Pág 2 de 8 Pág.s
|
|
![]() |
|
Marques Vidal em 1953 |
Matos Maia e António Miguel |
A 12 de Março de
2003 a marca Rádio
Clube Português
regressou por
iniciativa do grupo
Media Capital e foi
depois convertida
num modelo mais
informativo em
Janeiro de 2007.
Encerrou a 11 de
Julho de 2010 ao fim
de 79 anos de
actividade sendo a
mais antiga estação
de rádio em
Portugal….
Foram programas de
grande êxito: “Os
Companheiros da
Alegria”, com os
actores Vasco
Santana, Igrejas
Caeiro e Irene Velez
no R.C.P. em 1947;
”Zéquinha e Lélé"
com os actores Maria
Matos, Vasco
Santana, Irene Velez
e Henrique Santana
na, Emissora
Nacional em
1951; "Domingo
Sonoro" com os
actores Helena
Branco, Artur
Agostinho, Josefina
Silva e António
Silva e apresentado
por Maria Leonor e
Olavo d'Eça Leal.
|
|
![]() |
|
“Zéquinha e Lélé “ ,1947 |
"Companheiros da Alegria", de 1951 |
|
|
|
"Domingo Sonoro" |
Por iniciativa do
então Ministro das
Obras Públicas e
Comunicações o
Engº Duarte Pacheco,
em 1932 iniciam-se
as primeiras
experiências com um
emissor de Onda
Média, e
posteriormente em
1934 para ondas
curtas, para a
instalação da futura
“Emissora Nacional
de Radiodifusão”.
Contudo, o primeiro
passo para a sua
constituição já
tinha sido dado em
1930, aquando de um
decreto que criou,
na dependência dos
CTT, a
Direcção dos
Serviços Rádio
Eléctricos,
autorizando, em
simultâneo, a
aquisição dos
primeiros emissores
de onda média e onda
curta em Portugal.
As primeiras
emissões
experimentais em
Onda Média são
efectuadas em Maio
de 1932 e em Agosto
de 1934 é a vez das
emissões em Onda
Curta, dirigidas às
colónias e
estrangeiro, através
de um emissor de 500
Watts. Os primeiros
estúdios são
situados nas
instalações de
Barcarena, mas ainda
em 1934 foram
transferidos para o
n.º 2 da Rua do
Quelhas, onde se
mantiveram até 1996.
Oficialmente, a "Emissora
Nacional de
Radiodifusão",
usualmente designada
apenas por "Emissora
Nacional" da
qual a actual "RDP
- Rádiodifusão
Portuguesa" é
sucessora, iniciou
as suas experiências
em Maio de 1934.
Inauguração oficial
foi em 4 de Agosto
de 1935. Na foto
abaixo podem-se ver
da esquerda para a
direita: engº Manuel
Bívar, Pires
Cardoso, Presidente
da República general
António Óscar de
Fragoso Carmona,
capitão Henrique
Galvão, engº Duarte
Pacheco e Manuel
Rodrigues Júnior.
|
|
![]() |
|
|
O capitão Henrique
Galvão diria ao
concluir o seu
discurso na
cerimónia da
inauguração:
«Em resumo: A
Emissora Nacional,
realização do Estado
Novo é hoje, como
mais um soldado que
se alista, uma força
ao serviço do Estado
Novo»
|
|
Três anos depois, a sua capacidade de emissão era alargada para atingir a diáspora portuguesa. Data dessa altura o lançamento de um programa de referência - a "Hora da Saudade" - destinado aos emigrantes no continente americano e aos pescadores da frota bacalhoeira.
|
|
![]() |
|
Madalena Iglésias sintonizando o seu auto-rádio |
Já na vigência do Estado Novo é constituída a Comissão Administrativa dos Estúdios das Emissoras Nacionais. Um estudo levado a cabo em 1933, e apresentado na lei orgânica da “Emissora Nacional”, declara que nesse ano o número de radio ouvintes não ultrapassava em muito os dezasseis mil, sendo essencialmente urbanos, distribuídos pelas cidades de Porto, Lisboa, Coimbra e Braga. Claro que não era alheio ao facto dos ouvintes serem na esmagadora maioria citadinos a quase nula electrificação dos meios rurais
|
|
![]() |
|
Revista Rádio Nacional em 1943 da EN |
Primeiro número da Revista Álbum da Canção de 1963 |
|
|
| Revista Ilustração Portuguesa em1947 |

















