Biografia:
Najla
Aline Tirabassi
Natural
de Cerquilho/SP, 23 anos. Formada em Gestão em
Recursos Humanos. Desde sempre, amante dos livros,
da escrita e de todo tipo de arte. Acredito que a
arte é o principal meio para as pessoas evoluírem.
Advinda de inspiração, que nada mais é do que a voz
da nossa alma. Participei do Torneio Municipal de
Poesias em 2003, da 16° FEPOC - Festival de Poemas
de Cerquilho, por incentivo da bibliotecária do
colégio onde cursei o Ensino Fundamental, e tive
minha poesia “Verso e reverso” publicada no livro do
evento. Muito cedo tomei o gosto por ler e escrever,
e o resultado não poderia ter sido diferente: tenho
colhido muitos aprendizados. Escrevo por
necessidade, por amor, para preencher a alma, para
me sentir mais leve. Já dizia Paulo Leminski:
“Escrevo. E pronto. Escrevo porque preciso, preciso
porque estou tonto. Ninguém tem nada com isso.
Escrevo porque amanhece, e as estrelas lá no céu
lembram letras no papel, quando o poema me anoitece.
A aranha tece teias. O peixe beija e morde o que vê.
Eu escrevo apenas. Tem que ter por quê?”. Escrever é
como ter asas, e ter autonomia para navegar em seu
próprio mundo, e enfrentar o desconhecido com
entusiasmo. Tenho comigo a espontaneidade e o
partidarismo à liberdade de expressão. Sou ainda
aprendiz das minhas próprias histórias, dos meus
contos de fadas e dos meus sonhos, e busco alegrar
meus dias com palavras e versos. Mas algumas pessoas
gostam do que escrevo, e meus professores sempre me
disseram que tenho talento para isso. Assim,
continuo me reescrevendo entre linhas tortas e
tropeços... o alicerce ainda não está pronto. Não
tem data definida para terminar. Ainda é frágil,
precisa de muita sustentação, ainda teme os ventos
da solidão, ainda chora pelas limitações. E sucumbe,
e reconstrói... Tantas e tantas vezes... Processo
árduo esse de "fazer-se", e intérmino. Muito
desajeitada escrevo esta “autobiografia”, na
simplicidade e na honra em poder falar um pouco
sobre mim no consagrado Portal Cen. Esta é a 2ª
Antologia em que participo. Agradeço à querida amiga
Isabel Pakes, que tem uma alma maior que ela, que
abraça a todos com carinho e leva consigo o
verdadeiro símbolo da arte: transmitir alegria a
todos os que a circundam.
2012