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Nº 03 -
Janeiro de 2004 |
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EDITOR: CARLOS LEITE RIBEIRO |
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"QUEM SOU ?..." - Eustáquio
Mário Ribeiro Braga
1º - a) Nome -;- Idade (o ano de nascimento é facultativo -; - b) Profissão -;- c)
Morada (não publicamos endereços de e-mail) -;- d) - Quer falar um pouco da terra onde
mora?:
a) - : Eustáquio Mário Ribeiro Braga; 40 anos - 19/08/1963;
b) - : Contabilista / Funcionário Público Estadual;
c) - : Rua Boreal, 114 apto. 106 Bairro Caiçara Adelaide CEP 30.720-550 - Belo Horizonte
- Minas Gerais - Brasil
d) - : Moro na terra do mais belo horizonte. Entre as serras de Minas nasce, nas montanhas
cehias de vida, o sol companheiro dos ventos, talvez, por isso sua gente é solidária,
hospitaleira e amiga. O belorizontino é um povo alegre e cortez, mas como vive longe do
campo e do litoral sente prazer em se juntar aos visitantes para uma boa prosa, tomar um
cafizinho ou uma cervejinha; comer um pão-de-queijo ou um tira-gosto pois o calor humano
é de vital importância para essa gente que faz Minas brilhar sem ofuscar a bela alheia.
2º - a) Quando começou a escrever ? -;- b) Teve a influência de alguém para começar a
escrever ? -;- c) Lembra-se do seu 1º trabalho literário (se puder, indique o título)
-;- d) Foi divulgado (como) ?:
a) - : Desde criança viajava em mundos alheios e minha imaginação relatava a mim mesmo
histórias que inventava, porém comeicei a escrever quando me vi apaixonado e não tinha
coragem para me declarar às meninas, então relatava em carta que, jamais enviava às
destinatárias, os meus sentimentos e as minhas frustações e angústias. Todavia, a
partir de 1988, tomei coragem, e passei a escrever poemas romanticos que passei a entregar
indiscrinadamente às garotas as quais estava paquerando, uma vez que a menina que eu
queria me fazia sofrer. Então passei utilizar a poesia para enganar e seduzir às minhas
pretendentes para que elas ficassem comigo, depois ia dispensando uma a uma assim como fui
desprezado e dispensado por quem eu pensava que estava amando. Contudo, em 1994, conheci a
verdadeira poesia e com ela me casei. A partir daí passei a escrever com a alma e,
conhecendo o amor verdadeiro, a poesia se fez fluir de forma espontânea toda a forma de
sentimento que uma pessoa tem e necessita verbalizar. Então, entendo que quando amamos e
somos correspondidos, conseguimos expressar em palavras e necessitamos falar ao mundo o
quanto somos felizes. Por isto, talvez, a poesia passou de fato a fazer parte do meu
cotidiano. b) - : Não tive a influência de ninguém para começar a escrever, mas tive o
incentivo do amigo Henrique José Castelo Branco que, pegou uns escritos meus e os digitou
e os ilustrou e, depois, montou um livreto e me entregou dizendo que as minhas poesias
eram muito bonitas e que eu deveria escrever mais. Como ele é um aficcionado por
computador, me indicou uma lista de poetas e escritores na Internet. Depois disso, passei
a procurar listas interessantes de poetas e conheci pessoas que me incentivaram como a
Leila Micolis, de Blocos, que foi uma das primeiras a publicar textos meus; entrei para o
cantinho dos poetas, do Rick Marc, e participei da 1ª Antologia do Cantinho dos Poetas;
conheci a Vânia Diniz, acho que na Usina de Letras, que abriu um espaço para os meus
poemas no seu site; depois a Magriça me convidou e publicou vários poemas meus, fato
esse que me fez publicar toda a minha coleção fazendo com que eu liderasse o ranking dos
seus maiores colaboradores por mais de um ano. Na Usina de Letras, também liderei o
ranking das publicações, por mais de um ano e também sempre figurava entre os 10 mais
lidos.
c) - : Não consigo me lembrar nem do último, imagina o primeiro.
d) - :
3º - a) Tem livro (s) impresso (s) (editora e ano) ? -;- b) Tem livro (s) electrónico
(e-book ? (editora e ano) -;- c) Projectos literários para este ano de 2004 ? -;- d) Como
vão ser editados ?:
a) - : Não tenho livro impresso. Participei de algumas antologias e só me lembro de
três. São elas:
1ª Antologia do Cantinho do Poeta, 2001, Câmara Brasileira de Jovens Escritores;
Árvore da vida , 2003, Arnadlo Giraldo;
Antologia Tempo de Poesia, da Editora Novas Letras, em 2003.
b) - : Não.
c) - : O Lord Rick Marc, de Londres, me convidou para a coletânea que deverá sair nos
próximos meses. Acho que será publicado o Livro Uk Brazil. A Magriça também me
convidou para publicar um poema em parceria com o nosso Portal Cá Estamos Nós, mas ainda
não sei os detalhes.
d) - : O primeiro trabalho é um livro impresso e o segundo será um E-book.
4º - a) Fale-nos um pouco de si, como pessoa humana ? -;- b) Como Escritor (a) ? -;- c)
Para se inspirar literariamente, precisa de algum ambiente especial ? -;- c) Tem prémios
literários ?:
a) - : Sou uma pessoa idealista e que sempre procurei lutar contra todas as formas de
injustiça e/ou exclusão, logo, é ponto comum que eu tenha me rebelado contra os
poderosos e escrito cartas de repúdio e manifestos que os publicava em jornais de Beagá.
Comecei trabalhar cedo e, também, a militar na política, ainda nos tempos da didadura
militar, pois mesmo não tendo idade para votar, sabia que a única forma legal de se
conseguir mudar algo seria através das vias democráticas. Fui lider das minurias por
onde passei. Fui presidente da Associação dos Empregados da Fundação João Pinheiro,
empresa essa que trabalho desde os meus 15 anos. Atuei como representantes dos
funcionários públicos estaduais, na Frente Contra a Destruição dos Serviços Público,
onde escrevia os informativos. Foram essas atividades que fizeram participar como
colaborador do Jornal o Tempo, na coluna Ponto de Vista, com artigos e pequenas
participações nos debates. Desta maneira assim, meio que involuntária, me vi como um
escritor e passei a ajudar os companheiros dos sindicatos na elaboração de Leis e
Propostas de Emendas à Constituição Mineira nos projetos de interesse social e/ou dos
servidores públicos e, como trabalhava na FJP, na área de Recursos Humanos, passei a
ajudar na elaboração de planos de carreira, culminando na minha eleição, por
unaminadade, para analisar e aprovar o plano de carreiras da Área de Ciência e
Tecnologia como representante dos funcionários Fundação João Pinheiro.
b) - : Como pretenso escritor adoro criar algo diferente, novo, real e ficcional. Acho que
como a maioria dos poetas sou um pouco louco. Por isto, sinto necessidade de criar
personagens e viver suas aventuras. Essas aventuras as transformo em poesias. Cada
personagem acaba por virar heterônimos, criam suas identidades e passam a fazer parte do
dia a dia de minha vida. Eles têm a sua prória biografia, o seu e-mail e a sua vida.
Eles se corresnpondem com as pessoas e interagem em portais e páginas que invadem com o
seu belo. Posso revelar aqui alguns deles, pois acho que vocês já ouviram falar; por
exemplo: o Amaso Nib Nedal que participa da página Lunas e Amigos, o Pablo Nykcaht que a
exemplo do Amaso participa da Lista Escritores_Poetas, porticoliteropoetiko; sem falar que
esses e outros, até femininos, estão bém na Usina de Letras. Nem sei porque estou
revelando isso, pois quando segredo disso a mais de quatro anos.
c) - : Não preciso de nada para me inspirar. Acho que, além da inspiração natural de
poeta, sou um pouco competente no que faço, por isso consegui continuar a escrever, pois
caso assim não fosse, teria escrito uns poeminhas bobos e não teria me amadurecido como
poeta. Escrevo de forma natural, não preciso preditar as coisas. Basta me dizer o tema
que escrevo nem que seja um Hai Cai. Ador fazer releituras, mas não acho que isso seja
algo inspirador. Gosto de apreciar o belo, então o belo alheio me atrai fazendo com que
eu tenha a minha versão sobre o tema.
d) - : Tenho vários que nem me lembro quais e quantos, mas deixe-me lembrar de alguns que
julgo mais importantes. Ah, tem o prêmio de 3º lugar, em poesias, do Primeiro Concurso
de Blocos. Fiquei em segundo lugar no Prêmio Von Breskey, na página da Magriça, em
2000, como um dos poetas que mais publicou trabalhos naquele site. Tive o poema Girrasóis
selecionado para a Antologia Tempo de Poesia, bem como o poema Linguagens, como melhor
poesia Minimax para o Livro Árvore da Vida do Arnaldo Giraldo; ganhei cinco livros de
brinde por isto. Fui selecionado para o site da Mayte com dois trabalhos sobre o dia dos
namorados como Thackyn e como Amaso. Tive vários contos premiados como melhor da semana
em Blocos e em sites no Rio de Janeiro, mas confesso que não me lembro de todos, pois
foram muitos.
5º - a) Tem Home Page própria ( não são consideradas outras que simplesmente tenham
trabalhos seus) -;-b) Conhece as vantagens que os Autores do CEN têm em ter sua Home Page
ou (e) Livro (s) electrónicos, nos nossos sites (preços, condições e divulgação) ?
-;- c) Que conselho daria a uma pessoa que começasse agora a escrever ? -;- d) Para
terminar este trabalho, queira fazer o favor de mandar um pequeno (e original) trabalho
seu (em prosa ou em verso) ?:
a) - : Tenho sim. Eu mesmo já fiz várias que já até tirei do ar por achar que já
estavam batidas. Continua no ar a página http://www.thackyn.hpvip.com.br, dentre outros
blogues, mas deixo aqui este endereço:
http://taco2003.kit.net/racional_pensar/biografia.htm
b) - : Conheço sim, pois já visitei o portal e li quase tudo, mas sou meio desleixado e
preguiçoso para ficar publicando minhas crias.
c) - : Escreva tudo que pensar. Escreva despreocupado em dar forma ou com a grafia.
Escreva e deixe a imaginação trabalhar com o seu pensar. Depois que tiver habituado com
a escrita comecei a mostrar para os amigos e verifique as formas inadequadas para
corrigi-las quando for ter que publicar.
d) - :
CHEIRO DE MULHER
Uma fagrância invade meu pensar
No lume do rio surge uma imagem
A pele bronzeada derrete os fios
e o cabelo loiro reluz à sombra
Ouço os peixes borbulharem teu nome
mas não o identifico pelos silvos
longo e breve é o cantar em versos
que a natureza assovia no seu pensar...
Teus olhos escondem um mistério
mas teu corpo revela seus desejos
que de tão secretos camuflam teu charme
Mas a beleza outrora escondida
uma dia há de se rebelar
e neste dia serei o teu sol e tua água... ou um cupido vadio...
THA©KYN |
"QUEM SOU ?..." - Eva Fátima Gomes de Oliveira
1º - a) Nome -;- Idade (o ano de nascimento é facultativo -; - b) Profissão -;- c)
Morada (não publicamos endereços de e-mail) -;- d) - Quer falar um pouco da terra onde
mora ? :
a) - :Eva de Fátima Gomes de Oliveira - 47 anos (28/07/56)
b) - :Secretária
c) - :Rua Tancredo Costa, 18 - Jardim Jorge Atalla - Jaú - SP - CEP 17211-460
d) - : Jaú minha cidade adotiva (nasci em Rio Claro- SP) é linda. Sou suspeitíssima
para falar da terra do Comandante João Ribeiro de Barros (pioneiro na travessia do Oceano
Atlântico, em abril de 1927, no Hidroavião Jahu). Adoro seus casarões da época de ouro
do café, da Igreja Matriz Nossa Senhora do Patrocínio, encravada no centro da cidade.
Gosto da sua, da minha gente, das praças centenárias que se abrem radiantes e coloridas
na primavera, com seus flamboyants e ipês amarelos
descabelados ao vento. Terra roxa onde floresceram cafezais, canaviais imensos e hoje
mãos se juntam laboriosas na confecção do que a tem tornado a Capital do Calçado
Feminino. Temos hoje uma Secretaria de Cultura das mais atuantes, dirigida pelas mãos da
competentíssima Sra. Lucy Rossi Monari, que abriu espaços para todas as áreas da arte,
como poesia, música, artesanato, para a alegria de quem se dedica ou apenas é apreciador
do bom é do belo.
2º - a) Quando começou a escrever ? -;- b) Teve a influência de alguém para começar a
escrever ? -;- c) Lembra-se do seu 1º trabalho literário (se puder, indique o título)
-;- d) Foi divulgado (como) ?:
a) - :Bem cedo, no meu primário. E que primário!
b) - :Das minhas professoras, que me encentivavam muito, após a leitura das minhas
redações.
c) - :Não.
d) - :Sim, pelo jornal "Comércio do Jahu".
3º - a) Tem livro (s) impresso (s) (editora e ano) ? - ;- b) Tem livro (s) electrónico
(e-book ? (editora e ano) -;- c) Projectos literários para este ano de 2003 ? -;- d) Como
vão ser editados ?:
a) - :Sim, o livro de poesias "Tatuagem"- Cartonagem Jauense - Editora - 1988.
b) - :Não.
c) - :Não no momento.
d) - :
4º - a) Fale-nos um pouco de si, como pessoa humana ? -;- b) Como Escritor (a) ? -;- c)
Para se inspirar literariamente, precisa de algum ambiente especial ? -;- c) Tem prémios
literários ?:
a) - : Sou muito sensível. Anseio para que a justiça seja para todos indistintamente.
Abomino qualquer tipo de preconceito. As vezes gostaria de ser mais razão que coração,
pois a dores dos mundo inevitavelmente me fazem sofrer muito.
b) - :Só escrevo quando algo toca a minha alma. Passo meses sem escrever, mas derepente,
quando algo mexe lá no fundo, como o dedo na ferida, a inspiração flui generosamente,
como o desaguar de uma represa.
c) - :Não, mas gosto do silêncio das madrugadas.
d) - :Não.
5º - a) Tem Home Page própria ( não são consideradas outras que simplesmente tenham
trabalhos seus) -;-b) Conhece as vantagens que os Autores do CEN têm em ter sua Home Page
ou (e) Livro (s) electrónicos, nos nossos sites (preços, condições e divulgação) ?
-;- c) Que conselho daria a uma pessoa que começasse agora a escrever ? -;- d) Para
terminar este trabalho, queira fazer o favor de mandar um pequeno (e original) trabalho
seu (em prosa ou em verso) ?:
a) - :Não.
b) - :Não.
c) - :Ouça a sua alma, seu coração.
d) - :
SOLIDÃO
Devo ter envelhecido
Percebo pelas lembranças
São tantas!
As flores continuam as mesmas,
As ruas as mesmas
Eu mudei!
Os meninos estão nas ruas
Pipas coloridas no ar
Deve ser agosto
Sinto pelo ar espremido
Que me chega à garganta.
Parece que preciso de mais tempo
Há algo por fazer
Talvez lavar as calçadas
Abrir gavetas
Limpar a poeira dos livros
Ou da vida?
Não sei em que tempo estou
Tudo parece distante.
A mocidade
A família
Os amigos
O amor
Onde estão?
Um dia, já faz tempo,
Falaram de solidão
Dias brancos
O silêncio dolorido
Os ouvidos quietos
A boca sem palavras
A casa vazia
Só a alma navegando
É isso meu Deus
Estou só!
Eva de Fátima Gomes de Oliveira |
Vamos compartilhar nossos
textos num blogue?
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(se não funcionar, use
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) depois use a senha portal916cen.
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Por quê? - Mariete Marcondes
Por quê tem que ser assim?
Fechar os olhos para a vida,
Fingir que sou insensível?
Por quê falo demais?
Por quê sempre quis saber o porque da vida?
Por quê tenho que me fingir cega?
Brincar de faz de conta que nada acontece?
Que tudo acontece porque Deus quis?
Por quê?
Por quê, meu Deus?
Por quê vive testando minha força?
Por quê insiste em me testar?
Para ver se agüento mais um pouco?
Deve ser porque aparento ser forte.
Porque pareço uma guerreira,
Talvez pronta para ir à luta...
Na disputa por uma vida melhor.
Falo demais, e quem me entende?
Procuro quem sabe um mundo que não existe,
Um mundo que insiste em meus sonhos.
Só falo porque desejo ser feliz!
Não quero ouro de tolo,
Não quero rendas francesas,
Não quero cristais, nem banho com sais.
Tive tudo isso, e muito mais.
Tenho memória e boas recordações,
De família, de mamãe e papai...
Falo além da conta, mas o que conta
É ser amada por alguém.
Filhos, neta, quem sabe?
Amigos queridos, uma carta de despedida.
Últimas palavras de um pai querido...
Amor doido, de tanta solidão em minha vida...
"- Não me enterrem vivo!".
Deixem passar o prazo estipulado pela lei.
Não fiz mais, porque não pude.
Beijos e bênção...Papai."".
Quanto me resta para falar?
Calar?
Tiro a mordaça da boca,
Mesmo que pareça arredia e louca.
Por quê tem que ser assim?
Por quê nada é simples e fácil para mim?
Deve estar escrito no livro dessa minha vida,
Que lutaria contra os preconceitos,
Que sofreria com a dor do desamor,
Que não teria um grande e sincero amor. |
Vera Bonfim : Boa noite
Carlos,
Iniciarei por agradecer-te a publicação das minhas colocações em relação às
questões que me enviaste. Depois digo embora saiba desnecessário, que fique encantada
com os teus livros eletrônicos. Particularmente aqueles que fazem sinopse de história de
sítios de Portugal. adorei conhecer a estória de Tomar.
Bom conhece-lo. sinto-me enriquecida, com a companhia dos teus escritos.
Um abraço e como carinhosamente se diz aqui no nordeste, um cheiro: Vera Di Bomfim
( Particularmente eu considero um cheiro um carinho muito especial, porque implica na
busca e aceitação de características animais dos envolvidos)
Vera Bomfim
Um querer© - Elizabeth Misciasci
Corações vividos
almas emergentes
olhares inibidos
de amores ausentes.
Saudades
que fizestes de mim
tua serva
Alivia meus anos de espera
Felicidade
onde estão meus dias
de alegria
Êxtase das minhas fantasias
Tristeza
atestado das minhas mágoas
de mim se apossou
fez morada
Paixão
fostes só Ilusão
fizeste
de mim Solidão
Palavras
do meu mundo
se fez partir
minha voz só faz tugir
Beijos
preconcebidos
que de meus lábios
foi ínvio...furtados
Carinho
purpúreo acreditei
mentira, harpia...
lastimei.
Desejo
tolhido meu ser
silencia
a chama de um querer...
Ter.
Elizabeth Misciasci |
REALIZAÇÃO - MarisaCajado
Comi ovo frito
Comi queijadinha
Tomei coca cola
E fui pra caminha
E nem dei bola
Pra gordurinha
Fiquei realizada
Com o que fiz
Fome? que nada
Acordei feliz!
Entretanto...
Com todo encanto
Foi uma briga
Tremenda
Dor de barriga!
Oh! céus ó vida!!!!!!!
MarisaCajado
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