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“Guarde a
esperança.
Tenha-a
permanentemente
ao coração,
aconchegada e
firme. Ela se
baseia na
confiança em si,
na fé em Deus e
no movimento do
tempo e da vida,
devendo, por
isso, ser
companheira
diária. Use a
milagrosa força
da esperança
para afugentar
os azares do
desânimo e da
tristeza,
construir mais
elevação, mais
paz, resolver
situações
dolorosas,
proteger o
sistema
nervoso.”
(Lourival
Lopes).
O Islamismo tem
crescido muito
em termos de
fiéis, apesar do
preconceito que
muitos têm
contra esses
devotos e
apreciadores do
profeta Maomé. O
Islamismo tem
como seu ser
supremo Alá. A
impressão que
muitos têm do
Islã é por
demais
manipuladora,
inclusive por
parte da maioria
da mídia. É bem
verdade que
Jesus Cristo,
por ser - um
Espírito Puro -
a sua missão
aqui na Terra se
tornou a mais
importante e,
nenhum outro
profeta
conseguiu
suplantar os
ensinamentos do
Cristo. Muitos
afirmam que
Jesus é um
avatar. Isto é
um Deus
reencarnado. Os
próprios
seguidores de
Maomé pensam da
mesma forma.
Quando falamos
em Espírito
Puro, é de bom
alvitre que
enunciemos que
existem outros
espíritos puros,
além do próprio
Jesus.
No decorrer dos
tempos essa
plêiade de
Espíritos Puros
se reuniu por
duas vezes, a
primeira se deu
quando da
separação do
planeta terra da
nebulosa solar
e, a segunda
reunião, se deu
por ocasião da
encarnação do
Cristo, que veio
em missão ao
orbe terrestre.
Afirmam os
estudiosos que
existem outros
Avatares, com
outros
ensinamentos e
importância. È
bom frisarmos
que o grande
Francisco de
Paula Cândido
Xavier, quando
psicografou o
livro “A Caminho
da Luz” de
Emmanuel, existe
a afirmação de
que todos os
grandes homens
que fizeram a
história do
mundo foram
enviados pelo
Cristo
Planetário.
Maomé nunca foi
considerado um
Deus, nem mesmo
filho dele como
atribuem a Jesus
esta proeza.
Maomé é um
grande herói
enviado e um
profeta
brilhante que
traduziu a
palavra de Alá.
(Deus). Maomé
(570-632)
pertencia à
tribo dos
coraixitas, que
tinha como
missão zelar
pela Kaaba de
Meca. O avô de
Maomé, além de
possuir cargo
religioso
importante, era
um comerciante
bem sucedido.
Entretanto,
Maomé sofreu
dificuldades
econômicas em
sua infância e
adolescência:
aos sete anos,
já tinha perdido
os pais, tendo
sido criado por
um tio e teve
que começar a
trabalhar muito
cedo, como
pastor de
carneiros.
A tradição
menciona que
Maomé, em sua
juventude fez
muitas viagens à
Síria, onde pode
estabelecer seus
primeiros
contatos com o
cristianismo e
com o Judaísmo.
Aos 25 anos de
idade Maomé
casou-se com
Khadija, uma
rica viúva que o
incumbiu da
direção de seus
negócios
comerciais. Com
esse casamento
Maomé deixou a
vida de pobreza,
subindo na
escala social.
Mas apesar da
riqueza
conquistada
Maomé sentia-se
interiormente
insatisfeito e,
por isso,
dedicava-se à
meditação. O
livro principal
da religião
islâmica é o
Alcorão, que o
chamam de
Alcorão Celeste,
ou Incriado, ou
uma versão
terrena da obra
divina, que tem
como tradução a
forma de letras
e sons. A
composição é
atribuída a
Moisés, no
entanto, é bom
frisar que o
profeta era
analfabeto, isto
é, não sabia ler
e escrever.
Aos 40 anos,
passou a ter uma
série de visões
que o
convenceram de
que ele era o
profeta
escolhido por
Deus (Alá) para
anunciar aos
homens uma nova
doutrina
religiosa.
Iniciando suas
pregações
religiosas,
Maomé entrou em
conflito com os
sacerdotes de
Meca, que eram
politeístas e
estavam
interessados em
manter a cidade
de Meca como
centro religioso
e comercial dos
árabes. Em razão
desse conflito
em 622 e a fugir
para Yatrib,
posteriormente
denominada
Medina, a cidade
do profeta. Essa
data denomina-se
Hégira e marca o
início do
calendário
muçulmano. Aos
poucos, Maomé
estruturou sua
religião e
organizou um
exército de
seguidores que,
em 630,
conquistou Meca.
A Kaaba foi
transformada num
centro de
orações, mas
Maomé proibiu
todos os cultos
muçulmanos
idólatras que
antes existiam.
Os integrantes
do Islã afirmam
que o Islamismo
não começou com
Maomé, como está
explícito no
livro de
Gênesis, mas com
Maomé o
islamismo
atingiu a forma
definitiva. A
doutrina
muçulmana também
chamada islâmica
ou maometana
impõe cinco
regras: Crer em
Alá, o único
Deus e em Maomé,
seu profeta; 2.
Realizar cinco
orações diárias;
3. Ser generoso
para com os
pobres e dar
esmolas; 4.
Obedecer ao
jejum religioso
durante o ramadã
(mês anual do
jejum); 5. Ir à
peregrinação a
Meca pelo menos
uma vez durante
a vida. Seu
livro sagrado o
Alcorão, tinha
crença na
predestinação.
Os integrantes
do islamismo se
fortaleceram
através da
liderança de
Maomé, que
trouxe unidade e
comunhão a um
povo considerado
hostil e
totalmente sem
esperanças.
Temos que falar
sobre a
desorganização
que reinava na
Meca e abandono
por seus líderes
espirituais. Era
carente de uma
organização
tanto política
com social. As
tribos viviam em
constantes
conflitos, pois
as ideologias
divergiam. A
presença forte
de Maomé foi
responsável pela
reorganização do
islamismo. Além
das nuanças
citadas acima,
Maomé teve uma
infância de
muito
sofrimento.
Perdeu o pai
quando ainda era
recém-nascido, e
sua mãe quando
ele completava
os seis anos de
idade.
O sofrimento
continuou muito
forte e aos oito
anos perdeu seu
avô que foi o
responsável
maior por sua
criação. Com
ausência dos
entes queridos a
solução mais
viável foi a de
morar com seus
tios onde
aprendeu a ser
pastor. Era
comum naqueles
tempos, os
jovens tomarem
conta dos
rebanhos da
família. Segundo
nos informa
Patrícia Cândido
Maomé
desenvolveu uma
personalidade
compassiva, era
amoroso, gentil,
calmo e muito
preocupado com o
sofrimento
alheio,
entendendo as
dores da alma
dos seus
semelhantes.
Maomé
frequentemente
ia ao monte Hira
para meditar.
Nas conotações
de Patrícia
existe a alusão
de que quando
Maomé completou
quarenta anos de
idade, o Arcanjo
Gabriel surgiu
entregando-lhe
um pergaminho.
E mesmo com o
analfabetismo
ele compreendeu
a mensagem e com
a ajuda da
esposa, começou
a pregação da
palavra de Alá.
Daniel Pipes,
outro estudioso
diz o seguinte:
“Perguntado”,
meses atrás, se
os muçulmanos
cultuam o mesmo
Deus
Todo-Poderoso
dos judeus e
cristãos, o
presidente Bush
respondeu:
"Creio que
veneramos o
mesmo Deus." Em
outras palavras,
a deidade
islâmica
conhecida como
Alá seria o
mesmo Ser
Supremo a quem
judeus e
cristãos dirigem
suas preces.
Existe uma
pequena
divergência
entre os
praticantes
dessa religião
entre Deus e
Alá. A primeira
afirma que o
Islã possui um
Senhor
diferenciado,
por nome Alá, e
sugere que
judeus e
cristãos adoram
um falso deus.
A segunda afirma
que Alá é a
palavra árabe
para o Deus
monoteísta comum
e implica uma
ligação com
judeus e
cristãos. O
próprio Alcorão,
em diversas
passagens,
insiste na ideia
de que seu Deus
é o mesmo Deus
do Judaísmo e do
Cristianismo. A
afirmação mais
direta é aquela
em que os
muçulmanos são
exortados a
dizer aos judeus
e cristãos
"cremos no que
nos foi revelado
e no que foi
revelado a vós;
nosso Deus e
vosso Deus são
Um e a Ele nos
submetemos"
(adaptado da
tradução inglesa
de E. H. Palmer
para a Sura
29:46). O verso,
claro, pode ser
interpretado
ainda como
"nosso Alá e
vosso Alá são
Um" (tal como na
famigerada
versão de
Abdullah Yusuf
Ali). A equação
Deus=Alá mostra
que, por mais
hostis que sejam
as relações
políticas, entre
os ”filhos de
Abraão” existe
um vínculo real
e a exploração
atenta desse
vínculo pode
servir de base
para um
reconhecimento
inter-religioso
no futuro. O
diálogo
judaico-cristão
fez grande
progresso e um "triálogo"
entre judeus,
cristãos e
muçulmanos
também poderia
fazê-lo. Antes
que isso
aconteça, porém,
os muçulmanos
devem reconhecer
a validade das
outras
concepções
monoteístas. E
isso significa o
abandono do
supremacismo, do
extremismo e da
violência
característicos
da atual fase
islamista.
Existe uma
parafernália de
definições e
interpretações
sobre Alá, Jeová
e o Pai Maior
anunciado por
Jesus.
Existem muitos
estudiosos e
religiosos que
afirmam que Deus
é um só, mas
pelas
explicações
acima denotamos
que existem
divergências.
Recentemente
confeccionamos
uma matéria
sobre discussão
sobre religião.
Religião é
assunto sério e
não devemos
discriminar
nenhuma delas. A
verdade só a
Deus, o Pai
Maior,
Onipresente,
Onipotente e
Onisciente
pertence. Somos
em nossa modesta
opinião que o
Deus verdadeiro
é o pregado pelo
Mestre Jesus.
Doa a quem doer.
Pense nisso!
Antônio Paiva
Rodrigues* |