


A Atlântida
será uma lenda?
Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro
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humanoides
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Classificação da tipologia dos humanoides mais
frequentes registados: Alfa, Beta, Gama, Delta, Ómega e Sigma. Imagem: INFA.
Sistemas de comunicação
Dentro da casuística
envolvendo encontros com tripulantes de UFOs há
um elemento bastante perturbador para a
testemunha. Trata-se da tentativa de comunicação
por parte dos humanoides, valendo-se de
diferentes métodos, sejam verbais, gesticulados
ou de outra natureza – como telepática. Se este
fator é complicador, o quadro fica ainda mais
complexo quando se acrescentam a ele aspetos
inusitados. É quando o aliem transmite com
clareza à testemunha alguma mensagem ou
informação: “somos de Marte”, “quero água”,
“voltaremos a procurá-lo”, “estamos efetuando
uma missão na Terra”, e assim por diante. Pode
parecer ficção, mas há um longo e desconcertante
rosário de proposições, conselhos, mensagens
contraditórias, pedidos e avisos que os seres
dão aos seus interlocutores. Em certas ocasiões,
há profundas mensagens nas quais exortam a
humanidade a buscar o caminho da paz, da luz e a
se precaver quanto ao perigo de uma guerra
nuclear.
Quase sempre são discussões filosóficas, mas há,
ainda, advertências relativas às atividades
humanas que os seres extraterrestres consideram
inaceitável. Para ilustrar esta situação,
podemos citar o Caso Palhano, investigado pelo
também coeditor de UFO Reginaldo de Athayde à
equipe do Centro de Pesquisas Ufológicas (CPU),
de Fortaleza (CE). O acontecimento envolveu o
policia militar Luiz de Oliveira e seu amigo
Pedro da Silva, técnico em eletrónica. Em 05 de
Março de 1992, em Palhano, à 140 km de Fortaleza
(CE), os protagonistas tinham saído da cidade
para caçar paturis – uma espécie de pato
selvagem muito apreciado naquela localidade. Por
volta das 18h00, ambos se encontravam de tocaia
à beira do Rio Palhano, observando o céu.
Subitamente, um UFO se aproximou e Pedro correu
para o rio, jogando-se na água, para depois se
esconder nos arbustos. Já Luiz correu em direção
à cidade e foi perseguido pelo objeto, que o
atingiu com uma luz que o puxou para seu
interior. Dentro do objeto, um dos humanoides
passou uma mensagem desconcertante ao abduzido:
“Não tenha medo, não vamos lhe fazer mal algum.
Somos de Catandorius Decnius. Nossa civilização
é descendente de outra mais evoluída, que
habitou a Terra há 353 mil anos”. E advertiu
sobre uma atividade que os terrestres estariam
fazendo, que eles repudiam: “Por que o terrestre
vem tentando penetrar em nosso planeta? Os seres
de Catandorius não vão permitir que isso
aconteça. Nós temos um templo montado aqui na
Terra há milhares de anos”. Nesse momento, o
estranho alienígena apontou para uma pirâmide
pequena, dizendo que aquele era o modelo de seu
templo. O caso é exótico, é verdade, mas a
idoneidade das testemunhas foi amplamente
checada e até o oficial superior de Luiz de
Oliveira confirmou sua honestidade. O
comportamento do fenómeno é sempre estranho, e
forçosamente repetido até a exaustão em toda a
história contemporânea do Fenómeno UFO. E o fim
é quase sempre o mesmo. Na maioria das vezes,
depois de terem assombrado o pobre humano ali
presente com um suposto diálogo, seja por
telepatia, alguma linguagem inteligível ou em
nosso próprio idioma, tranquilamente os ETs
voltam para alguma nave luminosa e desaparecem
no céu, deixando os terrestres deslumbrados ante
tal experiência. Em alguns casos, também deixam
uma mensagem infantil ou imprópria para as
testemunhas. Ainda assim, com relação aos
principais tipos de comunicação registados na
casuística mundial, podemos classificá-los em
cinco categorias distintas:
Diálogos no idioma da testemunha — Estes são
casos em que houve uma comunicação plena, oral e
em nosso idioma entre ETs e seres humanos. A
implicação desse tipo de comunicação é que se
pressupõe que os humanoides são bastante
similares a nós, pelo menos em parte de sua
anatomia biológica. Para falar, o tripulante
teria que ter uma língua semelhante, cordas
vocais, dentes, certas cavidades em seu aparelho
respiratório, das cordas vocais à boca, e
produzir sinais vocálicos dentro da frequência
auditiva do humano. E há vários exemplos desses
casos. No dia 16 de Maio de 1979, na cidade de
Baependi (MG), o agricultor Arlindo Gabriel dos
Santos saiu com uns amigos para caçar. Quando se
encontravam a cerca de seis quilómetros de
distância da sede de sua fazenda, decidiram se
separar. Sozinho, Arlindo viu três objetos
voadores estranhos pousarem e sumirem
inexplicavelmente. Logo em seguida, um quarto
objeto – bem maior que os primeiros e de formato
ovoide – pousou à sua frente. Uma porta se
abriu, dois seres o capturaram e levaram-no para
o interior da nave. Os ETs eram bem parecidos
convosco. Dentro do UFO, Arlindo foi abordado
por uma moça loira e de rosto rosado. Segundo
descreveu, essa criatura aparentemente fêmea
começou a explicar detalhes de sua civilização,
a forma com que eles conseguiam vencer as
distâncias astronómicas e outras várias
informações que, infelizmente, o pesquisador
Ubirajara Rodrigues não conseguiu resgatar nos
depoimentos de Arlindo, devido à sua limitação
cultural. Arlindo não entendeu nada do que se
passou e não se interessou em perguntar para a
criatura o que não conseguia compreender. Em
seguida, foi levado para fora da nave e os seres
ainda lhe avisaram: “proteja a vista, que o
aparelho a condena”. O interessante é que
Arlindo não conseguiu olhar para trás, pois ele
se sentia preso por algo.
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Gigantes... |
