Organização das Nações Unidas - ONU
surgiu em 1945 e tem sede em Nova
Iorque.
Em 1945, representantes de 50 países
reuniram-se em São Francisco, nos
Estados Unidos, na Conferência das
Nações Unidas para uma Organização
Internacional. No encontro, foi
elaborado um rascunho da Carta das
Nações Unidas.
A Carta foi assinada em 26 de junjo
de 1945, e ratificada por 51 países
em 24 de Outubro de 1945.
Seu formato, porém, começou a ser
discutido pelas grandes potências
nas conferências aliadas realizadas
a poucos anos antes. A expressão
"Nações Unidas", cunhada pelo
presidente norte-americano Franklin
Delano Roosevelt (1882-1945), foi
utilizada pela primeira vez na
"Declaração das Nações Unidas", em
1º de Janeiro de 1942, durante a
Segunda Guerra Mundial, quando
representantes de 26 nações
expressaram a intenção de continuar
lutando contra os países do Eixo
(Alemanha, Japão e Itália). Dois
anos depois, líderes da China, da
União Soviética, do Reino Unido e
dos Estados Unidos esboçaram uma
proposta de estatuto para uma
organização internacional de países.
Antes mesmo de ser constituída
oficialmente a organização,
realizou-se na cidade de Bretton
Woods, nos Estado de New Hampshire,
nos EUA, a Conferência Monetária e
Financeira das Nações Unidas, em
01/07/1944, tendo em vista as
questões económicas relacionadas ao
final da Segunda Guerra Mundial e ao
pós-guerra. Na mesma linha,
realizou-se em Washington, em
21/08/1944, a Conferência para a
Organização da Paz no Mundo do
Pós-Guerra.
Pensada como um sucedâneo da Liga
das Nações, a ONU foi criada com os
objectivos principais de
salvaguardar a paz mundial, proteger
os direitos humanos, fomentar
direitos iguais para todos os povos
e melhorar os padrões de vida no
mundo. Seu principal órgão é o
Conselho de Segurança, hoje formado
por dez membros não-permanentes e
cinco membros permanentes com
direito de veto - Estados Unidos,
União Soviética, Grã-Bretanha,
França e China. Há ainda a
Assembleia Geral, que se reúne uma
vez por ano, constituída por todos
os Estados-membros; a Secretaria
Geral, que é o principal órgão
administrativo, chefiada por um
representante escolhido pelo
conjunto dos membros da Organização;
o Conselho Económico e Social, o
Conselho de Tutela, a Corte
Internacional de Justiça e agências
especiais.
A missão da ONU parte do pressuposto
de que diversos problemas mundiais –
como pobreza, desemprego, degradação
ambiental, criminalidade, Aids,
migração e tráfico de drogas – podem
ser mais facilmente combatidos por
meio de uma cooperação
internacional. As acções para a
redução da desigualdade global
também podem ser optimizadas sob uma
coordenação independente e de âmbito
mundial, como as Nações Unidas.
Actualmente, as Nações Unidas e suas
agências investem, em forma de
empréstimo ou doações, cerca de US$
25 bilhões por ano em países em
desenvolvimento. Esses recursos
destinam-se a protecção de
refugiados, fornecimento de auxílio
alimentar, superação de efeitos
causados por catástrofes naturais,
combate a doenças, aumento da
produção de alimentos e da
longevidade, recuperação económica e
estabilização dos mercados
financeiros. Além disso, a ONU ajuda
a reforçar o regime democrático em
várias regiões, e já apoiou mais de
70 eleições nacionais. As Nações
Unidas foram catalisadoras e
promotoras de um grande movimento de
descolonização, que levou à
independência de mais de 80 países.
No âmbito das Nações Unidas, são
produzidos vários documentos
jurídicos, sobre os mais diversos
temas – de direitos políticos da
mulher até escravatura, de direito
penal internacional à preservação da
diversidade biológica, de proibição
de armas químicas a direitos das
crianças. Os instrumentos mais
comuns para expressar a concordância
dos Estados-membros sobre temas de
interesse internacional são acordos,
tratados, convenções, protocolos,
resoluções e estatutos.
O termo acordo é usado, geralmente,
para caracterizar negociações
bilaterais de natureza política,
económica, comercial, cultural,
científica e técnica. Acordos podem
ser firmados entre países ou entre
um país e uma organização
internacional. Tratados são actos
bilaterais ou multilaterais aos
quais se deseja atribuir especial
relevância política.
A palavra convenção costuma ser
empregada para designar actos
multilaterais, oriundos de
conferências internacionais e que
abordem assunto de interesse geral.
Protocolo designa acordos menos
formais que os tratados. O termo é
utilizado, ainda, para designar a
ata final de uma conferência
internacional. Resoluções são
deliberações, seja no âmbito
nacional ou internacional. Estatuto
é um tipo de leis que expressa os
princípios que regem a organização
de um Estado, sociedade ou
associação.
A Carta da ONU é um importante
documento deste século no tocante à
matéria do reconhecimento e
preservação dos direitos
fundamentais do indivíduo do mundo
pós-guerra, em que era preciso
evitar que atrocidades ocorridas
durante a guerra fossem feitas
novamente, garantindo que as
gerações vindouras não sofressem
tais atrocidades.
Esta carta também possui no seu
conteúdo as principais disposições
com relação à manutenção da paz e
segurança internacionais, dando
prioridade ao estabelecimento das
condições necessárias para que a
efectivação da justiça e o respeito
às obrigações consequentes da
assinatura dos tratados. A Carta
também garante as condições
necessárias ao progresso social e
melhorias nas condições de vida.
Após o término da Segunda Guerra
Mundial, a população do planeta
percebeu que não poderia mais
assistir a um massacre tão brutal
como o que ocorreu com os judeus e
que teria que tomar providências
para que a estupidez de um homem e a
arrogância de um país não viessem
mais a ameaçar a paz e segurança
mundial. Criou-se um sentimento, nos
líderes mundiais, de necessidade da
criação de um mecanismo de
cooperação internacional que
construísse a paz, prevenisse
guerras futuras, garantisse os
direitos humanos e promovesse o
progresso social e económico. Esse
mecanismo foi a Organização das
Nações Unidas, que foi oficializada
pela Carta das Nações Unidas,
assinada em São Francisco, em 26 de
Junho de 1945, entrando em vigor a
24 de Outubro do mesmo ano e sendo
ratificada em 21 de Setembro de 1945
pelo Brasil. A partir dessa Carta,
processou-se uma onda de
transformações no Direito
Internacional, simbolizando um novo
modelo de relações internacionais.
Também faz parte da Carta o Estatuto
do Tribunal Internacional de
Justiça.
A fim de realizar os objectivos
expostos na Carta, as Nações Unidas
que, em 1995, contavam com 185
países, foram organizadas em
diversos órgãos elencados no art. 7º
(2), sendo os principais: a
Assembleia Geral, o Conselho de
Segurança, o Conselho Económico e
Social (ECOSOC), o Conselho de
Tutela, o Tribunal Internacional de
Justiça e o Secretariado, todos
localizados na Sede em Nova Iorque,
salvo o Tribunal Internacional de
Justiça que se situa em Haia, na
Holanda. Além desses órgãos, as
Nações Unidas contam com a ajuda de
14 organizações, conhecidas como
agências especializadas que
trabalham em áreas diversas como a
saúde, a agricultura, os serviços
postais e a meteorologia. Ainda,
dispõem de mais 35 programas, fundos
e organismos especiais com
responsabilidade em sectores
específicos.
A Assembleia Geral é o órgão
central, em que cada nação pode
falar e ser ouvida sobre qualquer
assunto. Ela decide questões
importantes enumeradas no art. 18
(2), em que prevalece a decisão de
dois terços dos votos ( cada nação
possui apenas um voto) e maioria dos
votos para as demais questões ( art.
18 (3)); pode discutir e fazer
recomendações sobre qualquer
assunto, inclusive de cunho militar,
excepto os que estejam sendo
tratados pelo Conselho de Segurança.
Ainda aprecia Relatórios do Conselho
de Segurança e de outros órgãos e
debate questões relacionadas com o
desenvolvimento sustentado e com os
Direitos Humanos.
O Conselho de Segurança lida apenas
com questões de paz e segurança,
sendo dividido em membros
permanentes e não - permanentes,
cuja eleição é prevista no art. 23
(1). Uma resolução desse Conselho só
será aprovada, caso nove membros
votem a favor, mas se um membro
permanente votar contra, não será
aprovada, pois o mesmo possui
direito de veto. As decisões desse
Conselho são postas em prática pelos
membros das Nações Unidas, devido à
concordância dos mesmos. Assim, o
Conselho de Segurança é o "principal
guardião da paz".
O Conselho Económico e Social
envolve-se, como o próprio nome diz,
na área económica e social,
promovendo também o respeito e a
observância aos direitos humanos e
às liberdades pessoais. O trabalho é
demasiado vasto para um único
organismo, de modo que há comissões
para o apoiarem em assuntos
específicos, além das agências
especializadas e dos programas. São
exemplos dessas entidades
auxiliares: Comissão dos Direitos
Humanos - comissão, Fundo Monetário
Internacional ( FMI ) - agência
especializada e Fundo das Nações
Unidas para a Infância ( UNICEF ) -
programa .
O Conselho de Tutela preocupa-se com
os povos que vivem em territórios
sem autonomia governamental,
chamados de Territórios Tutelados,
supervisionando o progresso social
desses povos. No entanto, desde
1994, quando da extinção do último
território tutelado, Palau, que era
administrado pelos Estados Unidos, o
Conselho suspendeu formalmente sua
actividade, podendo ser reactivado
em caso de necessidade.
O Tribunal de Justiça é o principal
órgão para o tratamento das questões
legais, qualificação declarada no
art. 92. Nesse Tribunal, apenas
países, e não indivíduos, podem
apresentar casos perante o Tribunal.
Além disso, outros órgãos das Nações
Unidas podem solicitar pareceres
junto ao Tribunal. Uma decisão
recente do Tribunal envolveu a
aplicação de uma Convenção das
Nações Unidas sobre o Genocídio em
países da antiga Jugoslávia ( 1993
).
Por fim, o Secretariado leva a cabo
o trabalho quotidiano das Nações
Unidas, sendo chefiado pelo
Secretário Geral, que actualmente é
Kofi Annan natural de Gana, e ocupa
o cargo por 5 anos, sendo
recomendado pelo Conselho de
Segurança ( art. 97 ). Além da
chefia, o Secretário Geral pode
propor a discussão de problemas a
qualquer órgão das Nações Unidas dos
Estados - membros.
Mesmo que as resoluções das Nações
Unidas sejam apenas recomendações
para os países membros ( Art. 2 ) em
caso de violação dos direitos
humanos e das liberdades pessoais,
elas têm um grande peso não só moral
e ético, mas pelo fato de
representarem a voz e a opinião
pública de quase todos os países no
mundo. Ainda mais , a efectividade
das acções das Nações Unidas depende
da vontade política dos Estados-
membros.
Em caso de não implementação de uma
decisão das Nações Unidas, o assunto
poderá ser levado ao Tribunal
Internacional de Justiça para seu
parecer, ou ao Estado infractor
serem impostas sanções económicas ou
de outro tipo. Assim foi em 1966,
quando foram estabelecidas sanções
económicas, ao actual. Zimbabué,
contra o regime de minoria branca.
Dois distintos procedimentos do
ECOSOC apreciam as alegações de
violações: a Resolução n.º 1235, que
possibilita a Comissão dos Direitos
Humanos realizar exames profundos,
em situações de delitos, e
apresentar relatório, acrescentando
recomendações ao ECOSOC; e outro
está previsto na Resolução n.º 1503,
que autoriza a Subcomissão de
Prevenção à Discriminação e
Protecção de Minorias a instituir um
grupo de estudos para examinar as
informações enviadas pelas Nações
Unidas e aquelas que demonstram
violações consistentes.
A Carta das Nações Unidas enfatizou
a defesa dos direitos humanos e às
liberdades pessoais, utilizando-se
da cooperação internacional; no
entanto, restringiu-se quanto à
identificação desses direitos e
liberdades; mesmo assim, eles estão
mencionados nos arts. 1º (3), 13,
55, 56, 62 (2e 3). Assim, mais
tarde, a Declaração Universal dos
Direitos Humanos (1948) vem
complementar a Carta, salientando
que a Declaração foi redigida pela
Comissão de Direitos Humanos,
comissão assistente ao ECOSOC.
Tratados internacionais sobre
direitos humanos também foram
propostos pela ONU, obrigando
legalmente os países a garantir aos
seus cidadãos os direitos sociais,
políticos e económicos. Exemplo é a
Convenção sobre os Direitos da
Criança, hoje aceita por mais de 185
países.
A Carta da ONU tem como objectivos
principais o respeito aos direitos e
liberdades fundamentais do
indivíduo, a manutenção da paz e
segurança internacional e promoção
do desenvolvimento social, com
melhorias nas condições de vida dos
indivíduos.
"Definitivamente, a relação de um
Estado com seus nacionais passa a
ser uma problemática internacional,
objecto de instituições
internacionais e do Direito
Internacional", palavras da Profª.
Flávia Piovesan que indicam a
legitimação dos direitos humanos
como preocupação dos Estados, a
partir da Carta da Organização das
Nações Unidas.
ESTADOS-MEMBROS DAS NAÇÕES UNIDAS.
Segue a lista (de acordo com a ordem
alfabética em português) dos 191
Estados-membros das Nações Unidas
com as datas em que aderiram à
Organização:
Membros - Data de Admissão
Afeganistão 19 Novembro 1946
África do Sul 7 Novembro 1945
Albânia 14 Dezembro 1955
Alemanha [1] 18 Setembro 1973
Andorra 28 Julho 1993
Angola 1 Dezembro 1976
Antígua e Barbuda 11 Novembro 1981
Arábia Saudita 24 Outubro 1945
Argélia 8 Outubro 1962
Argentina ` 24 Outubro 1945
Arménia 2 Março 1992
Austrália 1 Novembro 1945
Áustria 14 Dezembro 1955
Azerbaijão 2 Março 1992
Baamas 18 Setembro 1973
Bangladeche 17 Setembro 1974
Barbados 9 Dezembro 1966
Barém 21 Setembro 1971
Belarus [2] 24 Outubro 1945
Bélgica 27 Dezembro 1945
Belize 25 Setembro 1981
Benim 20 Setembro 1960
Bolívia 14 Novembro 1945
Bósnia e Herzegovina 22 Maio 1992
Botsuana 17 Outubro 1966
Brasil 24 Outubro 1945
Brunei Darussalam 21 Setembro 1984
Bulgária 14 Dezembro 1955
Burquina-Faso 20 Setembro 1960
Burundi 18 Setembro 1962
Butão 21 Setembro 1971
Cabo Verde 16 Setembro 1975
Camarões 20 Setembro 1960
Camboja 14 Dezembro 1955
Canadá 9 Novembro 1945
Catar 21 Setembro 1971
Cazaquistão 2 Março 1992
Chade 20 Setembro 1960
Chile 24 Outubro 1945
China 24 Outubro 1945
Chipre 20 Setembro 1960
Colômbia 5 Novembro 1945
Comores 12 Novembro 1975
Congo (República do) 20 Setembro
1960
Costa do Marfim 20 Setembro 1960
Costa Rica 2 Novembro 1945
Croácia[3] 22 Maio 1992
Cuba 24 Outubro 1945
Dinamarca 24 Outubro 1945
Dominica 18 Dezembro 1978
Egipto [4] 24 Outubro 1945
El Salvador 24 Outubro 1945
Emiratos Árabes Unidos 9 Dezembro
1971
Equador 21 Dezembro 1945
Eritreia 28 Maio 1993
Eslovénia 22 Maio 1992
Espanha 14 Dezembro 1955
Estados Unidos 24 Outubro 1945
Estónia 17 Setembro 1991
Etiópia 13 Novembro 1945
Ex-República Jugoslava da
Macedónia 8 Abril 1993
Federação Russa 24 Outubro
1945
Fiji 13 Outubro 1970
Filipinas 24 Outubro 1945
Finlândia 14 Dezembro 1955
França 24 Outubro 1945
Gabão 20 Setembro 1960
Gâmbia 21 Setembro 1965
Gana 8 Março 1957
Geórgia 31 Julho 1992
Granada 17 Setembro 1974
Grécia 25 Outubro 1945
Guatemala 21 Novembro 1945
Guiana 20 Setembro 1966
Guiné 12 Dezembro 1958
Guiné-Bissau 17 Setembro 1974
Guiné Equatorial 12 Novembro
1968
Haiti 24 Outubro 1945
Holanda 10 Dezembro 1945
Honduras 17 Dezembro 1945
Hungria 14 Dezembro 1955
Iémen [8] 30 Setembro 1947
Ilhas Marshall 17 Setembro 1991
Ilhas Salomão 19 Setembro 1978
Índia 30 Outubro 1945
Indonésia [9] 28 Setembro 1950
Irão (República Islâmica do ) 24
Outubro 1945
Iraque 21 Dezembro 1945
Irlanda 14 Dezembro 1955
Islândia 19 Novembro 1946
Israel 11 Maio 1949
Itália 14 Dezembro 1955
Jamahiriya Árabe Líbia 14
Dezembro 1955
Jamaica 18 Setembro 1962
Japão 18 Dezembro 1956
Jibuti 20 Setembro 1977
Jordânia 14 Dezembro 1955
Koweit 14 Maio 1963
Lesoto 17 Outubro 1966
Letónia 17 Setembro 1991
Líbano 24 Outubro 1945
Libéria 2 Novembro 1945
Listenstaine 18 Setembro 1990
Lituânia 17 Setembro 1991
Luxemburgo 24 Outubro 1945
Madagáscar 20 Setembro 1960
Malásia [10] 17 Setembro 1957
Malavi 1 Dezembro 1964
Maldivas 21 Setembro 1965
Mali 28 Setembro 1960
Malta 1 Dezembro 1964
Marrocos 12 Novembro 1956
Maurícia 24 Abril 1968
Mauritânia 27 Outubro 1961
México 7 Novembro 1945
Mianmar 19 Abril 1948
Micronésia (Estados Federados
da) 17 Setembro 1991
Moçambique 16 Setembro 1975
Mónaco 28 Maio 1993
Mongólia 27 Outubro 1961
Namíbia 23 Abril 1990
Nauru (República de) 14 Setembro
1999
Nepal 14 Dezembro 1955
Nicarágua 24 Outubro 1945
Níger 20 Setembro 1960
Nigéria 7 Outubro 1960
Noruega 27 Novembro 1945
Nova Zelândia 24 Outubro 1945
Omã 7 Outubro 1971
Panamá 13 Novembro 1945
Papuásia-Nova Guiné 10 Outubro
1975
Paquistão 30 Setembro 1947
Paraguai 24 Outubro 1945
Palau 15 Dezembro 1994
Peru 31 Outubro 1945
Polónia 24 Outubro 1945
Portugal 14 Dezembro 1955
Quénia 16 Dezembro 1963
Quirguistão 2 Março 1992
Quiribati 14 Setembro 1999
Reino Unido 24 Outubro 1945
República Árabe Síria 14 Outubro
1945
República Centro-Africana 20
Setembro 1960
República Checa 19 Janeiro 1993
República da Coreia 17 Setembro
1991
República da Moldávia 2 Março
1992
República Democrática do Congo
20 Setembro 1960
República Democrática Popular da
Coreia 17 Setembro 1991
República Democrática Popular do
Laos 14 Dezembro 1955
República Dominicana 24 Outubro
1945
República Eslovaca 19 Janeiro
1993
República Unida da Tanzânia 14
Dezembro 1961
Roménia 14 Dezembro 1955
Ruanda 18 Setembro 1962
Samoa 15 Dezembro 1976
Santa Lúcia 18 Setembro 1979
São Cristóvão e Neves 23
Setembro 1983
São Marino 2 Março 1992
São Tomé e Príncipe 16 Setembro
1975
São Vicente e Granadinas 16
Setembro 1980
Seicheles 21 Setembro 1976
Senegal 28 Setembro 1960
Sérvia e Montenegro 1 Novembro
2000
Serra Leoa 27 Setembro 1961
Singapura 21 Setembro 1965
Somália 20 Setembro 1960
Sri Lanka 14 Dezembro 1955
Suazilândia 24 Setembro 1968
Suíça 10 Setembro 2002
Sudão 12 Novembro 1956
Suécia 19 Novembro 1946
Suriname 4 Dezembro 1975
Tailândia 16 Dezembro 1946
Tajiquistão 2 Março 1992
Timor Leste (República
Democrática de) 27 Setembro 2002
Togo 20 Setembro 1960
Tonga (Reino de Tonga) 14
Setembro 1999
Trindade e Tobago 18 Setembro
1962
Tunísia 12 Novembro 1956
Turquemenistão 2 Março 1992
Turquia 24 Outubro 1945
Tuvalu 5 Setembro 2000
Ucrânia 24 Outubro 1945
Uganda 25 Outubro 1962
Uruguai 18 Dezembro 1945
Uzbequistão 2 Março 1992
Vanuatu 15 Setembro 1981
Venezuela 15 Novembro 1945
Vietname 20 Setembro 1977
Zâmbia 1 Dezembro 1964
Zimbabué 25 Agosto 1980
Fonte: Comunicado de imprensa do
Departamento de Informação
Pública da ONU, símbolo ORG/1360/Rev.1,
de 10 de Fevereiro de 2004
A República Federal da Alemanha
e a República Democrática Alemã
foram admitidas como Estados
Membros das Nações Unidas a 18
de Setembro de 1973. Com a
adesão da República Democrática
Alemã à República Federal da
Alemanha, efectivada a 3 de
Outubro de 1990, os dois Estados
alemães uniram-se, formando um
único Estado soberano.
A 19 de Setembro de1991, a
Bielorrússia informou as Nações
Unidas que mudara o seu nome
para Belarus.
A República Federal Socialista
da Jugoslávia foi um dos membros
fundadores da Organização das
Nações Unidas, uma vez que
assinou a Carta a 26 de Junho de
1945 e a ratificou a 19 de
Outubro de 1945. Foi-o até ao
momento do desmembramento do
país, ocorrido com a criação e
posterior admissão no seio das
Nações Unidas da Bósnia e
Herzegovina, da República da
Croácia, da República da
Eslovénia, da Ex-República
Jugoslava da Macedónia e da
República Federativa da
Jugoslávia (Sérvia e
Montenegro).
A Republica da Croácia foi
admitida como Estado-Membro da
ONU após a aprovação pela
Assembleia Geral da resolução A/RES/46/238
de 22 de Maio de 1992.
O Egipto e a Síria são
Estados-Membros fundadores das
Nações Unidas desde 24 de
Outubro de 1945. Após o
plebiscito de 21 de Fevereiro de
1958, o Egipto e a Síria
uniram-se, resultando dessa
união a República Árabe Unida,
que continuou a estar
representada na Organização como
um único Estado-Membro. A 13 de
Outubro de 1961, a Síria,
recuperou o seu estatuto de
Estado independente, retomou o
seu lugar na sede das Nações
Unidas. A 2 de Setembro de 1971,
a República Árabe Unida alterou
o seu nome para República Árabe
do Egipto.
A República Federal Socialista
da Jugoslávia foi um dos membros
fundadores da Organização das
Nações Unidas, uma vez que
assinou a Carta a 26 de Junho de
1945 e a ratificou a 19 de
Outubro de 1945. Foi-o até ao
momento do desmembramento do
país, ocorrido com a criação e
posterior admissão no seio das
Nações Unidas da Bósnia e
Herzegovina, da República da
Croácia, da República da
Eslovénia, da Ex-República
Jugoslava da Macedónia e da
República Federativa da
Jugoslávia (Sérvia e
Montenegro).
A República da Eslovénia foi
admitida como Estado membro da
ONU após a aprovação pela
Assembleia Geral da resolução A/RES/46/236
de 22 de Maio de 1992
A República Federal Socialista
da Jugoslávia foi um dos membros
fundadores da Organização das
Nações Unidas, uma vez que
assinou a Carta a 26 de Junho de
1945 e a ratificou a 19 de
Outubro de 1945. Foi-o até ao
momento do desmembramento do
país, ocorrido com a criação e
posterior admissão no seio das
Nações Unidas da Bósnia e
Herzegovina, da República da
Croácia, da República da
Eslovénia, da Ex-República
Jugoslava da Macedónia e da
República Federativa da
Jugoslávia (Sérvia e
Montenegro).
A Assembleia Geral decidiu, a 8
de Abril de 1993, aceitar a
admissão às Nações Unidas do
Estado que é referido,
provisoriamente, para todos os
efeitos nas Nações Unidas, como
"Ex-República Jugoslava da
Macedónia", enquanto se aguarda
um acordo sobre as divergências
em torno do seu nome.
Tendo ingressado na Organização
das Nações Unidas a 24 de
Outubro de 1945, a União das
Repúblicas Socialistas
Soviéticas era um membro
fundador da Organização. Numa
carta datada de 24 de Dezembro
de 1991, o Presidente da
Federação Russa, Boris Ieltsine,
informou o Secretário-Geral de
que, com o apoio dos 11 países
da Comunidade de Estados
Independentes, a Federação Russa
sucederia à União Soviética no
Conselho de Segurança e em todos
os outros órgãos das Nações
Unidas.
O Iémen foi admitido como membro
das Nações Unidas a 30 de
Setembro de 1947 e o Iémen
Democrático a 14 de Dezembro de
1967. A 22 de Maio de 1990, os
dois países fundiram-se e desde
então representam um único
membro denominado "Iémen".
Por meio de uma carta datada de
20 de Janeiro de 1965, a
Indonésia anunciou a sua decisão
de se retirar das Nações Unidas
"neste momento e nas actuais
circunstâncias". Por telegrama
de 19 de Setembro de 1966,
anunciou a sua decisão de
³cooperar de novo plenamente com
as Nações Unidas e de retomar a
participação nas suas
actividades". A 28 de Setembro
1966, a Assembleia Geral tomou
nota desta decisão e o
Presidente convidou os
representantes da Indonésia a
ocuparem o seu lugar na
Assembleia.
A Federação da Malásia aderiu às
Nações Unidas a 17 de Setembro
de 1957. A 16 de Setembro de
1963, o seu nome mudou para
Malásia, após a admissão da nova
federação de Singapura, Sabah
(Bornéu Setentrional) e Sarawak.
Singapura tornou-se um Estado
independente, a 9 de Agosto de
1965, e membro das Nações
Unidas, a 21 de Setembro de 1965
O Egipto e a Síria são
Estados-Membros fundadores das
Nações Unidas desde 24 de
Outubro de 1945. Após o
plebiscito de 21 de Fevereiro de
1958, o Egipto e a Síria
uniram-se, resultando dessa
união a República Árabe Unida,
que continuou a estar
representada na Organização como
um único Estado-Membro. A 13 de
Outubro de 1961 , a Síria
recuperou o Estatuto de Estado
Independente e retomou o seu
lugar na sede das Nações Unidas.
Tendo ingressado nas Nações
Unidas, a 24 de Outubro de 1945,
a Checoslováquia era um dos
membros fundadores da
Organização. Numa carta datada
de 10 de Dezembro de 1992, o seu
Representante Permanente
informou o Secretário-Geral de
que a República Federal Checa e
Eslovaca cessaria a sua
existência a 31 de Dezembro de
1992 e de que a República Checa
e a República Eslovaca, como
Estados sucessores, solicitavam
a sua adesão às Nações Unidas.
Após a recepção da proposta de
adesão, o Conselho de Segurança
recomendou, a 8 de Janeiro, à
Assembleia Geral que a República
Checa e a República Eslovaca
fossem admitidas como
Estados-Membros das Nações
Unidas.
A 19 de Janeiro de 1993, a
República Checa e a República
Eslovaca foram admitidas como
Membros da Organização das
Nações Unidas.
O Tanganica foi admitida nas
Nações Unidas a 14 de Dezembro
de 1961 e o Zanzibar, a 16 de
Dezembro de 1963. No seguimento
da ratificação, a 26 de Abril de
1964, do Tratado de União entre
o Tanganica e Zanzibar, a
República Unida do Tanganica e
Zanzibar passou a constituir um
membro, alterando o seu nome
para República Unida da
Tanzânia, a 1 de Novembro de
1964.
A República Federal Socialista
da Jugoslávia foi um dos membros
fundadores da Organização das
Nações Unidas, uma vez que
assinou a Carta a 26 de Junho de
1945 e a ratificou a 19 de
Outubro de 1945. Foi-o até ao
momento do desmembramento do
país, ocorrido com a criação e
posterior admissão no seio das
Nações Unidas da Bósnia e
Herzegovina, da República da
Croácia, da República da
Eslovénia, da Ex-República
Jugoslava da Macedónia e da
República Federativa da
Jugoslávia (Sérvia e
Montenegro).
A Sérvia e Montenegro foram
admitidos, com o nome de
República Federativa da
Jugoslávia (Sérvia e
Montenegro), como Estado membro
da ONU após a aprovação pela
Assembleia Geral da Resolução A/RES/55/12
de 1 de Novembro de 2000. Tendo
adoptado o nome de República
Federativa da Jugoslávia (Sérvia
e Montenegro), informou as
Nações Unidas, numa carta datada
de 5 de Fevereiro de 2003, de
que o seu nome oficial seria, a
partir de então, Sérvia e
Montenegro.