D.João VI nasceu em Lisboa, Portugal. Era filho de D. Pedro II e de Dona Maria I a louca. Casado com dona Carlota Joaquina começou a governar devido a loucura da mãe, porém só em 1799 tornou-se Príncipe Regente.
D. João aqui chegando, abriu os portos brasileiros às nações amigas, permitindo que outros paises fizessem comércio com o Brasil.
O monopólio colonial estava rompido e o Brasil temporariamente livre da exploração portuguesa.
Passou a residir no rio de Janeiro e instalou a burocracia administrativa. Criou a Tipografia Régia e o Banco do Brasil.
Em 1815, com a derrota da França e a expulsão dos franceses de Portugal o Brasil é elevado a Reino Unido de Portugal. D. João VI cria então Tribunais, escolas e funda e Academia de Belas Artes do Rio de Janeiro. É aclamado rei de Portugal, do Brasil e Algarves em 1818 e no dia 22 de abril de 1821 deixa D. Pedro, seu filho como regente do Brasil e parte para Portugal. O tempo de permanência de D. João VI no Brasil é hoje considerado como uma fase de transição entre o Período Colonial e o Período Imperial.
A volta de D. João para Portugal, não diminuiu as pressões sobre o Brasil, pois os portugueses exigiam também a volta do príncipe regente D. Pedro. Queriam impedir que o Brasil caminhasse para a sua independência, mas como os brasileiros não queriam perder a liberdade de comercio e as demais vantagens conseguidas no período de permanência do governo português no Brasil, conseguiram convencer D. Pedro a defender os interesses do Brasil.
D. Pedro resolve então, permanecer no Brasil e respondendo a esses interesses decide:
“Como é para o bem de todos e felicidade geral da nação, estou pronto: diga ao povo que fico”.
Era dia 09 de janeiro de 1822e passou a ser conhecido como o “Dia do Fico”.
Em 13 de maio de 1822, foi-lhe conferido o titulo de Defensor Perpétuo do Brasil.
As idéias de liberdade cresciam no Brasil.e muitas iniciativas já eram tomadas sem levar em conta as leis de Portugal. Em 14 de agosto de 1822, D.Pedro viajou do rio de Janeiro a São Paulo e Santos a fim de pacificar os ânimos e evitar uma possível agitação.
Ao voltar em 7 de setembro daquele mesmo ano, encontrando-se próximo ao riacho Ipiranga, foi informado de que haviam chegado decretos de Portugal ordenando que seus ministros fossem processados e exigindo a submissão de D.Pedro às cortes portuguesas. Irritado, proclamou ali mesmo a Independência do Brasil.
D.Pedro, o primeiro imperador do Brasil, chamava-se Pedro de Alcântara Francisco Antonio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon. Nasceu em Lisboa, no dia 12 de outubro de 1798. Era filho de D.João VI e dona Carlota Joaquina. Veio para o Brasil com 9 anos de idade e com 19 anos foi proclamado príncipe real do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Casou-se com Dona Maria Leopoldina com quem viveu 12 anos.
Em 1829, casou-se pela segunda vez com a princesa Amélia de Brauharnais.
Por ordem de D.Pedro I foi elaborada a primeira constituição do Brasil em 1824 onde constavam as leis básicas do país.
Criou-se então o Poder Legislativo (Senado e Câmara dos Deputados), Poder Moderador (Permitia ao imperador intervir nos outros poderes), Poder Judiciário (Juizes e Tribunais) e Poder Executivo (Imperador e seus Ministros).
D. Pedro recebeu tantas criticas que acabou em 1831, abdicou em favor de seu filho D. Pedro de Alcântara de apenas 5 anos de idade e seguiu para Lisboa onde morreu em 24 de setembro de 1834.
Aos 15 anos, D.Pedro II iniciou seu reinado que durou perto de 50 anos. Casou-se com Dona Teresa Cristina Maria de Bourbon e teve um reinado de grande progresso registrando-se importantes acontecimentos sociais como a extinção do trafico de escravos e a abolição da escravatura, aparecimento das primeiras ferrovias sendo que coube ao Brasil a inauguração da primeira estrada de ferro da América do Sul.
Com a Proclamação da Republica em 15 de novembro de 1889, pelo Marechal Deodoro da Fonseca, a família imperial foi banida do país.
D.Pedro II morreu pobre em um modesto hotel em Paris em 05 de dezembro de 1889.