Dia do Corpo de Deus
26 de Maio
(Feriado em Portugal)

          Festa do Santíssimo Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo
          Este ano é celebrado no dia 26 de maio
          Todos os anos, por volta do mês de junho, sempre numa quinta-feira, dia em que Cristo instituiu a Eucaristia, nós cristãos católicos, celebramos a festa do Santíssimo Corpo e Sangue de nosso Senhor Jesus Cristo, é a festa do Corpo de Deus!
          A Eucaristia, é para nós cristãos, o centro de nossa fé. Cristo ressuscitado se faz realmente presente nas espécies do pão e do vinho e, se dá em alimento para nos fortalecer em nossa peregrinação rumo à Pátria Celeste . Jesus Cristo, na última Ceia, sabendo que ia ser entregue às autoridades de sua época, quis ficar connosco de uma maneira misteriosa, tornando-se presente nos sinais do pão e do vinho: "Isto é o meu Corpo que é dado por vós..." (1 Cor 11, 24). "Este cálice é a nova aliança, em meu sangue..." (1 Cor 11, 25). Que maravilha! Que sublime Sacramento! Que amor profundo o Filho de Deus tem por nós! "Eis que estarei com vocês todos os dias até o fim do mundo". (Mt 28, 20). E, é verdade, Ele está no meio de nós. Ele se interessa por nós. Ele quer a nossa felicidade aqui na terra e a nossa salvação. Como nos lembra um belíssimo hino litúrgico: "No Calvário se escondia tua divindade, mas na Eucaristia se esconde tua humanidade. Cremos em ambas e pedimos como o bom ladrão, estarmos lá no céu, um dia adorando a Deus face a face".
          A festa do Corpo de Deus é uma proclamação de fé na presença real de Jesus Cristo na Eucaristia. Diversos são os milagres que atestam a presença de Cristo na Eucaristia. Chamamos atenção para um deles, que se deu por volta do ano 700, na cidade italiana de Lanciano. Nesta cidade, entre os monges de São Basílio, havia um que vacilava em sua fé na presença real de Cristo nas espécies do pão e do vinho. Certa vez, quando celebrava a Missa, proferindo as palavras da consagração, ele viu a hóstia converter-se em carne viva e o vinho em sangue vivo. Aturdido pelo milagre que acabara de ocorrer e cheio de alegria, chamou as pessoas presentes e disse: "Vinde, irmãos, e admirai o nosso Deus que se aproximou de nós. Eis aqui a Carne e o Sangue do nosso Cristo muito amado!" As relíquias foram inicialmente guardadas num tabernáculo de marfim. A partir de 1713 até hoje, a Carne está conservada numa custódia de prata e o Sangue num cálice de cristal. Junto ao reconhecimento eclesiástico, uniu-se o pronunciamento da ciência por meio de minuciosas provas laboratoriais encaminhadas ao Vaticano. Em 1970, nova pesquisa foi realizada por dois médicos de renome internacional e idoneidade moral indiscutíveis: Dr. Linoli e Prof. Ruggero Bertelli. A ciência se pronunciou afirmando que a Carne é músculo cardíaco e o Sangue é do tipo AB e são de pessoa humana. Esses dois cientistas afirmaram: "É como o sangue de pessoa viva, como se tivesse sido colhido, de um ser vivo na mesma data". "A conservação da carne e a conservação do sangue são um fenómeno extraordinário". Para nós, cristãos católicos, este fenómeno atestado pela ciência é o "Milagre Eucarístico de Lanciano".
          Em 1264, o Papa Urbano IV, proclamou a festa de "Corpus Christi" com celebração especial e procissão festiva. Devemos continuar este costume de acompanhar a procissão do Corpo de Deus, como demonstração pública da nossa fé na presença de Cristo no Santíssimo Sacramento do Altar. Tão sublime Sacramento, adoremos neste altar!
          Por: Luiz Alberto Massarote
          Livro o milagre Eucarístico de Lanciano

          Na festa do Corpo de Deus
          Por ocasião da festa do Corpus Christi, do Corpo de Deus, propomos um fragmento da homilia que S. Josemaría pregou no dia 28-V-1964, festa do Corpus Christi.
          18 Junho 2003
          Hoje, festa do Corpo de Deus, meditamos juntos a profundidade do Amor do Senhor, que o levou a ficar oculto sob das espécies sacramentais, e é como se ouvíssemos, fisicamente, aqueles seus ensinamentos à multidão: Eis que o semeador saiu a semear. E, quando semeava, uma parte da semente caiu ao longo do caminho, e vieram as aves do céu e comeram-na. Outra parte caiu em lugar pedregoso, onde havia pouca terra; e logo nasceu porque estava à superfície; mas, saindo o sol, queimou-se e, porque não tinha raiz, secou. Outra parte caiu entre os espinhos, e os espinhos cresceram e sufocaram-na. Outra parte caiu em boa terra e frutificou; uns grãos renderam cem por um, outros sessenta, outros trinta.
          Agradar-me-ia que, ao considerar tudo isto, tomássemos consciência da nossa missão de cristãos, voltássemos os olhos para a Sagrada Eucaristia, para Jesus que, presente entre nós, nos constituiu seus membros: vos estis corpus Christi et membra de membro, vós sois o corpo de Cristo e membros unidos a outros membros. O nosso Deus decidiu ficar no Sacrário para nos alimentar, para nos fortalecer, para nos divinizar, para dar eficácia ao nosso trabalho e ao nosso esforço. Jesus é simultaneamente o semeador, a semente e o fruto da sementeira: o Pão da vida eterna.
          Este milagre, continuamente renovado, da Sagrada Eucaristia, encerra todas as características do modo de agir de Jesus. Perfeito Deus e perfeito homem, Senhor dos Céus e da Terra, oferece-Se-nos como sustento, da maneira mais natural e corrente. Assim espera o nosso amor, desde há quase dois mil anos. É muito tempo e não é muito tempo; porque, quando há amor, os dias voam.
          Vem-me à memória uma encantadora poesia galega, uma das cantigas de Afonso X, o Sábio. É a lenda de um monge que, na sua simplicidade, suplicou a Santa Maria que o deixasse contemplar o céu, ainda que fosse só por um instante. A Virgem acolheu o seu desejo, e o bom monge foi levado ao Paraíso. Quando regressou, não reconhecia nenhum dos moradores do mosteiro: a sua oração, que lhe tinha parecido brevíssima,, tinha durado três séculos. Três séculos não são nada, para um coração que ama. Assim compreendo eu esses dois mil anos de espera do Senhor na Eucaristia. É a espera de Deus, que ama os homens, que nos procura, que nos quer tal como somos – limitados, egoístas, inconstantes – mas com capacidade para descobrirmos o seu carinho infinito e para nos entregarmos inteiramente a Ele.
          Por amor e para nos ensinar a amar, veio Jesus à Terra e ficou entre nós na Eucaristia. Como tivesse amado os seus que viviam no mundo, amou-os até ao fim; com estas palavras começa S. João a narração do que sucedeu naquela véspera da Páscoa, em que Jesus – refere-nos S. Paulo – tomou o pão, e dando graças, o partiu, e disse: Tomai e comei; isto é o meu corpo que será entregue por vós; fazei isto em memória de mim. Igualmente também, depois da ceia, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento do meu sangue; fazei isto em memória de mim todas as vezes que o beberdes.
          A procissão do Corpo de Deus torna Cristo presente nas aldeias e cidades do mundo. Mas essa presença, repito, não deve ser coisa de um dia, ruído que se ouve e se esquece. Essa passagem de Jesus lembra-nos que temos também de descobri-Lo nos nossos afazeres quotidianos. A par da procissão solene desta quinta-feira. deve ir a procissão silenciosa e simples da vida corrente de cada cristão, homem entre os homens, mas com a felicidade de ter recebido a fé e a missão divina de se comportar de tal modo que renove a mensagem do Senhor sobre a Terra. Não nos faltam erros, misérias, pecados. Mas Deus está com os homens, e temos de nos dispor a que se sirva de nós e se torne contínua a sua passagem entre as criaturas.
          © 2005, Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

          PROCISSÃO DO CORPO DE DEUS

          Existe no Rio de Janeiro, como em outras cidades do Brasil, uma pequena capela consagrada a São Jorge considerado o defensor de Portugal e do Brasil. Essa capela, no dia da festa do corpo de Deus torna-se o ponto de reunião do povo, que, desde nove horas da manhã, aflui para ver sair o cortejo grotesco acompanhando a imagem do Santo, de tamanho natural e feita de papelão coberto de pano. Colocam-na sobre um belo cavalo branco, conduzido pela rédea por um picador da Casa Imperial. Mas o que mais diverte o enxame de mulatinhos e negrinhos que o acompanham são os foguetes que o negro fogueteiro, marchando à frente, solta durante o trajeto da capela de São Jorge até a capela Imperial.
          É aí que o santo a cavalo espera, diante do pórtico, a saída da grande procissão que ele encabeça.
          Lá pelas dez horas da manhã, o carrilhão da Capela Imperial, três girândolas soltas no largo do Palácio, e as salvas de artilharia de quatro peças de campanha, colocadas diante da fachada do palácio, anunciam a saída do cortejo. O mesmo barulho se renova à saída do pálio.
          O fogueteiro negro marcha a uma grande distância na frente do cortejo, parando nas encruzilhadas onde o aguardam alguns camaradas que entregam os foguetes necessários transportados por uma besta de estrebarias imperiais. Um piquete de cavalaria vem atrás seguido por um picador a cavalo, vestido com a libré de gala da casa do soberanos. Segue-se um grupo de oito a dez músicos negros que compõem a orquestra de São Jorge(1) a qual se constitui de flautas, trompas, trombetas, e um tambor. O repertório comporta uma única marcha, repetida sem interrupção até o regresso da procissão, e cujo estilo monótono evidencia a mediocridade do compositor.
          Logo em seguida vem São Jorge a cavalo. O manequim, de tamanho e cores naturais, é ricamente vestido e armado de um escudo e de um pequeno estandarte; usa um grande cordão da Ordem de Cristo (2); seu cavalo branco é magnificamente ajaezado, sendo conduzido pela rédea por um picador a pé (3). Dois outros lacaios marcham ao lado do cavalo para segurar as pernas do cavaleiro de papelão, que mantém com dificuldade seu equilíbrio durante a marcha. Atrás do santo vem um picador particular (4), a cavalo, precedendo outro cavaleiro armado dos pés a cabeça, porém com seu animal menos ajaezado(5). A cavalgada termina com doze cavalos riquissimamente ajaezados e conduzidos pela rédea, de dois em dois(6), por picadores a pé. Acaba assim o cortejo de São Jorge.
          Começam a surgir então os doze estandartes e as deputações das doze irmandades seguidas pelos dignitários e cavaleiros de Cristo, com trajes de professos, e escolta habitual do imperador, vem a orquestra da capela Imperial e o clero da mesma, e finalmente o pálio, sustentado por oito varas; a primeira, à direita, é carregada por S.M.I.; e a da esquerda por seu capitão de guarda; os grandes dignitários carregam as outras. Agrupados atrás, seguem todos os indivíduos a serviço do palácio junto a marcha, como de costume.
          Antes de regressar a procissão faz a volta do palácio do imperador, o qual, nesse momento, aparece ao balcão (?) com toda a sua família.
          Sentinelas da milícia e do exército são colocados de distância em distância, formando ala, em todas as ruas percorridas pelo cortejo; reúnem-se em seguida na praça da Capela.
          Três girândolas soltas no largo do Palácio, anunciam a entrada do pálio sob o pórtico da Capela Imperial sinal a que respondem as salvas de artilharia dos fortes e da marinha de guerra.
          Três descargas de mosquetões, dadas pelo pelotões reunidos perto da igreja, anunciam o fim do serviço divino. O comandante das armas desce então do cavalo e a tropa se retira para seus quartéis.
          (1) a indumentária desses músicos negros consiste em um enorme chapéu de feltro amarelado, de forma redonda e de grandes abas descidas, e de uma casaca de comprimento médio, com meias mangas cobrindo a parte superior das mangas mais compridas. A vestimenta é de sarja vermelha com um largo galão de lã amarela, a calça é de algodão branco; os sapatos brancos, de couro de veado, são enfeitados com rosetas vermelhas. (N. do A.)
          (2) seu capacete, de mau gosto, é de papelão dourado e encimado por um grande penacho de três lindas penas brancas. A couraça é de lambrequins verdes, cobertas de ricos enfeites de ouro; as coxas e as pernas, que se supõem couraçadas são cobertas de veludo preto liso com as juntas desenhadas por galões de ouro. Seu manto, mesquinhamente ajustado, é de veludo verde com ricos bordados de ouro. Usa a tiracolo a condecoração de comandante da Ordem de Cristo com diamantes e grande cordão. O braço esquerdo sustenta um escudo de tamanho médio, sobre o qual estão pintadas as armas imperiais brasileiras; na mão direita segura a bandeira nacional virada em sinal de humildade ; a lança, também abaixada, apoia-se no pé direito, preso ao estribo. (N. do A.)
          (3) a imagem é fixada solidamente na sela. A coberta e a manta são igualmente verdes e com bordados de ouro. Em torno da cabeça, da crina e da cauda, enorme laços de fitas de diversas as cores flutuam ao vento. (N. do A.)
          (4) o picador, usando a libré comum do palácio, carrega na mão uma pequena lança na ponta da qual esta amarrada uma fita verde e amarela; à cintura usa uma espada e monta um cavalo enfeitado de fitas como os outros. (N. do A.)
          (5) esse enorme cavaleiro porta-estandarte veste uma armadura completa, sem nenhum ornamento dourado, usa capacete com a grade da viseira descida. Felizmente tudo é de papelão pintado, imitando ferro, pois, apesar da leveza da indumentária , o ardor do sol provoca gotas de suor que escorrem pelo queixo, única parte do rosto descoberta. Há dez anos que o mesmo indivíduo representa a mesma personagem escravo de seu físico gigantesco, considerado ideal para o papel que lhe cabe na palhaçada; carrega um grande estandarte no centro do qual estão pintadas as armas do Brasil. Seu cavalo é inteiramente coberto por um manto de couro amarelo cor de camurça e a cauda é igualmente colocada dentro de uma bolsa da mesma cor. (N. do A.) o Ferreiro ou Homem de Ferro, segundo Mello Morais Filho, op. Cit. (N. do T.) .
          (6) Admite-se que esses cavalos ricamente ajaezados carreguem cada qual um pequeno cofre chato, de forma oval, que encerra os tesouros e bagagens do santo protector. A caixa é, aliás , escondida por um magnífico manto de veludo verde com ornamentos de prata. Um escudo grande guarnece a plataforma; os cantos pendentes são ornados de pequenos trofeus militares e o fundo, semeado de grandes estrelas. (N. do A.)
          (DEBRET, Jean-Baptiste. Viagem pitoresca e histórica ao Brasil.)

          Monção - "São Jorge venceu o dragão e ainda levou a princesa"
          Ninguém sabia ainda onde morava a Coca, o temível dragão que todos os anos enfrenta São Jorge na vila de Monção;
          a temível fera abriga-se nas instalações do caminho de ferro adquiridas pela Câmara Municipal monçanense depois de a vila ter perdido o serviço ferroviário há mais de uma década. O terrível combate das Festas do Corpo de Deus (19 de Junho) decorre num anfiteatro em terra batida construído em paralelo ao troço que chegou a ser aberto até São Gregório. A Melgaço e aos Arcos de Valdevez o comboio nunca havia de chegar...
          "AS FESTAS DO CORPO DE DEUS ENCHERAM CAMPO DO SOUTO - paralelo ao antigo caminho de ferro que de Melgaço que foi construído até São Gregório - COM MAIS DE CINCO MIL FORASTEIROS MORTE DA COCA SIGNIFICA UM BOM ANO DE COLHEITAS PARA OS LAVRADORES DA REGIÃO
          ""É a primeira vez que o cavaleiro salva a princesa", conta António Salgado, responsável pelo combate entre S. Jorge e a Coca, que se realiza anualmente em Monção, no Dia do Corpo de Deus, e que, desta vez, incluiu um espectáculo medieval, "para completar a lenda, que até aqui se resumia ao combate", acrescentou.
          Conta a lenda que "S. Jorge, acudindo ao apelo angustiado de uma jovem princesa, filha do rei da Líbia, mata com a sua lança o dragão que a queria devorar". Este ano, no segundo dia de festas na vila alto-minhota, a lenda foi seguida com mais rigor e o combate entre o cavaleiro e o dragão, simbolizando a luta entre o bem e o mal, foi precedido por torneios de armas e pela encenação da ameaça da Coca à princesa.
          Um espectáculo com muita animação, que também incluiu a actuação de saltimbancos, do grupo de teatro de Sobral de Ceira e de um coro masculino a três vozes, de Aveiro, que fizeram as delícias de uma assistência de quase cinco mil pessoas.
          Na altura do combate, e depois de eleito o cavaleiro mais valente, S.Jorge, "abençoado pelos cantos gregorianos", recebeu a lança das mãos do presidente da Câmara para desafiar a Coca, que durante o dia tinha desfilado pelas ruas de Monção. Durante o combate, o destemido cavaleiro tenta "espetar a lança nas goelas da Coca", que gira a cabeça. Mas a Coca só será dada por vencida se, depois do primeiro golpe, a espada do cavaleiro lhe cortar as duas orelhas, retirando-lhe a força.
          Ontem, S.Jorge saiu mais uma vez vitorioso, o que, de acordo com as crenças populares, significa que este será um bom ano agrícola.
          No Campo do Souto, palco privilegiado para o combate, esteve uma comitiva de Redondela, Galiza, localidade germinada desde 1989 com Monção, onde existe uma tradição idêntica. "O programa das festas é conjunto entre as duas localidades, com o que reanimamos ageminação, porque é uma forma de fazermos encontrar a nossa história e cultura, porque a tradição faz parte das nossas raízes", referiu José Emílio Moreira, presidente da Câmara.
          "Este é um espectáculo muito bonito, diferente do de Redondela, onde já não se realiza o combate e onde a Coca simplesmente passeia pelas ruas e se faz a dança das espadas", disse Xaime Rey, alcaide da localidade galega.
          Raquel de Melo in Jornal de Notícias de 20 de Junho de 2003.

          Leça da Palmeira
          No próximo dia 26 de Maio, dia do Corpo de Deus, sairá, como é costume na freguesia, a Procissão do Corpo de Deus.
          Após a celebração da Missa Solene, às 12 horas, na Igreja Matriz, a que se seguirá a exposição do Santíssimo.
          Este dia tão importante no calendário católico, em que se celebra a instituição da Santa Eucaristia por Cristo na Última Ceia, tem outro ponto alto na solene Procissão do Corpo de Deus, cujo itinerário congregará todos quantos a integram e acompanham para o Largo do Castelo, onde será feita a Bênção do Mar.
          A Procissão do Corpo de Deus integrará também as crianças que nesse dia fizeram a sua Profissão de Fé.
          Esta procissão é também conhecida pelos seus já característicos tapetes de flores que decoram algumas das ruas por onde a procissão passa.

Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro - Marinha Grande - Portugal
                                                                                                                                 

 

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