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Antologia
Virtual
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Setembro
2012
Pág. 15 de 16 Págs.
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Sidnei
Piedade, nasceu em Assis / SP no
dia 25/Fev/1954 onde reside
atualmente. Cursou o Segundo
Grau. Casado com Selma Luíza
Dias Piedade. Pai de 02 filhas,
avô de 03 netos. 3º Sgt. PM
aposentado. Escreve poesias.
"Continuo estudando na escola da
vida e não vou desistir enquanto
o Senhor assim o permitir."
www.sidneipiedade.prosaeverso.net
http://sidneipiedade.blogspot.com
http://academiavirtualbrasileiraalmaartepoesia.com/academicos/s/sidnei_piedade/index.htm
www.sergrasan.com/sidneipiedade
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EU NÃO POSSO VIVER SEM VOCÊ
Eu não poderia amanhecer sem seu
amor, sem jamais sonhar, sentir
e esperar. Não posso dizer
adeus, me entregar prá
solidão... Pois te amo e te
quero no meu coração. Não posso
viver sem seu amor, sem ele nada
sou... Pois tu conheces o meu
caminhar, modo de agir e falar.
Tu és a fonte do meu desejo...
Minha heroína na arca
reconstruída, minha louca
fantasia em noites de magia. Ao
seu lado atravesso o mar e
mundo... Pois és meu amor
profundo. Seu amor é minha paz,
sua presença me alegra e
completa, com você sou mais
feliz... Sou o que sempre quis.
Quando as lágrimas sufocaram meu
sorriso, você me deu a chance de
te amar mais uma vez. Sou o
homem mais feliz do mundo, pois
em todos os momentos está por
perto... Te amo demais e não
posso viver sem você...pois só
teus beijos me fazem viver a
vida com mais prazer.
Sidnei Piedade |
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S. S.
Potêncio - (Silvino dos
Santos Potêncio) é
natural da Aldeia de
Caravelas no Concelho de
Mirandela –
Trás-Os-Montes -
Portugal.
- Autor de “Curriças de
Caravelas” , livro de
poemas sobre a vida na
Aldeia até ao inicio dos
anos “60” do século XX,
como sendo este
trabalho, uma colectânea
de poemas e trovas
comentadas sobre os usos
e costumes da aldeia
típica transmontana, o
livro está parcialmente
publicado em forma de
textos. - Tem também
centenas de crônicas
virtuais publicadas sob
o Título genérico de
“Catramonzeladas” (140)
além de um outro livro
de poemas do inicio da
década de “70”
entitulado de “Eu o
Pensamento e a Rima”
ainda em fase de
formatação e acabamento
para edição.
Autor de “OS NÏZCAROS”
(um conjunto 80 crónicas
temáticas durante a
ultima campanha para
eleiçoes Presidenciais
em Portugal e publicadas
parcialmente em vários
portais virtuais) ,
recentemente, deu inicio
a uma nova série de
crônicas sob o título de
“Os Gambuzinos” (em
andamento) por analogia
critica à sociedade
atual no mundo lusófono
da emigração, e
actualizadas
periódicamente no Blog
http://osgambuzinos.blog.com
– Tem em construção
também um pequeno livro
de histórias caricatas
e/ou relatos de
situações inusitadas,
muitas das quais vividas
de perto, directa ou
indirectamente pelo
autor, sob o título de
“Estórias de Um Caixeiro
Viajante”, de onde se
extraem vários textos e
versos comentados que
costumam encabeçar
alguns dos escritos para
publicação.
Destaque para o “E-Book
editado pelo Portal CEN
– Cá Estamos Nós, com
participação e Arte da
WebDesigner Iara Melo
sob o título “CONVITE
PARA TOMAR CHÁ”!!!...
- Atualmente, o autor é
residente em Natal (
capital do Estado do Rio
Grande do Norte) –
Brasil, onde faz
trabalhos de Consultoria
Autônoma de mercado
internacional para
empresas de turismo,
comércio de importação e
exportação, bem como
corretagens e
intermediações em
operações imobiliárias e
de investimentos
diversos.
Blog pessoal: http://zebico.blog.com/
+ http://osgambuzinos.blog.com
Página Literária:
www.silvinopotencio.net
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A DOR DE UM
RETORNADO...
...Uma lágrima de dor,
Um suspiro de pouco
amor,
- Uma nuvem ao sol-pôr,
- num oceano
vermelho-rubro, de
estertor!...
Um sentimento de puro
abandono,
Qual andorinha no sono,
Desta primavera já sem
dono,
- Sem inverno, sem verão
e sem outono.
...Uma lágrima de dor e
de saudade,
Um soluço não contido
por maldade.
- Desta vã caminhada em
tenra idade,
- Na esperança de um
última vontade...
Se me escapa já por
muito desalinho,
Da postura inconformada
sem carinho,
- Da minha alma que se
vai devagarinho.
- Contra o vento da
quebrada do caminho!
Uma lágrima no rosto que
padece,
Qual folha solta desta
cepa que envelhece...
- Feito tronco de
castanho que anoitece,
- Na ramada tão sem
flor, que o frio nela
desce.
...Um lágrima de dor!...
Desta primavera já sem
cor,
Um soluço não contido ao
sol-pôr.
- Uma lembrança tão
distante desse amor!...
- Da minha alma, ela se
afasta num vapor.
Essa dor...essa lágrima,
essa flor...
Por lá ficou adormecida,
Não desceu pelo meu
rosto já nublado,
Desta dor de ter saudade
à despedida...
Que já pressinto estar
aqui, ... bem a meu
lado.
Uma dor...
Uma nuvem...
Uma lágrima,
- no oceano deste amor
tão mal-tratado!
Mais um sonho que se
apaga amortalhado.
Autor: Silvino Potencio
(in Poesias Soltas)
Lisboa: Out/1979 |
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Saavedra
José Rios
Valentim
nasceu na
pequena
cidade de
Miraí, Zona
da Mata de
Minas
Gerais, em
26/12/1946.
Sua geração
não conheceu
os tempos de
horrores da
Segunda
Guerra
Mundial, mas
suas
histórias a
influenciaram
fortemente.
Miraí,
inclusive,
enviou três
pracinhas
para a
Itália, de
onde somente
dois
retornaram
com vida e
foram
recebidos
como heróis.
Foi nesse
ambiente do
pós-guerra
que Saavedra
passou a
infância e a
juventude.
Estudou, lá
mesmo em
Miraí, o
primeiro
grau e
cursou o
ginásio,
onde
conheceu o
grande amor
de sua vida,
a esposa
Maria
Isabel, com
quem se
casou em
1973 e tem 2
filhos: a
advogada Ana
Paula e o
biólogo
Saavedra
Junior.
Após
concluir o
curso
técnico de
contabilidade
na vizinha
Muriaé, em
1966,
transferiu-se
para o Rio
de Janeiro.
Trabalho com
câmbio e
comércio
exterior até
se aposentar
em 2008. Em
1991
mudou-se
para
Vitória,
onde vive
até hoje.
Graduado em
Ciências
Econômicas e
pós-graduado
em docência
superior,
lecionou
comércio e
relações
internacionais
em diversas
faculdades
do Espírito
Santo.
Seu ingresso
no mundo da
literatura
aconteceu
ainda
durante a
juventude,
através da
poesia.
Infelizmente,
muito do que
escreveu se
perdeu ao
longo do
tempo. O
autor
lamenta a
falta de
organização
e cuidado
com o que
produziu
durante a
sua vida.
Mas, há
alguns anos,
vem
catalogando
e publicando
seus poemas
em diversos
sites e
dedica mais
tempo a
escrever,
seu
passatempo
predileto.
Da poesia
passou para
ensaios,
prosas,
artigos que
permanecem
em seus
arquivos
pessoais.
Publicou o
seu primeiro
livro de
romance em
setembro de
2010,
Confissões
de uma mente
confusa. |
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UM SER
NOTURNO
Gosto de
sentir a
noite!
Cultivar os
seus
mistérios.
Sou um ser
da noite,
tal os
morcegos, as
corujas...
Ah e a lua!
Compartilho
com os seres
noturnais
suas
preferências,
suas
companhias,
Seus amores,
seus
dissabores,
jorros das
lágrimas, de
alegrias e
de dores.
Dizem
alguns, que
para viver
na noite tem
de se ter
luz própria.
Talvez um
pirilampo,
que, como as
estrelas,
cintilam seu
esplendor,
Criando um
céu único e
nos trazendo
a magia do
seu brilho,
Que os torna
ímpares,
seres
místicos,
que nos
envolvem e
seduzem.
São as
borboletas
noturnas, em
busca da
rosa negra,
Espécie
única para
eles criada,
cultivada no
jardim do
pecado.
Todos que
brilham,
cedo ou
tarde,
atraem os
predadores,
Que povoam
todas as
noites, em
todos os
lugares,
hienas!
Devoram sua
carne, sugam
o seu sangue
e aniquilam
a alma.
Ah, se as
pessoas
entendessem
a noite, a
respeitassem,
Iriam saber
quão triste
é o
amanhecer, o
nascer do
dia.
O dormir é
um tormento
que invejo,
mas repugno.
O meu corpo
dormita,
busca
repouso numa
morte
temporária,
Já que a
minha alma
permanece
sempre viva
pela longa
noite.
Na
eternidade
das noites,
é que deixo
minhas
marcas na
vida.
A nossa
cumplicidade
beira a
monotonia de
um
casamento,
Quando busco
nas trevas a
luz da
inspiração e
sou negado.
Vago pelos
caminhos
obscuros das
letras dos
meus
escritos,
Tiradas das
inspirações
ocultas na
minha aura
fumegante.
A morte
rondante,
impiedosa,
costuma agir
à noite,
ceifando
almas,
Destinando a
carcaça ao
pó, máquina
enferrujada,
desgaste da
vida.
A noite,
entretanto,
é a mãe de
todas as
criaturas:
as
desviadas,
De almas
confusas,
presas ao
crime,
submissas ao
mal,
encerradas
no vício.
Mas também
abriga
inspirados
seres, que
derramam
seus
queixumes,
Exalam seus
amores, seus
desamores,
encontros e
desencontros,
Em versos
primorosos,
ou nem
tanto,
medíocres
até, mas
jorram da
alma.
Envergonho-me
das minhas
fraquezas,
das minhas
impurezas,
Das minhas
solidões a
dois, a
três, a mil,
castigo que
aos insones
se impõem.
Tristeza
profunda
esmaga o meu
peito,
comprime meu
coração,
Infartado
pelo
bloqueio das
palavras que
não vêm.
A morte anda
me rondando,
mas não a
temo, desde
que seja
breve,
Leve, sem
dores nem
sofrimento,
pois assim
será um
alento.
O que me
amedronta
não é a
morte, mas a
própria
vida,
Um nascer e
um morrer
diários,
cujo sentido
não decifrei
ainda.
Os corvos
agoureiros
grasnam nas
árvores
próximas,
Farejando
putrefatos
corpos,
mesmo antes
da sua
consumação.
Carniceiros,
seres
demoníacos,
a serviço
dela, a
ceifadora.
Exponho
minh’ alma,
declaro
minhas
paixões,
minhas
ilusões,
Apiede deste
ser, que
vive uma
busca
incessante
do amor sem
dor.
Mas ela é
uma
adversária
intransigente,
impiedosa,
compulsiva,
Não negocia,
nem se
corrompe,
cumpridora
dos seus
deveres!
Amigos, já
não os
tenho. Se
foram mundo
afora, noite
adentro.
Mulheres?
Muitas
entraram e
passaram na
minha vida.
São como o
ar que
respiro,
inspiro,
expiro para
viver,
Até saber
que começa a
nos matar
desde o
nascer.
Pura
traição! É o
melhor
desempenho
delas.
Com todos os
pesares, as
guardei bem
aqui dentro,
Uma a uma,
sem
distinção.
O sol já vai
nascer, o
ser noturno
se recolhe
Até o
próximo
anoitecer.
Saavedra
Valentim |
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Tereza Cristina Gonçalves Mendes Castro ( Téka Castro)
Escritora e professora de Química - SP - SP- BRASIL
Autora do Projeto Reaproveitamento Alimentar da EE Prof. Dr. Lauro Pereira Travassos
Participante de várias antologias.
http://alegabema.bogspot.com
http://recantodasletras.com.br/autores/tekacastro
http://youtube.com/alegabema |
| NATUREZA
O respeito á Natureza começa em casa
Na partilha e convivência com a família
No gesto simples de água, energia, não desperdiçar
E, no alimento com amor preparar.
Saber aproveitar, grãos, talos, cascas,
E, nada fora jogar,
Saber reciclar, reutilizar, e repensar
São coisas de um bom e respeitável cidadão.
A Natureza pede socorro,
Nos morros que caem com as chuvas,
Sem encostas, sem vida às margens dos rios,
O deserto incerto a nós.
O tempo que destruímos, hoje temos que resgatar,
Maneiras simples não faltam,
Basta a gente re-aproveitar.
Comermos o que a Natureza nos dá,
E, a ela ofertar nosso agradecer.
Saber com a criação divina conviver,
E, não destruir a Terra, com guerras, e devastação.
Na África, sofrem seres de toda espécie,
E, os países desenvolvidos, nada resolvem, e de lá esquecem.
Vivem nas crises financeiras, seja aqui ou as estrangeiras,
O homem deve amar a Deus,
E, não ter o dinheiro, como senhor.
Seja como for, precisamos reverter logo.
A aurora se aproxima.
Já não haverá mais poesia,
E, choro de crianças famintas devorarão nossa alma.
A esperança é anciã,
Temos que bendizer a Vida,
A criação divina,
Respeitar a Natureza é uma prova de amor!!!
Faça algo útil, aqui, ali, seja onde for!!!
Téka Castro |
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70 - VARENKA DE FÁTIMA ARAÚJO |
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Varenka de Fatiam Araújo: Reside em Salvador-Bahia. Funcionária Pública. Participou de várias antologias. È colaboradora do Artpoesia; do Jornal Raizonline; Celeiro de Escritores, Varal do Brasil.
LIVROS:
“Ela em Versos” Edição 2011;
“Fatos e Retratos” Edição 2012, Ed. Celeiro de Escritores.
Membro da Academia de Cultura da Bahia. |
| PORTUGAL
Em tempos idos e louvados
Portugal com um rei poderoso
Tão querido e amado por todos
E por mandado seu, uns portugueses
Por mares navegaram a descobrirem terras
Avistam uma bela e tropical
Sendo a mãe pátria do Brasil
Os lusos aportaram na terra rica
Construíram a cidade de Salvador na Bahia
Com semelhança da capital de Portugal
O Pelourinho e o Carmo no centro histórico
Com arquitetura igual a Lisboa tropical
Aqui é a nova Lisboa, tão festejada
Neste novo tempo vibramos no pelourinho
Com tambores coloridos e musicas contagiantes
Daqui canto, elevando e meu amor por Portugal.
Varenka de Fátima Araujo |
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