a asma, portanto, é necessário manter a casa limpa e livre de poeira e ácaros, evitar roupas e cobertores de lã, evitar ter animais de pêlo e pena dentro de casa, não fumar nem permitir que fumem perto do paciente.

Tratamento
De acordo com o PEA, os tratamentos para a asma são feitos com medicamentos de dois grupos: aqueles usados em crises e que combatem os sintomas, utilizando-se de broncodilatadores e anti-inflamatório e aqueles usados para prevenção. O tipo do tratamento também varia de acordo com o tipo da crise. "Cada pessoa é uma pessoa, cada crise é uma crise e o tratamento vai ser diferente de acordo com a ocasião de vida do paciente", explicam os especialistas, que recomendam, sob qualquer circunstância, contar com o apoio e indicações do médico e evitar repetir receitas caseiras de amigos ou balconistas de farmácia. Os resultados preliminares de um estudo de prevalência da asma vão ser apresentados hoje, em conferência de imprensa, no âmbito das iniciativas que a Associação Portuguesa de Asmáticos (APA) programou para o Dia Mundial da Asma. O estudo conduzido por Henrique Barros, epidemiologista na Faculdade de Medicina do Porto, incidiu sobre a população estudantil do Distrito do Porto e teve um universo com mais de 10 mil indivíduos.

A apresentação dos resultados vai decorrer no Serviço de Higiene e Epidemiologia da Faculdade de Medicina do Porto e terá início às 12 horas. Também durante o Dia Mundial da Asma, a APA vai distribuir questionários a sócios da associação e doentes asmáticos utentes de 10 Centros de Saúde da Zona Norte, no âmbito do estudo "Lidar Melhor Com a Asma".  Segundo Josefina Rodrigues, imuno-alergologista e vice-presidente da APA, "os resultados destes inquéritos vão ser um instrumento útil para avaliar a opinião dos doentes na sua relação com a patologia, principalmente quanto ao seu controlo".
Por outro lado, o espaço da Loja do Cidadão nas Antas será utilizado pela APA para a distribuir e divulgar informação sobre a doença, o tratamento e as formas de controlo. Ao mesmo tempo, as farmácias, a nível nacional, vão receber informação sobre a asma e a associação. A asma continua a ser uma das doenças crónicas mais prevalentes a nível mundial, afectando já 150 milhões de indivíduos. A vice-presidente da APA sublinha que se trata de "uma doença cuja prevalência está a aumentar de forma assustadora". Para a imuno-alergologista, "tem sido necessário chamar a atenção das entidades competentes para que esta doenças seja considerada uma doença prioritária nos cuidados primários de saúde".

Combinação terapêutica anti-inflamatória reduz sintomas de asma
Os resultados de dois novos estudos sobre a utilização de terapêuticas anti-inflamatórias na redução dos sintomas da asma foram publicados na revista Thorax.  De acordo com os resultados da investigação, a associação do montelucaste aos corticosteróides diminui significativamente as crises provocadas pela doença crónica que afecta 600 mil portugueses.

Lisboa, 11 Março - O montelucaste, um antagonista dos receptores dos leucotrienos, aumenta o controlo eficaz dos sintomas da asma nos doentes medicados isoladamente com corticosteróides inalados. Esta é a principal conclusão de dois estudos de grande dimensão, que envolveram mais de 1500 doentes, e que foram publicados esta semana na revista Thorax, publicação da Sociedade Torácica Britânica.  A asma afecta 5 por cento da população adulta portuguesa e 11 por cento das crianças. Desta forma, estima-se que 600 mil portugueses tenham esta doença. No total, estima-se que esta patologia afecte entre 100 e 150 milhões de pessoas em todo o mundo.  A sub-utilização das terapêuticas prescritas, incluindo a má adesão ao tratamento, contribui significativamente para um controlo insuficiente da asma. Os custos da patologia devem-se na maior parte dos casos ao mau controlo da doença, e é provável que subam à medida que a sua prevalência e gravidade aumentam. Neste sentido, a optimização do controlo da asma poderia reduzir significativamente os seus custos.  Estima-se que os custos económicos da asma a nível mundial ultrapassem os da tuberculose e da SIDA em conjunto. No nosso país, e de acordo com um inquérito de 2001, 49 por cento dos doentes tiveram pelo menos um ataque de asma que obrigou a observação médica (com ou sem urgência) nos 6 meses anteriores. Segundo a mesma fonte, 21 por cento dos doentes faltaram ao trabalho nos 6 meses anteriores devido a episódios de asma. O primeiro estudo, o COMPACT, demonstrou que o montelucaste, associado a 800mg/dia do corticosteróide inalado budesonido, proporcionou um controlo da asma pelo menos tão eficaz como o tratamento isolado com budesonido 1600mg/dia. Por outro lado, a associação terapêutica garantiu um início de acção mais rápido, demonstrado na melhoria da função respiratória, do que a duplicação da dose do corticosteróide.  Os principais resultados do COMPACT, que incluiu indivíduos entre os 15 e os 75 anos de idade, revelam ainda que a terapêutica combinada montelucaste/budesonido reduziu em 81,3 por cento a média de despertares nocturnos resultantes de sintomas de asma, e garantiu 93 por cento de dias sem exacerbações até ao final do estudo. O COMPACT contou com a participação de três centros nacionais: o Serviço de Pneumologia e a Unidade de Imunoalergologia do Hospital de S. João do Porto e o Serviço de Pneumologia do Centro Hospitalar de Coimbra.  No segundo estudo, o CASIOPEA, a mesma associação, independentemente da dose do corticosteróide inalado, resultou na redução de 35 por cento nos dias com exacerbações quando comparada com o tratamento isolado de budesonido. Nos doentes que receberam o montelucaste, a média de dias sem sintomas foi 56 por cento mais elevada. Neste estudo, foram incluídos adultos entre os 18 e os 70 anos de idade. A eficácia do montelucaste e do budesonido no controlo dos sintomas da asma é o resultado da incidência nas diferentes vias de inflamação. No caso do montelucaste, o tratamento incide na via inflamatória mediada pelos leucotrienos, bloqueando os seus receptores, que os corticosteróides não conseguem atingir. De acordo com David Price, da Universidade de Aberdeen, "as directivas terapêuticas da Global Initiative for Asthma reforçam o facto de que a asma é uma doença inflamatória e que a aproximação terapêutica correcta deve ser o tratamento da inflamação subjacente". E acrescenta: "estes estudos mostram que utilizando SINGULAIR em associação ao CI podemos tratar a inflamação de forma mais abrangente, através do bloqueio de uma via inflamatória crítica, a dos leucotrienos, que não parece ser afectada pelos corticosteróides, ajudando a melhorar o controlo da asma."

11 de Março
71 por cento dos doentes consideram que a asma afecta demasiado a sua vida
"Lidar com a asma" é o resultado de um inquérito promovido pela Associação Portuguesa de Asmáticos. Um retrato da qualidade de vida dos asmáticos portugueses, dos seus problemas e das suas necessidades. Os resultados são uma realidade muito distante dos objectivos traçados pela Organização Mundial de Saúde para o tratamento de uma doença que afecta, entre crianças e adultos, 600 mil portugueses.
          Lisboa, 2 de Maio - Mais de 70 por cento dos asmáticos portugueses consideram que a asma afecta demasiado a sua vida. Esta é uma das conclusões principais do inquérito efectuado a um grupo de doentes asmáticos em Portugal, e que vão ser divulgadas amanhã em conferência de imprensa, a assinalar o Dia Mundial da Asma. "Lidar com a asma" é uma iniciativa da Associação Portuguesa de Asmáticos (APA), que teve como objectivo "conhecer as opiniões e os problemas dos asmáticos sobre os cuidados de saúde que recebem".  Neste sentido, a APA considera que Portugal ainda está longe de atingir os objectivos de tratamento que a Organização Mundial de Saúde definiu. Entre eles, atingir e manter o controle dos sintomas ou reduzir os números de visitas de emergência ao médico e/ou hospital. Sobre este ponto de vista, o estudo revela que 49 por cento dos inquiridos têm dificuldade em dormir por causa da asma e que o mesmo número teve pelo menos uma crise no último ano que obrigou a observação médica de urgência.  As guidelines traçadas pela OMS previam também a redução dos episódios da asma e o uso mínimo da terapêutica de alívio com os agonistas-b2. Segundo os resultados do inquérito, 64 por cento dos doentes asmáticos em Portugal acham que a medicação não controla os sintomas da asma, enquanto que 34 por cento consideram que utilizam demasiado os inaladores como terapêutica de alívio. Segundo Marianela Vaz, Presidente da APA, "a prevalência da asma duplicou nos últimos quinze anos nos países desenvolvidos". Actualmente em Portugal, 11 por cento das crianças sofrem com a patologia, enquanto que 5 por cento da população adulta é asmática. Isto é, 600 mil indivíduos são afectados pela doença. Marianela Vaz defende também que é necessário "aumentar a qualidade de vida do doente, reduzindo o absentismo escolar e profissional associados e diminuindo os custos tanto para os doentes como para a sociedade. É que a asma é uma doença com elevados custos porque é necessária medicação permanente em mais de 70 por cento dos casos."

Dia Mundial da Asma
Auto-controle da doença é essencial à recuperação. A maioria dos doentes com asma moderada a grave pode ser tratada e fazer uma vida sem limitações, desde que possam auto-controlar a doença, dizem os especialistas. O coordenador do Programa Nacional de Controlo da Asma, António Bogalho de Almeida, especificou que, "com a medicação adequada, a esmagadora maioria dos doentes podem recuperar" e que apenas cinco por cento dos casos "permanecem como situações de recuperação muito complicada". Sem cura e por vezes fatal, a asma é um processo inflamatório nos pulmões caracterizado por uma respiração com chiadeira, falta de ar, opressão torácica e tosse, estimando-se que afecte entre 500 a 600 mil portugueses, dos quais 30 por cento têm-na em forma moderada ou grave. Bogalho de Almeida disse à Agência Lusa que a doença afecta cinco por cento dos adultos e 11 por cento de crianças e jovens, com tendência para um aumento do número de casos. Segundo a Sociedade Portuguesa de Pneumologia, o custo económico da doença é considerável, tanto em custos médicos directos como urgências, internamentos hospitalares e medicamentos, como custos indirectos, patentes no absentismo laboral e escolar e na morte prematura do doente. Embora o Programa Nacional de Controlo da Asma, em vigor desde 2001, não possua mecanismos de avaliação das acções desenvolvidas na informação ao doente e na actualização dos médicos de clínica geral, António Bogalho de Almeida afirmou que a sua percepção é de que diminuiu o número de internamentos hospitalares associados à doença.  A título de exemplo, o médico referiu que há cinco anos a asma era a primeira causa de internamento no balcão de mulheres do Hospital de Santa Maria e que actualmente é a quarta.
No dia de hoje, a Associação Portuguesa de Asmáticos quer reivindicar uma maior comparticipação para todas as terapêuticas da asma e considera "incompreensível e inaceitável" que o actual Governo tenha revogado a portaria 393/2005.
Esta decisão irá resultar na retirada da comparticipação aos medicamentos combinados para asmáticos como corticóides inalados e bronco- dilatadores de longa duração.
Fonte: Associação Portuguesa de Asmáticos

Fungos Agravam Asma em Adultos
A sensibilização a fungos e não a pólens ou pelos de animais pode ser a causa dos casos mais graves de asma em adultos, afirma um estudo publicado na revista British Medical Journal. O estudo envolveu 1132 pessoas com sintomas asmáticos com idades entre os 20 e os 44 anos. "Os asmáticos afectados por fungos e bolores correm 2 a 3 vezes mais risco de sofrer de uma forma grave de asma", disse Mahmoud Zuriek, epidemiologista do Instituto Nacional da Saúde e da Investigação.

Frutas que reduzem o risco de asma
Pesquisadores australianos estudam as ligações entre a alimentação e a asma, principalmente a partir das frutas e vegetais.
Segundo as pesquisas, o consumo de maçã e pêra parece trazer a melhor protecção contra esse risco. A asma é uma doença grave e crescente em todo o mundo, e se não for tratada pode levar a morte. È uma doença infantil relevante, pois é diagnosticada a partir de 1 ano de idade. Também ataca mais as mulheres do que os homens. Somente recentemente a dieta alimentar foi colocada e estudada como factor de risco potencial para se adquirir e mesmo combater a asma e por isso mesmo ainda está engatinhando para uma conclusão. No entanto, num estudo australiano feito por amostragem em cerca de 1.600 pessoas entre 20 e 44 anos, dentro todas as frutas e verduras consumidas, os que ingeriram maçãs e peras demonstraram menor risco físico de desenvolver a asma. Uma outra pesquisa inglesa, também baseada na alimentação, constatou que as pessoas que comiam pelo menos duas maçãs por semana tinham um risco de 22% a 32% menor de contrair a doença. Ainda serão necessários muitos estudos para comprovar cientificamente que uma dieta alimentar pode prevenir ou mesmo atenuar a gravidade da asma, mas por enquanto não custa nada incluir algumas maçãs ou peras em sua dieta habitual, por que mal é que não faz.
Fonte:  Patrícia Rodrigues


Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro – Marinha Grande - Portugal

 

 

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