"QUEM
SOU?...": - Ana Maria do Nascimento
1°-(a) Nome-;-Idade
(o ano de nascimento é facultativo)
ANA MARIA DO NASCIMENTO- Nasci no dia 12 de Outubro de 1949
b) Profissão-;- Professora
c)Morada (Não publicamos endereço de e-mail)-;-
Av. da Independência, 247- Planalto- Aracoiaba- Ceará - Brasil- CEP:
62.750.000
d) Quer falar um pouco da terra onde mora?:
O Brasil é um país de povo hospitaleiro, e apesar de todos os percalços,
muito feliz, pois sorrimos e aproveitamos as maravilhas naturais cedidas por
Deus nesta terra de sol o ano inteiro.
O Ceará, meu Estado, foi denominado "Terra da Luz" devido ter sido a
primeira região a abrir os portões para libertação dos escravos, uma raça,
que esculpiu, através de força e suor, o nosso Brasil.
Já Aracoiaba ,o município onde resido, uma pequena cidade do interior, tem
origem tupi-guarini, sendo conhecida como o "lugar onde as aves cantam".
2°-(a) Quando começou a escrever?-;- Na adolescência
b) Teve a influência de alguém para começar a escrever?-;-
Diretamente não. Mas quando criança, conheci uma pessoa muito querida, um
jovem, que nos meus sonhos infantis era meu namorado. Ele se mudou para
trabalhar com a Raquel, já conhecida como escritora e famosa comunista.
Achei muito interessante os comentários sobre a vida dela, e a partir desse
fato, percebi que gostava de escrever e comecei a expressar-me pelas letras
c) Lembra-se do seu 1° trabalho literário (se puder, indique o título)-;-
ENCONTRO INUSITADO
d) Foi divulgado (como)?; Não
3°- (a) Tem livro(s) impresso(s) (editora e ano)?-;-
Publiquei o livro:Vivências (Gráfica RBS-2001).
b) Tem livro (s) eletrônico (e book? (editora e ano) Não
c) Projetos literários para este ano de 2003?-;-
Não
d) Como vão ser editados?-;-
4°- (a) Fale-nos um pouco de si, como pessoa humana-;-
Sou uma pessoa muito simples, porém sincera. Nasci numa fazenda e desde
muito cedo aprendi a conviver com a natureza. Também tenho verdadeira
veneração pela família.
b) Como Escritor (a)
Comecei a escrever desde cedo e atualmente participo como Sócia efetiva da
Ala Feminina da Casa de Juvenal Galeno;da Academia de Letras Municipais do
Estado do Ceará –ALMECE; da Academia Feminina de Letras do Ceará- AFELCE.Classificada
em vários concursos da Litteris Editora. Figuro no Dicionário Bibliográfico
dos Escritores Brasileiros-2000.
c) Para se inspirar literariamente, precisa de algum ambiente especial?-;-
Não, apenas necessito do acontecimento, pois escrevo baseada em fatos reais.
e) Tem prêmios literários?:
Fiquei entre os 10 melhores escritores do ano, no concurso anuário de
escritores de 2001, da Litteris Editora no Rio de Janeiro.
5°-(a) Tem Home Page própria (não são consideradas outras que simplesmente
tenham trabalhos seus)-;- NÃO
b) Conhece as vantagens que os Autores do CEN têm em ter sua Home Page ou
(e)
Livro (s) eletrônicos, nos nossos sites (preços, condições e divulgação)?
NÃO
c) Que conselho daria a uma pessoa que começasse agora a escrever?-;- Não
desista, escrever é melhor forma de expressar nossos sentimentos.
c) Para terminar este trabalho, queira fazer o favor de mandar um pequeno (
e original) trabalho seu ( em prosa ou em verso) ?:
AMIZADE SEM
FRONTEIRAS
A companhia é tão necessária para as pessoas quanto o oxigênio para a
manutenção da vida. Por isso, o ser humano constantemente procura fazer
novas amizades, algumas nascem espontaneamente, enquanto outras levam um
longo período para se concretizar.
Constituindo esse sentimento, o Sr. Juca Pereira, um homem de índole livre
das correntes discriminatórias, costumava sentir afeição por seres dotados
de padrões antagônicos aos vivenciados pelos habitantes de seu meio social.
No entanto, era querido e respeitado por todos que o conheciam. Mesmo assim
não estava satisfeito, sentia a necessidade de ampliar seu ciclo de
afetividade e, em meio a esse turbilhão de emoções, conhece Zefinha, uma
pequena de cor pálida , pernas curtas, cabeça e olhos grandes , amante de
passeios noturnos, os quais fazia silenciosamente e quando alguém tentava
uma aproximação, ela rapidamente se recolhia. Naquele momento, Sr. Juca
ficou se questionando, como deveria agir para ganhar a confiança daquela
jovem assustada.
Foram muitas as tentativas, porém, nunca imaginava desistir, já que usava a
persistência como meta para atingir seus objetivos. E, assim, passou a lhe
observar as atitudes, na expectativa de um dia poder tê-la em seus braços.
Depois de um certo tempo, aquela criatura imprevisível resolveu conhecê-lo
melhor e essa decisão foi fortalecida por um elo de confiança e para
surpresa de todos, eles se comunicavam numa linguagem entendida apenas pelos
dois. Embora se tenham tornado íntimos, ela jamais permitiu qualquer contato
físico, o relacionamento entre eles era totalmente fraternal.
Os amigos e familiares do Sr. Juca Pereira não
conseguiam decifrar o enigma existente naquela relação desconhecedora de
fronteiras, pois Zefinha, mesmo tendo sido capaz de conquistar um amigo,
fato raramente acontecido nos dias atuais, e embora fosse um ser especial,
era apenas uma lagartixa, um animal vertebrado da classe Reptilia, rendida
pelo carisma daquele homem, conhecedor das plantas e dos animais,
concretizando que o carinho e o amor verdadeiro vencem todas as barreiras
que separam os viventes.

"QUEM
SOU ?...": - Luciene Lima
1º - a) Nome -;-
Idade (o ano de nascimento é facultativo -; - b) Profissão -;- c) Morada
(não publicamos endereços de e-mail) -;- d) - Quer falar um pouco da terra
onde mora ? :
a) - :Luciene Lima , 34 anos
b) - : Secretária
c) - : Sao Paulo/SP
d) - :
2º - a) Quando começou a escrever ? -;- b) Teve a influência de alguém para
começar a escrever ? -;- c) Lembra-se do seu 1º trabalho literário (se
puder, indique o título) -;- d) Foi divulgado (como) ?;
a) - : aos 14 anos oficialmente
b) - : Nao
c) - : Nao
d) - : Nao
3º - a) Tem livro (s) impresso (s) (editora e ano) ? -;- b) Tem livro (s)
electrónico (e-book ? (editora e ano) -;- c) Projectos literários para este
ano de 2004 / 05 ? -;- d) Como vão ser editados ?:
a) - : Nao
b) - : Nao
c) - : Sim
d) - : E-book em preparo
4º - a) Fale-nos um pouco de si, como pessoa humana ? -;- b) Como Escritor
(a) ? -;- c) Para se inspirar literariamente, precisa de algum ambiente
especial ? -;- c) Tem prémios literários ?:
a) - : Sou um humano. Com todas as sincronicidades e dessincrocinidades
possiveis. b) - : Minha literatura é fruto de minha evoluçao, tem o teor
racional e questionador, assim como eu mesma.
c) - : Nao.
d) - : Nao.
5º - a) Tem Home Page própria ( não são consideradas outras que simplesmente
tenham trabalhos seus) -;-b) Conhece as vantagens que os Autores do CEN têm
em ter sua Home Page ou (e) Livro (s) electrónicos, nos nossos sites
(preços, condições e divulgação) ? -;- c) Que conselho daria a uma pessoa
que começasse agora a escrever ? -;- d) Para terminar este trabalho, queira
fazer o favor de mandar um pequeno (e original) trabalho seu (em prosa ou em
verso) ?:
a) - :
www.palavrando.hpg.com.br
b) - : Nao
c) - : Começou? Continue.
d) - : Abaixo
Flamboyants
Para toda a vida poderiam ter sido o olhar sub-reptício, o riso ousado, o
toque dos dedos nos dedos, o beijo de relance, mais que
ultra-flash-relâmpago-rápido. O medo de ser descoberto. O segredo com gosto
de segredo de estado. E a forma das arvores. Inebriadas. Romantismo às
raias. O que é ruim não deve ser eterno. Mas, o que é bom.
Bilhetes escritos, nomes e corações pintados.
Musicas preferidas. Roupas especiais. Lembranças. Papel de bombom. E uma
flor especial por lembrar algo que dizia mais do que pretendia.
Me-dá-um-beijo-que-te-digo. Na verdade, Flamboyant. Flamboyant para aqueles
que já sabiam onde vai dar o amor.Para os que já haviam perdido as ilusões,
os sonhos, as crenças. Para os simples apenas me-dá-um-beijo-que-te-digo.
Diz o quê?
Diz que...você sabe...eu gosto de você. E também
quero me casar com você. Um risinho de quem provoca por querer mais ouvir.
Ou apenas continuar nesse namoro tonto, inebriante, como as arvores. Só
isso? Que mais você quer saber? Ah, não sei...você me diz...essas coisas...
Palavras entrecortadas. Sussurros. Nada significam.
Nada dizem. Mas dizem de nós. De quem somos. Do capricho na voz. Da maneira
simplista, delicada, emotiva. E é isso que namoramos. Essa pureza. Esse
estado de ser anjo. O nosso santo no outro. O santo do outro em nós. Às
vezes ocorre uma sandice. Coisas da urbanidade. Coisas da modernidade,
melhor dizendo.
Ah, Valéria. Moça linda toda vida. E Joaquim, o
moço. Na flor da virilidade. Namoro de escola. Com direito a ciúmes das
colegas e a inveja dos meninos. Ou vice-versa? Ele era o verso. Ela, a rima.
Os dois, um par bonito de fazer os desiludidos voltarem a crer no amor.
- Você se lembra daqueles cabelos, Anita?
- Os dela? Quem há de se esquecer?
- Negros que nem pêlo de graúna. Uma pele alva. Um
riso gentil.
- De uma delicadeza que não se acha em qualquer
canto.
- Foi ali por aqueles lados. Quando aquele
pinheiral ainda tinha vida.
- E foi ali que foram plantar a morte.
- Semente triste, mulher...semente triste.
- É, marido.
Quando os olhos se voltam para o pinheiral que hoje
não mais mora ali, toda a alma se lembra. E se estremece. Como copado de
arvore. De saudade. De um pouco de dor. A impressão é que havia flamboyants
caindo do céu rosa. A tarde tinha acabado de ir dormir. A escuridão estava
começando a abraçar o dia. Os dois vinham da escola onde juntos estudavam.
Olhos de riso, coração entupido de felicidade. Mãos dadas foram separadas
pela ordem brusca dos bandidos. Susto. Olhos abertos. Medo.
Levaram o casal para o pinheiral. Ali mesmo fizeram
o trabalho.
Difícil segurar o soluço que se mostra agora.
- não pára, meu velho, não pára. Segue adiante. Faz
muitas vezes que você começou essa história e não vai até o final. Continua.
Fizeram ali a barbárie. Fizeram sexo com o corpo da
moça, retalharam o corpo dela, estrangularam a pobre. E a deixaram ali.
E com o moço fizeram a mesma coisa. Bateram,
feriram, xingaram, bateram mais ainda, xingaram mais. E atiraram em sua
cabeça. Eram em três. E quando foram embora, o pinheiral ficou silencioso.
Como se chorasse. A lua foi banhando as coisas da mata. E os corpos ficaram
ali descansando. Como se cansados da barbárie da qual foram vitimas. No dia
seguinte encontraram os corpos. Enterraram. O pai da moça enlouqueceu. A mãe
se suicidou. Os pais de Joaquim se mudaram para muito longe. E a escola fala
disso até hoje. Para os citadinos, esse foi mais um caso.
Vieram outras moças e outros moços vieram. Alguns,
historias tristes tiveram. Mas os olhos de Valeria ficaram nos meus. E o
jeito garboso de Joaquim. Pareciam ter tanta chance. Parecia que poderiam
fazer tanto. Que o amor iria durar a vida inteira neles. Como o de Piero e
Solange, um casal de amigos meus. Vivem juntos até hoje. Eu era um rapazote.
E poderia ter sido comigo e com Anita. Mas foi com Valeria e Joaquim, a quem
eu conhecia só de passagem. E eu queria muito que eles fossem felizes.
Talvez porque me identificasse com eles, talvez porque vivi o que viveram,
talvez porque entendia o romantismo das tardes ante as brincadeiras dos
flamboyants.
Valeria ainda abriu os olhos. E encontrou os de
Joaquim no ultimo instante da vida. E em seu coração de menina-moça escutou
Joaquim dizendo qual é o nome dessa flor. E ela não conseguiu responder que
era me-dá-um-beijo-que-te-digo. Os olhos dos dois se fecharam antes. Mas
suas almas deram-se as mãos e foram-se dali para jardins mais distantes. É
assim que gosto de pensar que aconteceu depois que o pinheiral ficou
sozinho.
LLima - (para Valeria e Joaquim)

"QUEM SOU ?...": - Ana Maria Galdino da Costa
1º - a) Nome -;- Idade
(o ano de nascimento é facultativo -; - b) Profissão -;- c) Morada (não
publicamos endereços de e-mail) -;- d) - Quer falar um pouco da terra onde
mora?:
a) - :Ana Maria Galdino da Costa, nascida em 14/09/1963
b) - :Escriturária
c) Moro em Valparaíso-SP, Brasil
d) Valparaíso é um municipio pertecente ao estado de São Paulo, Brasil. Sua
emancipação política deu-se em 30/05/1937, conta atualmente com uma
população de 19.000 mil habitantes. O seu nome deriva de "vale do paraíso"
por estar abrigado num vale e pela beleza e exuberância de sua floresta
nativa.
2º - a) Quando começou a escrever ? -;- b) Teve a influência de alguém para
começar a escrever ? -;- c) Lembra-se do seu 1º trabalho literário (se
puder, indique o título) -;- d) Foi divulgado (como) ?;
a) - :Comecei a escrever poemas aos sete anos.
b) - :Tive muito incentivo em casa e comecei a gostar de poesia lendo
Vinícius de Morais (poeta brasileiro).
c) - :Meu primeiro trabalho literário aos sete anos, foi um poema chamado
"Alegria dos montes lindos" .
d) Foi divulgado somente na escola em que eu estudava.
3º - a) Tem livro (s) impresso (s) (editora e ano) ? -;- b) Tem livro (s)
electrónico (e-book ? (editora e ano) -;- c) Projectos literários para este
ano de 2003 ? -;- d) Como vão ser editados ?:
a) - :Não.
b) - :Participo do e-book " INTERIOR " - da Revista o n-line "Notícias do
Interior de São Paulo" - (Portal CEN - Carlos L Ribierio // Revista - Prof.
Pedr o César)
c) -Tenho projetos de publicar um livro.
d) - :Nada ainda decidido, procuro editoras para uma avaliação.
4º - a) Fale-nos um pouco de si, como pessoa humana ? -;- b) Como Escritor
(a) ? -;- c) Para se inspirar literariamente, precisa de algum ambiente
especial ? -;- c) Tem prémios literários ?:
a) - :Sou uma pessoa extremamente simples, que ainda acredita que sonhar é
essencial, creio que boas condutas morais e religiosas engrandecem o ser
humano.
b) - :Considero-me poeta das coisas simples, tenho a natureza como principal
fonte de inspiração, meus poemas também tem influências simbolistas.
c) Não especificamente, embora goste de estar junto à natureza quando posso.
d) Tenho poema premiado com Menção Destaque na edição Do Mapa Cultural
Paulista 2001/2002 final estadual, primeiro lugar categoria poesia no
concurso "Alcides Falleiros" realizado na cidade de ´Mirandópoils_SP.
5º - a) Tem Home Page própria ( não são consideradas outras que simplesmente
tenham trabalhos seus) -;-b) Conhece as vantagens que os Autores do CEN têm
em ter sua Home Page ou (e) Livro (s) electrónicos, nos nossos sites
(preços, condições e divulgação) ? -;- c) Que conselho daria a uma pessoa
que começasse agora a escrever ? -;- d) Para terminar este trabalho, queira
fazer o favor de mandar um pequeno (e original) trabalho seu (em prosa ou em
verso) ?:
a) - :http://luares.zip.net
b) - :Ainda não.
c) - :Que leia muito, procure desenvolver um estilo próprio, e acima de tudo
escreva bastante para se aprimorar.
d) - :
A capela
Singela capela
Suas velas
Velam vultos
De outras eras
Singela capela
Suas velas
Iluminam Nossa Senhora
De olhos cheios de aurora
Singela capela
Aquelas suas velas
Emprestam luz
Ao semblante plácido de Jesus.
Ana M. G. da Costa |
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