Nany Schneider

Nany Schneider,
nasceu num lindo dia 26 de Julho. Ainda menina, com o incentivo dos
professores, nas aulas de Literatura e Redacção, era chamada para
desenvolver temas, em separado do restante da turma. Os seus primeiros
trabalhos foram em apostilas de estudo em redacção, no Colégio Divina
Providência. Mas como já foi há muito tempo, não se lembra mais de seus
nomes.
Ainda hoje tem dúvidas se é escritora, ou se escreve algo que mereça a
atenção, mas o que escreve é o que está dentro de seu coração. Para se
inspirar a escrever, só precisa de seus sentimento e coração. Não tem
livro impresso, mas tem três e-books, presenteados pela Lúcia Trigueiro,
Yara Nazaré e um presenteado pelo “SóKarinhos” de Elaine e Henrique,
amigos muito queridos e que muito presa. Para 2007, conta editar mais
alguns e-books, seus e de amigos.
No que concerne a prémios literários, tem várias membresias, Unesco,
Castillo Secker, Puent de la Amistad, etc.
Tem Home Page Betty Boop Star http://www.bettyboopstar.com.br
A pessoa Nany Schneider é um universo, essencialmente de sentimentos,
tanto em seus textos, site, grupo, como trabalhos paralelos com ONGS de
animais. Crítica consigo mesmo e considera altamente justas em suas
opiniões. Não aceita preconceitos, intrigas, nem egos inflamados, que
deturpam a expansão da arte em geral. Isto inclui o cuidado e prevenção
com informações e voluntariado às ONGS, claro.
Um conselho a quem comece a escrever: “Nunca deixe ser julgado pelos
seus sentimentos, zele pelo respeito ao próximo e acima de tudo, seja
sempre seu próprio mestre”.
A Nany Schneider, é Psicóloga com especialização em Parapsicologia,
Professora e actualmente Escritora, Designer e Webmistress.
Vai um joguinho? Não sou batoteira, só marco os pontos que faço!.

OLHOS DA ALMA
Nany Schneider
Fecho os olhos à realidade,
Abrindo os da alma plena.
Apaga-se toda imoralidade,
Escancarando felicidade serena.
Quem dera não precisar cobri-los,
Para em doces sonhos encontrar-te.
Quem dera não mais reparti-los,
Para em meu colo aninhar-te.
Visões com olhos da alma,
Que mesmo acordada pondera.
Visões que trazem a calma,
Que um dia, tanto quisera.
São olhos que procuram o brilho,
De raios neles refletidos.
São olhos que procuram vida,
Que só na alma, está contida.

SOLIDÃO POR COMPANHIA
Nany Schneider
Desperto em volta a delírios risonhos,
Lembranças do que já passou.
Agora espaço vazio ao redor,
Alegrias que ficaram em sonhos.
Uma estrada de vultos sombrios,
È o caminho que tenho a viver.
Nem um gesto, nem um aceno,
Apenas sentimentos frios.
Esperanças. Não as guardo comigo.
São pedaços, retalhos, que ao vento sumiram.
Não vale a pena manter restos de vida,
Que apenas maculam um coração partido.
Tenho a solidão por companhia,
De tudo que um dia pensei realizar.
A mensagem da indiferença viva,
É o que trago em vão, hoje em dia.

DESTINO DE UMA
VIDA
Nany Schneider
Será sentença, será escolha, o destino de uma vida?
Vida que sonha castelos em nuvens, nos tenros meados
da infância...
Vida que sonha glórias, em um futuro que talvez
nunca chegará...
Que traçados trará o destino, a quem a esperança
insiste em amparar?
Destino, muitas vezes ameno, de fácil comandar.
Destino, outras vezes implacável, erguendo
barreiras.
Ah... Seria doce o destino reparar, ao trazer lutas a
enfrentar,
Ao empedernido olhar de perdas e lágrimas em dores
certeiras.
O mesmo destino que sabe adoçar o coração materno,
Trazendo ao colo um presente divino, o qual também o
carregará.
O vilão bondoso que faz mãos alcançarem ao acaso, o
amor eterno.
Aquele que semeia a felicidade em momentos que
jamais se esquecerá.
Destino, sempre a dúvida permanecerá... Cruz, espada,
bênção, doação?
Ao homem restará decidir finalmente, pois nada há
que não se mude,
Eis a qualidade da criação, a escolha de rumos a
tomar, oportunidade de opção...
Pois a nós foi ofertado, o presente do
livre-arbítrio, para que tudo se permute.
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