CRENÇAS POPULARES DAQUI E
DALI
Semira Adler Vainsencher
semiraadler@gmail.com
Pesquisadora da
Fundação Joaquim Nabuco

A partir do século XVI,
pessoas de religiões e crenças diversas chegaram ao Brasil.
Vieram portugueses, hebreus e escravos africanos. Em
seguida, aqui também chegaram holandeses, franceses e
indivíduos de várias outras nacionalidades. Os colonizadores
lusos trouxeram a religião católica; os judeus - fugindo das
fogueiras da Inquisição na Península Ibérica - a religião
mosaica; e os escravos e sacerdotes africanos as religiões
anímicas (cultos de orixás, mães e pais-de-santo, lendas,
remédios naturais, entre outros). No País, encontraram os
povos indígenas, com crenças e cultos totêmicos, que
invocavam seus antepassados e os deuses na natureza.
A Doutrina Espírita foi introduzida na segunda metade do
século XIX. Com a mudança da família real portuguesa, e com
a abertura dos portos (através do Tratado de Comércio e
Navegação), vieram os comerciantes ingleses, a Igreja
Anglicana e o Luteranismo. Posteriormente, surgiram as
Igrejas Congregacional e Presbiteriana, a Igreja Batista, a
Congregação Cristã, a Assembléia de Deus e as igrejas
neopentecostais. Com a intensificação da imigração -
chineses, japoneses, coreanos, em particular - novas
religiões foram adicionadas ao conjunto étnico e cultural da
população.
É importante deixar registrado a intolerância religiosa e os
genocídios praticados pelos colonizadores portugueses. Estes
só admitiam uma única religião: a católica. Neste sentido,
convertiam à força, ou garroteavam, queimavam vivos nas
fogueiras da Inquisição, e/ou torturavam até a morte, as
pessoas que não se convertiam à fé cristã. Os judeus, em
particular, foram perseguidos e mortos durante séculos.
Os afro-brasileiros, por outro lado, para conseguirem
praticar os cultos nos terreiros, sob a constante vigilância
da elite lusa, passaram a associar suas divindades aos
santos católicos, como mecanismo de defesa, em um processo
denominado sincretismo. Desse modo, Iansã, deusa dos raios e
tempestades, passou a corresponder a Santa Bárbara; Iemanjá,
deusa do mar e mãe de todos os orixás, a Nossa Senhora da
Conceição; Logun Edé, deus das matas, a São Miguel Arcanjo;
Loko, o protetor dos pobres, a São Francisco; Nana, a mais
velha das divindades, a Nossa Senhora de Santana; Ogum, o
santo guerreiro que abre os caminhos dos homens, a Santo
Antônio; Omolu, o protetor das doenças, a São Lázaro; Ossain,
o médico do candomblé, a São Benedito; Oxalá, o Deus supremo
e pai de todos os orixás, a Nosso Senhor do Bonfim; Oxóssi,
o deus da caça, a São Jorge; Oxum, a rainha das águas, a
Nossa Senhora das Candeias; Oxumaré, que simboliza o
arco-íris e representa a ponte entre o céu e a terra, a São
Bartolomeu; e Xangô, deus do trovão e da justiça, sempre
invocado para mediar conciliações em família e na
comunidade, a São Jerônimo.
De acordo com Getúlio César (1941?, p. 89), os brasileiros
são “um povo extremamente crédulo e de uma credulidade
pueril. Basta dizer que o grito da coruja é considerado como
mau agouro porque ele corta mortalha no seu canto
sentimental; sapato com o solado para cima está chamando o
dono para a cova;... tesoura aberta aguarda cortar a
mortalha de quem assim a deixou;...vender sal à noite trás
caiporismo; um enterro que pára em frente de uma casa é
sinal de que ali vai morrer alguém... Euclides da Cunha nos
Sertões diz que a primeira coluna que seguiu para Canudos,
saiu de Juazeiro no dia 12 de novembro, à noite, para não
sair a 13, dia asiago (sic). E ia combater o fanatismo.”
Ainda segundo aquele pesquisador, “a flagelação, apesar de
ser proibida no século XIV por Clemente VI, continuou a ser
praticada, de modo a verificar-se, em Lisboa, em 1820, uma
procissão de flageladores... A história da Igreja Romana,
quando trata dos seus Santos, apresenta inúmeros flagelados;
alguns doentes que encontravam alívio no sofrimento dos
cilícios: São Felipe Néri fazia rigorosa penitência. Comia
somente pão duro e uma vez por dia. Jejuava e se
disciplinava diariamente. Santo Afonso jejuava todos os
dias, disciplinando-se muitas vezes durante a semana, até
derramar sangue. Continuamente trazia cilícios, cadeias de
ferro e a mortificação de Jesus; excedia a todos os seus
companheiros na mortificação do corpo e os instrumentos de
que se utilizava nessas mortificações, só de vê-los fazia
tremer. São Francisco Xavier apertava-se de tal maneira com
cordões de nós que estes se enterravam nas suas carnes
profundamente... Santa Teresa, Carmelita, ciliciava-se a
ponto de ficar toda em chagas. São Domingos de Gusmão, o
grande inquisidor, sentia-se feliz em ser martirisado (sic)
a ponto de se disciplinar três vezes cada noite... E assim,
quase todos os Santos canonisados (sic) se davam a essa
pratica brutal dos flagícios, para atenuar, sem dúvida, o
ardor patológico do domínio da psiquiatria.” (p.131)
Diante de um contexto de diversidades físicas e culturais, o
Brasil se transformou em um caldo étnico composto por vários
cultos, religiões, ritos, superstições, crenças, deuses,
santos, forças sobrenaturais. E, independentemente de estar
vinculada a essa ou aquela igreja, templo, centro ou
terreiro, parcela da população continua creditando certos
elementos - tais como cura para doenças, sorte na vida, paz
e felicidade no lar, emprego ou labor desejados,
marido/esposa ou amante fiel e dedicado(a), entre outros -
ao poder de intermediação de orixás, mestres,
benzedeiros(as), curandeiros(as) e/ou rezadeiras, junto às
forças sobrenaturais.
Quando são chamados para receitar algum(a) doente, por
exemplo, os curandeiros mandam-no(a) beber uma garrafada
feita com raiz de aiubim, raiz de velame, cipó guardião,
raiz de caninana, cabeça de negro, cabacinho, pós de Joana,
mercúrio doce, cristal mineral, iodureto e aguardente.
Segundo afirmam, esta fórmula vendida por eles serve como
medicação para gálico, dores nas costas, dores na boca do
estômago, fraqueza, ventosidade, hemorróidas, dores do lado,
constipação na cabeça, bolo no estômago depois de comer,
dores nas pernas, calor nas urinas, vexame no coração,
repugnância na natureza, pano (sic) do fígado inflamado,
pontada na altura do peito, vômito de sangue e baticum (sic)
no coração (CÉSAR, 1941?, p. 145). Em outras palavras, a
garrafada é sugerida para a cura de quase todos os males.
Existem muitas outras crenças populares. Em uma delas, caso
alguém procure um remédio para luxações, entorses e veias
quebradas, recomenda-se rezar a seguinte oração:
Carne trilhada, nervo torcido, ossos e veias e cordoveias,
tudo isso eu coso com o louvor de São Frutuoso.
Quem quiser acabar com os engasgos permanentes deverá
repetir:
Encontrei São Brás sentado no caminho;
ao me ver em desatino perguntou: que te dói?
engasgo que não sobe nem desce,
nem para frente nem para trás,
mas quem cura é São Brás.
Quando se quer que uma visita vá embora, basta ir até a
cozinha, pegar uma toalha de prato e, nela, dar um nó. Em
pouco tempo, a visita irá embora.
Se uma mulher deseja ser amada por um homem, ela deve, em
primeiro lugar, comprar uma vela vermelha e mandar benzê-la.
Em seguida, pensando em seu amado, precisa acender a vela às
18 horas de uma sexta-feira e, depois, rezar três vezes o
Pai Nosso e a Ave Maria. Antes que a vela queime por
completo, precisa pingar três gotas de parafina em um prato
com água porque, na manhã seguinte, surgirão as iniciais da
pessoa amada. A partir daí, coloca-se aquelas letras em um
papel azul, dobra-se o mesmo em quatro partes, amarra-se
tudo com fita azul e enterra-se em uma encruzilhada,
repetindo: “Em nome de todas as almas evoluídas, eu quero
pedir um amor verdadeiro que possa me fazer feliz. Prometo
que, durante três meses, vou acender um incenso de lavanda
em intenções de vocês.” Depois disso, em um lugar mais alto
do que a cabeça, é preciso acender três velas brancas, em um
prato contendo água e açúcar, e dedicar essas velas aos
anjos protetores Gabriel, Rafael e Miguel.
Certos gestos ou posturas também devem ser evitados porque
fazem mal. Assim sendo, uma pessoa nunca deve: 1) comer
despida ou sem camisa porque isto representa uma ofensa ao
Anjo da Guarda; 2) comer com chapéu na cabeça porque é o
mesmo que comer acompanhado de forças negativas; 3) comer
com o prato na mão porque a miséria fareja; 4) comer as
pontas dos animais ou das aves porque elas pertencem ao
santo; 5) colocar dinheiro sobre a mesa de refeições porque
isto provoca miséria; 6) apanhar um alimento que cai no chão
porque ele pertence às almas; e 7) jogar pão fora porque ele
é o corpo de Deus.
Quem quiser descarregar os fluidos negativos ou atrair os
fregueses precisa defumar a casa (ou estabelecimento
comercial) com uma mistura de mirra, incenso, beijoim, anis
estrelado, breu, alecrim e alfazema; em seguida, colocar
essa mistura em um defumador com brasas, e defumar todo o
local, começando pelos fundos e terminando pela frente.
Existem vários procedimentos denominados simpatias que são
destinados para atrair os fluidos positivos e afastar os
negativos. Quem quiser conseguir um determinado trabalho,
por exemplo, precisa acender um maço de velas brancas diante
da imagem de Santa Rita e, a cada vela que acender, deve
pedir à Santa, com todo o fervor, que ilumine seus caminhos
e ajude a conseguir aquele trabalho. Quando a última vela
for acesa, a pessoa deve apagar todas elas, uma por uma,
embrulhar tudo em um papel azul, amarrar o pacote com um
barbante e deixá-lo, em posição deitada, ao lado da imagem
da Santa. Quando conseguir o trabalho desejado é preciso
retirar uma vela daquele pacote, acendê-la novamente e rezar
para Santa Rita em agradecimento ao desejo concretizado. No
dia seguinte, acender uma outra vela e repetir o mesmo
ritual. Fazer isso, até não restar mais velas no pacote.
Quando se deseja afastar alguém que faz a corte (em caso de
não haver reciprocidade), deve-se pegar uma pimenta
malagueta, socá-la bem, misturar com um pouco de sal,
colocar essa mistura dentro de um saquinho de pano e sempre
levá-la consigo. Ao encontrar o(a) cortejador(a) precisa, em
primeiro lugar, passar as mãos naquela mistura e, depois,
passar na cabeça dele(a).
Por que Santo Antônio é tido como casamenteiro?
Conta-se que havia uma moça muito desejosa de se casar, mas
os rapazes solteiros dela se afastavam ao saber daquele
sonho. Daí, uma freira lhe deu um conselho: ela devia
comprar uma imagem de Santo Antônio porque, logo, logo,
casaria. Prontamente, a moça comprou o santo. Mas, o tempo
ia passando e nada de surgir um pretendente. Aborrecida com
o fato, ela atirou a imagem pela janela. Nesse exato
momento, porém, um homem passava por ali e a imagem bateu em
sua cabeça. Ele foi se queixar à dona da casa, mas acabou se
apaixonando e casando com ela. Desde então, a realização de
casamentos é creditada a Santo Antônio.
Por sua vez, quem quiser alcançar uma determinada graça
precisa ir até o mar (ou rio), acender uma vela branca em um
prato branco, colocar três gotas de perfume e algumas flores
na água para a Rainha do Mar, rezar um Pai Nosso e pedir-lhe
ajuda para alcançar a graça desejada. Quando tiver alcançado
aquela graça, deve retornar ao mar (ou rio) para agradecer à
Rainha do Mar.
Quando uma mulher idosa deseja conseguir um marido é preciso
que acenda uma pequena fogueira, e faça uma saudação a Santo
João, São Pedro e os demais santos protetores das mulheres
idosas. Por outro lado, quem quiser agradar à pessoa amada,
deve usar uma corrente nova com uma medalha de São Jorge, de
ouro ou de prata, durante vinte e quatro horas, e, no dia
seguinte, oferecê-la a seu amor. Atenção: a própria pessoa
precisa comprar a medalha. E quem quiser ter um casamento
feliz, deve rezar para Nossa Senhora da Conceição e para
Santo Antônio, um dia antes das bodas, e pedir-lhes para
conceder essa graça.
Registra-se, a seguir, uma oração poderosa para se
conquistar um grande amor. Ela deve ser feita durante sete
dias seguidos.
Meu grande amigo Santo Antônio, tu que és o protetor dos
namorados, olha para mim, para a minha vida, para os meus
anseios. Defenda-me dos perigos e afaste de mim os
fracassos, as desilusões, os desencantos. Faça com que eu
seja realista, confiante, digna(o) e alegre. Que eu encontre
um (a) namorado(a) que me agrade, que seja trabalhador(a),
virtuoso(a) e responsável. Que eu saiba caminhar para o
futuro, e para a vida a dois, com as disposições de quem
recebeu de Deus uma vocação sagrada e um dever social. Que
meu namoro seja feliz e meu amor sem medidas. Que todo(a)s
o(a)s namorado(a)s busquem a compreensão mútua, a comunhão
de vida e o crescimento na fé. Assim seja.
Pode-se alcançar uma causa impossível com a seguinte oração
para São Judas Tadeu:
São Judas, glorioso apóstolo, fiel servo e amigo de Jesus, o
nome do traidor foi a causa para que fósseis esquecido por
muitos, mas a igreja vos honra e invoca universalmente como
patrono, nos casos desesperados e nos negócios sem remédios.
Rogai por mim que sou tão miserável! Fazei uso, eu vos
imploro, desse particular privilégio que vos foi concebido,
de trazer viável e imediato auxílio, onde o socorro
desaparece quase por completo. Assisti-me nesta grande
necessidade, para que eu possa receber as consolações e
auxílio do céu em todas as minhas precisões, atribulações e
sofrimentos, alcançando-me a graça de... (fazer o pedido), e
para que eu possa louvar a Deus, convosco e com todos os
eleitos, por toda a eternidade. Eu vos prometo, ó bendito
Judas, lembrar-me sempre deste grande favor, nunca deixar de
vos honrar como meu especial e poderoso patrono, e fazer
tudo que estiver ao meu alcance para incentivar a devoção
para convosco. Amém!
Se uma mulher feia quiser arranjar um namorado lindo, de
causar inveja, inclusive, às mulheres bonitas, recomenda-se
que corte a planta espada de São Jorge, e coloque-a para
ferver, em uma panela com água, durante três horas seguidas.
Quando a água esfriar, deve lavar o rosto com aquela água e
pedir a São Jorge que, de “dragão”, a transforme em uma bela
princesa.
Para se abrir o apetite de uma criança, é preciso juntar,
durante três dias, os seus restos de comida, colocá-los em
um prato branco e jogar açúcar por cima. Levar essa mistura
para um jardim e oferecê-la a São Cosme e São Damião.
Quem quiser alcançar algo difícil, deve fazer o pedido a
Santa Clara, no dia 11 de agosto, e, durante nove dias,
rezar com uma vela acessa na mão. Quando a graça for
alcançada, precisa publicar em um jornal a seguinte oração:
Ó, Santa Clara, que seguiste Cristo com tua vida de pobreza
e oração, fazei com que, entregando-nos confiantes à
providência do pai celeste, no inteiro abandono, aceitemos
serenamente tua soberba vontade.
Quando uma pessoa quer encontrar seus documentos perdidos
deve bater o pé direito no chão, durante sete vezes, e pedir
ajuda a São Lino. Ao encontrar os documentos, precisa rezar
um Pai Nosso e uma Ave Maria. Outras superstições são as
seguintes: 1) não se pode praguejar acendendo o fogo senão o
diabo vem ajudar; 2) quando se queima a língua é porque
alguém da família está com fome; 3) mulher menstruada não
deve bater ovos, mexer canjica, temperar galinha ou assar
porco porque desanda; 4) mulher grávida, na cozinha, ajuda a
crescer massa de bolo; 5) donzela não deve sentar na
cabeceira da mesa porque ficará solteira; 6) quem mata um
cachorro fica devendo uma alma a São Lázaro; 7) Se o galo
cantar várias vezes durante o dia é mau agouro. Se cantar
exatamente ao meio-dia é sinal de que uma moça fugiu, e
cantar às dez horas é sinal de casamento; 8) um pé de arruda
ou de pinhão roxo afastam o mau olhado; e 9) espelhos
partidos, sextas-feiras treze e gatos pretos podem dar azar;
e 10) para curar asma, precisa fazer o doente torrar fígado
de urubu, dissolvê-lo em água e beber (o mesmo tratamento é
indicado para alcoólatras).
Pode-se observar que, em pleno século XXI, parcela da
população brasileira ainda crê em “mezinhas”, rezas-fortes,
simpatias, flagelos, axés, correntes, novenas, promessas a
santos e receitas infalíveis. Enquanto isso ocorrer,
continuará havendo, por parte das pessoas, demandas por
orixás, benzedeiros (as), curandeiros (as) e/ou rezadeiras,
já que elas acreditam no poder de intermediação deles, junto
às forças sobrenaturais, como o caminho mais seguro para a
realização dos seus sonhos e desejos.
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