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Antologia
Virtual
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Setembro
2012
Pág. 3 de 16 Págs.
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Aluizio
Rezende carioca, poeta,
contista, romancista. Formado em
Letras e Engenharia Civil. 6
livros publicados, entre eles
Desejos Descalços (contos e
romance, 2006) e os de poesia
Descaminhos (2007) e 14 Versos
(2010). Publicado em antologias
de prosa e poesia. Primeiro
Lugar no XI Conc. Nac. de Poesia
Francisco Igreja (APPERJ), no II
Conc. de Poesia Cybelle de
Ipanema e no Conc. Literário da
ABRAMES 2011. Prêmios de
Literatura UFF e FEUC 2008 e
outros. Idealizador e fundador
do Movimento Cultural Poveb
(Poesia, Você Está na Barra).
Membro da APPERJ (Associação
Profissional de Poetas no Estado
do Rio de Janeiro) e do SEERJ
(Sindicato dos Escritores do
Estado do Rio de Janeiro).
Engenheiro da Prefeitura da
Cidade do Rio de Janeiro.
Caminho Literário:
http://recantodasletras.uol.com.br/autores/alurez |
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PAÍS DAS ILUSÕES FEMININAS
“Srs. Responsáveis
Pelos setores de segurança desta
nação, pelas Delegacias de
Polícia, pelos órgãos de
prevenção e repressão a todos os
tipos de crimes, pelos órgãos de
proteção à criança, ao
adolescente e às mulheres, pelos
órgãos que cuidam dos
desaparecidos, senhores juristas
e magistrados responsáveis por
proposições visando a alterações
no Código Penal, Ministros de
Estado e, até onde for cabível,
Ministros das Forças Armadas,
senhores e senhoras que
constituem esta bela nação que
eventualmente tenho a honra de
presidir,
Reconheço que não é esta talvez
a melhor forma de me dirigir a
Vs. Sas., mas o faço pela
impetuosidade que me impõe o
coração:
Esperando não ter omitido
setores que possam estar
incluídos entre os elencados,
dirijo-me respeitosamente a
todos no sentido de serem
envidados incansáveis esforços
para o esclarecimento e a
redução dos crimes de morte,
para a redução do espantoso
número de desaparecimento de
crianças, para a erradicação das
cenas chocantes de espancamentos
de presos que testemunhamos pela
TV, pelo maior treinamento de
policiais para que sejam
evitados crimes de morte em
nossas ruas contra cidadãos de
bem – enfim, incansáveis
esforços de Vs. Sas. no sentido
de se estabelecer uma parcela
maior de Justiça em nosso país.
Sei que o termo Justiça é amplo
e que inclui a atuação dos
políticos, os elevados índices
de corrupção infelizmente ainda
registrados e outras situações
amargamente controversas. No
entanto, estou convicta de que,
se seus esforços forem coroados
de êxito, teremos o resgate de
uma importante fração de
Justiça, culminando com o
sentimento de maior segurança
por parte da população. O que
não é possível é continuarmos
com o nível de acontecimentos
dessa natureza que tornam
acintosamente banais atos que
todos deploramos. Entendo que
muitos crimes e procedimentos
condenáveis são inevitáveis.
Ocorre que o seu não
estancamento, através de medidas
que podem estar ao nosso
alcance, contribui para a
banalização desses atos, que
passam a ter uma importância
secundária no nosso dia-a-dia”.
Que era aquilo? Que discurso era
aquele no horário nobre? Todo
mundo se espantou. Está certo
que a Presidenta era mãe, avó,
de origem comum e deveria estar
chocada, como qualquer pessoa,
com o recente noticiário na TV.
Mas era totalmente inusitado
este tipo de pronunciamento na
telinha da parte do mandatário
da mais elevada envergadura no
país. A conclusão óbvia foi a de
que “a Presidenta deve estar
vendo muita televisão. Quando
devia estar fazendo coisa mais
importante”.
O fato é que, depois daquela
advertência, crianças pararam de
sumir de hospitais, pacientes
deixaram de morrer na fila de
atendimento, crimes há muito
esquecidos foram elucidados,
arbitrariedades cometidas por
policiais não apareceram mais na
TV, não houve mais notícias de
cidadãos de bem mortos em
incursões ou blitzes policiais,
etc.
Houve, como eu, quem dissesse,
logo após o pronunciamento da
Presidenta, que vivíamos no país
das ilusões. Tempos depois essas
mesmas pessoas reconheceram que
as ilusões podem se tornar
realidades.
Chegada a época das eleições
presidenciais, apesar do clamor
da população para que tentasse a
reeleição, a Presidenta foi
taxativa quanto à decisão de se
retirar da vida política.
Alegava que seu sucessor poderia
chegar ao resgate de outras
parcelas de Justiça, agora que o
país trilhava, reconhecidamente
por todos, caminhos que já não
eram mais os da esperança.
A eleição chegou e a faixa
presidencial foi transmitida. Só
que agora tínhamos um
Presidente.
Maricá, 21/07/2012
Aluizio Rezende |
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Augusta Schimidt - Nasci
em Campinas/SP/Brasil.
Sou professora do Ensino
Fundamental, capacitada
em projetos pedagógicos,
escritora de histórias
infantis, artigos
pedagógicos e outros
textos. Publicada em
livros didáticos desde
2005.
www.coletaneadosaber.net |
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EXALTAÇÃO
Clara manhã rosada segue
o dia,
Luz crescente, dissolve
o sal da bruma
O sol, vida reduto da
emoção,
Mistério que seduz
exalta em lida.
Sai pelo mundo, evita a
inércia, vai...
Conduz o seu destino e
se profícuo
Pesado é o fardo que te
impus à alma
Eu sei... Mas meu amor
te vela e acalma...
Pariu meu peito, amor
alvissareiro
Uma árvore plena, sabia
fonte
Do poder é o dono e o
sementeiro.
Da luz dourada o régio
brilho aparecer
Pelas galáxias, há o teu
ardor...
Prova brilhante o sol
que podes ser.
Augusta Schimidt |
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08 -
CARLOS LÚCIO GONTIJO |
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CARLOS LÚCIO
GONTIJO é
poeta do
Estado de
Minas
Gerais/Brasil,
residente na
cidade de
Santo
Antônio do
Monte.
Cursou
Jornalismo
na FAFI-BH,
hoje UNI-BH,
em Belo
Horizonte,
no ano de
1976,
passando
então a
atuar como
jornalista –
durante 30
anos –, no
“Diário da
Tarde”,
veículo de
comunicação
impressa que
circulou,
ininterruptamente,
de 14 de
fevereiro de
1931 a junho
de 2007.
É PORTADOR
de título de
Honra ao
Mérito da
Prefeitura
de Santo
Antônio do
Monte
(1977), do
“Troféu
Magnum de
Cultura”,
homenagem do
Colégio
Magnum
Agostiniano,
em
comemoração
aos 100 anos
de Belo
Horizonte
(1997);
Destaque
Profissional
Regional
2003/Conselheiro
Lafaiete-MG;
dá nome à
biblioteca
comunitária
do Bairro
Flávio de
Oliveira e,
também, à
biblioteca
do Instituto
Maria
Angélica de
Castro (Imac),
ambas em
Santo
Antônio do
Monte.
É membro da
Academia de
Letras do
Brasil-Mariana
(ALB-Mariana),
onde ocupa a
cadeira nº
15 cujo
patrono é o
poeta Bueno
de Rivera.
Possui
assento,
também, na
Academia
Virtual Sala
dos Poetas e
Escritores (Avspe),
com sede no
Balneário
Camboriú/SC;
na Academia
de Letras de
Teófilo
Otoni (ALTO)
e na
Academia
Santantoniense
de Letras (ACADSAL).
Foi
presidente
da
Associação
Mineira de
Imprensa –
AMI
(2002/2005).
No ano de
2012
recebeu,
pelo
conjunto de
sua obra, o
Prêmio
Mérito
Literário
Poeta
Antônio
Fonseca,
instituído
pela
Academia
Betinense de
Letras
(ABEL).
Nos anos de
2005 e 2007,
seu romance
Cabine 33
foi indicado
e adotado no
vestibular
da Faculdade
de
Administração
de Santo
Antônio do
Monte –
FASAM.
Carlos Lúcio
Gontijo foi
agraciado
com o título
de cidadão
honorário,
em Reunião
Extraordinária
do dia 7 de
agosto de
2007, por
meio do
Projeto de
Resolução nº
022/2007, de
autoria do
vereador
Arnaldo de
Oliveira.
O autor
integra o
Movimento
Poetas del
Mundo e
mantém no
ar, desde 5
de junho de
2005, o site
Flanelinha
da Palavra
(www.carlosluciogontijo.jor.br),
no qual
disponibiliza
aos
internautas
toda a sua
obra
literária
(14 livros),
fotos,
músicas e
alguns
artigos
jornalísticos
etc.
Obras de
Carlos Lúcio
Gontijo:Ventre
do Mundo
(Poesia –
1977). Leite
e Lua
(Poesia –
1977). Cio
de Vento
(Poesia –
1987). Aroma
de Mãe
(Poesia –
1983). Pelas
Partes
Femininas
(Poesia e
prosa –
1996).
“Coletânea”
(Editada em
dois
volumes, no
ano de
1988,contendo
os cinco
primeiros
livros do
autor). O
Contador de
Formigas
(Romance e
poesia –
1998 – 1ª
edição; 1999
– 2ª
edição). O
Ser
Poetizado
(Poesia e
prosa –
2002). O
Menino dos
Olhos
Maduros
(Novela e
poesia –
2002).
Virgem Santa
sem Cabeça
(Romance e
poesia –
2002).
Cabine 33
(Romance e
poesia –
2004). Foi
indicado
para o
vestibular
da Faculdade
de
Administração
de Santo
Antônio do
Monte (FASAM)
nos anos de
2005 e 2007.
Lógica das
Borboletas
(Romance e
poesia –
2007).
Duducha e o
CD de
Mortadela
(Livro
Infantil –
2009).
Jardim de
Corpos
(Romance e
poesia –
2009).
Quando a Vez
é do Mar
(Romance e
poesia –
2012).
Participa da
coletânea
“Poetas del
Mundo em
Poesias”.Volume
I (abril de
2008),
editora
Gibim. Marca
presença
nacoletânea
“Galeria
Brasil 2009
– Guia de
Autores
Contemporâneos”,
um livro
organizado
pela
entidadeCeleiro
de
Escritores e
publicado
pela Editora
Sucesso, São
Paulo/SP.
Inscreve-se
na
“Antologia
da
Associação
Internacional
Poetas de
Mundo”.
Volume I
(setembro
de2011).
Insere seu
nome na
Antologia
ALB-Mariana,
Aldrava
Letras e
Artes e
Inbrasci-MG
(dezembro de
2011),
intitulada
“Lumens em
prosa e
verso”. |
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O
poeta Bueno
de Rivera
Somos todos
acadêmicos e
literatos à
medida que
nos deixemos
tocar pela
beleza e
pela
sensibilidade
da palavra
escrita.
Serei breve
em minha
fala, pois
me remeterei
a Bueno de
Rivera, um
poeta maior,
um fazedor
de
horizonte,
um receptor
de luzes,
cuja chama
não se
transpõe, ou
melhor,
recusa-se a
ficar
inteiramente
no papel; é
calor que só
o coração e
o espírito
podem
acolher,
conter e
guardar.
Bueno de
Rivera,
agora
patrono da
cadeira 15
que ocupo na
Academia de
Letras do
Brasil-Mariana
(ALB-Mariana),
era o nome
artístico do
mineiro
Odorico
Bueno, que
há muito é
considerado
um dos
maiores
poetas da
língua
portuguesa,
com tradução
em diversos
países e
referência
obrigatória
para todo e
qualquer
estudioso da
verdadeira
poesia feita
no Brasil.
Bueno de
Rivera
nasceu em
1911, na
cidade
mineira de
Santo
Antônio do
Monte,
município do
Centro-Oeste
de Minas
Gerais, onde
eu passei
minha
infância,
parte de
minha
juventude e
bate lá o
meu coração.
Era menino
ainda
quando, pela
primeira
vez, ouvi a
citação de
seu nome.
Não por um
professor ou
sequer um
estudante,
mas por
intermédio
do pedreiro
João Bueno,
que à época
trabalhava
em uma
reforma na
casa de meus
pais e se
gabava de
ser parente
do festejado
poeta.
Em 1976,
tive o
prazer e a
honra de
conhecer o
grande poeta
mineiro
Bueno de
Rivera, em
visita a seu
apartamento,
na região
central de
Belo
Horizonte, e
imediatamente
me lembrei
do pedreiro
João Bueno,
pois me
deparei com
uma pessoa
simples, um
engenheiro
da palavra –
tijolo por
tijolo –, um
intelectual
avesso a
qualquer
tipo de
badalação e
devotado pai
de família.
Infelizmente,
por seu
recato e
discrição, o
incomparável
Bueno de
Rivera
permanece
autor
desconhecido
do grande
público até
os dias de
hoje, como
costuma
acontecer
com os que,
como ele,
Emílio Moura
e Henriqueta
Lisboa – por
exemplo – se
entregam de
forma
voluntária
ao
isolamento e
à escassa
divulgação
em solo das
Gerais.
Contudo,
como ia
dizendo,
procurei o
poeta Bueno
de Rivera
com o
intuito de
solicitar um
prefácio
para o meu
segundo
livro (Leite
e Lua).
Bueno não se
fez de
rogado, mas
com jeitinho
bem mineiro
cuidou de me
dar alguns
conselhos
sobre a
busca de
estilo
próprio e a
indispensável
lapidação do
dom que
carregava
comigo. Pois
bem, como
para bom
entendedor
meia-palavra
basta:
lancei o
livro
prefaciado
pelo poeta
mineiro de
Santo
Antônio do
Monte em
1977 e,
seguindo as
orientações
do mestre,
só voltei a
editar dez
anos depois,
quando me
julguei mais
bem
preparado.
Lamentavelmente,
Bueno de
Rivera
faleceu em
1982,
deixando-nos
três
importantes
livros de
poesia:
Mundo
Submerso
(1944); Luz
do Pântano
(1948); e
Pasto de
Pedra
(1971). E só
não publicou
mais obras
literárias
porque o
enorme
sucesso de
crítica não
lhe trazia o
necessário
retorno
financeiro
e, com
família para
criar, ele –
mineiro pé
no chão,
homem da
montanha –
optou por
ganhar o pão
de cada dia
exercendo
outras
atividades,
como a
publicação
do “Guia
Rivera”,
livreto
vendido nas
bancas de
jornais e
revistas,
que trazia o
número, o
trajeto e o
ponto de
todos os
ônibus
coletivos da
capital
mineira.
Porém, seus
livros
jamais
deixaram de
ser lidos e
comentados
nos altares
iluminados
dos amantes
da boa
poesia mundo
afora. Ainda
recentemente,
Bueno de
Rivera foi
premiado com
a publicação
de vários
poemas seus
numa bela
seleção
feita por
Affonso
Romano
Sant’Anna,
onde seus
versos
luzidios,
enxutos e
precisos
arrancaram
aplausos e,
mais uma
vez,
semearam
conscientização
e
sensibilização
do ser
humano, como
em O
Apocalipse
do
Aleijadinho:
Dobram os
sinos
do Carmo
— pelo
ricaço
— pelo
devasso.
Dobram os
sinos
das Mercês
— pelo
ouvidor
— pelo
marquês.
Dobram os
sinos
choram os
sinos
pelos Nobres
blão
pelos
Brancos blão
— pelo
Aleijadinho
N Ã O !
Carlos Lúcio
Gontijo
Poeta,
escritor e
jornalista
www.carlosluciogontijo.jor.br |
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Cármen Neves - Nasceu em Porto Alegre RS em 05 de abril de 1966( Ama Porto Alegre!).Mas o seu coração é criciumense - mora em Criciúma SC, desde 1972.
Não se considera escritora - "sou apenas um instrumento da minha inspiração!"
Tem cinco livros editados:
Pensando em ti - 2000;
A Magia do Farol - 2002;
Castelo dos Desejos - 2008
e O Sapo, a Bruxa e a corrente do bem - 2010( todos com edições esgotadas).
O Sapo, a Rainha e o maior dos sentimentos - o Amor! - 2012
Pensando em ti II e A Missão da Fada Azul (inéditos).
Atualmente escreve o terceiro livro da série infantil, O Sapo, o Príncipe e a Superação e um romance.
Participação em algumas antologias e sites literários.
Graduada em Gestão de Recursos Humanos, Faculdade Michel.
Membro da Academia Virtual Brasileira de Letras - Cadeira de número 263.
Blog: http://fadassaposebruxas.blogspot.com/
Site: www.carmenneves.prosaeverso.net |
| NÃO FUJAS!
ESPERA MAIS UM POUCO.
Não fujas!
Espera mais um pouco.
Deixa-me mostrar a beleza
Do céu, do mar, da lua e das estrelas.
Não tenhas medo de mim.
Sou frágil como a flor
Inocente como uma criança.
O meu espírito é que é velho,
Sofreu séculos por amor.
E, por sofrer, não sabe magoar
Não sabe mentir
Não sabe ferir...
Não fujas!
Espera mais um pouco
Cármen Neves |
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10 - CLAUDIO PRINCIPE DOS POETAS |
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Pessoa comum escrevo poesias desde cedo, tanto que tenho um casal amigo, que estão casados ate hoje, por causa de poesia, minha, eu conquistei a namorada pra ele, com a poesia, ai depois ele disse a verdade a ela, isso em 80 mais ou menos. Devo ter beirando umas 1200 poesias, escritas, de todo gênero agora, ate as sensuais, diria, são 7 blogs, 6 de poesias,
Moro em São Paulo interior, cidade Presidente Alves, 4500 habitantes, pequena, mas linda cidade. Tenho um blog dado a ela, de presente, terra dos sonhos do poeta e da princesa.
Participei da antologia, da editora all print , alimento da alma, com vários poetas e poetisas, a maioria renomados, diria sou o peixinho neste lugar, e isso graças a minha amiga, Janne Rossi, sou casado, com a princesa Rosi Freitas, esse blog amor em poesias vivas fiz a ela, do link, além do outro entre as estrelas e a poesia, nome do meu livro sonhado,
Ex bancário, antigo Banespa, técnico em radio e tv, auxiliar de enfermagem sem concluir o ensino, tenho dó das pessoas, não dava certo, medicina comigo, calmo, acho que e isso, simplesmente um poeta, que acredita nos sonhos, e no amor, o meu começou na internet, do orkut para o céu, sempre.
Todas as poesias, são minhas de fato, não tenho problemas quanto a isso.
Claudio Príncipe dos Poetas e Princesa Rosi
www.umpoetaaqui.blogspot.com
www.amorempoesiasvivas.blogspot.com |
| SAUDADE
Quando a saudade bater, e quiser machucar,
E você se esconder, para sozinha chorar,
Quando tudo lhe parecer, que não da pra suportar,
Não te esqueças.
Amor não se prende no olhar,
Amor não acaba ao se distanciar,
Amor não se perde, ao se mudar,
Esteja onde estejas.
Quando a saudade for bater,
Lembre se que o amor, de mim por você,
Não há como acabar.
Não ha como diminuir,
Não há nem mesmo como explicar,
Faço e sempre farei parte de ti.
Se a saudade dói, constrói um pensamento,
Simples e pequeno.
Não há neste mundo mesmo que imenso,
Capaz de lhe tirar dos meus mais nobres sentimentos.
Assim, anjo, se a saudade tentar lhe bater,
Saiba que eu estarei sempre dentro de você,
Em seu coração, como estas no meu.
Por que sei, isso, pelo simples fato de saber,
Que tu és um lindo presente de Deus,
E por ti, e para ti, sempre ei de viver...
Agora se for difícil ou impossível se segurar,
Saiba que onde eu estiver, estarei sempre assim,
De braços abertos a te esperar,
Por que o amor que sinto, vai muito alem de mim,
Por isso, anjo lindo, não chores, nem fique triste,
Pois eu estou aqui, e nosso amor, não tem fim...
Claudio Príncipe dos Poetas
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