*** PESQUISAS CARLOS LEITE RIBEIRO *** DIA NACIONAL DO ESTUDANTE ***

 

 

 

Portal CEN - "Cá Estamos Nós" - Trabalho e Pesquisa de Carlos Leite Ribeiro

 

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Dia Nacional do Estudante

 

Vinte

e

Quatro

de

Março

Trabalho e Pesquisa de

Carlos Leite Ribeiro

 

Pessoa que segue estudos. Na prática corrente usa-se mais para designar aquele que segue estudos superiores; por vezes usado como sinónimo de aluno, embora este termo seja geralmente reservado à designação de estudante do ensino superior.

À semelhança de outros países, em Portugal têm surgido movimentos estudantis quase sempre em oposição às forças governamentais no poder; só no século XX, por exemplo, contam-se as greves de apoio ao movimento republicano, as manifestações integralistas durante a república democrática, as agitações estudantis de 1933-1945 e os grupos universitários pró-instauração da democracia, como consequente MUD juvenil (1945-1952) e o apoio ao general Humberto Delgado, em 1957, conducentes à crise académica de 1962, período invulgarmente conturbado da vida estudantil portuguesa, gerado por grupos universitários fortemente politizados oriundos das grandes cidades, que defendiam a autonomia universitária efectiva e a reforma do ensino mediante mudanças fundamentais na situação política do momento. Teve especial intensidade nos períodos de 1965 e 1969-1970 e não abrandou com as reformas do ensino implantadas entre 1969 e 1974.

O Dia do Estudante foi fixado apenas em 1987 pela Assembleia da República em 24 de Março, embora as suas origens remontem à crise académica de 1962, época em que os estudantes, principalmente os dirigentes associativos, sofreram bastante para que hoje se possa e participar em manifestações livres das reivindicações dos estudantes, num ambiente democrático de respeito pelos direitos, liberdades e garantias.

A Lei de Bases do Sistema Educativo estabelece nos seus artigos 6.º a 8.º que em Portugal o ensino básico é universal e gratuito, com uma duração de 9 anos escolares, sendo obrigatória a frequência para as crianças entre os 6 e os 15 anos de idade. A lei estabelece os seguintes objectivos para aquele nível de ensino:
Assegurar uma formação geral comum a todos os portugueses que lhes garanta a descoberta e o desenvolvimento dos seus interesses e aptidões, capacidade de raciocínio, memória e espírito crítico, criatividade, sentido moral e sensibilidade estética, promovendo a realização individual em harmonia com os valores da solidariedade social;
Assegurar que nesta formação sejam equilibradamente inter-relacionados o saber e o saber fazer, a teoria e a prática, a cultura escolar e a cultura do quotidiano;
Proporcionar o desenvolvimento físico e motor, valorizar as actividades manuais e promover a educação artística, de modo a sensibilizar para as diversas formas de expressão estética, detectando e estimulando aptidões nesses domínios;
Proporcionar a aprendizagem de uma primeira língua estrangeira e a iniciação de uma segunda;
Proporcionar a aquisição dos conhecimentos basilares que permitam o prosseguimento de estudos ou a inserção do aluno em esquemas de formação profissional, bem como facilitar a aquisição e o desenvolvimento de métodos e instrumentos de trabalho pessoal e em grupo, valorizando a dimensão humana do trabalho;
Fomentar a consciência nacional aberta à realidade concreta numa perspectiva de humanismo universalista, de solidariedade e de cooperação internacional;
Desenvolver o conhecimento e o apreço pelos valores característicos da identidade, língua, história e cultura portuguesas;
Proporcionar aos alunos experiências que favoreçam a sua maturidade cívica e sócio-afectiva, criando neles atitudes e hábitos positivos de relação e cooperação, quer no plano dos seus vínculos de família, quer no da intervenção consciente e responsável na realidade circundante;
Proporcionar a aquisição de atitudes autónomas, visando a formação de cidadãos civicamente responsáveis e democraticamente intervenientes na vida comunitária;
Assegurar às crianças com necessidades educativas específicas, devidas, designadamente, a deficiências físicas e mentais, condições adequadas ao seu desenvolvimento e pleno aproveitamento das suas capacidades;
Fomentar o gosto por uma constante actualização de conhecimentos;
Participar no processo de informação e orientação educacionais em colaboração com as famílias;
Proporcionar, em liberdade de consciência, a aquisição de noções de educação cívica e moral;
Criar condições de promoção do sucesso escolar e educativo a todos os alunos.
A mesma lei dispõe que o ensino básico compreende três ciclos sequenciais, sendo o 1.º de quatro anos, o 2.º de dois anos e o 3.º de três anos, organizados nos seguintes termos:
No 1.º ciclo, o ensino é globalizante, da responsabilidade de um professor único, que pode ser coadjuvado em áreas especializadas;
No 2.º ciclo, o ensino organiza-se por áreas interdisciplinares de formação básica e desenvolve-se predominantemente em regime de professor por área;
No 3.º ciclo, o ensino organiza-se segundo um plano curricular unificado, integrando áreas vocacionais diversificadas, e desenvolve-se em regime de um professor por disciplina ou grupo de disciplinas.
A articulação entre os ciclos obedece a uma sequencialidade progressiva, conferindo a cada ciclo a função de completar, aprofundar e alargar o ciclo anterior, numa perspectiva de unidade global do ensino básico, integrando-se os objectivos específicos de cada ciclo nos objectivos gerais do ensino básico, de acordo com o desenvolvimento etário correspondente, tendo em atenção as seguintes particularidades:
Para o 1.º ciclo, o desenvolvimento da linguagem oral e a iniciação e progressivo domínio da leitura e da escrita, das noções essenciais da aritmética e do cálculo, do meio físico e social e das expressões plástica, dramática, musical e motora;
Para o 2.º ciclo, a formação humanística, artística, física e desportiva, científica e tecnológica e a educação moral e cívica, visando habilitar os alunos a assimilar e interpretar crítica e criativamente a informação, de modo a possibilitar a aquisição de métodos e instrumentos de trabalho e de conhecimento que permitam o prosseguimento da sua formação, numa perspectiva do desenvolvimento de atitudes activas e conscientes perante a comunidade e os seus problemas mais importantes;
Para o 3.º ciclo, a aquisição sistemática e diferenciada da cultura moderna, nas suas dimensões humanística, literária, artística, física e desportiva, científica e tecnológica, indispensável ao ingresso na vida activa e ao prosseguimento de estudos, bem como a orientação escolar e profissional que faculte a opção de formação subsequente ou de inserção na vida activa, com respeito pela realização autónoma da pessoa humana.
A lei permite ainda que em escolas especializadas do ensino básico possam ser reforçadas as componentes de ensino artístico ou de educação física e desportiva, sem prejuízo da formação básica.
A conclusão com aproveitamento do ensino básico confere o direito à atribuição de um diploma, sendo certificado o aproveitamento de qualquer ano ou ciclo, quando solicitado.
Assim, em Portugal o ensino básico, corresponde aos primeiros nove anos de escolaridade, abrangendo a faixa etária dos 6 aos 14/15 anos, e está dividido em três ciclos, correspondentes aos níveis 1 e 2 do ISCED 1997 (CINE):
1.º Ciclo do Ensino Básico (ISCED, nível 1A) (correspondente ao antigo ensino primário), com uma duração de 4 anos;
2.º Ciclo do Ensino Básico (ISCED, nível 1B) (correspondente ao antigo ciclo preparatório), com uma duração de 2 anos;
3.º Ciclo do Ensino Básico (ISCED, nível 2) (correspondente à antiga primeira parte do ensino secundário), com uma duração de 3 anos.

 

Em Portugal, o ensino secundário engloba o 10.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade.
A frequência deste nível não é obrigatória.
Antes da reforma do ensino, englobava, também o 7.º, 8.º e 9.º anos de escolaridade, que constituem, actualmente, o 3.º ciclo do Ensino Básico.
O estabelecimento de ensino para este nível é a Escola Secundária.
Os cursos de ensino secundário actualmente em Portugal são organizados em modalidades distintas.

Cursos científico-humanísticos
São direccionados exclusivamente para o prosseguimento de estudos, através do ingresso no ensino superior (universitário ou politécnico).
Destinam-se a alunos que concluíram o 9.º ano ou equivalente, e desejem ingressar no ensino secundário para obter o diploma de conclusão do secundário, sem obter qualificação profissional.
Os quatro cursos científico-humanísticos têm um elenco de disciplinas em comum:
Português
Língua Estrangeira I (Inglês), II (Francês) ou III (Espanhol ou Alemão) - unicamente nos 10.º e 11.º anos
Filosofia - unicamente nos 10.º e 11.º anos
Educação Física
Área de Projecto - unicamente no 12.º ano
As disciplinas específicas de cada curso são:
Ciências e tecnologias
Matemática A - 3 anos
Física e Química A - 10º e 11º anos
Biologia e Geologia - 10º e 11º anos
Geometria Descritiva A - 10º e 11º anos
Física - 12º ano
Química - 12º ano
Biologia - 12º ano
Geologia - 12º ano
Ciências socioeconómicas
Matemática A - 3 anos
Economia A - 10º e 11º anos
Geografia A - 10º e 11º anos
História B - 10º e 11º anos
Economia C - 12º ano
Geografia C - 12º ano
Sociologia - 12º ano
Línguas e humanidades
História A - 3 anos
Geografia A - 10º e 11º anos
Matemática Aplicada ás Ciências Sociais (MACS) - 10º e 11º anos
Literatura Portuguesa - 10º e 11º anos
Alemão
Língua Estrangeira I ou II ou III - 10º e 11º anos
Latim A - 10º e 11º anos
Geografia C - 12º ano
Sociologia - 12º ano
Filosofia A - 12º ano
Psicologia B - 12º ano
Latim B - 12º ano
Língua Estrangeira I ou II ou III - 12º ano
Literaturas de Língua Portuguesa - 12º ano
Artes visuais
Desenho A - 3 anos
Geometria Descritiva A - 10º e 11º anos
Matemática B - 10º e 11º anos
História da Cultura e das Artes - 10º e 11º anos
Oficina de Artes - 12º ano
Oficina Multimédia B - 12º ano
Materiais e Tecnologias - 12º ano
Cursos profissionais
São cursos profissionalizantes que estão voltados tanto para a inserção no mundo do trabalho quanto para o prosseguimento de estudos, seja em cursos de especialização tecnológica ou no ensino superior. Destinam-se a alunos que concluíram o 9.º ano e desejem ingressar no ensino secundário e simultaneamente obter uma qualificação profissional. Existem centenas de cursos profissionais no país, e normalmente estão ajustados ao mercado de trabalho da região onde são leccionados.
 Cursos artísticos especializados
Oferecem formação nas áreas da dança, da música e das artes visuais e dos audiovisuais, em nível secundário com a duração de três anos lectivos, correspondentes aos 10.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade. Estão voltados tanto para a perspectiva do prosseguimento de estudos (em cursos de especialização tecnológica ou de ensino superior) quanto para a inserção no mercado de trabalho.
Cursos do ensino recorrente
É uma modalidade da educação de adultos, que proporciona uma segunda oportunidade de formação que permita conciliar os estudos com o exercício de uma actividade profissional. Funciona em sistema de módulos (cursos científico-humanísticos, cursos tecnológicos e cursos artísticos especializados) e de unidades capitalizáveis (cada disciplina está organizada por unidades, quando o aluno completa uma unidade, realiza uma prova de avaliação visando capitalizar a unidade e passar a frequentar a unidade seguinte, deste modo um aluno que interrompa os estudos, poderá retornar para a unidade imediatamente a seguir à última que capitalizou).
Formação pós-secundária não-superior
Os cursos de especialização tecnológica, embora possam ser ministrados em escolas secundárias já não se situam no nível do ensino secundário.
Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

 

 Ser estudante do Ensino Online implica, entre outros aspectos, a adaptação a um conjunto de situações novas que implicam uma aprendizagem inicial com as quais não se encontra ainda familiarizado. Na verdade, o percurso académico de qualquer estudante está naturalmente muito marcado pela interacção e comunicação presencial. Foi esta a experiência que teve ao longo de toda a sua formação. Ora, a comunicação e a interacção nos ambientes virtuais de aprendizagem – o Ensino Online – é diferente e exige a aprendizagem de diversos aspectos:
as características de um contexto virtual de aprendizagem (a Sala de Aula Virtual), que não é, nem pretende ser uma réplica da sala de aula presencial;
o uso do tempo de modo planeado e flexível;
a relação com o professor/tutor e com os outros estudantes sem os encontrar presencialmente;
trabalhar e organizar-se com os colegas, virtualmente, e de modo assíncrono;
participar em fóruns de discussão: ler as mensagens, formular as respostas adequadas, comunicar ideias e perspectivas, saber discutir as ideias dos outros e apoiar, construir, questionar, analisar, colocar-se no ponto de vista do outro, entre outras;
comunicar, interagir, participar através de mensagens escritas.
Ser Estudante Online implica que irá enfrentar uma curva de aprendizagem à medida que se adapta ao contexto online e à tecnologia. Esta curva de aprendizagem tem uma extensão variável, dependendo da situação de partida do estudante. Por isso, no início de um curso, qualquer estudante se encontra num determinado ponto de um continuum, adquirindo ou aprofundando as competências necessárias à medida que explora o ambiente virtual e realiza as tarefas. Significa isto que a partir do momento em que estiverem realmente adquiridas essas competências, o estudante está preparado para se dedicar inteiramente ao curso propriamente dito. A tecnologia, a Sala de Aula virtual, as características do ambiente online tornam-se transparentes não interferindo no processo de ensino-aprendizagem dos módulos/disciplinas. É por tudo isto, que qualquer dos nossos cursos é antecedido por um módulo inicial de Ambientação à Plataforma de eLearning e Ambientação ao Contexto Online.
Ser estudante do Ensino Online implica, entre outros aspectos, a adaptação a um conjunto de situações novas que implicam uma aprendizagem inicial com as quais não se encontra ainda familiarizado. Na verdade, o percurso académico de qualquer estudante está naturalmente muito marcado pela interacção e comunicação presencial. Foi esta a experiência que teve ao longo de toda a sua formação. Ora, a comunicação e a interacção nos ambientes virtuais de aprendizagem – o Ensino Online – é diferente e exige a aprendizagem de diversos aspectos:
as características de um contexto virtual de aprendizagem [a Sala de Aula Virtual], que não é, nem pretende ser uma réplica da sala de aula presencial;
o uso do tempo de modo planeado e flexível;
a relação com o professor/tutor e com os outros estudantes sem os encontrar presencialmente;
trabalhar e organizar-se com os colegas, virtualmente, e de modo assíncrono;
participar em fóruns de discussão: ler as mensagens, formular as respostas adequadas, comunicar ideias e perspectivas, saber discutir as ideias dos outros e apoiar, construir, questionar, analisar, colocar-se no ponto de vista do outro, entre outras;
comunicar, interagir, participar através de mensagens escritas.
Ser Estudante Online implica que irá enfrentar uma curva de aprendizagem à medida que se adapta ao contexto online e à tecnologia. Esta curva de aprendizagem tem uma extensão variável, dependendo da situação de partida do estudante. Por isso, no início de um curso, qualquer estudante se encontra num determinado ponto de um continuum, adquirindo ou aprofundando as competências necessárias à medida que explora o ambiente virtual e realiza as tarefas. Significa isto que a partir do momento em que estiverem realmente adquiridas essas competências, o estudante está preparado para se dedicar inteiramente ao curso propriamente dito. A tecnologia, a Sala de Aula virtual, as características do ambiente online tornam-se transparentes não interferindo no processo de ensino-aprendizagem dos módulos/disciplinas. É por tudo isto, que qualquer dos nossos cursos é antecedido por um módulo inicial de Ambientação à Plataforma de eLearning e Ambientação ao Contexto Online.
Fonte:
http://medeia.org/geo_ser_est_online

 

O que um estudante deve saber …?

 

Senhor, eu sou estudante, e por sinal, inteligente.
Prova isto o fato de eu estar aqui, conversando com você.
Obrigado pelo dom da inteligência e pela possibilidade de estudar.
Mas, como você sabe, Cristo, a vida de estudante nem sempre é fácil.
A rotina cansa e o aprender exige uma série de renúncias: o meu cinema, o meu jogo preferido, os meus passeios, e também alguns programas de TV; além de namorar as minhas fãs. 
Eu sei que preparo hoje o meu amanhã.
Por isso lhe peço, Senhor, ajuda-me a ser bom estudante.
Dê-me coragem e entusiasmo para recomeçar a cada dia.
Abençoe a mim, a minha turma e os meus professores. Amém.

 

O Estatuto do Estudante

 

O estudante está sempre a estudar, se não está a estudar está a raciocinar.
O estudante não se deixa dormir, o despertador é que não toca.
O estudante nunca chega tarde, demora-se nos transportes.
O estudante nunca falta às aulas, não comparece por motivos de força maior.
O estudante nunca é posto fora da aula, é necessária a sua presença noutro local.
O estudante nunca diz mal do professor, faz uma observação com um objectivo construtivo salientando os seus    defeitos.  
O estudante nunca copia, recolhe dados.
O estudante nunca reprova, renova a sua experiência.
O estudante nunca se mete em problemas, os problemas é que vão ao seu encontro.
O estudante nunca destrói o material escolar, este, lentamente, é que se vai degradando devido à sua má qualidade.
O estudante nunca conspira contra o professor, o professor é que tem o complexo da conspiração.
O estudante nunca se porta mal na aula, o conceito de comportamento é que difere.
O estudante nunca mente, apresenta a verdade sob outro ponto de vista.
O estudante nunca falsifica uma assinatura, deixa descansar o seu encarregado de educação que vê nele um grande futuro.
O estudante nunca apalpa as colegas, estuda anatomia.
O estudante nunca engana o professor, demonstra-lhe a sua astúcia.
O estudante nunca faz ronha, o médico é que, devido à sua impreparação, não descobre a sua doença.
O estudante nunca bate nos colegas, demonstra a sua personalidade.
O estudante nunca fuma, investiga os efeitos nocivos do tabaco.
O estudante não lê revistas na aula, estuda-as.
O estudante sabe sempre a matéria, se não responde é para não inferiorizar o professor.
O estudante não bebe, saboreia.
O estudante não come, alimenta-se.
O estudante não dorme, medita.
O estudante não vive, sobrevive.
O estudante é e será sempre um exemplo para a sociedade!

 

Oração à Santa Matemática

 

Avé Matemática
Cheia de teorias e definições
Maldita sois vós entre as disciplinas
Benditos os alunos que adormecem nas aulas
Santa Matemática
Mãe das negativas
Rezai pelas nossas cábulas
Agora e na hora dos pontos
Ámen!

 

Oração aos Professores

(para ser rezada à entrada das aulas)

 

Professores nossos que estais nas aulas
Santificadas sejam as vossas notas
Venha a nós a vossa sabedoria
Sejam feitos os copianços
Assim nos pontos como nos exames
Os períodos de cada dia nos dai hoje
Perdoai-nos as nossas brincadeiras
Assim como nós perdoamos as aulas que não nos chateiam
E não nos deixeis reprovar, mas livrai-nos dos exames.

 

 

Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro – Marinha Grande – Portugal

 

 

 

 

 

 

Fundo Musical: Coração de Estudante

Compositores: Milton Nascimento/Fernando Brant

Webdesigner: Iara Melo

 

 

 

 

 

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