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SEBO LITERÁRIO
  
Poesia
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MOMENTOS
DE PAZ
Antônio Paiva Rodrigues
Desejo
ter
comigo
Momentos
de paz.
De
alegria
e
virtudes,
De
alvissareiras
bonanças
De
altaneiras
juventudes.
De
educação
esmerada,
Calcetadas
de amor.
De
felicidades
eternas
Dela
nasce o
amor,
Do bem
querer o
esplendor
Quanto o
bem nos
faz bem
Não
esqueçamos
jamais
É
aprender
e ser
aprendiz.
Conquistar
é
oferecer,
Fenecer,
sem
temer.
É
aprender,
viver
intensamente,
De
manias e
modos
diferentes,
não me
incomodo.
Do
perdão,
da
esperança
quero a
lembrança,
Da mágoa
quero
distância,
Raiva,
ódio e
rancor
prejudicam
o amor,
O amor
fraternal,
sem
igual e
divinal.
Paz é
perdoar,
amar é
dedicação.
No
esmero
da vida
sem
tensão e
depressão,
Não
carregue
mágoa no
coração
e sim
razão.
No céu
estrelado
brilham
luzes
reluzentes,
Que
encantam
a gente
e nos
deixam
contentes.
Momentos
de
alegria
invadem
nossa
válvula
propulsora.
Que bate
sem
cessar a
esperar
do amor
fraterno.
O
orvalho
do dia é
alegria
é
extasia
é jóia
valiosa.
São
momentos
de paz,
esperanças
valorosas,
É rosa
cheirosa,
perfumada,
delineada,
colorida.
Na
escalada
da vida
flui o
perfume
da vida.
Todo dia
é dia de
agradecer,
vamos
recomeçar.
Lutar
para
amar,
ser
feliz,
com
referência.
O amor,
o perdão
são
antídotos
da
violência.
A
amizade,
a
caridade
benemerência,
O amor
bem
dosado é
efervescência,
Da luz,
do
amparo,
da
gratidão
e a
referência,
Seja a
criança,
o idoso,
o
próximo
o
referencial.
Fraternidade,
igualdade
em nosso
convívio,
Divinal,
sonhar
nunca
fez mal,
perdoar
é
difícil,
Na
amplidão
do
coração
e nas
cercanias
do
sorriso,
O
infeliz
sempre
encontrará
a paz e
a
felicidade.
Jesus
nunca
esquece
seus
irmãos
amados.
Antônio Paiva Rodrigues
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ROSAS DA
PAZ
Antônio Paiva Rodrigues
Somos
botões
viçosos
De
espinheirais
fortuitos
Não
nascemos
com
destino
gratuito
Precisamos
regar
adubar e
melhorar
Nosso
jardim,
nosso
coração,
enfim
De
rosas,
papoulas
e
jasmins
O Céu no
seu
esplendor
tem
querubins
Serafins,
operários
da luz,
nos
traduzem
Amor,
fraternidade,
caridade
reluzem
Nossos
corações,
ante a
luz da
prece
Nos
levam ao
amor e o
perdão
que
fenecem,
As
agruras
da vida,
perdida,
esquecida,
reduzem
Problemas,
sofrimentos,
num ato
de fé.
Crescer,
elevar,
destinar
é a sina
da
retina
Qual
menina
na
esperança
de uma
vida
triunfal
Isenta
do mal,
permeada
de bem,
vai mais
além
Sem
desdém,
com
alegria,
sem
exigência,
Com
clemência,
precisamos
servir
sem
desanimar
É
esperar,
destinar,
doar e
imantar,
amor com
fervor.
A
evolução
caminha
na pauta
dos
séculos,
Na luz
do
conhecimento,
nas
linhas
sinuosas,
nas
féculas
Do
alimento
carnal,
na ajuda
aos
semelhantes,
esperas,
As
emanações
do mundo
em
processo
de
renovação.
Não nos
arrependeremos
de
ajudar e
clamar
por
gratidão
Doar,
aprender
com amor
e
semente
de
oração,
Os
problemas
são
reduzidos,
porém a
conservação
apaga o
sorriso
e traz
alaridos
sem
conotações.
Esperemos
com
fulgor a
jornada
evolutiva,
prometida
pela
instrutora
divina
que
caminha
De passo
a passo
sem
embaraços,
o amor
vence a
morte.
No
anseio
de
nossos
semelhantes,
somos
brilhantes
cristianizados,
esperados,
por nós
mesmos
com
afeição
de
fazermos
melhor
Não
tenha dó
e sim
alegrias,
nas
noites
frias
sem
angústias
Com
astúcia,
desprendimento,
alento e
sem
desespero
Tiremos
o
argueiro
de nossa
visão, a
saudade
é
anseio,
Se não
existisse
a noite
esqueceríamos
o
esplendor
do dia.
Com
referência,
alicerces
demandam
segurança
e
esperanças
De dias
melhores,
com paz,
amor e
reverência
sem
violência.
Filhos
amados
perdoar
é
crescer,
amar é
verter
luz,
De
esperanças,
de dias
melhores,
onde
irmão
ama
irmão,
Amar,
doar,
trabalhar,
aprender
e servir
é o
porvir.
De uma
vida
nova, as
palavras
cantam
melodias
magistrais.
Nós
imperfeitos,
em
marcha e
contramarchas
na
introspecção,
De
nossos
corações
que são
verdadeiras
rosas,
jóias
aquilatadas
Na
amplidão
do bem
que
convém
do amor
que
aniquila
o mal,
Na
esperança
da
bonança
de um
caminho
fechado,
abre-se
outro.
O
caminho
do amor,
do
perdão,
da paz,
da
caridade
e sem
vaidade
vamos
assoberbar
os
ensinamentos
do
Senhor
que nos
ensinou
o bem
sem
olhar a
quem.
Somos o
cadinho
e não os
escaninhos
somos
obreiros
da paz
e do
amor que
Cristo
nos
ensinou.
O
coração
é a
válvula
propulsora
da paz e
da não
violência,
vencemo-la
com
benemerência
divina
que Deus
nos
destina
para a
nossa
própria
elevação.
O amor
corre em
nossas
veias,
tirar
vidas
alheias
jamais.
Somos
eternos
aprendizes
do amor
e da
paz.
Antônio Paiva Rodrigues |
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SENTIMENTOS
DE AMOR
Antônio Paiva Rodrigues
Velejei
por
mares
bravios
e águas
turbulentas,
Sofri
com o
balançar
das
ondas em
vil
revolta.
Vi
esmaecer
as
minhas
esperanças
opulentas
No
pensar
cadente
sem
pandega
que se
esgota.
Não
logrei
as
venturas
que
meditei
e
planejei,
Nos
sonhos
corroídos
sem
belas
esperanças.
A minha
face
amarelou
quando
tonto me
deitei,
Alardeando
motivos
para as
bem-aventuranças.
Sofri,
chorei
no
amargor
sem
contentamentos,
Senti
faltar
as
minhas
doces e
sutis
esperanças.
Minha
fisionomia
refletia
esperançosas
bonanças
Soltando,
iluminando,
meus
tristes
pensamentos.
Meu
ligeiro
navegar
tinha
esplendorosa
missão.
A todo
instante
tentava
vencer
grandes
percalços,
A minha
diretriz,
meu viés
era
sentir
doces
abraços,
De uma
formosa
donzela
de
fantástica
iluminação.
Consegui
afinal
transpor
os
obstáculos
frenéticos.
O amor
sofrido,
dilacerante
não
suportava
esperar.
O
coração
a
palpitar
em
revoltos
movimentos
tétricos.
A
vontade
descontrolada,
a
sensação
luzidia
de amar.
Ela veio
alegre
ao meu
encontro,
sorridente
e feliz.
Como um
redemoinho
a
afaguei
num
forte
abraço.
Era
amor,
paixão
que não
contive
e perdi
a
diretriz.
Num belo
encanto
nos
abraçamos
sem
embaraço.
Na relva
verdejante
nos
deliciamos
ao som
da
passarada.
O final
da
viagem
nos
incita a
ósculos
renitentes
e
ardentes,
As
borboletas
multicores
voam em
delirantes
revoadas,
Raiou o
prazer e
nos
entregamos
aos
amores
solenemente.
Antônio Paiva Rodrigues |
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SUTILIDADE
NO AMOR
Antônio Paiva Rodrigues
O amor é
a força
mais
sutil do
mundo,
De quem
ama e
perdoa
todos os
pecados.
Reforçando
o
coração
com
afeto
profundo,
Dando-lhe
belos
impulsos
emoldurados.
A falta
de amor
é a
maior
das
pobrezas,
Sem ele
a
fraqueza
invade
nosso
coração.
Na
superação
altiva
vêm
altas
destrezas,
Sutilizando
a
nobreza
do amor
com
paixão.
Amar e
ser
amado
são
energias
em
profusão.
De dois
seres
unidos
pelos
laços
fieis do
amor.
De
abraços
e beijos
fortes,
desejo e
sedução,
Na união
de dois
corpos
ao
êxtase
redentor.
O amor
deve ser
a
essência
da alma
humana,
Através
de
meiguices,
afagos
que
inundam.
Qual
essência
que
fortalece
o corpo
que
emana,
Carícias,
orgasmos
e
sensações
que se
aprofundam.
Antônio Paiva Rodrigues
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UM ANO
NOVO SE
APROXIMA
Antônio Paiva Rodrigues
Sempre
almejamos
sucessos,
Emolduramos
felicidades,
Ano
entra,
ano sai,
Ideais,
desejos
e
esperanças.
De povos
aguerridos
e
destemidos,
Independentes
de
idades.
Cor,
raça,
credo e
religião,
Somos
irmãos
por
afinidades.
Do bem
sem
distinção,
Da
felicidade
sem
nuanças,
Mas com
bonanças.
Ricos ou
pobres,
Abençoados
pela
graça
Divina
Especificidade
sem
características
Corações
alegres,
saltitantes,
Dos
momentos
sem
cobranças,
Das
palavras
benditas,
enaltecidas.
Que
expressam
as
esperanças.
No ano
que se
renova.
Imante
para si
desejos
embevecidos
Auroras
e
cultivos
abençoados.
Que
jamais
sejamos
iludidos,
Queremos
paz, e
não
violência.
Nem
corrupções
indolentes,
Sem
guerras,
sem
fanatismos.
Com
lirismo
que
enfatiza,
O vento
soprando
paz,
Num
reino
belo e
encantado,
Numa
tarde de
primavera,
Onde a
passarada
orquestra,
A
sinfonia
da
beleza,
A
tristeza
que vai,
alegria
que
fica.
As luzes
resplandecem,
Os fogos
iluminam
os céus.
É mais
um ano
que
chega,
Com
fantasia
e
esperanças,
Rápidas
e
passageiras.
São
momentos
embelecidos.
Esperamos
pela
permanência
Das
alegrias
festivas,
Do ano
que vai,
do ano
que
fica.
Que as
glórias
superem
as
incertezas,
Que ao
amor, o
perdão,
supere a
vaidade.
Que os
homens
feneçam
o
orgulho,
Em prol
da
fraternidade
e
caridade.
Que o
bem
supere o
mal.
O
anormal
seja
normal.
Que se
despreze
a
materialidade,
Em prol
da
espiritualidade.
Que
sejamos
do bem
Sem
egoísmo
e
vaidade.
Que as
nações
cultivem
o amor,
E não a
barbárie.
Que a
vida
tenha
mais
valor,
Para
nossas
autoridades.
Antônio Paiva Rodrigues |
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