Foi lançado oficialmente candidato à presidência pela Arena, em 18 de Julho de 1973 e venceu no Colégio Eleitoral em 15 de Janeiro de 1974 o candidato do único partido legal de oposição, MDB, Ulysses Guimarães.
Geisel se dedicou à abertura política que encontrou resistência nos militares da chamada linha-dura, sendo que o episódio mais dramático foi a demissão do ministro do exército, Sylvio Frota em 12 de outubro de 1977.
Em 1977, em Sarandi, acontece uma invasão de terras na fazenda Annoni que dá início ao MST existente até hoje.
Outro episódio dramático foi a demissão, em 1976, do Comandante do II Exército de São Paulo por causa da morte do jornalista Wladimir Herzog.
Geisel conseguiu fazer seu sucessor João Figueiredo que continuou a abertura política
Principais realizações do Governo Geisel:
Reatamento de relações diplomáticas com a China.
Fez com que o Brasil fosse o primeiro país do mundo a reconhecer a
independência de Angola.
II Plano Nacional de Desenvolvimento (PND.)
Busca de novas fontes de energia, realizando o acordo nuclear com a
Alemanha, criando os contratos de risco com a Petrobrás e
incentivando a utilização do álcool como combustível.
Início do processo de redemocratização do país, embora tal processo
tenha sofrido alguns retrocessos durante seu governo, como bem
exemplifica o Pacote de Abril, em 1977.
Abertura política do Brasil, sobre a qual Geisel afirmou que a
redemocratização do Brasil seria um processo "lento, gradual e
seguro".
Extinguiu o AI-5, e preparou o governo seguinte João Figueiredo para
realizar a anistia política e a volta dos exilados, mas sem que
retomassem seus cargos políticos.
Em política externa procurou ampliar a presença brasileira na África
e na Europa, evitando o alinhamento incondicional à política dos
Estados Unidos.
Denúncia do tratado militar Brasil-Estados Unidos em 1977.
Construiu grande parte da Usina Hidrelétrica de Itaipu.