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MARIA APARECIDA RIOS
Maria Aparecida Rios é
natural de Azurita, município de Mateus Leme, - MG.
Exerce com muito carinho e dedicação a função de professora há 19
anos na Rede municipal de Mateus Leme. É formada em Pedagogia. Tem
um grande fascínio pela literatura e pela arte. Além de escritora
ela também é atriz, criou há mais de dez anos a personagem "Vovó
Dora", para incentivar as crianças à leitura. Lançou dois livros
sendo o primeiro livro "As raízes profundas do Horto da Liberdade",
livro de contos e "causos". O segundo livro chama-se "Desa"bafos" de
um cão apaixonado" e, já trabalha no terceiro.Outra de suas grandes
paixões é o teatro,sempre que tem oportunidade improvisa uma pecinha
aqui, outra acolá. Procurando resgatar os valores perdidos para
renascer nas crianças e jovens as maravilhas da dramaturgia deste
mundo mágico de sonhos. Encontrei este espaço maravilhoso, onde
escrevo amenidades e tenho tido oportunidades maravilhosas, pois
aqui tenho feito muitos amigos. Atualmente escrevo no Recanto das
Letras. Deixo o meu carinho a todos.
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AS ONDAS
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MARIA MAGALI MIGUEL OLIVEIRA
Maria Magali Miguel Oliveira, filha de Wilson Dias de
Oliveira e Maria Miguel de Oliveira. Natural de Santo Antônio de
Pádua-RJ. Professora cursou Faculdade de Controladoria Empresarial
pela FIC – Fortaleza-CE. Acadêmica da AFELCE – Academia Feminina de
Letras do Ceará e Membro Correspondente da ACLAC – Academia de
Ciências e Letras de Arraial do Cabo – RJ. Cônsul dos Poetas Del
Mundo Pádua –RJ. Empresária no ramo cultural, com o Jornal Palavras
ao Vento, Estrela Poética Editora e Organizadora de Congressos e
lançamentos de livros. Trabalhou no INPI – Instituto Nacional da
Propriedade Industrial – Brasília – DF, Em Salvador-BA no Jornal o
Correio da Bahia, atuando como Artista Plástica com exposição de
seus quadros, cerâmicas e virtuais. Em Recife trabalhou na IOB,
depois proprietária da “Look Fashion” e “Restaurante Terraço Bar”.
Foi Redatora responsável pelo boletim informativo do Lions Clube
Mulher Rendeira – Fortaleza – CE. Em Setembro de 2000, lançou seu
primeiro livro solo, “A Procura da Paz Perdida”. Foi jurada da FAMP
– Festival Aperibense de música – Aperibé – RJ. Criou o registro do
Projeto de Antologia dos Poetas Virtuais em 2006, lançando o 1º, 2º
e 3º volumes no período de
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O TEMPO QUE CONSTRÓI, DESTRÓI...
Construí meu mundo a espera... Hoje, acredito que na saudade . O alicerce para viver... As ilusões criaram barreiras E estes muros cairiam aos meus pés Diante de uma solidão avassaladora Reinou o padecer... Da adolescência, da maturidade e da inquietação. Hoje, só por hoje resiste mais um dia... Amanhã só o amanhã dirá! Horas a fio, onde andou a esperança! Trazendo vida, resplandecendo o passado. A juventude mostrou seu tempo. Corrido através das rugas Deixadas pelo presente Em que o futuro seria ausente! Hoje se vive a vida, Sofrida, mas vivida. Sobreviveu a saudade... Magali Oliveira 30-01-2012 Recanto das Letras http://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=19932 |
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VANDA FERREIRA
Vanda Ferreira, cujo apelido é Bugra Sarará, nasceu em 04 de
fevereiro de 1959, em Campo grande, Mato Grosso do Sul, Brasil, onde
reside. Produtora de literatura e artes visuais. É autora de
diversos projetos culturais e ambientais. Participação em antologias
regionais, nacionais e internacional. Vanda Ferreira é ecologista e
desenvolve ativismo ambiental em um recanto rural
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ESPIAÇÕES
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LUIZABET INACIO PEREIRA
Luizabet Inacio Pereira, nascida
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FLORES NA JANELA
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TCHELLO D'BARROS
Tchello d'Barros (Brunópolis/SC 1967) é escritor e artista
visual. Residiu em 12 cidades, percorreu 20 países em constantes
pesquisas na área cultural. Atualmente circula entre as cidades de
Maceió (AL), Belém (PA) e Blumenau (SC), realizando projetos
culturais diversos.
Na Literatura, publicou 5 livros de poesia e vários cordéis.
Também publicou contos, crônicas e artigos em mais de 40 coletâneas
e antologias. Foi sócio-fundador e presidente da Sociedade
Escritores de Blumenau. Foi ainda idealizador e um dos coordenadores
do Fórum Brasileiro de Literatura. A mostra retrospectiva e
itinerante de poemas visuais “Convergências”, circula por capitais
brasileiras, divulgando o gênero da Poesia Visual. Publica textos
regularmente em jornais, revistas, sites e eventualmente ministra
palestras, oficinas literárias.
Nas Artes Visuais, participou de mais de 70 exposições, entre individuais e coletivas, com obras em desenho, pintura, infogravura, fotografia, instalação e poesia visual. Como designer, desenvolveu criações gráficas para agências de publicidade, desenhos para a indústria têxtil e ilustrações para o meio editorial.
"A FACE FACEIRA"
Não vou dizer que ela é bonita. Prefiro dizer que era
bonita, como se fosse no passado ou como se ela já não estivesse
entre nós, tanto faz. Vez em quando mudava o corte de seus cabelos
louros, muito finos, cheirosos, cor de corda crua. Rapunzel
pós-moderna. Gostava de vê-los ao sol do fim de tarde, quando
adquiriam uma tonalidade de ouro. Mas a lisura de sua face eu
preferia ver pela manhã, cuja luminosidade denunciava um cálido
brilho de mármore, textura de porcelana, tez de areia clara. Nas
maçãs do rosto, nuas nuances de pêssego. Gostava de passear o olhar
demoradamente pela pele de seu rosto, sobrevoar aquele semblante
sublime, que ora revelava uma pequena pinta, aqui ou ali, ora
apresentava relevos e declives, como sua testa levemente
arredondada, quase sempre escondida pelas douradas madeixas, testa
que descia para um nariz equilibrado, elegante. Um pouco mais ao
sul, aquele par de lábios naturalmente rubros, duas pétalas úmidas
de tulipas escarlates, cujos breves sorrisos tímidos, revelavam um
colar de pérolas e acentuavam o raro róseo das bochechas. Pousava
minha atenção sobre aqueles lábios túmidos, tépidos, que mesmo
silentes pareciam sussurrar segredos. Vistos de lado, um morango
orvalhado. De frente, um coração dobrado. Um pouco mais ao sul, o
queixo de curva suave, cujas linhas de contorno se prolongavam até
encontrar as pequenas orelhas, vigiadas por brincos discretos, que
se escondiam entre aqueles cabelos que emolduravam sua face de
esfinge. Mas é preciso falar de como eu acompanhava o desenho de
suas sombrancelhas, de tons castanhos, simetricamente arqueadas,
afinando nas pontas, com os fios perfilados como jardins próximos ao
oásis de seus olhos. Deles, vou revelar apenas que aquele par de
mandalas fugazes eram guarnecidos por um conjunto de cílios
arredondados, que ao piscar das pálpebras pareciam duas pequenas
folhas de palmeira a cobrir aqueles olhos inocentes, indecentes,
incandescentes. Conforme a luz do ambiente, era possível notar
pequenas mudanças na cor da íris, cujos detalhes mínimos mais
pareciam tintas na paleta de um pintor que misturasse tons entre o
jade e o esmeralda, com breves pinceladas de azul e prata. Quando
menstruava, as pupilas diminuíam e eles ficavam ainda mais claros,
mais luminosos. Duas certezas me confidenciou: sua inabalável crença
no amor e seu amor somente por mulheres.
Tchello d'Barros
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MAIA DE MELO LOPO
Nascida a 25 de Janeiro de 1954 é
natural de Lisboa. Artista Plástica Curso Artes Gráficas-Escola de
Artes Decorativas António Arroio 1969-1974. Curso pintura mestra
alemã Maria Luíza Pertl Heberhardt. Participou em exposições
Individuais e Colectivas e está representada em vários Museus
Nacionais como Internacionais. Medalhas de honra Portugal. Menções
honrosas Brasil. Direito de Autor: Melopo.
Maia de Melo Lopo. Como poetisa iniciou-se em Coletânea de Poesia na
Antologia Delicatta IV e Reflexões Para Bem Viver, livros editados
pela Editorial Scortecci na Bienal Internacional do Livro 2010/S.
Paulo Brasil.
Participou também da Antologia Alimento da Alma Vol. IV edição da
Editora All Print e recebeu das mãos da Comendadora e poetisa Jane
Rossi diploma de participação e medalha de Poetisa Destaque.
Autora e artista executiva da capa e contra- capa da Antologia
Alimento da Alma Vol. V Bienal Internacional Rio Janeiro 2011. / Mil
poemas a Pablo Neruda-Chile. / Melhores Poetas Brasil 2011. São
Paulo. Brasil. / Mil poemas a Cézar Vallejo- Perú. / Mil poemas a
António Guimarães Dias- Caxias- Brasil. / Mil poemas a Miguel
Hernandéz- Espanha./Brasil. Poetisa Movimento Internacional Poetas
del Mundo.
Membro da Academia de Letras Teófilo Otoni- Minas Gerais./Brasil.
Embaixadora Universal da Paz Cercle Universel Ambassadeurs la Paix-
Orange- France & Genève / Suiss.
Medalha de Mérito Pero Vaz de Caminha, Medalha Palmas Académicas
França Brasil. Comenda criada por Napoleão Bonaparte e condecorada
pelo Presidente e poeta Thiago de Meneses FALASP. São Paulo/ Brasil
e Academia de Ciências de Lisboa.
Registo e Direito de Autor- Maia de Melo Lopo.
LISBOA-PT.
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PAIXÃO Maia de Melo Lopo
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PENÉLOPE LSTEAK
Adoto o pseudônimo de Penélope
Lsteak, por opção e, assim, assino todas as minhas obras poéticas.
Nasci em 13 de maio, como Creusa Negris, na cidade de São João da
Boa Vista, no Estado de São Paulo. Sou mãe de quatro filhos, sendo
três moças e um rapaz. Fui bancária, graduada em Administração de
Empresas pela FAE, hoje aposentada. Autora do livro EXPLOSÃO
POÉTICA, que será publicado dia 11 de agosto de 2012 na Bienal
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VIRTUAL
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PAULO DOS PASSOS
Paulo dos Passos é poeta e escritor, tendo 40 livros engavetados, procura patrocínio e amizades, sou mineiro de Coronel Fabriciano, 57 anos, divorciado,escrevo de tudo poesias ,contos ,romance literatura infantil e outros.
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POR VOCÊ
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CEZAR UBALDO
CEZAR UBALDO (de Oliveira Araujo), nascido em 2 de outubro de 1950 em Feira de Santana-Bahia, é educador, poeta, com dois livros publicados:Das Liberdades e Convicções do Homem, e Poemas de Bem Querer e Outros Quereres; participa dos sites literários Portal Literal. Poetas del Mundo,Overmundo, Poesia Baiana, Autores.com.br; administra o blog Prato Raso; participou de três edições da Revista Stitientibus, da Universidade Estadual de Feira de Santana; Autor e diretor Teatral; coordenou por vários anos a Página Literária do centenário Jornal Folha do Norte; colunista dos jornais eletrônicos Vivafeira, Infocultural, Acontecebahia, Jornaldapovo. Membro efetivo da Academia de Cultura da Bahia.
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CRUZADA FINAL
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OLYMPIO DA CRUZ SIMÕES COUTINHO
Olympio da Cruz Simões Coutinho é filho de Olympio da Cruz Coutinho e de Maria Luiza Simões Coutinho. Nasceu em Ubá, na zona da Mata mineira, em 9 de outubro de 1940. Deixou sua cidade natal em 1962 e foi para Belo Horizonte, onde se formou em Jornalismo em 1965 e trabalhou em diversos jornais e entidades. Em 1966, lançou a primeira edição de Festival de Trovas, livro com 101 trovas feitas desde sua adolescência em sua terra natal, e tomou posse na Academia Mineira de Trovas, cadeira nº 11, patrono Cassemiro de Abreu. Em outubro de 2003, criou um jornal de bairro, o Jornal Sion. Em 2008, ingressou na União Brasileira dos Trovadores - seção de Minas Gerais. Tem três filhos: Liliana, Alexandre e Vítor, e dois netos: Thiago e Carolina.
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UM PUNHADO DE TROVAS
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