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Há momentos em
que Deus se
manifesta com
mais intensidade
em nossos
corações.São
momentos de paz
interior, de
rica
criatividade.
Tanto as grandes
questões
universais
quanto os
pequenos
problemas
humanos se
apresentam ao
nosso espírito
com maior
clareza.
Sou símbolo da
esperança do
amor e da vida.
Minha
metamorfose
mostra para as
criaturas
humanas do mundo
em que vivemos,
sejam crianças,
adolescentes e
adultos como se
processa os
desígnios de
Deus. A
transformação
que sofro
simboliza, mesmo
que,
“rudimentar”
como se processa
a desencarnação,
isto é, a
passagem da vida
material para a
espiritual no
teatro da vida.
O Casulo mesmo
com seu
simbolismo
representa o
desprendimento
da matéria
inerte que
voltará ao pó
como afirmou
Nosso Pai Amado
em seus Livros
Sagrados. Antes
eu me mostro com
uma forma que os
estudiosos da
biologia chamam
de lagarta,
representa o
pleonasmo da
vida material,
“O casulo” a
morte e eu
borboletinha o
Espírito
desencarnado.
Realize seu
trabalho por
mais
insignificante
que seja. Eu
estou cumprindo
minha missão e
você? Depois que
me liberto do
casulo me torno
visível através
da
materialização
do meu espírito.
Sou
policromática,
apresento uma
multiplicidade
de cores e
formas é meu
Perispírito:
Sublime, sutil,
etéreo e belo.
Como ninguém
agrada ninguém,
quero reafirmar
que tenho
dignidade,
apesar de
pertencermos à
ordem dos
Espíritos
imperfeitos
(criados simples
e ignorantes).
Aos que me
condenam podemos
classificá-los
de inocentes e
preconceituosos,
não sejamos
jamais radicais
e nem donos da
verdade. De hoje
em diante vou me
tornar símbolo
da harmonia da
compreensão do
amor e da união
entre meus
irmãos de
espiritualidade.
Serei o mural da
compreensão da
sensatez da
irmandade e
servirei de elo
de ligação para
acabar com os
conflitos e as
manias de
superioridade
que infelizmente
existem no
Movimento
Espírita.
Represento os
boanas, os menos
privilegiados,
os fracos e
oprimidos que
apesar das
dificuldades da
vida e das
incompreensões
humanas, mas,
com o aval de
Deus e Jesus
Cristo (nosso
irmão maior)
chegaremos lá.
Assim seja.
Nosso
Codificador
afirma em suas
obras que um dia
nos tornaremos
anjos, isto é,
Espíritos Puros
só que; com
tanta
arrogância,
prepotência e
mania de
aparecer jamais
alcançaremos a
mais alta escala
espiritual. Como
recompensa,
ficaremos ao
“sabor” das
trevas, dos
Umbrais e dos
Nossos Lares
como presente
aos nossos
deslizes e
intolerâncias.
Certa vez,
perguntaram a
Madre Teresa de
Calcutá Prêmio
Nobel da Paz:
Qual sua
religião e seu
Deus?
Prontamente
respondeu: minha
religião é o
amor e meu Deus
o próximo. Voa
borboletinha,
voa, espalhando
suas cores
belíssimas e sua
ingenuidade que
representa os
esquecidos, os
que sofrem
desilusões,
atrocidades no
dia a dia, mas
com tua
protuberância um
dia nós
chegaremos lá.
Deus é divino,
Justo e jamais
esquecerá seus
filhos amados,
quer sejam eles
ricos ou pobres,
sábios ou
incultos. O
mundo é de
todos, dos
sábios dos
incultos e
também das
borboletinhas –
Só que os sábios
um dia
estagnarão e os
incultos com o
Dom da sabedoria
encostarão. Com
certeza.
Deus meu criador
me ensinou duas
palavras que
enobrecem
qualquer
cidadão: O amor
e o Perdão. Só
que não estão
exercitando nem
um deles,
ignoram estes
preciosos
exemplos
divinos.Em
conseqüência
estão se
exterminando e a
nos exterminar.
Um personagem de
telenovelas o
chamado “Dirceu
borboleta” está
presente em
todos os lugares
tentando acabar
com o símbolo do
amor do perdão e
da ingenuidade.
Fora os “Dirceus”.
Existem aqueles
que pregam e não
executam, como
também aqueles
que aprendem
mais não
ensinam.
Chamamos de
vaidosos os que
assim agem. Á
terra não viemos
apenas para ter
sucesso, poder e
glória, e
desfrutar
mordomias, gozos
e prazeres.
Viemos para nos
curar. Pai
perdoa-lhes eles
não sabem o que
fazem.
Antônio Paiva
Rodrigues* |