Jerónimo Coelho

Morreu a 16 de Janeiro de 1860
 

 

 

 

Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro

 

Formatação: Iara Melo
 

 

Jerónimo Francisco Coelho, foi político, militar e jornalista brasileiro, nasceu em Laguna SC a 30 de Setembro de  1806 e morreu em Nova Friburgo RJ 16 de Janeiro de 1860. Fundou o primeiro jornal publicado na sua Província, “O Catarinense em 1831. Deputado à primeira Assembleia Provincial em 1835, foi deputado geral de 1838 a 1847 e ministro da Guerra de 1844 a 1847; conselheiro de Guerra em 1858.

Foi também presidente das províncias do Grão-Pará, nomeado por carta imperial de 1 de Março de 1848, de 7 de Maio de 1848 a 31 de Maio de 1850, e do Rio Grande do Sul, nomeado por carta imperial de 20 de Fevereiro de 1856, de 28 de Abril de 1856 a 8 de Março de 1857. Teve determinada actuação no poder executivo e como ministro da Guerra actuou com determinação para estabelecer as condições de paz com os revoltosos Farroupilhas. Foi também o fundador da Imprensa Catarinense, quando em 28 de Julho de 1831 editou o primeiro jornal na então província de Santa Catarina, O Catharinense. Ainda em 1832 lançaria um segundo jornal, “O Expositor”. Foi também membro fundador da primeira Loja Maçónica de Santa Catarina, em Desterro.
Em 1846, fez a demarcações das terras da futura colónia Dona Francisca (actual cidade de Joinville) e parte do território do distrito de Parati (actual cidade de Araquari).
É considerado o mais destacado político catarinense do século XIX, de acordo com Oswaldo Rodrigues Cabral. Seu nome é perpetuado, por exemplo, na denominação de uma rua no centro de Florianópolis. Jerónimo Coelho foi homenageado tendo seu nome colocado em uma escola no município onde nasceu, Laguna, a escola se chama E.E.B Jerónimo Coelho, foi fundada em 1912 e mantém seus exercícios até hoje, sendo inclusive uma das primeiras no país a adoptar o sistema de horário integral.

 

Sociedade Catarinense de Letras
Com o objectivo de fomentar a produção literária e congregar os homens de letras em Santa Catarina, surgiu em 30 de Outubro de 1920 a Sociedade Catarinense de Letras, a partir de convite de José Boiteux. A ideia já havia sido lançada por duas vezes na década anterior pelo então jovem escritor Othon Gama Lobo d'Eça, mas não vingou. Em 1924, inspirando-se na Academia Brasileira de Letras, a sociedade passa a ser denominada Academia Catarinense de Letras. Na época ainda estavam vagas dezasseis das quarenta cadeiras. Ao contrário de outras academias semelhantes, a ACL aceitou mulheres em seus quadros desde o início, com Delminda Silveira sendo a primeira titular da cadeira de número 10, sendo Maura de Senna Pereira a primeira titular da cadeira 38.

 

 

Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro – Marinha Grande – Portugal

 

 

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