Revista “A Gruta da Poesia”

 

Número 009- Julho 2005  

Editora: Iara Melo

 

Olá, Queridos Leitores!
Chegamos a mais uma edição
da nossa Revista Literária A Gruta da Poesia,
contando com a colaboração do querido diretor do Portal CEN,
Carlos Leite Ribeiro, que nos mostra as belezas  da cidade de Alcobaça,
Distrito de Leiria, em Portugal;
Teremos a continuação da pesquisa de Carlos Leite Ribeiro
sobre a formação das Grutas (Cavernas);
Na seção poesias, vários poetas nos dão o prazer de ler
 os seus belos poemas,

são eles:

Elaine Santa Rosa
João Justiniano da Fonseca
Luciane Macário
Luiz Poeta
Teca Miranda

 
E finalmente, na seção entrevista contamos com a presença
da grande escritora pernambucana, a querida:
Laura Limeira

Desejo-lhes uma boa leitura!!!

A editora

Pelo Distrito de Leiria - Portugal

Cidade de Alcobaça – Distrito de Leiria
 
 
Mosteiro de Alcobaça

 Bem-vindo à Região de Turismo Leiria/Fátima!

          Visite os Mosteiros de Alcobaça e Batalha, Património Mundial da Humanidade e rume até aos castelos de Leiria, Ourém, Pombal e Porto de Mós, que parecem nascidos de contos de fadas. Emocione-se com a fé que peregrina até Fátima - o Altar do Mundo.
          Deixe-se seduzir pelo prazer do sol e do mar das praias, ora típicas e animadas como a Nazaré, Vieira e Pedrógão, ora refinadas e cosmopolitas como São Pedro de Moel e São Martinho do Porto, e muitas outras que se estendem por cerca de 57 quilómetros de linha de costa. Deixe-se encantar pelo sussurrante Pinhal de Leiria, moldado nas famosas naus e caravelas das Descobertas, ou pelas paisagens de vales perfumados de pomares e vinhedos, abraçados pelas Serras de Aire e Candeeiros que oferecem grutas de sonho. E, noutros momentos, procure as virtudes curativas das águas das Termas de Monte Real e os seus benéficos tratamentos.
          O concelho de Alcobaça encontra-se numa das regiões da maior potencialidade turística da zona Centro de Portugal. Inserido na Região de Turismo da Rota do Sol, tem campos, mar e serra. A sua maior atracção, sem dúvida, é o Mosteiro de Alcobaça classificado como Património Mundial, que recebe diariamente, cerca de um milhar de visitantes. Uma extensão enorme de praias de que se destaca a praia de São Martinho do Porto, Paredes da Vitória, Pedra do Ouro e Polvoeira. A zona de montanha, a serra dos Candeeiros, e a zona de planalto com pomares a perder de vista, campos de regadio, com horticultura e fruticultura. A superfície do concelho é de 417 Km2, fica a 12 Km de Nazaré, a 18 de São Martinho do Porto, a 25 Km de Caldas da Rainha e a 30 de Leiria. A distância em tempo para Lisboa é de uma hora e ao Porto sensivelmente duas horas e meia.
          Em 1210, dois anos antes da sua morte, D. Sancho I concedeu carta de foral a Alcobaça, assim como a outras terras do seu couto, tais como Aljubarrota e Alvorninha. A cidade de Alcobaça, que dá o nome ao concelho, é uma freguesia que se situa nos vales do rio Alcoa e Baça, rodeada por colinas. Situa-se a 100Km de Lisboa, a 30Km de Leiria, a 12Km da Nazaré e a 25Km da cidade de Caldas da Rainha. O povoamento da cidade de Alcobaça é muito antigo, tendo a povoação começado a crescer em redor do Mosteiro em início do Séc. XIII.
Alcobaça fica situada na Alta Estremadura, entre o ante mural da Serra dos Candeeiros e a costa atlântica, está historicamente ligada à abadia cisterciense que influenciou de modo decisivo o povoamento, sendo o seu mosteiro a origem incontestada da sua génese.
Começando por um castelo árabe, a que se juntou, e por um mosteiro cristão, Alcobaça cresceu no vale dos rios Alcoa e do Baça, provavelmente sobre uma sobreposição de culturas que passaram além da permanência romana e visigótica para se perder na cultura megalítica.
Alcobaça fica situada e rodeada de montes verdejantes ainda pouco delapidados pelo crescimento urbano.
O Castelo arruinou-se e o mosteiro domina-a. Enorme mole de pedra, a sua construção começou a 10 de Maio de 1178, nunca mais tendo parado de sofrer ampliações e modificações, pelo menos até ao início do século XlX.
          Agregado ao mosteiro encontra-se um edifício do século Xll, onde os primeiros cistercienses (monges de Císter), instalaram provisoriamente a "abadia velha", que existiu pelo menos até à consagração da igreja do novo mosteiro, em 1252.
          O estudo da origem etimológica da palavra Alcobaça tem-se baseado na actividade humana de épocas passadas, com especial incidência nos períodos de permanência romana e árabe. A designação provável parece ser Helcobatic, nome de uma povoação romana situada próximo da actual localidade, embora se considere também a permanência árabe e os vestígios de topónimos no local.
          Nesta região têm sido encontrados diversos objectos do período neolítico, principalmente fragmentos de cerâmica. Existem também muitos vestígios da romanização, tais como moedas, inscrições e sarcófagos.
Embora a actividade humana se tenha manifestado desde remotas eras, o núcleo urbano começou a definir-se à volta do castelo, e o mosteiro acabaria por coordenar as actividades locais, provocando a condensação de um primeiro núcleo em seu redor.
          O mosteiro foi mandado construir pelo primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, e nele, entre outros, encontram-se os túmulos dos grandes amorosos, D. Pedro l e de D. Inês de Castro, virados um para o outro. Também, digno de visita é o claustro de D. Dinis, a biblioteca, a monumental cozinha e a porta da sacristia, e outros nesta monumental construção.
 
Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro - Marinha Grande - Portugal
http://carlosleiteribeiro.portalcen.org

Formação das Grutas (cavernas)

Continuação... 

AGULHAS
          São magnificos espeleotemas, constituídos de aragonita em forma de cristais finos (1 a 2 mm de diâmetro) e retilíneo de até 30 cm de comprimento.
          São transparentes e apresentam, por vezes, dobras formando ângulo reto com o segmento anterior.
          Crescem em paredes ornamentadas e sobre outros espeleotemas, sem orientação predominante, sendo até o momento inderteminada a sua gênese.
          Origem dos espeleotemas (Depósitos de águas estagnadas)
          São os espeleotemas originados a partir da deposição de minerais nas partes submersas ou superficiais dos represamentos de água existentes nos pisos das cavernas.
          A água de tais piscinas pode ficar saturada de carbonato pela lenta liberação do CO2, possibilitando a formação de alguns dos mais belos espeleotemas.
          Os mecanismos de deposição do carbonato descritos para o meio líquido são a floculação e a precipitação, sendo a última a predominante.
          Os depósitos de águas estagnadas são tipicamente erráticos (sem orientação preferencial) e irregulares, mostrando geralmente elementos com muitas faces cristalinas em projeção. Neste tipo de depósito predomina a calcita, que comumente apresenta uma morfologia externa muito desenvolvida.
          Os espeleotemas (Depósitos de águas estagnadas)

DENTES-DE-CÃO (GEODOS DE CALCITA)
          São os mais comuns depósitos de águas estagnadas em cavernas. Apresentam-se na forma de revestimento cristalinos das superfícies submersas de poças e represas de travertino ou em rentrância e concavidades das paredes. Os dentes-de-cão são espeletemas de calcita depositados na forma de cristais alongados, com hábito romboédrico ou escalenoédrico e comprimento que, em alguns casos, chega a atingir cerca de 15 cm.
          Algumas grutas, por vezes, total ou parcialmente inundadas por águas saturadas de carbonato. Desde que a área fique inundada por um tempo relativamente grande e que a solução atinja um certo nível de saturação, pode ocorrer a deposição de cristais "dente-decão" em todas as superfícies internas.
Um extraordinário exemplo deste tipo de revestimento cristalino no piso, paredes e teto.

TRIÂNGULOS DE CALCITA (GEODOS DE CALCITA)
          Nos depósitos de águas estagnadas é comum a mudança de hábito no crescimento dos cristais, em função de mudanças no ambiente químico ou físico onde ocorrem as deposições. Assim, cristais com hábito romboédrico podem, por exemplo, ter desenvolvimento escalenoédrico a partir de um certo estágio de desenvolvimento.
          Da mesma forma, associado com variações do nível d'água, o crescimento dos cristais pode sofrer modificações pela deposição diferencial em algumas de suas partes em prejuízo de outras. Um curioso exemplo deste tipo de depósito é o representado pelos "triângulos de calcita" que, por vezes, recobrem os fundos de piscinas rasas formando uma verdadeira malha de triângulos com arestas pronunciadas e interior côncavo.

JANGADAS (GEODOS DE CALCITA)
          A precipitação e crescimento da calcita em águas estagnadas tendem a ser mais rápidos no nível da água por ser aí que ocorre a maior liberação do CO2 da solução na atmosfera da caverna.
Em consequëncia, crostas de calcita tendem a crescer nas bordas da "piscina" chegando, às
vezes, a cobri-la em toda sua área.
          Algumas vezes, no entanto, pequenas crostas de calcita são encontradas boiando livremente na superfície da água. São estruturas planas, microcristalinas, de formato irregular, que chegam a atingir 25 cm em seu maior comprimento e 20 cm em sua maior largura. Tais espeleotemas são chamados "jangadas".
          Estas placas, suportadas pela tensão superficial da água, se tocadas, perdem seu equilíbrio e afundam. Outra vezes, deslocando-se lentamente, vão ter às bordas da opisciona e são cimentadas a elas.
   
(Continua na próxima edição)

Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro – Marinha Grande – Portugal
http://carlosleiteribeiro.portalcen.org

Suaves Medidas
Elaine Santa Rosa


Queria...
Que a maior distância fosse
a de nossos lábios,
num beijo!

Queria ...
Que o som mais alto fosse
As batidas do teu coração,
Encostado no meu peito!

Queria...
Que a melhor melodia fosse
A tua voz,
Sussurrando ao meu ouvido!

Quero...
Encostar-me no teu peito,
Te beijar com Karinho
E sussurrar bem baixinho:
TE AMO!

AO POETA ARTISTA
João Justiniano


Poeta e artista, sonoriza o verso,
põe ritmo, música, beleza, arte.
Capricha por favor, cuida em ser terno,
ser simples e conciso na palavra.

Pode ter rima o verso ou não. Não pode
ser frouxo, duro, débil, sem sabor.
Se queres rima... A rima é a rosa! Acode
em pôr no teu postal o sonho, o amor!

Terás o brilho do poema terso,
acordarás no escrito o universo,
a alvorada e se queres, céu e inferno!

Sente–te leve agora. Então, reparte
um pedaço de ti e cuida, e lavra,
que o leitor viva e ame a tua arte!

Salvador, 30-05.05

Atrás da Colina
Luciane Macário
 

Pela vidraça do carro pude notar que havia uma colina entre mim e você.
Continuei rumando ao seu encontro e a colina ficava cada vez maior.
É inexplicável a magia da visão do amor.
Sorri quando vi que a colina podia ser escalada.
Preparei-me, sorri, senti uma adrenalina que fez meu coração pulsar forte.
Chorei quando olhei para a colina e ouvi o canto do vento anunciando nosso encontro.
Você calmamente subia, seguia os atalhos, calculou de forma rápida e brilhante a trilha, inteligente encontrou uma saída e chegou ao cume.
Eu, lentamente seguia o caminho no meio da clareira que o teu amor abriu para mim...
Senti medo, calculei errado o tempo e o horário, mas eu seguia firme, com medo de errar o caminho, medo de terminar sozinha aquela jornada.
Passo a passo caminhei, sorri, sonhei, chorei a emoção de poder ao menos te ver...
Renasci quando terminei minha escalada, te vi, mas ainda insistia em não acreditar que sonhos podem se realizar.
Parei, olhei e não acreditei que você finalmente estava ali em minha frente.
Meu sangue correu feito enchente de rio bravo, meus olhos choraram a chuva de verão...
Não segurei a emoção e te beijei.
Você é a melhor parte de minha vida, o melhor momento de minha história.
Você é o grande amor que eu sonhei minha fé, meu medo do adeus...
Senti teu abraço como quem mergulha pela primeira vez no azul do mar.
Em teu beijo saciei a sede da paixão, te entreguei meu corpo, meu coração, senti toda a emoção de poder voar.
Feito passe de mágica levitei...
Voltei a mim e me vi só. Sem você.
Escalei a colina, senti o frio da neblina em minha face tocar, chorei as dores do mundo para te encontrar e você se foi...
Sonhei que te vi, sonhei com você...
Por mais que eu tenha estado em seus braços agora só sinto a dor de te perder...
Desço a colina, sigo a minha sina trago lembranças vivas de você.
Teu cheiro, teu sabor, agora mais que nunca levo você comigo aonde eu for...
Amo-te

TRANSPARÊNCIA
Luiz Poeta


Trazendo mágoas fúteis e receios,
A solidão desliza em minha face
Em lágrimas febris... se eu te tocasse,
Talvez te afogasse em meus anseios...

Mas teu vulto sutil, sereno e breve
Desfaz-se em meu olhar que fita a esmo
A luz do teu olhar que é  tão leve
Que parece voltar para mim mesmo.

O espelho insiste em me provocar
E mostra no fundo do meu olhar
O teu olhar macio... envolvente...

Mas quando julgo que vou te tocar
O teu corpo sutil solto no ar
Se perde em uma névoa... transparente.

Luiz Poeta ( sbacen – rj ) -
 Luiz Gilberto de Barros
Às 21 h e 4 min do dia 15 de maio
de 2005 do Rio de Janeiro – Brasil


Direitos Autorais Reservados ao Autor
Biblioteca Nacional - RJ

O amor é mais forte
TecaMiranda
 

Folhas secas pelo chão,
rastros de melancolia,
marcas que acompanham
o viver dessa paixão.
 
Quer ouvir o canto da cotovia
anunciando um novo dia,
trazendo esperança no amor
que insiste em reflorescer.
 
Ventos fortes anunciam tormenta
negras nuvens encobrem seu céu,
no deságüe de emoções contidas
confuso sentimento experimenta.
 
Novas folhas começam a brotar
os olhos intensamente a brilhar,
prenúncio certo de que o amor
continua forte e não se abateu.
 
O sol volta a iluminar o caminho
coração canta a decisão de viver,
esquecer as decepções do passado
e segura em seus braços envelhecer.

Tive a Grande Honra de Entrevistar:


Laura Limeira

A Gruta da Poesia: Qual o seu nome, que profissão você exerce e onde você mora?
Laura Limeira: Meu nome é Laura Limeira, sou escritora, e moro em Recife/PE/Brasil.

A Gruta da Poesia: Gostaria de falar da terra em que vive?
Laura Limeira: Recife é a terra do frevo. Uma das mais belas capitais da Região Nordeste do Brasil. Uma cidade única!

A Gruta da Poesia: Lembra-se de quando começou a escrever?
Laura Limeira: Sim. Eu tinha 14 anos de idade.

A Gruta da Poesia: Teve influência de alguém para começar a escrever?
Laura Limeira: Não. Comecei escrevendo meu diário de adolescente, e um dia descobri que enquanto registrava o meu dia-a-dia, ao mesmo tempo formava rimas. Daí, comecei a ler as poesias do Manoel Bandeira, de quem logo me tornei grande admiradora. Antes, costumava rasgar tudo o que escrevia mas, incentivada por um grande amigo, em meados do ano de 2001, resolvi levar meus escritos a conhecimento público.

A Gruta da Poesia: Recorda-se do seu primeiro trabalho literário?
Laura Limeira: Sim. Foi um poema que escrevi intitulado Essa Tua Voz...

A Gruta da Poesia: Foi divulgado (como)?
Laura Limeira: Sim. Através da Antologia Internacional Roda Mundo, Roda Gigante, no ano de 2004, pela Ottoni Editora, e também por diversos sites de amigos.

A Gruta da Poesia: Tem livro (s)impresso(s), (editora e ano)?
Laura Limeira: Sim, participei de dois: Antologia Poética Poesia só Poesia - Editora Novas Letras, e Antologia Internacional Roda Mundo, Roda Gigante - Otonni Editora - ambas no ano de 2004.

A Gruta da Poesia: Tem livro(s) eletrônico (e-book)...?
Laura Limeira: Sim. Editei um e-book intitulado Portal do Sol, e tenho várias participações em outros.

A Gruta da Poesia: Quais os seus Projetos literários para esse ano de 2005/2006?
Laura Limeira: Estou sempre fazendo planos mas, o difícil é realizá-los a curto prazo, então...vou tocando o barco!
A Gruta da Poesia: Como vão ser editados?
Laura Limeira: Espero editá-los no papel, mas ainda não tenho prazo definido para isso.

A Gruta da Poesia: Fale-nos um pouco de si, como pessoa humana, como escritora?
Laura Limeira: Como pessoa humana sou muito simples, e de hábitos mais simples ainda. Por outro lado, como escritora, normalmente sigo a mesma performance.

A Gruta da Poesia: Para se inspirar literariamente, precisa de algum ambiente especial?
Laura Limeira: Sim. Fico horas trancada no meu gabinete de leitura, principalmente à noite e madrugada. Nesses horários percebo que minha inspiração flui com mais leveza, por causa do silêncio e calmaria, próprios do anoitecer.

A Gruta da Poesia: Tem prêmios literários?
Laura Limeira: Por enquanto, não. Quem sabe um dia...

A Gruta da Poesia: Tem Home Page própria?
Laura Limeira: Há algum tempo iniciei a construção de uma, mas ainda não conclui.

A Gruta da Poesia: Conhece as vantagens que os Autores do CEN têm em ter sua HOME PAGE ou Livros eletrônicos, no "site"?
Laura Limeira: Sim, já li a respeito.

A Gruta da Poesia: Que conselho daria a uma pessoa que começasse agora a escrever?
Laura Limeira: Se não for uma pessoa humilde, aprenda a ser e seja imediatamente! Mas seja em todos os sentidos!

A Gruta da Poesia: Por favor, envie-nos um trabalho pessoal (um texto em verso ou em prosa):
Laura Limeira: Como não poderia deixar de ser, envio o meu primeiro poema, e espero que apreciem...êi-lo!

ESSA TUA VOZ...
@ Texto de Laura Limeira


Oh! Doce zoada aos meus ouvidos.
Gargalhar de falas, brincadeiras, sorrisos.
Retrato vivo, escondido...tua voz!
Fotografia de sons antes já idos.
Prazeres noturnos, sentidos, vividos...
Conversas jogadas fora, projetos se idealizam.
Oh! Luz, clareia dia, tão branca, manhã de dia.
Adeus, até mais tarde, bom-dia amor, bom-dia!
Diz que me ama. Te amo!
Eu quem te amo. Te quero!
Eu quem te quero. Te adoro, minha paixão!
Ditada, e esparramada, tua voz, cama deitada.
Ninando doces encantos entre sons e ecos desnudos.
Suspira, respira, relaxa...Deus te proteja, meu anjo!
A você também querido!
Que Ele proteja o nosso amor...sempre!

Recife, 03.08.2001 - 17:10H
LauraLimeira@aol.com

A Gruta da Poesia: Muito obrigada por nos conceder esta entrevista e a palavra é sua.
Laura Limeira: Eu quem agradeço a oportunidade, e desde já coloco-me à disposição deste Portal para futuras colaborações literárias. Obrigado, e fiquem com Deus.

Agradeço aos colaboradores
e aos amigos leitores,
por prestigiarem a nossa
 revista literária
A Gruta da Poesia.
Até a próxima edição.

Abraços.

Iara Melo

visite os sites da Iara Melo  POEMAS e MENSAGENS