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A sequência de
fenômenos
psíquicos
imantados no rol
desta matéria
poderia ser
enunciada de
fantasias, ou
simplesmente
coisas que
acontecem na
rotina de nossas
vidas. Imagens,
ideias, atos,
ilusão, desejo,
aspiração, que
involuntariamente
ocorrem durante
o sono. Alguns
mais afoitos
dizem que os
sonhos são
apenas bolinhos
leves, fritos,
feitos com
farinha, leites
e ovos. Já
pensaram num
furdunço de um
sonho com tantas
comidas, poderia
se tornar num
grande tormento
ou num pesadelo
sem proporções.
O sonho na visão
espiritual é
mais abrangente,
profundo e com
detalhes que só
os estudiosos
poderão
explicá-lo.
Alguns
escritores,
especialistas
afirmam que são
vastos e
fascinantes
repositórios de
fatos
assombrosos,
quase todos
ainda por
explicar é o
mundo dos
chamados
"fenômenos
psíquicos".
Esses fenômenos
sempre
despertaram as
atenções gerais;
hoje, são
estudados
cientificamente
pela
Parapsicologia,
com técnicas
precisas e
fidedignas.
Centenas e
centenas de
casos de
telepatia,
clarividência,
Clariaudiência,
sonhos
premonitórios,
levitações,
ruídos
misteriosos,
aparições de
pessoas mortas
ou vivas etc.,
já foram
relatados e
investigados,
embora não se
tenha chegado
ainda a um
consenso no que
respeita à sua
origem: serão
produzidos pela
exteriorização
de forças
mentais ou são
manifestações de
seres que
habitam o mundo
invisível?
Diante de tais
fatos os médiuns
de hoje tem
procurado um
viés seguro para
descobrir este
mistério. O
grande espírita
Ernesto Bozzano
diz que os
fenômenos
psíquicos são
presenciados até
no momento da
estagnação
biológica
(morte).
Ele evidencia o
zelo científico
com que foram
tratados os
fenômenos
espíritas desde
o advento do
Espiritismo,
reduzindo a - pó
as apressadas
negativas de
seus
adversários.
Refere-se a
casos de
aparições no
leito de morte,
ação ou
percepção
telepática,
lucidez e
telestesia,
precognição e
retrocognição,
visões
extáticas,
simbólicas e
panorâmicas. É
um brado que
proclama a
realidade da
ação dos
Espíritos no
mundo físico e a
indiscutível
imortalidade da
alma. Uma
doutrina
altamente
científica tem
causado a outras
crenças
espantos, pois a
maioria
desconhece estes
fatos tão comuns
no Espiritismo.
Um fato que
narramos agora e
que nos chamou a
atenção: Era
época de eleição
e um dos
candidatos a
governador de
uma cidade,
durante a
campanha tinha
como lema
principal acabar
com a miséria e
a fome na cidade
se fosse eleito.
Quatro anos
seria a duração
do seu mandato
político. O
sonho do
candidato era
vencer, e o
esperado
aconteceu
vencendo com uma
grande margem de
votos as
eleições. No
entanto, no
decorrer do
tempo, a miséria
e a fome
persistiram.
Não existem
momentos
ordinários,
todos os
momentos são
preciosos, mesmo
os que passam
despercebidos
por nós.
Momentos de sono
e sonho
tranquilos, de
alegrias
despretensiosas
e de olhar as
formas das
nuvens, de ouvir
o latir do cão e
a risada das
crianças são tão
preciosos quanto
aos momentos de
estudos e
trabalhos, se
estivemos
abertos para
saboreá-los.
Nossa vida é a
soma total de
todos esses
momentos, bem
que desejaríamos
que nossa cidade
fosse assim!
Político tanto
dorme como sonha
demais. Só que
seu sono ou
sonho são de
clamores e
perturbações,
visto que a
consciência é
‘maculada’ e
manchada na
maioria das
vezes pela
mentira e pelo
descompromisso
assumido.
Insere-se no
meio da
corrupção, da
lavagem de
dinheiro e no
mundo das
drogas. Mesmo
trazendo para si
a
responsabilidade
de promessas que
não poderia
cumprir. O
brasileiro vive
de sonho e de
esperanças, de
promessas que
não se cumprem.
No final das
contas vão
passar por
fenômenos
psíquicos, quer
acordado ou não.
Nosso povo vive
sonhando. Bem
que este sonho
poderia ser
real, que os
bolinhos leves,
fritos, feitos
com farinha e
leite poderiam
fazer à alegria
matinal da
criançada todas
as manhãs, antes
de irem para a
escola. Sonhar
acordado é um
fenômeno
psíquico ou
apenas uma
esperança? Quem
mata a esperança
alheia pode ser
considerado
criminoso? Quem
destrói a
alegria de
muitos que
sinonímia
recebe? São
velhas
indagações que
deixaremos para
os bons
observadores
responderem. De
antemão queremos
afirmar que a
fome, a miséria,
a
desnutrição irão
causar sérios
problemas de
saúde a
população menos
aquinhoada.
Existem dois
meios de
adoecer, segundo
a psicopatologia
fenomenológica:
o
desenvolvimento
- o adoecer é
compreendido
pela
constituição,
personalidade e
história do
paciente; e o
processo - algo
diferente e novo
na constituição
e história do
paciente. Nesse
écran entram com
certeza a
péssima
qualidade de
vida que leva a
maioria da
população
brasileira.
Antônio Paiva
Rodrigues* |