Sinto o vento da madrugada na janela...
O silêncio da noite... desejos desperta;
Sinto seu abraço invisível;
Na minha mente vejo seu sorriso;
Seu calor de homem menino;
Preenchendo o que está vazio;
Por que, por que?
Por que temos que estar separados, eu e
você?
Se dia após dia aumenta esse querer?
Será que nos encontraremos na curva do
amanhã?
Ou será que não estou mais sã?
Quando te vejo, parece que os sonhos são
infinitos;
No Nirvana passeia meu espírito...
Minha saudade é do tamanho dessa cidade...
E ficar longe...é crueldade;
Queria apenas te amar e viver essa
felicidade;
O tempo passa rápido demais...
Nos seus braços queria encontrar minha
paz;
Não consigo mais esconder tudo isso...
Hoje, você é meu amor, meu paraíso...
Atenuando toda tristeza que sinto;
Mas, tenho que estar distante...
Viver um sentimento que de dia...rapidamente
se esconde;
E, estarei longe quando dobrar a esquina...
Penso que tanta paixão fora um presente da
vida...
Mas...
Tudo é diferente e real quando amanhece o
dia...
Você já tem sua vida...
(Helena Borges)