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SEBO LITERÁRIO
EDNA LIANY CARREON

POESIA

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A Idade da Vida
Edna Liany Carreon
Quisera muito saber a idade da vida...
Nascemos assim como nasce o sol...
Cheio de luz e calor...
Caminha-se por caminhos incertos,
achando sempre, que estamos certos...
Vivemos despreocupados,
aproveitando tudo e vivendo
o que a vida nos reserva...
Crescemos conhecemos o amor,
casamos e damos a oportunidade
de outras vidas nascerem...
Então começamos a descer,
pois até então estávamos como o sol ao meio dia
no topo de nossas vidas...
Começa então a descida...
Já não somos tão ágeis, apesar de estarmos descendo...
Nem temos o mesmo calor, que vai diminuindo
durante a lenta descida...
Tudo parece mais difícil, mesmo que tenhamos
ao nosso lado a quem amamos...
assim como o sol, que termina
sua missão diária, também
vamos chegando ao por do sol da vida...
difícil saber-se ao certo a idade da vida...
A vida nasce como o sol,
morre quando chega a lua,
Mas renasce novamente,
assim que raiar o novo dia...
E começa assim uma nova vida,
Como poderemos então saber
a idade certa da vida...
Acho mesmo que a vida, não tem idade...
Ela é a eternidade...
Edna Liany Carreon
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A Janela da Vida
Edna Liany Carreon
Debruço-me sobre a janela da vida...
A me lembrar de tempos passados...
tempos em que eu era a vida!
Sonhava e vivia o sonho...
Mas o tempo passou e esse sonho,
naufragou...
Talvez tenha naufragado,
De tanto que tenho chorado,
por ter perdido um grande amor...
Caminhei sempre lado a lado com ele,
achava tudo uma brincadeira maravilhosa...
Tudo era lindo, a natureza se mostrava sempre radiante
e colorida, o sol, a lua e as estrelas,
eram sinônimos de amor!
Olho para o alto e avisto as estrelas no céu,
e sempre existe uma estrela mais brilhante...
Talvez brilhe mais, para que eu não perca a esperança,
de voltar a amar, a me apaixonar...
E é através da janela da vida,
que recebo a luz do luar,
que me faz viver e acreditar...
Que posso novamente te reencontrar...
Edna Liany Carreon
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Adeus Amor
Edna Liany Carreon
Nada se compara com a dor de uma despedida...
Fere a alma e o coração.
Segue-se vivendo somente por viver
sem vontade e sem emoção.
Cada minuto é desprovido da alegria,
é sofrimento, é dor dentro do meu ser...
Ouvi de seus lábios:
O adeus...
Simplesmente...
Minha vida acabou...
Reconstruir?
Não terei tempo, só seguirei meu caminho
Quem sabe, levando comigo
nossos momentos,
que nunca sairão de dentro mim.
São meus e seus e por mais que queira
não conseguiras esquecer o quanto
fomos felizes...
Um amor feito de doação
cheio de planos e de promessas.
Que agora chega ao seu final
como a ultima página
de um romance, lindo e inesquecível...
Adeus Amor...
Edna Liany Carreon
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Amantes
Edna Liany Carreon
Dois corações, duas almas apaixonadas...
Duas pessoas envolvidas...
Em um só amor!
Tentam caminhar unidas,
desfrutando de um sentimento puro,
de um amor verdadeiro, sem fronteiras
e nem distâncias...
Porém, vivem longe um do outro,
lutando com a saudade e
vivendo a tortura da distância.
Em seu pequeno refúgio de amor,
enchem cada vez mais
seus corações de amor e de esperança...
Será que um dia esse amor será reconhecido?
Esse amor que tanto tem sofrido,
que tanto tem lutado para ser levado adiante...
Sim, haverão de ter o direito,
de unirem seus destinos e de serem...
Um grande amor e dois Amantes.
Edna Liany Carreon
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Sussurros de Amor
Edna Liany Carreon
Sinto saudades
muita falta de tempos idos e felizes,
quando ouvias a minha voz e dizias
ser o som mais suave.
Alegria e felicidade eram nosso lema!
Hoje vivo na espera de um chamado seu,
sei que se ouvires minha voz, voltarás.
Olho somente em uma direção, a do amor.
Aonde o som de minhas palavras,
faziam um eco em seus ouvidos,
deixando que o amor cravasse
em seu ser momentos de sonhos.
Volte, por favor, minha voz quer lhe dizer
baixinho palavras de carinho,
que foram e serão sempre,
ditas somente a ti...
Se sentes falta, venha ouvir novamente
o meu som, que se fará docemente...
Em sussurros de amor.
Edna Liany Carreon
31/03/2005
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Desenhando
Edna Liany Carreon
Tentando desenhar seu rosto,
fui rabiscando traços.
Não sei se consegui,
no entanto me recordei de ti.
Querias escrever um poema,
mas, não lembrastes de mim
Se não terias falado de amor,
mas não foi isso que eu entendi.
Quando queremos de verdade,
um traço mal feito, muito quer dizer.
Pois foi tentando seu rosto fazer,
que delineei a saudades,
do amor que lhe dei...
Junte seus versos sem rimas
aos meus traços sem nexo
Daí quem sabe,
seus versos rimarão
e os traços que desenhei, se identificarão
com teu rosto...
Assim farei teu retrato
E seu poema deixará de ser apenas mais um...
Edna Liany Carreon
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