


A Atlântida
será uma lenda?
Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro
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11 de Setembro |
Benevolente - Comportamento onde há uma clara
interação entre os humanoides e as testemunhas,
resultando em algum tipo de benefício para a
segunda. Um relatório de acuidade visual, datado
de 30 de Agosto de 1976, não deixava dúvidas: a
jovem Dirce (pseudónimo), então com nove anos de
idade, era portadora de reumatismo infeccioso.
Assustados, os pais da jovem menina a levaram
para outra clínica. A conclusão foi que a visão
de ambos os olhos tinha apenas 6% da visão
normal. O exame de fundo de olho, fotografado em
slides, indicava uma aparente degeneração da
mácula, que poderia ser do tipo cística
(inicial), ou distrofia viteliforme da mácula
(doença de Best). Um dos médicos também falou em
neurite trobulbar. O fato é que tinha sua
capacidade visual altamente comprometida. Numa
determinada noite, às 19h00, numa data que se
estima ser pouco depois de 04 de Novembro de
1976, foi levar comida para o cachorro no
quintal. Subitamente entrou correndo em casa,
muito pálida. Segundo Dirce, quando começou a
tratar do cão, olhou para o fundo do quintal,
que era muito escuro, e viu um ser de cerca de
dois metros de altura, usando uma espécie de
capacete e um macacão muito justo. Ele tinha
olhos extremamente escuros, com dois buracos.
Outro buraco ocupava o lugar da boca. Carregava
uma arma apontada para ela e andava lentamente.
Quando chegou à cerca de um metro de distância
de Dirce, o aliem acionou o botão que tinha no
peito e, nesse instante, a visão de Dirce
obscureceu. Quando recuperou a visão, o ser
estava de costas, caminhando novamente para o
fundo do quintal, de onde viera. O inusitado é
que a visão de Dirce foi curada
inexplicavelmente, conforme atesta o laudo do
cirurgião oftalmologista doutor Tadeu Cvintal: "Angiofluoresceinografia
Retiniana. Tempos principais AO (ambos os
olhos), em 05 de Agosto de 1982. Angiograma
normal" – a visão de Dirce estava curada.
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Jerusalem |
