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a voz de meu Pai:
- Irene, a galhofa nunca mais
acaba ? Vem mas é deitar-te …”
Nos dias seguintes, as minhas
“santas” tias tentaram
chatear-me ao tratarem-me por
“Sr. Engº. Carlos”.
Tantas peripécias que passámos
junto que daria quase um
romance.
Minha querida e extremosa Mãe e
também, em certas altura,
cúmplice de diabruras da
juventude, estou aqui muito
comovido a recordar estes e
outros factos da minha (ou
nossas) vidas.
Teu filho Carlos – para ti, o
Carlitos.
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