"QUEM SOU
?..." - Natália Jesus Patricio do Vale - 
(1º - a) Nome -;-
Idade (o ano de nascimento é facultativo -; - b) Profissão -;- c) Morada
(não publicamos endereços de e-mail) -;- d) - Quer falar um pouco da
terra onde mora?:
a) - : Natália Jesus Patricio do Vale
b) - : 16.Setembro.1949 - Aposentada
c) - : Leça do Balio - Portugal
d) - : Uma pequena terra, nos arredores do Porto e que muito contribuiu
para a História da Real e Invicta Cidade do Porto. Terra de boa gente,
embora tenha perdido com o passar dos anos muita da sua beleza natural.

Mosteiro de Leça do Bailio
" O topónimo deriva, certamente, da existência do mosteiro, primeira
sede da Ordem do Hospital em Portugal, cabeça do bailio ou priorado. O
primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques, concedeu-lhe em 1123,
carta de couto, confirmada por D. Sancho 1º, em 1192 e por D. Dinis em
1286. No lugar onde actualmente se ergue a antiga igreja gótica, existiu
por volta do ano 900, um convento dúplex de invocação do Salvador,
provavelmente arrasado durante a invasão de Almançor (*), em princípios
do século Xl".
Almansor: "Regente do reino de Córdoba e famoso capitão dos mouros onde
hoje é a Espanha. Diz a tradição que morreu em 1001, de desgosto, por
ter sido derrotado na batalha de Calatanãzar, pelos reis dos condados de
Leão, de Castela e de Navarra."
2º - a) Quando começou a escrever ? -;- b) Teve a influência de alguém
para começar a escrever ? -;- c) Lembra-se do seu 1º trabalho literário
(se puder, indique o título) -;- d) Foi divulgado (como) ?;
a) - : Não tenho uma data precisa. Faço-o por hobbie apenas.
b) - : Não. Gosto de literatura em geral, mas se tivesse que ter um
ponto de referência, citaria Florbela Espanca.
c) - : O primeiro não, mas um dos primeiros que me marcou, chama-se "A
minha Infância".
d) - : Foi divulgado apenas nuns Jogos Florais realizados aqui no Porto.
3º - a) Tem livro (s) impresso (s) (editora e ano) ? -;- b) Tem livro
(s) electrónico (e-book ? (editora e ano) -;- c) Projectos literários
para este ano de 2003 ? -;- d) Como vão ser editados ?:
a) - : Não
b) - : Não
c) - : Não
d) - : Não
4º - a) Fale-nos um pouco de si, como pessoa humana ? -;- b) Como
Escritor (a) ? -;- c) Para se inspirar literariamente, precisa de algum
ambiente especial ? -;- c) Tem prémios literários ?:
a) - : Falarmos de nós próprios é sempre algo difícil. Mas considero-me
uma pessoa extremamente humana e preocupada com o bem estar de todos, e
preocupada, infelizmente, com o período conturbado que actualmente
atravessamos a nível mundial. Guerra, fomes, desgraças que não terminam,
pelo contrário, cada vez se acentuam mais.
Também sou uma pessoa muito auto-crítica, perfeccionista, o que para
muitos é considerado um grande defeito., pois transmito isso também às
outras pessoas. Creio ser um defeito de "Virginiana" que sou.
b) - : Como escritora, apenas uma principiante nestas lides.
c) - : Gosto de um ambiente calmo e em particular da noite.
d) - : Tive alguns nos referidos jogos florais, mas nada de expressão
nacional ou internacional.
5º - a) Tem Home Page própria ( não são consideradas outras que
simplesmente tenham trabalhos seus) -;-b) Conhece as vantagens que os
Autores do CEN têm em ter sua Home Page ou (e) Livro (s) electrónicos,
nos nossos sites (preços, condições e divulgação) ? -;- c) Que conselho
daria a uma pessoa que começasse agora a escrever ? -;- d) Para terminar
este trabalho, queira fazer o favor de mandar um pequeno (e original)
trabalho seu (em prosa ou em verso) ?:
a) - : Não. Estou a tentar elaborar agora a minha primeira HP, mas ainda
não está em condições de a poder referir.
b) - : Algumas.
c) - : Nunca desista. A perseverança é uma das nossas maiores virtudes.
d) - : Eis um deles.
MARCAS - (Natália Vale)
É um poema sem fim
Este caminho,
Universo plano
A meu lado.
Falésia,
Despenhadeiro
E cadinho
De um longo espaço limitado.
São assim
As dimensões de tudo
Que se funde na minha alma
Desde a infância,
Sem que nada pareça ter
Acontecido
Soa-me ao ouvido
O que é intemporal da ressonância.
Sempre a primeira pessoa
Nos meus versos
E a quem neles se reencontrar,
Sempre nos meus caminhos
Destinos tão diversos
Para quem por eles tiver de transitar. |

"QUEM SOU ?..."
Iara Melo - 
1º - a) Nome -;-
Idade (o ano de nascimento é facultativo -; - b) Profissão -;- c) Morada
(não publicamos endereços de e-mail) -;- d) - Quer falar um pouco da
terra onde mora?:
a) - :Iara Melo, nasci no dia 02 de abril, na cidade de Garanhuns, estado de Pernambuco, Brasil.
b) - :Contabilista, Bacharela em Administração, Técnica em Análises
Clínicas.
c) - : Mira de Aire - Portugal - 
d) - :Trata-se uma pacata vila, tendo um povo acolhedor, solidário e
amigo. Aqui temos as maiores grutas do país, as Grutas de Mira de Aire.
Possui uma linda paisagem, acordo e tenho diante de mim uma belíssima
serra a dizer-me: "TERÁS UM BOM DIA!"
2º - a) Quando começou a escrever ? -;- b) Teve a influência de alguém
para começar a escrever ? -;- c) Lembra-se do seu 1º trabalho literário
(se puder, indique o título) -;- d) Foi divulgado (como) ?;
a) - :Sempre escrevi, mas não poesias como agora o faço.
b) - :Diria que Divina, aconteceu.
c) - :Um poema intitulato "AO POETA", em 2001.
d) - :Sim, no site http://magnifica.com.br
3º - a) Tem livro (s) impresso (s) (editora e ano) ? -;- b) Tem livro
(s) electrónico (e-book ? (editora e ano) -;- c) Projectos literários
para este ano de 2003 ? -;- d) Como vão ser editados ?:
a) - :Por enquanto não
b) - :Ainda não.
c) - :Pretendo continuar escrevendo poesias e mensagens.
d) - :No meu site, no site Magnífica e no Poesias on Line Argentino,
http://www.locurapoetica.com do amigo Marcelo Romano.
4º - a) Fale-nos um pouco de si, como pessoa humana ? -;- b) Como
Escritor (a) ? -;- c) Para se inspirar literariamente, precisa de algum
ambiente especial ? -;- c) Tem prémios literários ?:
a) - :Sou luso brasileira, adoro o Brasil, amo Portugal! Sou uma pessoa
muito preocupada com o viver o amor, penso que ele é fundamental para
que cresçamos, evoluamos como seres humanos. Respiro, vivo, luto por
ele. Minha preocupação maior é pôr em prática o bem, O AMOR EM TODA SUA
PLENITUDE! O que mais gosto de fazer: ESCREVER.
b) - :Gosto do que escrevo, mas acho que ainda tenho muito a aprimorar.
c) - :Não, preciso tão somente estar diante do meu computador.
d) - :Recebi prêmios no meu blog, do site SÓ KARINHOS, um carinhoso
gesto dos amabilíssimos Elaine e Henrique.
5º - a) Tem Home Page própria ( não são consideradas outras que
simplesmente tenham trabalhos seus) -;-b) Conhece as vantagens que os
Autores do CEN têm em ter sua Home Page ou (e) Livro (s) electrónicos,
nos nossos sites (preços, condições e divulgação) ? -;- c) Que conselho
daria a uma pessoa que começasse agora a escrever ? -;- d) Para terminar
este trabalho, queira fazer o favor de mandar um pequeno (e original)
trabalho seu (em prosa ou em verso) ?:
a) - :Ainda em fase experimental http://iarammelo.no.sapo.pt; blog:
http://iaramelo.blogs.sapo.pt
b) - :Não
c) - :A escrever sempre com alma, a expôr os sentimentos de forma
esplendorosa.
d) - :
A-MAR
Aconchego-me
no areal que tu banhas,
Espreito-te, olhar fixo...
Mar imenso,
Água de um azul cintilante,
Fascínio de cor!
Juntando-se ao azul,
O branco das ondas
que vêm e vão,
Levando consigo
pensamentos meus...
O mar tem a capacidade
de nos fazer sentir ouvidos,
acompanhados, reconfortados.
Em silêncio digo-lhe tudo,
conto os meus segredos,
banais ou não...
Banho-me em suas águas,
Ouço o sussurrar do seu ir e vir.
Suas ondas levam-me, trazem-me.
Na beleza azular,
céu e mar fundem-se,
impressionam, deslumbram,
seduzem.
Quanta paz tu me dás
Mar,
Como é bom
A-MAR!
Iara Melo
Portugal |

"QUEM SOU ?..." - Maria Catherine Roos - 
1º -
a) Nome -;- Idade (o ano de nascimento é facultativo -; - b) Profissão
-;- c) Morada (não publicamos endereços de e-mail) -;- d) - Quer falar
um pouco da terra onde mora?:
a) - :Maria Catherine Roos. 48 anos nascida em 25/03/1956, Em
Porto_Alegre/RS.
b) - :administradora, professora, micro-empresária
c) - : Residente em São Paulo-Capital/Brasil
d) - :Amo meu país.
2º - a) Quando começou a escrever ? -;- b) Teve a influência de alguém
para começar a escrever ? -;- c) Lembra-se do seu 1º trabalho literário
(se puder, indique o título) -;- d) Foi divulgado (como) ?;
a) - :desde os 09 anos de idade
b) - :não
c) - :foi uma redação escolar, não recordo-me o título
d) - :na escola
3º - a) Tem livro (s) impresso (s) (editora e ano) ? -;- b) Tem livro
(s) electrónico (e-book ? (editora e ano) -;- c) Projectos literários
para este ano de 2003 ? -;- d) Como vão ser editados ?:
a) - : 1ª Antologia Virtual - Avbl/2004
b) - : sim, tenho Boneca de Trapo - http://www.catherineroos.ebooknet.com.br/
em 2004
c) - : projetos ainda pra 2004 e 2005 - em estudo com a editora
d) - :ainda não resolvi
4º - a) Fale-nos um pouco de si, como pessoa humana ? -;- b) Como
Escritor (a) ? -;- c) Para se inspirar literariamente, precisa de algum
ambiente especial ? -;- c) Tem prémios literários ?:
a) - : Trabalho muito, gosto de ser o que sou...sou simples,
determinada, objetiva
b) - :Escrevo porque gosto e sobre o que gosto e como gosto, sem seguir
regras ou padrões rígidos
c) - :não necessáriamente
d) - : prêmios virtuais sim
5º - a) Tem Home Page própria ( não são consideradas outras que
simplesmente tenham trabalhos seus) -;-b) Conhece as vantagens que os
Autores do CEN têm em ter sua Home Page ou (e) Livro (s) electrónicos,
nos nossos sites (preços, condições e divulgação) ? -;- c) Que conselho
daria a uma pessoa que começasse agora a escrever ? -;- d) Para terminar
este trabalho, queira fazer o favor de mandar um pequeno (e original)
trabalho seu (em prosa ou em verso) ?:
a) - :
b) - :sim, conheço um pouco
c) - : que esvreva sobre o que gosta, o que sente, que seja verdadeiro
d) - : Aqui me apresento, sem grandes pretensões,
Se acaso aceita, terei sonhos e ilusões,
Imaginando a possibilidade de aqui viver grandes realizações,
Desde já agradeço, deixando beijos mil em seus corações.
Catherine Roos.
No silêncio
da noite
by Catherine Roos.
No silêncio da noite, começo a repensar a vida...
Descubro que na verdade, mesmo sendo mulher madura,
Mesmo querendo saber sobre o certo e o errado...
Descubro que na verdade...só tenho idade... ainda sou criança
pura...
O que é certo? O que é errado? Quem sabe na verdade?!
Como criança busquei a felicidade, como mulher busquei um amor de
verdade...
Pensei ter encontrado um resultado de vida, dentro de uma certa
realidade...
Ledo engano! Concluo que tudo foi falso...o resultado parece
profano...
Na certa busca sem realidade...encontro o erro da maldade,
Como mulher madura...ainda meio criança...busco a felicidade...
Com o direito da conquista, e o dever da bondade...sigo em linha
reta!
No silêncio da noite, acho melhor deixar a criança quieta, e a
mulher ficar esperta!
Como meio mulher-criança, me proponho a mais uma descoberta...
Percebo que algo acontece...algo me inquieta!
No silêncio da noite...um grito! Um grito de saudade!
A mulher acorda a criança...trazendo para a realidade...
Mostrando que na verdade, nada aconteceu com vontade...
Nada com vontade de viver um amor de verdade...
No silêncio da noite...
O grito emudece...
Um coração padece....
Uma alma fenece...
É hora da prece...
O dia amanhece... |

QUEM SOU ?...": - Eduardo de Almeida Farias - 
1º -
a) Nome -;- Idade (o ano de nascimento é facultativo -; - b) Profissão
-;- c) Morada (não publicamos endereços de e-mail) -;- d) - Quer falar
um pouco da terra onde mora ? :
a) - : Eduardo de Almeida Farias
b) - : Repres. Laboratório Farmacêutico (delegado) aposentado
c) - : Rua Major Cícero,551-Pelotas-RS-Brasil
d) - : Pelotas é uma cidade situada no Sul do Brasil, distante 160 km da
fronteira com o Uruguai, com uma população de aprox. 360.000 habitantes,
com muitos lusos-descendentes, atualmente talvez tenhamos o máximo de
160 famílias portuguesas. Temos um dos maiores Centros Portugeses do
Brasil, com três sedes a do Centro, fachada em estilo Manuelino, duas
campestres, uma para pequenos convívios, e a mais nova e maior, com
capacidade para reunir mais de mil pessoas em seu salão de festas. Sou
um de seus directores, responsável pela sua biblioteca e director do
coral uma das poucas casas portuguesas senão a única que tem um grupo
coral, para lá dum rancho folclórico. Esta cidade é praticamente cercada
pela Lagoa dos Patos.
2º - a) Quando começou a escrever ? -;- b) Teve a influência de alguém
para começar a escrever ? -;- c) Lembra-se do seu 1º trabalho literário
(se puder, indique o título) -;- d) Foi divulgado (como) ?;
a) - : Desde 1997 quando publiquei meu primeiro livro de poesia
b) - : Não tive influência de ninguém, isso era coisa que estava
guardada em mim talvez desde minha infância, de repente aconteceu
c) - : O Ontem Está Onde Começa o Amanhã
d) - : Junto a meus amigos como presente
3º - a) Tem livro (s) impresso (s) (editora e ano) ? -;- b) Tem livro
(s) electrónico (e-book ? (editora e ano) -;- c) Projectos literários
para este ano de 2003 ? -;- d) Como vão ser editados ?:
a) - : Quatro livros impressos pela Editora da UFPEL- Universidade
Federal de Pelotas, anos 1997, 1999
4º - a) Fale-nos um pouco de si, como pessoa humana ? -;- b) Como
Escritor (a) ? -;- c) Para se inspirar literariamente, precisa de algum
ambiente especial ? -;- c) Tem prémios literários ?:
a) - :
b) - :
c) - :
d) - :
5º - a) Tem Home Page própria ( não são consideradas outras que
simplesmente tenham trabalhos seus) -;-b) Conhece as vantagens que os
Autores do CEN têm em ter sua Home Page ou (e) Livro (s) electrónicos,
nos nossos sites (preços, condições e divulgação) ? -;- c) Que conselho
daria a uma pessoa que começasse agora a escrever ? -;- d) Para terminar
este trabalho, queira fazer o favor de mandar um pequeno (e original)
trabalho seu (em prosa ou em verso) ?:
d) - :
HAVIA UM MELRO - Eduardo de Almeida Farias
Do outro lado do rio, sobre uma pequena elevação, um pequeno outeiro,
assentava um muro feito de pedras e coberto de musgos e de heras de
muitas eras, um certo melro costumava observar as quintarolas ao seu
redor, com suas belas e deliciosas frutas
Para o lado que corre o rio, a meio de um
pequeno declive desse outeiro, a terra era muito magra e coberta em sua
maior parte por vegetação rasteira, mas circundado no seu sopé por
carvalhos frondosos e outras plantas nativas, ali se nivelava com o rio
em terra mais fértil e de regadio. Pois quase no começo desse outeiro
havia três pés de velhas cere-jeiras, que nos meses de Junho se
engalanavam de vermelhas e reluzentes cerejas, de um agridoce, mais doce
que agre, cujo sabor inefável era a perdição da malta miúda e, da
passarada, em especial dos melros, grandes apreciadores deste manjar.
O dono da quintarola recorria a engenhocas
tarameleiras, ou trameleiras como o povo costumava chamar, que ao serem
impulsionadas pelo vento através de uma hélice de madeira, faziam grande
estardalhaço provocado por uma espécie de pequenas maçanetas de madeira
que eram presas ao eixo daquela hélice por finas tiras de couro, que
batiam contra um pedaço de latão dobrado em formato semicilíndrico.
Quando ventava um pouco mais forte a engenhoca afugentava a passarada,
mas não os outros "melros", a canalha miúda. E, como no verão costumava
ventar pouco, ou quase nada, todos os melros da "paróquia" faziam a sua
festa, a sua patuscada.
Pois aquele melro emérito cantador, fazia
daquele outeiro o seu púlpito sobre o qual extravasava todo o seu
lirismo, nas incomparáveis, nas inefáveis melodias que ecoavam por todo
o vale que servia como uma imensa concha acústica, para deleite daqueles
que tinham o privilégio de poder ouvi-lo.
... Havia um melro, um muro muito velho feito
de pedra, feito de eternidade, havia o fruto proibido. Havia o sonho
embalado pelo vento, e não havia o tempo.
Dizem que o tempo, não tem tempo, nós é que
tempo temos e, por isso envelhece-mos. Mas, porque não ser como aquele
muro velho, que continua ali a desafiar o tempo, velho, sim, muito
velho, mas com aquela dignidade que só a intemporalidade, a rudeza e
dureza que a pedra lhe confere?
Sorte daquele muro por ser feito de pedra e,
esta ser talvez o elemento da natureza mais digno, menos corruptível,
que materializa, que simboliza a quase eternidade; não teme o tempo, tão
pouco tem idade.
Do outro lado de um rio, do outro lado, havia
um melro, havia um tempo que não tinha tempo, para ter tempo, não tinha
idade. |