Antologia Virtual

VII

Maio 2012

ORGANIZADORA:

Maria Beatriz Silva (Flor de Esperança)

Página 3

 

 

11 -HILDA PERSIANI DE OLIVEIRA

Nasci em Ribeirão Claro, cidade do Norte pioneiro do Paraná, em 20 de janeiro de 1929. Filha de Afonso Persiani e Esther Marques Persiani, sendo a caçula de mais dois irmãos, Adalberto Pedro Persiani e Afonso Persiani Filho. Todos já são falecidos. Morei na cidade de Jacarézinho de onde vim para Curitiba com 17 anos de idade. Sou professora, formada em 1948 pelo Instituto de Educação do Paraná e Assistente Social formada em 1952, pela Escola de Serviço Social da Universidade Católica do Paraná, tendo sido uma das pioneiras a exercer a profissão de Assistente Social no Paraná. Trabalhei no Palácio do Govêrno, onde conheci meu marido, Clênio Cesar de Oliveira, em 1954, professor, jornalista e Assessor do então Governador Bento Munhoz da Rocha Neto. Da nossa união temos uma única filha, Hilda Maria, Advogada, casada com Filippo Lucciani, italiano e residentes na Itália. No ano de 2005, comecei a escrever minhas poesias, com76 anos de idade. Fiquei viúva em 2007. Ocupo a Cadeira de º 58 da AVPB - Academia Virtual Poética do Brasil; Sou Membro Efetivo da Academia Virtual Sala de Poetas e Escritores: Faço parte do Grupo de Poetas Del Mundo. Participei da Antologia “Sonetos Eternos" volume I e II (2009/10) - Celeiro de Escritores. Participei da Antologia “Ultrapassando Fronteiras", da Editora Café Cultural Limão Doce, da cidade de Piracicaba, E.São Paulo. Tenho poesias publicadas no Jornal “A PALAVRA” Alegre -Espírito Santo.Tenho poesias publicadas em vários Sites da Internet, além ter uma página no Site www.Sardenbergpoesias.com.br, Onde colaboro na parte de Poetas Consagrados. Recentemente foi publicado o meu livro “SÓ POESIAS", pelo Grupo Editorial, Celeiro de Escritores, Santos SP.

Hilda Persiani de Oliveira
NICK : Hilda Persiani
Curitiba, 15/10/2010
Site www.Sardenbergpoesias.com.br


OUTONO E INVERNO
 

Gosto de olhar através da minha janela
As tardes de outono, o sol se escondendo,
As folhas caindo... A paisagem já não é bela,
Os pássaros aos poucos vão desaparecendo.

O ar mais fresco, minha face acaricia,
Procuro vislumbrar nessa transformação
A semelhança com a vida, que dia a dia
Vai modificando o exterior e o coração...

Mas tudo acontece tão naturalmente,
O Outono da vida devagar vai chegando
E nos vai transformando tão sabiamente.

Ela é sutil, que nós nem vamos notando...
De repente o outono passa, nem percebemos,
Chega o inverno da vida e já envelhecemos!...

Hilda Persiani
Curitiba, 03/04/2010

 

 

12 - IONE RUBRA ROSA

Professora de Português há 25 anos, efetiva na E.E.Professora Yolanda Araújo Silva Paiva - Cananeia - SP; Diretora de Departamento de Educação Municipal do Município de Cananeia-SP, de 2005 a 208; Idealista, ama ensinar. Acredita que a Educação pode transformar as pessoas; Leitora voraz, aprendiz de escritora, sonha em publicar um livro algum dia; Escreve no site Recanto das Letras; Desenvolve com seus alunos o projeto "Aprendizes da Poesia", com 2 livros editados; Sonha com um mundo melhor e pleno de paz.
http://www.ionebarbieri.recantodasletras.com.br/publicacoes.php


REENCONTRAMO-NOS...

 

Em meio a um imenso turbilhão...
Reencontramo-nos
E no mesmo instante
O nosso amor se fez presente
Sincero, puro e belo como antes.
Estivemos muito tempo perdidos,
Mas nos achamos,
Aparamos todas as arestas
E percebemos que...
Não existiam mágoas,
Nem feridas,
Nem cicatrizes.
Apenas lembranças de momentos bons.
Lembranças de momentos de amor.
Reencontramo-nos...
E agora sabemos que é para sempre!

Ione Rubra Rosa
09-04-2012

 

 

13 – ISABEL CRISTINA SILVA VARGAS

Isabel C.S.Vargas, professora, advogada, aposentada no serviço público, jornalista. Especialista em Linguagem e Tecnologias, com cerca de trezentas publicações no Diário da Manhã- Pelotas RS e no seu site:http://www.isabelcsvargas.com. Membro da AVSPE- BC-SC, da Associação Poetas Del Mundo (Chile), Clube Brasileiro da Língua Portuguesa-BH-MG, Portal do Poeta Brasileiro, Confrades da Poesia, Portugal, da União Hispanoamericana de Escritores. Portal CEN-Portugal. Participa da CBJE, além de mais uma centena de publicações em livros. Recebeu diversas premiações, entre elas 1º lugar em conto e crônica, menções honrosas, destaques em crônica, contos e poesia. Prefaciou obras para a Editora Celeiro de Escritores, além de revisão literária. Publicações na R. Eletrônica Lápis e Luz, no Varal do Brasil (Suíça)

Outros links:
http://ainternacionalpoetasdelmundo.blogspot.com.br/2012/04/memb o-isabel-cristina-silva-vargas.html
www.isabelcsvargas.com
http://www.icsvargas3.blogspot.com.br/
http://icsvargas.bloguepessoal.com/



DIA DO TRABALHO

É pela força do trabalho
Honesto, digno
que o homem se enobrece
e à Nação engrandece.
Como engrenagem de imensa máquina,
-Por momentos fria e sem piedade-
todos tem seu valor
do mais simples operário
ao mais letrado doutor.
Por isso neste 1º de maio
nossa homenagem sincera
ao homem, à mulher,ao aposentado
que muito já trabalhou,
ao aprendiz-que assim sempre se sinta-
para muito realizar
e nobres exemplos seguir,
pois é desse incessante labor,
que o Brasil necessita
para a todos seus filhos
uma vida digna proporcionar.
Salve trabalhador
dos canaviais ao pescador,
da indústria ao lavrador,
pois todos simbolizam
os mais nobres ideais de liberdade.

Isabel C S Vargas

 

 

14 – IZABEL GONÇALVES DIAS

Izabel Gonçalves Dias, embora tenha o sobrenome do poeta não tem nenhum parentesco com o mesmo, só a adoração por poesias. Ler sempre foi meu prazer, porém escrever poemas é uma novidade maravilhosa em minha vida .Não me considero poeta, apenas uma aprendiz que está adorando colocar em palavras o que está no coração.
Outros links em que os amigos podem me ler:
Meu blog pessoal: http://bel-os-dias.blogspot.com/
Recanto das Letras:http://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=21291
Alma de poeta: http://www.almadepoeta.com/izabel_dias.htm
Revistas de poesias Antonio José: http://poetisaizabeldias.blogspot.com/



S E N S A Ç Õ E S

Respostas que chegam ao acaso
de perguntas que não fiz.
Lembranças de momentos fugazes.
Conhecer sem entender.
Sei que já estive aqui.
Já pisei neste solo; nesta grama.
Abracei-te em algum lugar.
Sou parte do que não tenho.
Não sou daqui, nem daí.
Sou de lá.
Mas, quando lá chegar,
Não sei...
Nos lugares em que morei,
faltava algo meu e noutros,
onde nunca estive (eu acho),
senti meu cheiro nas paredes.
O porta-retrato continuava o mesmo,
mas a saudade era de outro rosto...
Sensações des(conhecidas).
Sem tentar entender,
tenho que aceitar ou rejeitar.
Livre escolha do sentir...

Izabel Dias

 

 

15 - IZILDA DE JESUS MONTEIRO ALVES

Nasci em São Paulo, sou mãe, sou avó, perdidamente apaixonada por gatos, muito sensível e emotiva, as vezes, não sei como lidar com a minhas emoções, amo músicas e poesias, choro com muita facilidade. Quando adolescente, adorava responder os questionários das amigas em forma de versos, mas não sou poetisa e sim uma aprendiz!
Estou recentemente engatinhando para a poesia, ou melhor, rascunho sentimentos que afloram em meu coração, que através das escritas, posso sonhar, imaginar e subir nas estrelas, brincar e balançar na lua, alcançando o mais alto vôo no patamar do Universo que é o amor e a poesia...


MESMO QUE A CHUVA VOLTAR

Enquanto a chuva não vem
Contigo eu vou encontrar
Fazer o que a gente deseja
Esperando a noite chegar...

Que o vento venha mansinho
Feito suave sonata de amor
Espalhe sobre nosso ninho
Doce perfume, pétalas de flor.

Se a chuva teimar e não chegar
Convido então a lua e as estrelas
Para que fiquem no céu a brilhar
Com meu manto, irei enaltecê-las

Feliz então quando o dia raiar
Nossos desejos enfim se unir
Pode então a chuva surgir...
Mesmo assim estarei a sorrir!

Izilda

 

 

16 - J ESTANISLAU FILHO


O escritor e poeta J Estanislau Filho, residente em Contagem há mais de 30 anos já publicou sete livros e lançou recentemente o oitavo, Crônica do Amor Virtual e Outros Encontros. Autor, entre outros, de Crônicas do Cotidiano Popular, Filhos da Terra (crônicas), Todos os Dias são Úteis e Palavras de Amor (poesias). Participou de várias antologias, como Poetas Gerais das Minas (1984); Antologia Poética, pela Triart Editora (2001). Estanislau faz parte do Portal Cen e da AVSPE (Academia Virtual Sala dos Poetas e Escritores). Os livros do autor podem ser adquiridos no próprio site do autor www.jestanislaufilho.prosaeverso.net ; ou em www.protexto.com.br e
www.biblioteca24x7.com.br .



A MOÇA DO VIOLONCELO

Os acontecimentos daquela noite premonitória mudariam completamente os rumos da vida de William Schlesinger. Sua adorável mãe tentou dissuadi-lo enquanto vestia o terno novo e se perfumava. Meu filho, fique em minha companhia, não saia, pressinto algo ruim, disse alisando carinhosamente os cabelos do filho. Ah mamãe, não perderei o espetáculo dessa noite, talvez seja o último! Trata-se David Gilmour in Concert, comprei o ingresso, respondeu sem esconder o enfado.Deixou-a sozinha com lágrimas nos olhos e partiu. A pobre senhora, desde o suicídio do marido, tornara-se uma pessoa amarga, na visão do filho único. Agarrava-se a ele como tábua de salvação.
O teatro estava lotado. Como de hábito, Schlesingir encontrava-se na primeira fila, próximo ao palco. Só ia a espetáculos se encontrasse bilhete na primeira fila, no máximo na segunda. Nessa noite sentia-se personagem especial. E de fato seria. Nesse exato momento a mãe chorava de solidão. William ficava irritado com os clamores da mãe.
Não foram poucas as vezes em que disse a ela palavras ríspidas: tenha paciência mãe, me deixe em paz, que merda!
Tivesse atendido aos seus apelos, não viveria esse inferno hoje...
David Gilmour iniciou os famosos acordes dissonantes de Shine On You Crazy Diamond, seguidas de Terrapin, Fat Old Sun… Sentiu um arrepio. Mas foi quando a moça do violoncelo entrou, que seu sangue circulou desordenadamente nas veias. Entrou como uma poderosa deusa, vestido longo, cor de vinho tinto com listas negras, negras rubras em forma de arabescos, cabelos ruivos batendo nos quadris, tendo algumas mechas cobrindo ligeiramente seus olhos castanhos claros. Sentou-se consciente de seu poder. Abriu as pernas com elegância suave, levantou
o vestido até a altura dos joelhos e encaixou o instrumento entre as pernas... Nosso personagem não tirava os olhos da moça do violoncelo.
Os fantásticos acordes de David pareciam sair de dentro dela. O mundo girava em torno da moça. Seus movimentos concatenados foram se apossando do íntimo de sua alma. Olhar sedutor, cabelos balançando, doces lábios. O desejo de acariciar sua pele o levaria ao delírio.
Quando os primeiros acordes Je Crois Entendre Encore soaram, seu coração descontrolou-se. E chorou, chorou... Chorou como criança. E soluçou. Soluços que sulcaram fundas fendas. Precisava falar com ela. Mais que falar, ouvir. Aproveitou o momento em que ela se dirigia ao camarim, pois a música seguinte não exigia a sua participação, e a seguiu discretamente. Teve sorte ao driblar a vigilância. Ela encontrava-se sentada de frente ao espelho, reparando a maquiagem. Meu Deus, dai-me força! As pernas tremiam; o coração saía pela boca. Ela o olhou de viés, com ar de desdém. Foi como uma facada no peito. Ao se aproximar, ela ergueu o revólver em sua direção. Trêmulo, disse que só queria admirar sua beleza. Ela o obrigou a ficar de joelhos. Depois ordenou que lhe beijasse os pés. Beijou-os com sofreguidão. Em êxtase. Em seguida puxou-o pelos cabelos e disse saia daqui antes que eu o mate. William não se moveu. Desafiou-a: mate-me se for capaz. De fato preferia morrer, se ela não o ouvisse ao menos. Ela aquiesceu. Eu te amo. A moça deu um riso de escárnio. Imbecil, não sou mulher para o seu bico, disse dando-lhe as costas, após colocar o revólver sobre o birô. Schlesinger entendeu o gesto como um convite. Alguém bateu à porta com os nós dos dedos e perguntou: está tudo bem? Ela respondeu, tudo bem. Não teve dúvidas, ela também o desejava. Aproximou-se e abraçou-a por de trás. Em seguida conduziu a mão trêmula entre suas coxas macias. Serpenteou os dedos sob a calcinha e tocou o clitóris úmido. Mas foi interrompido, pois a moça do violoncelo precisava retornar ao palco. Após se recompor retirou-se, lançando-lhe um olhar sensual, eu voltarei para deixar-lhe louco, disse fechando a porta.
De Comfortably Numb William Schlesinger só ouvia os acordes do violoncelo enlouquecido. Última canção, que ficaria gravada em seu conturbado sentimento.
Ela voltou ao camarim e puxou-o pelo braço, conduzindo-o ao seu quarto privativo. William a seguiu como cão fiel. Fique deitado aí, quieto – ordenou-lhe. Em seguida a moça foi tirando peça por peça de seus trajes, sob o olhar indescritível do rapaz. A sua beleza escultural o atordoava. Inteiramente nua, ela apanhou o violoncelo, que se encontrava sobre a cama, ao lado de William. Sentou-se e o encaixou entre as pernas. Suavemente fez um solo de La Mer. Ao final, levantou e se vestiu. Schlesinger, depois de ir ao orgasmo, caiu em prantos. Está satisfeito? Agora, retire-se – ordenou. William continuava chorando e dizendo frases, que escapavam ao entendimento da moça do violoncelo. Minha querida mãezinha, o que será de você? Minha vida acaba aqui... Sou seu filhinho querido, mamãe, não a abandonarei... A moça ameaçou: saia imediatamente daqui, maluco, antes que eu chame os seguranças.
Em seguida um tiro ecoou no recinto. William tirou o revólver que trazia escondido no cós da calça e atirou. A moça tombou sobre o violoncelo e o sangue se espalhou. Depois de alguns minutos os seguranças arrombaram a porta e se depararam com a cena: William Schlesinger, filho único de Margareth Blair dedilhando o violoncelo ensanguentado, ao lado do corpo inerte. O que se seguiu está registrado nas reportagens do tabloide sensacionalista The Sun. William encontra-se na prisão e recebe semanalmente a visita da mãe, mas ele parece não vê-la. Passa o tempo todo com o fone no ouvido, escutando Je Crois Entendre Encore.

 

 

 

17- J.HILTON

J.Hilton, nasceu no sudoeste do estado de Minas Gerais, Brasil, Autor de 3 livros de poesias: “Laços de sangue”; “Choro de sangue” e “Inversos”.
Participou das antologias: “Associação Internacional Poetas del Mundo”, organizado pela poetisa Deslanieve Daspet;
“Um canto de Amor”-Mil poemas a Pablo Neruda, organizado pelo poeta chileno Alfred Asis;
“Antologia poética –Chile – Tomo I”, organizado pelo Poeta e fundador do Poetas del mundo, Luis Arias Manzo.
Compôs em parceria com Lázaro Mariano as música “rio abaixo”, “Dor de candura”, “Canção para Cris”, “Abatirá” e “Recordação”.
Registrou os cadernos com letras para músicas “Enigmas de sonhos” e “Estranho desejo”
www.josehiltonrosa.recantodasletras.com.br
http://www.caestamosnos.org/autores/autores_j/Jose_Hilton_Rosa.htm
http://a-internacionalpoetasdelmundo.blogspot.com.br/2012/04/membro-jose-hilton-rosa.html


UMA FONTE

Como uma gota de vinho,
uma cor vinho na água clara,
uma lágrima nem o cala,
uma árvore de pinho;

Seu cheiro é a prova
trabalho e suor
tudo me apavora
o medo do horror;

Sento para me acalmar,
sofro com o desenrolar,
falo a língua do lar,
fazem me calar!

Sofro com seu grito
sonho com isso
me abro para o diálogo,
o que digo outros negam!

Uma lâmina que corta,
sofro com tudo que conta,
o desabafo não ouço,
um grito de novo.

J.HILTON

 

 

18 - JOÃO FURTADO

 Nome - João Pereira Correia Furtado (João Furtado)
Data de Nascimento 29 de Novembro de 1958
Local – Ilha do Príncipe, S. Tomé e Príncipe
Residência – Praia, Cabo Verde.
Sou casado com Isabel de Sousa Furtado aos 28 anos e com 4 filhos e dois netos. Duas sobrinhas que criamos desde os 2 anos de idade.
Sou filho de pai Cabo-Verdiano e Mãe Guineense. Nasci e cresci na comunidade emigrante Cabo-verdiano. Também tenho de confessar que senti-me sempre um estrangeiro na terra onde nasci.
Tenho várias formações profissionais de Meteorologia e de Companhia aérea, sendo estas, formações comerciais.
Escrevo como passatempo e quando sinto vontade, não sou poeta nem escritor.
É verdade, sou muitíssimo tímido.
Já participei com poemas no jornal “Cabo Verde connections”. Também participei no Liberal online e a Semana Online, entretanto com contos, poemas e crónicas.
Tenho participado com contos e poemas e crónicas no Jornal RAIZONLINE.
Sou membro da U.L.L.A – Associação Lusófona das Letras e das Artes, SOCA – Sociedade Caboverdeana de Autores, Movimento Poetas Del Mundo.
Participei em três Antologias:
Antologia de amor da ULLA.
Antologia do Selencio da ULLA.
primeira Antologia dos Poetas del Mundo.
Obras publicadas:
A Arvore de Fruta-Pão e Outros Contos – Contos – Editora Temas Originais.
A Terra e a Guerra Pela Paz – Vol. I – Poemas – Edium Editora!
A Terra e a Guerra Pela Paz – Vol. II – Poemas – Edium Editora
Obras por publicar:
A Terra e a Guerra Pela Paz – Vol III
Co-Autoria em:
Olhares de Saudade – Romance em parceria com a poetisa e escritora Arlete Piedade!
O Drama de Reencontro – Romance poético, em parceria com a poetisa Artemisa Ferreira! (à publicar brevemente!)
O Drama do Abandonado – Romance poético, em parceria com o poeta e desenhador Alvaro Cardoso! (quase concluído)
Na Ilha do Sal - Romance poético, em parceria com a poetisa e escritora Arlete Piedade! (Na elaboração)
Criei o meu próprio blog
http://joaopcfurtado.blogspot.com
Além de ter trabalho espelhado por vários blogs e sites:
Http://depressaoepoesia.ning.com
http://www.raizonline.org/joaofurtado.htm
http://www.joaquimevonio.com/espaco/joao_furtado/joao_furtado.html
http://www.osconfradesdapoesia.com/Biografia/JoaoFurtado.htm
http://www.fotolog.terra.com.br/joper_poemas http://www.fotolog.terra.com.br/joper .
http://maduraliberdade.blogspot.com/
www.poetasdelmundo.com/



HOJE É O TEU DIA

 
Hoje é o teu dia nossa Mãe-Terra
E todos nós que somos teus filhos
Desde os unicelulares as baleias
Os Vegetais e os animais... Teus orgulhos
Tu Mãe do seco vale e da húmida serra!

Hoje é o dia da tua homenagem
E eu vou lembra-me das palavras
Para ti dizer, as mais lindas e amorosas
Serão formadas com doiradas letras
E falarão da tua maternal coragem!

Hoje sentes, minha Mãe-Terra, dos teus filhos
Todas as mais barbaras e cruéis agressões
Teus seios, antes viçosos, estão secos
Os teus humanos filhos não têm corações
Por míseros protestos, secaram até teus olhos!

Mas tu, Mãe-Terra, como todos as mães do mundo
Só sentes por eles muita e muita compaixão
E tiras o pão para todos teus filhos do nada
Que cada vez mais tens no teu sofrido coração...
Mereces, te peço Mãe-Terra, este poema querido!

João Furtado,
Praia, 06 de Maio de 2012

 

 

19 - KÁTIA PÉROLA

Kátia Claudino Caetano Pereira, a “Kátia Pérola”, nasceu no berço de José Claudino Caetano e de Odíla Scavassa Caetano. Acordando ao mundo em Assis-Sp em 03 de fevereiro. Ourinhos, São Paulo é agora o reduto de seus sonhos e escritos. À flor da pele é fruto de um convite ao qual abraçou sendo seu primeiro E-book. Entre o seu currículo como poeta está à participação na Antologia Delicatta IV Prosa, Livro Poesia do Brasil Volume 10 - Proyecto Cultural Sur - Brasil - XVII Congresso Brasileiro de Poesia Bento Gonçalves/RS - Outubro 2009, Poeta, Mostra A tua Cara Volume 6 - XVII Congresso Brasileiro de Poesia Bento Gonçalves/RS - Outubro 2009, II Encontro de Poetas/Salto/SP - Poesia e Encontro - Outubro 2010, E-book Nuances - Poemas A Flor Da Pele 5 anos e em concursos de poesias na sua cidade. Antologia II° Concurso De Poesias Cidade De Ourinhos /SP de 2009, Antologia III°Concurso De Poesias Cidade De Ourinhos /SP de 2010, Antologia II Da Revista De POESIAS - Organização Antônio Poeta _ Janeiro de 2011 e Antologia Melhores Da Poesia Brasileira - Organização Jane Rossi e Monica Rosenberg. Suas linhas inspiradoras são soltas a olhos atentos e apaixonados em vários sites de exposição poética.
Alguns locais onde me encontrar:
http://katiaperola.blogspot.com/
http://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=36563
http://poesiaskatiaperola.blogspot.com/



PERDÃO AMOR

Fiz uma viagem no esquecimento
Por falha maior data de teu nascimento.
Você me prende tanta a atenção.
Levou-me a extrema paixão.

E por tantos momentos em dedicação.
Assim despercebido o olhar no calendário
E no meu mais íntimo imaginário.
Teu amor fez me perder

No recordar tanto prazer
De ao teu lado viver.
Posso o perdão pedir
Esquece se a data.
Jamais o amor por ti, que já eternizei.

Kátia pérola
Ourinhos – SP/Brasil

 

 

20 – LAILTON ARAÚJO

Lailton Araújo nasceu em Sertânia, Pernambuco, Brasil, em 1959. É músico, compositor, cantor, ambientalista, pesquisador de ritmos regionais brasileiros, escritor e ex-professor (não formado) do Cursinho Pré-Vestibular Educafro, onde lecionou as disciplinas: biologia e geografia. Trabalha há 30 anos na área cultural, atuando como empresário de eventos, marketing e diretor fonográfico. Desenvolve o trabalho solo Voz, Violão e Natureza. É também vocalista da Banda Moxotó, grupo pernambucano. Atua ainda como produtor artístico de Anastácia, Banda de Pífanos de Caruaru e Oswaldinho do Acordeon. Realizou quase 1500 eventos.
Links - Blogs / Sites
http://pernambucoeomundo.blogspot.com/
http://perse.doneit.com.br/paginas/DetalhesLivro.aspx?ItemID=1685
http://www.youtube.com/lailtonaraujo


LIÇÕES DE VIDA DA NATUREZA

Quando não se fala, vê e ouve nada
É o sol ou solidão no meio do Sertão
Parece uma flor de cactos, colorida
Ou brisa da noite, no fim de estação
A fé balança, no riacho, na canoa
Qualquer pessoa esquece a oração
Na colheita da plantação, ressurgirá
A semente do novo modo de plantar
O ser humano sente a dor no coração

O abandono é mais um saco utilizado
Sem o rótulo do que tinha no interior
É o começo da tempestade tropical
Onde ventos destroem o barco a vapor
Com adeus, sem adeus, só Deus sabe
Os cacos que ficaram de um sofredor
É igual a dormir e sonhar sem jeito
Na visão de quem ama sem um beijo
O ser humano chora lágrimas de amor

A tristeza machuca igual à agressão
O silêncio é masmorra de condenado
Nos tribunais, a vida busca a defesa
Com palavras da lei e atitudes de fato
Se o choro é o segredo da humildade
O forte rir das lágrimas do corpo fraco
As gotículas nas folhas ao amanhecer
Fazem a velha planta, brotar e crescer
O ser humano aprende com outro lado

Lailton Araújo

 

 

 

 
Para índice                                         para 4ª pág.