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PÁTRIA
AMADA,
BRASIL!
Psss...!
Ouçam!
Ouçam o
silêncio
do brado que
findou...
Vejam a
ausência de
paz nestas
paragens
Busquem nas
trevas o sol
que se
apagou
E a
liberdade
que se
ganhou
àquelas
margens.
Há pouca
vida e tanta
morte!...
Há confusão,
há
caos...desigualdade
Entre esta
gente que
empunhava o
braço forte
Mas que
perdeu a
garra ante
tanta
iniqüidade!
Ah,
minha bela
Pátria
amada!
Formosa
terra
idolatrada,
Salvem-na!
SALVEM-NA!!
Meu
país feito
de sonho e
povo
híbrido:
Há amor e
esperança
que ainda
reste
neste povo
outrora heróico,
hoje sofrido
No teu céu,
tão estrelado,
azul
celeste?
Levanta do
teu berço
esplêndido,
gigante meu,
E desta
flâmula o
verde-louro
faz
bramir...
Clama a teus
filhos que a
liberdade não
morreu
E que da
luta, esta
Nação não
vai fugir!
Miriam
Panighel
Carvalho
São Paulo,
22 de abril
de 2008

BANDEIRAS
HISTÓRICAS
DO BRASIL
Bandeira da
Ordem
Militar de
Cristo (1332
- 1651)

Primeiro
símbolo da
história
brasileira,
a Cruz da
Ordem
Militar de
Cristo
estava
pintada nas
velas das 12
embarcações
(uma
perdeu-se no
mar em 23 de
março de
1500) que
chegaram em
terras
brasileiras
no dia 22 de
abril de
1500. É
segundo o
que consta
da carta do
escrivão da
esquadra,
Pero Vaz de
Caminha, a
bandeira com
essa cruz
estava
presente no
momento da
partida:
"Ali estava
com o
Capitão a
bandeira de
Cristo, com
que saíra de
Belém, a
qual esteve
sempre bem
alta, da
parte do
Evangelho."Essa
bandeira, da
qual fala
Caminha, era
da Ordem
Militar de
Cristo. A
CRUZ DE
CRISTO é uma
figura
composta :
uma cruz
grega branca
sobreposta a
uma cruz
patée
vermelha,
que lhe
serve de
campo.
Podemos
observar que
o time de
futebol,
Vasco da
Gama, tem
como símbolo
uma cruz
conhecida
como a Cruz
de Malta. Na
realidade
não é esse o
seu nome e
sim, Cruz da
Ordem
Militar de
Cristo,
sendo a Cruz
de Malta,
uma outra
cruz. Uma
ordem
militar era
uma
instituição
militar e
religiosa
restrita aos
nobres, que
nela eram
admitidos
mediante
sagração no
grau de
cavaleiro,
para
combater os
hereges
(muçulmanos),
tornando-se
verdadeiros
monges-soldados.
A Ordem
Militar de
Cristo era a
sucessora
portuguesa
da Ordem dos
Templários e
foi criada
pelo rei de
Portugal, D.
Diniz em
1319. A
Ordem dos
Templários
foi fundada
por Hugo de
Payers em
Jerusalém,
durante as
Cruzadas e
sua sede era
o Templo de
Salomão e
daí veio o
nome:
Cavaleiros
do Templo ou
Templários.
Conseguindo
enriquecer
com rapidez,
a ordem
atraiu para
si a
oposição de
muitos reis
e dos
devedores.
Após
prisões,
julgamentos
e mortes em
fogueiras, o
papa
Clemente V
dissolveu a
ordem. D.
Diniz,
usando de
diplomacia,
solicitou ao
papa a
permanência
da Ordem dos
Templários
em Portugal.
Conseguindo
a
autorização,
alterou o
nome da
ordem para
Ordem
Militar de
Cristo. Como
essa ordem
foi a grande
financiadora
de várias
expedições
marítimas
dos
portugueses,
é natural
que seu
símbolo
estivesse
presente em
várias
expedições
marítimas:
Cabo Não,
Gran Canária,
Porto
Santos,
Açores,
Gojador,
Cabo Branco,
Costa dos
Negros, Cabo
da Boa
Esperança,
Índia e nas
embarcações
que chegaram
ao Brasil. A
Ordem de
Cristo, rica
e poderosa,
patrocinou
as grandes
navegações
lusitanas e
exerceu
grande
influência
nos dois
primeiros
séculos da
vida
brasileira.
A cruz de
Cristo
estava
pintada nas
velas da
frota
cabralina e
o estandarte
da Ordem
esteve
presente no
descobrimento
de nossa
terra,
participando
das duas
primeiras
missas. Os
marcos
traziam de
um lado o
escudo
português e
do outro a
Cruz de
Cristo.
Bandeira
Real (1500 -
1521)

Além a
Bandeira da
Ordem
Militar de
Cristo, as
embarcações
lusas usavam
uma outra
bandeira: a
Bandeira
Real. Embora
fosse a
oficial,
essa
bandeira
cedia espaço
para a da
Ordem
Militar de
Cristo,
sendo usada
nas
expedições
no mar e nas
embarcações.
Essa
bandeira foi
criada
durante o
reinado de
D. João II,
o Príncipe
Perfeito
(1481 -
1495).
Organizador
da viagem ao
Cabo da Boa
Esperança
foi em seu
reinado que
o Tratado de
Tordesilhas
foi assinado
com a
Espanha,
dividindo o
mundo em
dois
hemisférios.
Muito
semelhante à
Bandeira da
Ordem
Militar de
Cristo, já
que, era
branca e com
a cruz dessa
ordem,
apresentava
o escudo
real
sobreposto a
ela. Esse
escudo,
presença
marcante nas
bandeiras
até nossa
independência
e na
bandeira
portuguesa
da
atualidade é
vermelho com
sete
castelos
amarelos e
no centro um
campo branco
seguindo a
forma do
escudo, com
cinco
escudetes
azuis em
cruz. Nesses
pequenos
escudos
azuis estão
representados
cinco
besantes em
branco. Era
o pavilhão
oficial do
Reino
Português na
época do
descobrimento
do Brasil e
presidiu a
todos os
acontecimentos
importantes
havidos em
nossa terra
até 1521.
Como
inovação
apresenta,
pela
primeira
vez, o
escudo de
Portugal.
Bandeira de
D. João III
(1521 -
1616)

Após a morte
de D. João
II (1495),
seu filho
mais novo,
D. Manuel,
assumiu o
trono
português
até seu
falecimento
em 1521.
Sucedendo
seu pai, D.
João III
(1521-1577),
se tornou
rei e
durante seu
reinado,
introduziu a
Companhia de
Jesus e o
Tribunal da
Inquisição
em Portugal.
No Brasil
implantou o
sistema de
Capitanias
Hereditárias
(1534) e o
Governo-Geral
(1549), além
disso, criou
uma nova
bandeira: a
Bandeira de
D. João III.
Essa
bandeira tem
semelhança
com a
anterior e
possui
algumas
inovações.
Sobre as
semelhanças,
temos o
campo branco
e o escudo
real
presentes na
bandeira
anterior e
sobre as
inovações,
temos a
retirada da
Cruz da
Ordem de
Cristo e a
inclusão
sobre o
escudo real,
de uma coroa
real aberta.
O lábaro
desse
soberano,
cognominado
o
"Colonizador",
tomou parte
em
importantes
eventos de
nossa
formação
histórica,
como as
expedições
exploradoras
e
colonizadoras,
a
instituição
do Governo
Geral na
Bahia em
1549 e a
posterior
divisão do
Brasil em
dois
Governos,
com a outra
sede no
Maranhão.
Bandeira do
Domínio
Espanhol
(1616 -
1640)

Este pendão,
criado em
1616, por
Felipe II da
Espanha,
para
Portugal e
suas
colônias,
assistiu às
invasões
holandesas
no Nordeste
e ao início
da expansão
bandeirante,
propiciada,
em parte,
pela "União
Ibérica".Com
a falta de
sucessores,
veio uma
crise
dinástica,
assumindo o
trono após
algumas
lutas, o rei
espanhol, D.
Felipe II,
tendo início
a União
Ibérica
(1580-1640)
durando 60
anos. Nesse
período,
Portugal
passou a ter
uma nova
bandeira, a
Bandeira da
União
Ibérica,
enquanto
suas
colônias
permaneciam
com a mesma
bandeira
criada por
D. João III,
porém com
uma
modificação:
a coroa real
aberta foi
substituída
por uma
fechada.
Bandeira da
Restauração
( 1640 -
1683)

D. João III
faleceu em
1577 e seus
filhos não
assumiram a
coroa, já
que nenhum
havia
sobrevivido.
Para assumir
o trono
português
foi
escolhido
seu neto, D.
Sebastião,
que faleceu,
em 1578,
numa batalha
contra os
mouros no
norte da
África.
Sucedendo-o
veio seu
primo, o
cardeal D.
Henrique,
falecendo
rapidamente
em 1579.É
importante
frisar que
no período
da União
Ibérica, o
nordeste
brasileiro
foi invadido
pelos
holandeses,
sendo que
nessa região
uma nova
bandeira foi
hasteada: a
Bandeira do
Brasil
Holandês.
Felipe II
foi sucedido
por Felipe
III e Felipe
IV, mas após
um revolta
dos
portugueses,
a coroa foi
restituída a
um monarca
português,
D. João IV,
primeiro rei
da casa de
Bragança.
Juntamente
com D. João
IV foi
criada uma
nova
bandeira: a
Bandeira da
Restauração.
Essa
bandeira
mantinha o
escudo real
e o campo
branco, mas
agora orlado
de azul.
Essa orla em
azul foi
colocada
para
homenagear a
padroeira de
Portugal,
Nossa
Senhora da
Conceição,
pois seu
manto era
azul. Também
conhecida
como
"Bandeira de
D. João IV",
foi
instituída,
logo após o
fim do
domínio
espanhol,
para
caracterizar
o
ressurgimento
do Reino
Lusitano sob
a Casa de
Bragança O
fato mais
importante
que presidiu
foi a
expulsão dos
holandeses
de nosso
território.
A orla azul
alia à idéia
de Pátria o
culto de
Nossa
Senhora da
Conceição,
que passou a
ser a
Padroeira de
Portugal, no
ano de 1646.
Bandeira do
Principado
do Brasil
(1645 -
1816)

Durante o
reinado de
D. João IV,
um de seus
filhos,
Teodósio,
recebeu o
título de
"Príncipe do
Brasil",
sendo que a
partir dessa
data (1645),
todos os
herdeiros da
coroa
portuguesa
passaram a
usar esse
título. Como
exemplo
similar,
temos o caso
britânico,
onde o
herdeiro da
rainha
recebe o
título de
"Príncipe de
Gales".Desta
forma, o
Brasil foi
elevado à
categoria de
Principado e
ganhamos
nossa
primeira
bandeira
particular.
Mesmo assim,
não devemos
ver essa
bandeira
como sendo a
primeira
bandeira de
nossa
nacionalidade,
pois, não
éramos uma
nação
soberana e
muito menos
essa
bandeira
simbolizava
nossa
nacionalidade,
já que a
mesma, só
foi criada
devido ao
título
recebido
pelo filho
do rei e não
como
representação
de nossa
nação.A
Bandeira do
Principado
do Brasil
tinha fundo
branco com
uma esfera
armilar,
encimada por
um globo
azul, com
zona de
ouro. Sobre
o globo
aparecia a
Cruz da
Ordem de
Cristo.
Analisando
os elementos
da bandeira,
temos como
principal, a
esfera
armilar que
apareceu
pela
primeira vez
na Bandeira
Pessoal do
rei D.
Manuel I.
Figura ainda
no brasão
dado por
Estácio de
Sá à cidade
do Rio de
Janeiro, em
1565, nos
escudos de
várias
cidades
portuguesas
e nos atuais
símbolos
nacionais de
Portugal. A
esfera, é
composta de
dez círculos
ou armilas,
e era um dos
instrumentos
usados no
aprendizado
da arte da
navegação. É
interessante
observar,
que esse
símbolo foi
adotado por
D. Manuel,
antes dos
descobrimentos
realizados
em seu
reinado.O
primeiro
pavilhão
elaborado
especialmente
para o
Brasil. D
João IV
conferiu a
seu filho
Teodósio o
título de
"Príncipe do
Brasil",
distinção
transferida
aos demais
herdeiros
presuntivos
da Coroa
Lusa. A
esfera
armilar de
ouro passou
a ser
representada
nas
bandeiras de
nosso País.A
Esfera
Armilar é
muito mais
antiga que o
Astrolábio
(precursor
do sextante),
teve sua
invenção
atribuida a
ANAXIMANDRO
DE MILETO
(611-547
a.C.),
filósofo
grego que a
idealizara
para dar uma
idéia dos
movimentos
aparentes
dos astros.
A Terra era
figurada no
centro em
forma de um
pequeno
globo,
circundada
por 10 anéis
de metal de
armilas,
móveis e
ajustaveis,
representando
: o
meridiano, o
equador
celeste; o
horizonte;
os dois
coluros
(meridianos
que passam
pelos
equinócios e
pelos
solistícios);
a eclítica,
algumas
vezes
contendo o
zodíaco,
dividido em
12 partes de
30 graus
cada,
simbolizando
os 12 signos
zodiacais;
os dois
trópicos
(Câncer e
Capricórnio);
e os dois
círculos
polares (Ártico
e Antártico).
Esta esfera
era emprega
nas escolas
gregas onde
se ensinava
astronomia e
a arte da
navegação
Bandeira de
D. Pedro II,
de Portugal
(1683 -
1706)

D. João IV
faleceu em
1656 e a
coroa foi
dada a seu
filho,
Afonso VI,
que só
assumiu o
trono um ano
após sua
maioridade,
em 1662. Em
1667, seu
irmão, D.
Pedro II
convenceu-o
a abdicar a
seu favor e
passou a
governar
Portugal
como
Regente.
Como símbolo
de sua
Regência, D.
Pedro criou
uma nova
bandeira,
chamada de
Bandeira de
D. Pedro II
Regente. Até
a morte de
seu irmão em
1683,
adotará essa
bandeira
como forma
de distinção
em relação à
bandeira
utilizada
por seu
irmão.
Assumindo o
trono real,
D. Pedro II
adotou uma
nova
bandeira: a
Bandeira de
D. Pedro II
Imperador.
Essa
bandeira
possui o
escudo real
encimado
pela coroa
real
fechada, mas
com uma nova
forma. Esses
elementos
foram
colocados em
um campo
verde.Esta
bandeira
presenciou o
apogeu de
epopéia
bandeirante,
que tanto
contribuiu
para nossa
expansão
territorial.
É
interessante
atentar para
a inclusão
do campo em
verde (retângulo),
que voltaria
a surgir na
Bandeira
Imperial e
foi
conservado
na Bandeira
atual,
adotada pela
República.
Bandeira
Real Século
XVII (1600 -
1700)

Esta
bandeira foi
usada como
símbolo
oficial do
Reino ao
lado dos
três
pavilhões já
citados, a
Bandeira da
restauração,
a do
Principado
do Brasil e
a Bandeira
de D. Pedro
II, de
Portugal
Bandeira do
Reino Unido
de Portugal,
Brasil e
Algarve
(1816-1821)

Após a vinda
da família
real para o
Brasil em
1808, o
Brasil
passou por
várias
transformações,
e entre
elas, a
elevação a
Reino Unido.
Criado em
1815, o
Reino Unido
de Portugal,
Brasil e
Algarve só
ganhou uma
bandeira em
13 de maio
de 1816. O
trecho dessa
lei, criando
as armas
desses três
reinos foi
reproduzido
em sua parte
principal no
livro "A
Bandeira do
Brasil":
"Dom João,
por graça de
Deus, Rei do
Reino Unido
de Portugal,
e do Brasil,
e Algarve,
d'aquém e
d'além-mar
em África,
Senhor de
Guiné, e da
Conquista,
Navegação e
Comércio da
Etiópia,
Arábia,
Pérsia, e da
Índia, etc.
Faço saber
aos que a
presente
Carta de Lei
virem: Que
tendo sido
servido unir
os meus
Reinos de
Portugal,
Brasil e
Algarve,
para que
juntos
constituíssem,
como
efetivamente
constituem
um só e
mesmo Reino:
é regular e
conseqüente
o incorporar
em um só
Escudo Real
das Armas de
todos os
três Reinos,
assim da
mesma forma,
que o Senhor
Rei Dom
Afonso
Terceiro, de
gloriosa
memória,
unindo
outrora o
Reino do
Algarve ao
de Portugal,
uniu também
as suas
Armas
respectivas:
e ocorrendo
que para
este efeito
o meu Reino
do Brasil
ainda não
tem Armas,
que
caracterizem
a bem
merecida
preeminência
que me
aprouve
exaltá-lo,
hei por bem,
e me apraz
ordenar o
seguinte:
I. Que o
Reino do
Brasil tenha
por Armas
uma Esfera
Armilar de
Ouro em
campo azul.
II. Que o
Escudo Real
Português,
inscrito na
dita Esfera
Armilar de
Ouro em
campo azul,
com uma
Coroa
sobreposta,
fique sendo
de hoje em
diante as
Armas do
Reino Unido
de Portugal,
e do Brasil
e Algarve, e
das mais
Partes
integrantes
da minha
Monarquia.
III. Que
estas novas
Armas sejam
por
conseguinte
as que
uniformemente
se hajam de
empregar em
todos os
Estandartes,
Bandeira,
Selos Reais,
e Cunho de
Moedas,
assim como
em tudo
mais, em que
até agora se
tenha feito
uso das
Armas
precedentes".
Assim sendo,
estava
criada a
Bandeira do
Reino Unido
de Portugal,
Brasil e
Algarve."
Criada em
conseqüência
da elevação
do Brasil à
categoria de
Reino, em
1815,
presidiu as
lutas contra
Artigas, a
incorporação
da
Cisplatina,
a Revolução
Pernambucana
de 1817 e,
principalmente,
a
conscientização
de nossas
lideranças
quanto à
necessidade
e à urgência
de nossa
emancipação
política. O
Brasil está
representando
nessa
bandeira
pela esfera
armilar de
ouro, em
campo azul,
que passou a
constituir
as Armas do
Brasil
Reino.
Em 1821 -
portanto,
cinco anos
depois - as
cortes
constituintes
potuguesas
decretaram
que o campo
da bandeira
fosse azul e
branca, "por
serem cores
do escudo de
Afonso
Henriques".
Nela
desaparecia
a esfera
armilar,
como se a
Bandeira
Constitucional
não
representasse
mais o Reino
Unido.
Um ano
depois de
instituida
esta
bandeira,
"as cores do
escudo de
Afonso
Henriques",
apostas no
tope dos
uniformes
militares de
D. Pedro I e
de sua
guarda de
honra eram
arrancadas
na colina do
Ipiranga, no
memorável
Sete de
Setembro de
1822.
Bandeira do
Regime
Constitucional
( 1821-
1822)

Em 1815,
Napoleão foi
derrotado,
porém, D.
João e a
corte
portuguesa
não
regressaram
à Portugal,
como era de
se esperar.
Contudo, em
1820, os
portugueses
se
revoltaram e
realizaram a
Revolução
Constitucionalista
do Porto e
exigiram o
retorno de
D. João VI.
Em 1821, o
rei
português
retornou,
não como um
rei
absolutista,
mas como rei
de uma
monarquia
constitucional.
É nesse
contexto,
que as
Cortes
(parlamento
português)
criaram uma
nova
bandeira em
21de agosto
de 1821: a
Bandeira do
Regime
Constitucional.
Última
bandeira
lusa a
tremular em
terras
brasileiras.A
Revolução do
Porto, de
1820, fez
prevalecer
em Portugal
os ideais
liberais da
Revolução
Francesa,
abolindo a
monarquia
absoluta e
instituindo
o regime
constitucional,
cujo
pavilhão foi
criado em 21
de agosto de
1821. Foi a
última
bandeira
Lusa a
tremular no
Brasil.
Bandeira
Imperial do
Brasil (1822
- 1889)

Recusando-se
obedecer as
ordens das
Cortes
Portuguesas,
D. Pedro, a
7 de
setembro de
1822, num
sábado de
céu azulado,
às margens
do riacho
Ipiranga
(Rio
Vermelho -
do tupi), em
São Paulo,
proclamou a
emancipação
política do
Brasil,
depois de
proferir o
brado de
Independêcia
ou Morte e
de ordenar
Laços Fora!,
arrancando
do chapéu o
tope
português,
exclamou :
"Doravante
teremos
todos outro
laço de
fita, verde
e amarelo.
Serão as
cores
nacionais
".Nossa
primeira
bandeira
nacional
sofreu uma
modificação
após quase
três meses
de
existência,
transformando-se
na Bandeira
Imperial do
Brasil em 1º
de dezembro
de 1822:
"Havendo
sido
proclamada
com a maior
espontaneidade
dos povos a
Independência
política do
Brasil, e
sua elevação
à categoria
de Império
pela minha
solene
aclamação,
sagração e
coroação,
como seu
Imperador
Constitucional
e Defensor
Perpétuo:
hei por bem
ordenar que
a Coroa Real
que se acha
sobreposta
no escudo
das armas
estabelecido
pelo meu
imperial
decreto de
18 de
setembro do
corrente
ano, seja
substituída
pela Coroa
Imperial,
que lhe
compete,a
fim de
corresponder
ao grau
sublime e
glorioso em
que se acha
constituído
este rico e
vasto
Continente".
Criada por
Decreto de
18 de
setembro de
1822, era
composta de
um retângulo
verde e
nele,
inscrito, um
losango
ouro,
ficando no
centro deste
o Escudo de
Armas do
Brasil.
Assistiu ao
nosso
crescimento
como Nação e
a
consolidação
da unidade
nacional.O
autor da
Bandeira do
Império do
Brasil, com
a
colaboração
de JOSÉ
BONIFÁCIO DE
ANDRADA E
SILVA, foi o
notável
pintor e
desenhista
francês JEAN
BAPTISTE
DEBRET - que
teve grande
participação
na vida
cultural do
Brasil, no
período de
1816 a 1831.
Posteriormente,
nos últimos
anos do
Segundo
Império -
Pedro II -,
sem ato
oficial, o
número de
estrelas
aumentou
para 20, em
virtude da
Província
Cisplatina
ter sido
desligada do
Brasil
(1829), e da
criação das
Províncias
do Amazonas
(1850) e do
Paraná
(1853).
AS 19
PROVÍNCIAS
EM 1822
|
PARÁ |
ESPÍRITO SANTO |
|
MARANHÃO |
RIO DE JANEIRO |
|
PIAUÍ |
MINAS GERAIS |
|
CEARÁ |
SÃO PAULO |
|
RIO GRANDE DO NORTE |
MATO GROSSO |
|
PARAÍBA |
SANTA CATARINA |
|
PERNAMBUCO |
RIO GRANDE DO SUL |
|
ALAGOAS |
GOIÁS |
|
SERGIPE |
CISPLATINA |
|
BAHIA |
|
Bandeira
Provisória
da República
(15 a 19 Nov
1889)

No dia 15 de
novembro de
1889, a
monarquia no
Brasil
chegava ao
seu fim. Com
um golpe
militar
comandado
pelo
marechal
Deodoro da
Fonseca, o
Brasil se
tornava uma
república.
Em
substituição
a Bandeira
Imperial foi
hasteada no
mesmo dia,
na redação
do jornal "A
Cidade do
Rio" e na
Câmara
Municipal.
Conhecida
como a
bandeira do
CENTRO
REPUBLICANO
LOPES
TROVÃO,
cópia da
Norte-Americana,
composta de
sete listras
verdes e
seis
amarelas,
tendo no
canto
superior,
junto à
tralha, um
quadrado de
cor preta,
contendo 20
estrelas de
prata,
simbolizando
os vinte
estados da
época.Com a
partida de
D. Pedro II
e da Família
Real para o
exílio, em
16 de
novembro de
1889, a
bordo do NM
ALAGOAS, foi
usada a nova
bandeira,
com exceção
do quadrado
preto, que
foi
substituido
por um azul.
Uma bandeira
composta de
13 listras
horizontais,
sete verdes
e seis
amarelas;
com um
quadrado
azul
interrompendo
as cinco
primeiras
faixas, com
21 estrelas
de prata,
(mantidas as
20 estrelas
da anterior
mais a do
Município
Neutro,
futuro
Distrito
Federal),
divididas em
quatro
grupos e
quatro
estrelas e
mais um
grupo com
cinco. É
claro, que
está visível
a semelhança
com bandeira
dos Estados
Unidos, e
por isso
mesmo, no
momento do
planejamento
da bandeira
definitiva
da
república, a
semelhança
com essa
bandeira foi
rechaçada.
Esta
bandeira foi
hasteada na
redação do
jornal "A
Cidade do
Rio", após a
Proclamação
da
República, e
no navio
"Alagoas",
que conduziu
a família
imperial ao
exílio.
Bandeira
Nacional
Brasileira (atual)

A quinta e
última
bandeira do
Brasil veio
com a
Proclamação
da
República.
A bandeira
do Brasil
foi
projetada em
1889 por
Raimundo
Teixeira
Mendes e
Miguel
Lemos, com
desenho de
Décio
Vilares.Ela
é inspirada
na bandeira
do Império,
desenhada
pelo pintor
francês Jean
Baptiste
Debret, com
a esfera
azul-celeste
e a divisa
positivista
"Ordem e
Progresso"
no lugar da
coroa
imperial,
deve-se a
Benjamim
Constant que
o sugeriu a
Raimundo T.
Mendes. A
expressão
foi extraída
da fórmula
máxima do
Positivismo:
"O amor por
princípio, a
ordem por
base, o
progresso
por fim",
que se
decompõe em
duas divisas
usuais - Uma
moral,
'Viver para
outrém'
(altruísmo -
termo criado
por Comte),
ou seja, por
o interesse
alheio acima
de seu
próprio
interesse, e
outra
estética,
'Ordem e
Progresso',
ou seja,
cada coisa
em seu
devido lugar
para a
perfeita
orientação
ética da
vida social.
Dentro da
esfera está
representado
o céu do Rio
de Janeiro,
com a
constelação
do Cruzeiro
do Sul, às
8:30 horas
de 15 de
novembro de
1889, dia da
Proclamação
da
República.
As estrelas
foram
inspiradas
nas que,
realmente,
brilhavam no
céu do
Brasil, na
histórica
madrugada de
15 de
novembro de
1889:
"Espiga,
Procium,
Sirius,
Canopus,
Delta, Gama,
Epsilon,
Seta, Alfa,
Antares,
Lambda, Mu,
Teta e
outras".Em
1992, uma
lei alterou
a bandeira
para
permitir que
todos os 26
estados
brasileiros
e o Distrito
Federal
estejam
representados
por
estrelas.
As Cores da
Bandeira
Nacional
As primeiras
bandeiras da
história do
homem
costumavam
representar
um grupo
sócio-cultural
através da
imagem de um
animal, de
um vegetal
ou objeto.
Com o tempo
é que as
cores
passaram a
ter também
um
significado
importante,
principalmente
após a
Revolução
Francesa,
quando
passaram a
exprimir a
nacionalidade,
independente
de existirem
ou não
figuras ou
emblemas na
estampa.Antigamente,
a escolha
das cores se
dava de
forma
arbitrária.
Hoje em dia,
estão
relacionadas
a fatores
religiosos e
políticos. A
cor
vermelha,
por exemplo,
é geralmente
associada a
movimentos
revolucionários.
No caso da
bandeira
brasileira,
o verde
traria à
lembrança o
primeiro
objeto que
funcionou
como
bandeira: os
ramos
arrancados
das árvores
pelos homens
primitivos
em atitude
espontânea
de alegria.
O verde nos
remeteria
ainda à
nossa
filiação com
a França, à
juvenilidade
do país e ao
imenso mar,
literariamente
verde nos
escritos de
José de
Alencar. O
amarelo, por
sua vez,
representaria
nossa
riqueza
mineral e a
aventura dos
bandeirantes
à procura do
ouro. De
maneira
poética, nos
levaria à
imagem do
sol, astro
que nos
garante
condições
essenciais
de
sobrevivência.
Numa
homenagem à
Nossa
Senhora,
padroeira de
Portugal e
do Brasil, o
azul, ao
lado da cor
branca, nos
colocaria no
esquema
bandeirológico
latino-americano,
onde
predominam
essas duas
cores: azul
e branca. E
finalmente o
branco.
Traduzindo
nossos
desejos de
paz, nos
inclui nas
filosofias
que enxergam
Deus como
plenitude do
ser e do
poder, assim
como o
branco é a
plenitude
das cores.
(fonte :
http://www1.ibge.gov.br/ibgeteen/datas/bandeira/cores.html)
A BANDEIRA
NACIONAL FOI
ADOTADA PELO
DECRETO-LEI
N0 4 DE 19
DE NOVEMBRO
DE 1889 E
CUJO TEOR É
O SEGUINTE:
"- O Governo
Provisório
da República
dos Estados
Unidos do
Brasil,
considerando
que as cores
da nossa
antiga
bandeira
recordam as
lutas e as
vitórias
gloriosas do
exército e
da armada na
defesa da
Pátria;
Considerando,
pois, que
nossas
cores,
independentemente
da forma de
governo
simbolizam a
perpetuidade
e a
integridade
da Pátria
entre as
nações;
Decreta: a
Bandeira
adotada pela
República
mantém a
tradição das
antigas
cores
nacionais,
verde-amarelo,
do seguinte
modo: um
losango
amarelo em
campo verde,
tendo no
meio a
esfera
azul-celeste,
atravessada
por uma zona
branca em
sentido
oblíquo e,
descendo da
esquerda
para a
direita com
a legenda
"Ordem e
Progresso" e
ponteada por
21 estrelas,
entre as
quais as da
constelação
do Cruzeiro,
dispostas na
sua situação
astronômica
quanto à
distância e
no tamanho
relativos
representando
os 20
Estados da
República e
o Município
Neutro. . .
- Sala das
sessões do
Governo
Provisório
da República
dos Estados
Unidos do
Brasil.
19 de
novembro de
1889.
Manuel
Deodoro da
Fonseca;
Aristides da
Silva Lobo;
Rui Barbosa;
Manuel
Ferraz de
Campos
Salles;
Quintino
Bocaiúva;
Benjamin
Constant
Botelho de
Magalhães;
Eduardo
Wandenkolk.
"
A ÁREA
BRANCA DA
BANDEIRA
BRASILEIRA
A Área
Branca em
sentido
oblíquo e
descendente
da esquerda
para a
direita com
a legenda -
"ORDEM E
PROGRESSO" -
cuja posição
exata na
bandeira não
constou no
decreto que
a criou, foi
motivo de
dúvidas e
especulações
diversas.
Alguns
diziam ser
ela a
Eclítica
(círculo
máximo da
esfera
celeste
corresponde
à trajetória
do Sol em
seu
movimento
anual
aparente, em
torno da
Terra, cujo
plano forma
com o do
Equador um
ângulo de
23º.27"),
outros
acreditavam
tratar-se do
Equador
Celeste
(círculo
máximo da
esfera
celeste
resultante
da
interseção
da esfera
celeste com
o plano que
passa pelo
equador da
Terra), e
outros ainda
afirmavam
que se
tratava da
Zona
Zodiacal ou
Zodíaco
(faixa de 8º
para cada
lado da
Eclítica,
por onde
transitam o
Sol a Lua e
os planetas,
e que contêm
12
constelações
zodiacais).
A Área
Branca de
nossa
Bandeira se
trata,
apenas, de
um espaço,
não
pertencente
à Esfera
Celeste,
onde se
pudesse
inscrever a
expressão
positivista
"ORDEM E
PROGRESSO",
parte de um
dos lemas
mais
conhecidos
do filósofo
francês
AUGUSTE
COMTE
(1798-1857),
fundador do
positivismo,
que contava
com
numerosos
seguidores
no Brasil,
entre eles o
Professor
RAIMUNDO
TEIXEIRA
MENDES, o
mentor da
Bandeira
Republicana.
AS
ALTERAÇÕES
NA ESFERA
AZUL-CELESTE
No início, a
nossa
Bandeira
possuía 21
estrelas
pertencentes
a oito
constelações,
a saber :
Cruzeiro do
Sul (5),
Escorpião
(8),
Triângulo
Austral (3),
Cão Menor
(1), Cão
Maior (1),
Argus (1),
Virgem (1) e
Oitante
(1).Posteriormente,
em 1960 e
1962, foram
acrescentadas
mais dua
estrelas,
Alphard
(Alfa) e
Gama,
pertencentes
à
constelação
de Hidra
Fêmea e
referentes
aos novos
Estados da
GUANABARA e
do ACRE,
respectivamente
LEI No 5443
DE
28/05/1968.A
LEI No 5700
DE
01/09/1971
deu nova
redação à
Lei acima
mencionada,
dispondo
detalhadamente,
sobre a
forma e
apresentação
dos símbolos
nacionais -
Bandeira,
hino, Armas
e Selo.Em
1992, foram
adicionadas
mais quatro
estrelas à
constelação
do Cão Maior
: Mirzam
(Beta),
Muliphen
(Gama),
Wezen
(Delta) e
Adhara
(Épsilon),
referentes
ao Estados
do AMAPÁ,
RONDÔNIA,
RORAIMA E
TOCANTINS,
respectivamente
- LEI No
11/05/1992.O
Estado de
MATO GROSSO
DO SUL ficou
com a
estrela
Alphard que
pertencia ao
Estado da
GUANABARA,
extinto em
1975, e cuja
estrela não
chegou a ser
retirada da
Bandeira.Assim
sendo, a
atual
Bandeira
Brasileira
já possui
incorporada,
27 estrelas,
referentes
aos 26
Estados e ao
Distrito
Federal, e
pertencentes
a nove
constelações
assim
distribuídas
:
Cruzeiro do
Sul (5),
Escorpião
(8),
Triângulo
Austral (3),
Oitante (1),
Virgem (1),
Cão Maior
(5), Cão
Menor (1),
Carina -
ex-Argus
(1), e Hidra
Fêmea(2).As
Leis em
questão
ressaltam a
necessidade
da Bandeira
Nacional ser
atualizada
sempre que
ocorrer a
criação ou
extinção de
Estados e
deixam bem
evidente que
a Bandeira
Brasileira é
aquela que
foi adotada
pelo Decreto
No 4 de
19/11/1889.
DIA DA
BANDEIRA
O Dia da
Bandeira é
comemorado
em 19 de
novembro,
data em que
ela foi
adotada em
1889.(No dia
da
Proclamação
da
República,
15 de
novembro de
1889, o
Governo
Provisório
adotou como
bandeira
oficial o
estandarte
do Clube
Republicano
Lopes
Trovão,
instituição
que
participou
ativamente
da campanha
pela adoção
do novo
regime. Por
ser quase
idêntica à
bandeira dos
Estados
Unidos, o
que
contrariava
o
nacionalismo
dos
republicanos,
acabou sendo
substituída
quatro dias
depois)
CERIMONIAL
DA BANDEIRA
NO "DIA DA
BANDEIRA"
(Artigo
4.3.4. do
Cerimonial
da Marinha
de Guerra)
No "Dia da
Bandeira",
deverá ser
observado o
seguinte
cerimonial:
a) cinco
minutos das
12h00 deverá
ser dado o
toque de
Bandeira e,
ao ser assim
feito, içar
o sinal
respectivo;
b) arriar a
Bandeira e
proceder
dessa
ocasião em
diante como
no
cerimonial
para o
hasteamento
da Bandeira;
c) por
ocasião de
ser hasteada
a Bandeira,
será içada o
embandeiramento
nos topese,
logo após,
dada a salva
de 21 tiros;
d) após a
salva,
deverá ser
executada
pela banda
de música o
Hino à
Bandeira,
que será
cantada por
toda a
oficialidade
e guarnição
presente à
cerimônia.
(fonte :
http://www.brasilrepublica.hpg.ig.com.br/bandeiranacionalbr.htm)
CURIOSIDADES
:
A) A palavra
de ordem
inscrita em
nossa
bandeira,
trata-se da
síntese de
um sistema
filosófico
aceito não
só no
Brasil, como
também na
Europa: o
positivismo.
Os grandes
nomes dessa
filosofia em
nosso país
no fim do
século XIX
eram
Benjamin
Constant,
Demétrio
Ribeiro,
Teixeira
Mendes e
Miguel
Lemos. Numa
visível
homenagem a
esses
cidadãos,
convoca os
brasileiros
para uma
arrancada
concreta e
irreversível
pelo
desenvolvimento.
A
significação
de ordem não
é ditadura,
mas sim
decisão e
visão clara
dos
problemas,
enquanto
progresso
não indica
riqueza para
os
indolentes,
mas meta de
ascensão
para os
homens de
valor. Um
dos três
únicos casos
em que o
idioma da
pátria em
questão
aparece na
bandeira,
possui o seu
recanto para
o culto
coletivo de
toda a
nação: a
Praça dos
Três
Poderes, em
Brasília,
onde fica
sempre
hasteada,
tendo na
base do
mastro as
seguintes
palavras:
"Sob a
guarda do
povo
brasileiro,
nesta Praça
dos Três
Poderes, a
bandeira
sempre no
alto, a
visão
permanente
da pátria".
B) Em 1922,
quando da
revolta do
Forte de
Copacabana,
Siqueira
Campos
retalhou uma
bandeira
nacional em
29 frações e
as
distribuiu
aos soldados
sublevados,
que, em
qualquer
situação,
isoladamente,
podiam
homenagear o
Pavilhão
Nacional e
dele receber
inspirações.Quando
da fundação
de Brasília,
criou-se um
recanto para
o culto
coletivo de
toda a
Nação. Na
Praça dos
Três
Poderes,
está
permanentemente
hasteada uma
Bandeira
Nacional. Na
base do
mastro, as
palavras:
SOB A GUARDA
DO POVO
BRASILEIRO,
NESTA PRAÇA
DOS TRÊS
PODERES, A
BANDEIRA
SEMPRE NO
ALTO, A
VISÃO
PERMANENTE
DA PÁTRIA.
C) Você
sabia que...
- uma
bandeira em
mau estado
de
conservação
não pode ser
hasteada.
Deve ser
entregue a
uma unidade
militar para
ser
incinerada
no dia 19 de
novembro.
- a Bandeira
Nacional
fica
permanentemente
hasteada na
Praça dos
Três Poderes
em Brasília.
Quando for
substituída,
só é arriada
quando a
nova for
hasteada.
- em alguns
locais, a
bandeira
deve ser
hasteada
todos os
dias. São
eles:
palácio da
Presidência
da
República;
residência
do
presidente;
Congresso
Nacional;
nos
ministérios;
no Supremo
Tribunal
Federal; nos
edifícios-sede
dos poderes
Executivo,
Legislativo
e
Judiciário;
em
repartições
consulares;
em
repartições
federais,
estaduais e
municipais
situadas na
faixa da
fronteira
etc.
Tradicionalmente,
a bandeira é
hasteada às
8h da manhã
e arriada às
18h. Se
ficar
hasteada
durante a
noite, deve
estar
iluminada.
- Não é
permitido
hastear
bandeira de
outro país
em terras
brasileiras
se ao lado
não estiver
a Bandeira
Nacional de
igual
tamanho e
posicionada
ao lado
direito. A
exceção é
somente para
embaixadas e
consulados.
D) Não
faltam
sinônimos
para a
palavra
bandeira,
originária
do gótico "bandvja"
e do latim "bandaria".
São eles:
auriflama,
balsa,
bandeirola,
emblema,
estandarte,
flâmula,
galhardete,
gonfalão,
guião,
insígnia,
lábaro,
pálio,
pavilhão,
pendão e
vexilo.
Veja agora o
que
significa
cada uma
dessas
palavras:
Auriflama -
pequeno
estandarte
de seda
vermelha
entregue aos
reis da
França pelo
abade S.
Dinis.
Balsa - é o
estandarte
usado pelos
templários
nas
expedições
contra os
mouros.
Bandeirola -
pequena
bandeira
usada pelos
engenheiros
quando
querem
marcar o
ponto de um
alinhamento.
Emblema -
figura ou
símbolo.
Estandarte -
insígnia
militar dos
corpos de
cavalaria.
Flâmula -
tira ou
faixa que
tem a ponta
farpada,
sendo
colocada no
topo dos
mastros das
embarcações.
Galhardete -
bandeira
colocada nos
mastros para
adornar ou
sinalizar.
Também pode
servir de
enfeite nas
ruas.
Gonfalão -
bandeira de
guerra com
partes que
prendem
perpendicularmente
a uma haste,
sob a qual
se
enfileiravam
os vassalos.
Guião - é o
estandarte
que encabeça
as tropas ou
procissões.
Insígnia -
adorno
emblemático
de
autoridades.
Lábaro -
estandarte
usado entre
os romanos
no tempo dos
imperadores.
Aparece na
letra do
hino
nacional
brasileiro.
Pálio -
ornamento
que o papa
concede aos
patriarcas e
arcebispos e
eventualmente
as bispos.
Pavilhão -
símbolo
marítimo de
uma
nacionalidade.
Pendão -
bandeira
grande em
cruz levada
em
procissões.
Vexilo - o
termo é
usado como
destacamento
militar e o
vocábulo
vexilalogia
é a ciência
que estuda
das
bandeiras
como
símbolos.
(fonte :
http://www1.ibge.gov.br/ibgeteen/datas/bandeira/palavras.html)
Miriam
Panighel
Carvalho |