*** DIA MUNDIAL DA  SAÚDE ***

 

 

 

Trabalhos e Pesquisas de Carlos Leite Ribeiro ***

 

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Dia Mundial da Saúde

 

 

 

07 de Abril

 

Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro


 
Organização Mundial da Saúde ( OMS )
World Health Organization ( WHO )
Data de criação: 22 de Julho de 1946 / 7 de Abril de 1948
Adesão de Portugal:
Objectivos: Aquisição, por todos os povos, do nível de saúde mais elevado que for possível
Órgãos: Assembleia Mundial da Saúde
Conselho Executivo
Secretariado
Sede: Genebra - Suíça
Endereço Internet:www.who.int
Acto Constitutivo: Constituição da Organização Mundial da Saúde
Observações: Pertence ao Sistema das Nações Unidas http://www.unsystem.org/en/alphabetic.index.en.htm
É uma Instituição Especializada da ONU

Os sistemas de saúde estão estreitamente dependentes das condições políticas e económicas. Nos países pobres, as acções de saúde são frequentemente conduzidas com a ajuda de organizações internacionais e são muitas vezes específicas (luta contra uma doença particular) e prolongadas. Nos sistemas dos países ocidentais, o Estado desempenha um papel preponderante ou mesmo exclusivo. No Reino-Unido, o cesso aos cuidados é gratuito; cada pessoa está inscrita na lista de um médico de medicina-geral. É este que decide se uma consulta de especialidade é necessária. Nos países escandinavos, é o hospital que constitui a trave-mestra do sistema de saúde. A China tende a evoluir muito rapidamente para o modelo ocidental, porém, o sistema que aí se desenvolveu ao longo das últimas décadas é original: coexistência de duas organizações, uma urbana, coentrada no hospital, outra rural, centrada no dispensário local. Os sistemas pluralistas põem em acção dois sectores concorrenciais, um público e outro privado. Portugal, a França, a Espanha, a Bélgica, a Itália adoptaram este tipo de organização. Os Estados Unidos também, embora representem um caso extremo, onde o sector privado é claramente preponderante. O acesso aos cuidados num sistema pluralista não é gratuito: assenta num sistema de seguro de doença, que cobre uma porção variável das despesas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) é uma agência especializada em saúde, fundada em 7 de abril de 1948 e subordinada à Organização das Nações Unidas. Sua sede é em Genebra, na Suíça. A directora-geral é, desde novembro de 2006, a chinesa Margaret Chan. A OMS tem suas origens nas guerras do fim do século XIX (México, Criméia). Após a Primeira Guerra Mundial, a SDN criou seu comité de higiene, que foi o embrião da OMS. Segundo sua constituição, a OMS tem por objetivo desenvolver ao máximo possível o nível de saúde de todos os povos. A saúde sendo definida nesse mesmo documento como um « estado de completo bem-estar físico, mental e social e não consistindo somente da ausência de uma doença ou enfermidade.»

Saúde em Portugal

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O sistema de saúde de Portugal é caracterizado por três sistemas coexistentes: o Serviço Nacional de Saúde (SNS), os regimes de seguro social de saúde especiais para determinadas profissões (subsistemas de saúde) e seguros de saúde de voluntariado privados. O SNS oferece uma cobertura universal. Além disso, cerca de 25% da população é coberto por subsistemas de saúde, 10% em seguros privados e outros 7% em fundos mútuo.
O Ministério da Saúde é responsável pelo desenvolvimento da política da saúde, bem como de gerir o SNS. Cinco administrações regionais de saúde são responsáveis pela execução dos objectivos da política nacional de saúde, desenvolvimento de orientações e protocolos e supervisionar a prestação de cuidados de saúde. Os esforços para a descentralização têm se destinado a transferir a responsabilidade financeira e de gestão a nível regional. Na prática, porém, a autonomia das administrações regionais de saúde sobre definição de orçamento e das despesas foi limitada aos cuidados primários. O SNS é predominantemente financiado através de uma tributação geral. As contribuições dos empregadores (incluindo o Estado) e dos empregados representam as principais fontes de financiamento dos subsistemas de saúde. Além disso, os pagamentos directos pelo paciente e os prémios de seguros voluntários de saúde representam uma grande percentagem de financiamento.
Semelhante aos outros países da Eur-A, em Portugal a maioria da população morre com doenças não-transmissíveis. A mortalidade devido a doenças cardiovasculares (DCV) é maior do que na Zona Euro, mas as suas duas principais componentes, a doença cardíaca e a doença cerebrovascular, mostram as tendências em relação inversa com a Eur-A, com a doença cerebrovascular sendo a maior causa de morte em Portugal (17%). Doze por cento da população morre de cancro com menos frequência do que na Eur-A, mas não é diminui a taxa de mortalidade tão rapidamente como na Eur-A. O cancro é mais frequente entre as crianças, bem como entre as mulheres mais jovens, com idade inferior a 44 anos. Embora o cancro do pulmão (lentamente aumentando entre as mulheres) e o cancro da mama (diminuindo rapidamente) não afectem tanto, o cancro do colo do útero e da próstata são mais frequentes. Portugal tem a mais alta taxa de mortalidade por diabetes na Eur-A, com um aumento acentuado desde os finais da década de 1980.
Em Portugal, a taxa de mortalidade infantil caiu acentuadamente desde a década de 1980, quando 24 em cada 1000 recém-nascidos morriam no primeiro ano de vida. Agora, é cerca de 3 mortes por cada 1000 recém-nascidos. Esta melhoria deveu-se principalmente à diminuição da mortalidade neonatal, de 15,5 para 3,4 por cada 1000 nascidos vivos.
As pessoas são geralmente bem informadas sobre o seu estado de saúde, os efeitos positivos e negativos dos seus comportamentos em relação à sua saúde e a sua utilização dos serviços de saúde. Mas as percepções sobre a saúde podem diferir do que é administrativo e na análise baseada em dados que mostram os níveis de doença nas populações Assim, os resultados de inquéritos baseados em auto-referência a nível do agregado familiar complementar, outros dados sobre estado de saúde e à utilização dos serviços. Apenas um terço dos adultos classificaram a sua saúde como boa ou muito boa em Portugal. Isto é menor do que nos países da Eur-A que elaboraram estes relatórios e reflecte a situação relativamente adversa do país em termos de mortalidade e morbidade.
De acordo com o último Relatório de Desenvolvimento Humano, a média de vida em 2006 foi de 77,9 anos.
As unidades de saúde têm vindo a modernizar-se com o decorrer dos anos, nomeadamente em novos equipamentos e na humanização de serviços. Podem ser divididos em três tipos:
Hospitais - situados nas principais cidades e vilas portuguesas com maior número de população, garantem cuidados de saúde de grau superior, como cirugias, e consultas de diversas especialidades;
Centros de Saúde e USF (Unidade de Saúde Familiar) - garantem ao utente consultas de algumas especialidades, consultas com o seu médico de família, tratamentos de enfermaria e cirugias de pequena dimensão;
Postos Médicos - localizados principalmente nas localidades sede de freguesia, garantem ao utente consultas com o seu médico de família e tratamentos de enfermaria de grau primário.
Para além do sector público, também existem hospitais e clínicas privadas.
Portugal dispõe de um número de emergência médica, igual em todos os estados-membros da União Europeia. O transporte de emergência é assegurado por bombeiros, associações humanitárias e pelo INEM - Instituto Nacional de Emergência Médica. Em termos de unidades, Portugal dispõe de urgências espalhadas por todo o país. Para além destes serviços, o utente também tem ao seu dispor SAP's - Serviço de Atendimento Permanente, em que podem obter consultas 24 horas por dia. As farmácias asseguram os medicamentos á população.
Para além da linha de emergência médica, os utentes têm ainda ao dispor uma linha de saúde, aberta 24 horas por dia, onde os utentes podem tirar dúvidas ou pedir ajuda. O objectivo da linha de saúde é ligar os portugueses à saúde e reduzir a procura desnecessária das urgências.
Segundo a Constituição, os cidadãos têm direito a saúde tendencialmente gratuita. Os utentes têm de pagar as suas consultas, tratamentos e cirurgias, embora para alguns utentes seja gratuito devido aos seus rendimentos, com por exemplo, reformados por invalidez.
Actualmente, o Ministério da Saúde está a efectuar diversas alterações a nível estrutural e administrativo e, prepara-se para a construção do maior hospital do país, o Hospital de Todos os Santos, em Lisboa.
O organismo que rege a segurança alimentar pública é a ASAE - Autoridade de Segurança Alimentar e Económica. Este instituto supervisiona todos os produtos alimentares que entram e saem do país, antes de serem consumidos pelo público, tendo uma acção directa na regulamentação e manutenção da saúde pública do país. Inspeccionam a qualidade, a higiene do produto, as embalagens a sua qualidade e viabilidade, e o tratamento da comida.
 
Fonte: Agência Lusa: OMS: PORTUGAL É UM DOS PAÍSES QUE MAIS REDUZIU TAXA DE MORTALIDADE
Terça, 14 Outubro 2008 12:50
Desde 1970 até aos dias de hoje
A expansão das redes de saúde, possível graças a um "compromisso político sustentável" e a um "crescimento económico”, permitiu reduzir fortemente a taxa de mortalidade em Portugal. Um relatório da Organização Mundial de Saúde coloca o país na quinta posição entre as nações mundiais que mais reduziram o número de óbitos desde 1970. A entidade salienta ainda o desempenho de Portugal na diminuição da taxa de mortalidade infantil, onde se regista uma "redução para metade de oito em oito anos".
A Organização Mundial de Saúde (OMS) classificou Portugal como um dos cinco países do Mundo que mais "notáveis progressos" fizeram na redução da taxa de mortalidade desde 1970, em especial da mortalidade infantil, num documento hoje divulgado.
No relatório de 2009 "Cuidados de Saúde Primários - Agora mais do que sempre", Portugal é classificado como um dos cinco países do Mundo (Chile, Malásia, Tailândia e Omã) que "mais notáveis progressos" fizeram na "redução da taxa de mortalidade", designadamente "para menos de um quinto desde 1975". Este feito deve-se, segundo o organismo, ao "melhoramento no acesso às redes de saúde, que foram expandidas", e foi possível graças a um "compromisso político sustentável" e a um "crescimento económico que permitiu continuar a investir no sector da saúde".
Quanto à melhoria dos indicadores de saúde em Portugal, a OMS destaca que a "esperança de vida à nascença" é actualmente "9,2 anos superior ao que era há três décadas", sublinhando os resultados nacionais alcançados na "redução dos casos mortais em vários grupos etários", sobretudo na mortalidade infantil, onde se regista uma "redução para metade de oito em oito anos". "O desempenho de Portugal para reduzir a taxa de mortalidade em várias faixas etárias é dos mais consistentes e bem sucedidos do Mundo nas últimas três décadas", salienta o estudo.
Outros dados avançados pelo relatório da OMS indicam que, entre 1970 e 2008, Portugal conseguiu reduzir a mortalidade perinatal em 71 por cento, a mortalidade infantil (óbitos de crianças nascidas vivas que faleceram com menos de um ano) em 86 por cento, a de crianças em 89 por cento e a mortalidade maternal em 96 por cento. "Esta performance levou a uma evidente convergência da saúde da população portuguesa com a de outros países da região", lê-se no documento.
 
Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro – Marinha Grande – Portugal

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