A Atlântida será uma lenda?

Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro

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Estranho na foto do Sol

 

Comportamento

 Tal qual o Fenómeno UFO como um todo, analisar o comportamento dos humanoides é algo bastante complicado, dada a estranheza e aparente ilógica da casuística. Se estamos realmente sendo visitados por uma ou mais civilizações extraterrestres, por que não há um contacto oficial? Em 1968, buscando uma perspectiva para a questão, a Academia da Força Aérea dos Estados Unidos forneceu alguns parâmetros para seus cadetes. “Nós podemos ser objeto de estudo sociológico e psicológico intensivo. Em tais estudos, em geral se evita perturbar o ambiente do objeto de teste”, dizia uma parte do documento fornecido aos alunos. O mesmo texto, a seguir, fazia uma estranha comparação: “Não se entra em contacto com uma colónia de formigas, e os humanos podem parecer assim para qualquer alienígena”. Ainda de acordo com os parâmetros da mesma, tal contacto já poderia ter acontecido secretamente. “Ele pode ter se registado num plano diferente de consciência e ainda não somos sensíveis para comunicação em tal ponto”, consta do documento, obtido com muito esforço, ainda em 1968, pelo major Donald G. Carpenter, do Departamento de Física da Academia. Tal material foi posteriormente publicado na obra "Objetos Voadores Não Identificados, Ciência Introdutória do Espaço", e evidentemente desmentido pelas autoridades em seguida. Sejam quais forem as razões, a falta de contacto formal resulta, num primeiro momento, numa característica desconcertante do fenómeno. Por que as inteligências por trás dos UFOs optam pela clandestinidade? Não sabemos quem são, de onde vêm e, principalmente, quais são seus motivos. Sem que existam essas respostas básicas para essas questões, nos deparamos com inúmeros contactos espalhados pelos quatro cantos do planeta, nos quais não temos condições de observar qualquer ordenamento lógico. A princípio, podemos tentar avaliar o comportamento dos supostos humanoides dentro do que conseguimos catalogar na pesquisa civil, e buscar associações que nos possam apresentar indicadores importantes. Com relação ao comportamento dos humanoides alienígenas em contactos com humanos, podemos distinguir basicamente cinco categorias distintas:
Hostil - Quando os visitantes perpetram um possível confronto ou acarretam quaisquer danos à integridade física das testemunhas de forma aparentemente intencional, verificamos o que pode ser considerado um comportamento hostil, segundo nossos critérios. É o caso ocorrido em 13 de Agosto de 1967, na cidade de Crixás (GO), com o agricultor Inácio de Souza. Ele retornava para sua fazenda, juntamente com sua esposa, quando percebeu um enorme objeto discoide pousado na pista de aterragem da propriedade, perto da casa. Junto ao objeto havia o que ele descreveu como “três crianças que pareciam vestir uma malha colante ao corpo”, ou a roupa era amarela ou estariam nus. Inácio foi em direção das crianças e logo percebeu que não se tratavam de seres humanos normais – o ufólogo Claudeir Covo os classifica como humanoides do tipo Alfa. Um dos seres percebeu o casal, apontou para os demais em sua direção e os três começaram a correr para as testemunhas. Assustado, Inácio mandou sua esposa ir para casa enquanto tirava sua espingarda Winchester calibre 44, que carregava no ombro, desferindo um tiro preciso no ser que estava mais próximo, a uma distância que estimou em cerca de 60 m. A criatura caiu no chão no mesmo instante em que foi baleada. No momento do tiro, o UFO lançou um feixe de luz verde, atingindo Inácio no ombro esquerdo, que perdeu as forças e caiu ao chão. Sua esposa voltou correndo com o intuito de proteger o marido desacordado. Ela também pegou a arma, mas quando apontou para os seres, que haviam levantado o que fora atingido por Inácio, eles o carregavam para dentro do disco e sumiram. A nave subiu verticalmente emitindo um zumbido. Não foram encontradas marcas de sangue no local e Inácio morreu 59 dias depois do incidente, com sintomas de leucemia aguda. O Caso Crixás, pesquisado pelo citado ufólogo Aleixo, é um clássico da Ufologia Brasileira e dá margens para concluir que o comportamento hostil dos humanoides possivelmente foi motivado pelo tiro disparado por Inácio. Seria um comportamento hostil estimulado, uma reação a algo. E na mesma categoria de hostilidades não podemos nos esquecer das abduções alienígenas, mas estas não são reações a estímulo algum. A abdução é sempre uma violência, pois consiste na captura de pessoas contra suas vontades, e os seres extraterrestres as submetem a uma série de exames de carácter, aparentemente, médico a bordo da nave, muitas vezes dolorosos. Independentemente dos motivos de tais procedimentos – sejam eles benéficos ou maléficos para nossa humanidade, ainda que a Ufologia não tenha explicação para eles –, o ato de raptar em si é uma violência. E normalmente ocorre deixando os abduzidos completamente aterrorizados. Alguns acabam carregando traumas emocionais pelo resto da vida, como ónus das dramáticas experiências que viveram durante o processo.

 

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