Dia Internacional da Eliminação

da Violência contra a Mulher

 

25 de Novembro

 

 

 

 

 

Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro

 

Formatação: Iara Melo

 

 

As mulheres continuam ser vítimas de todas as formas de violência em todas as regiões, países e culturas, independentemente do seu rendimento, classe, raça ou origem étnica.



"O Homem é o único animal que se diferencia dos
demais por agredir as suas fêmeas." Jack London



A violência física é uma das expressões extremas das contradições de género, que revela a crueza e profundidade do problema. É no espaço doméstico que ela é mais frequente e apresenta variadas formas. Contrariando o senso comum, as pesquisas indicam que o lugar menos seguro para a mulher é a sua própria casa. Segundo dados mundiais, o risco de uma mulher ser agredida em casa, pelo marido, ex-marido ou actual companheiro, é nove vezes maior do que o de sofrer alguma violência na rua.


Escondida pela cumplicidade da sociedade e pela impunidade, a violência contra a mulher ainda é um fenómeno pouco visível. Os casos que chegam às autoridades são apenas a ponta do iceberg. Os registos de ocorrência nas polícias revelam um número significativo de casos provenientes das classes alta e média alta, contrariando a tese, de que a violência contra a mulher, é apenas o resultado de uma cultura da pobreza ou da baixa escolaridade.


Neste dia, também, relembramos com grande revolta os milhões incontáveis de mulheres que em todo o mundo são forçadas as sair das suas casas por guerras, violência e completa pobreza. O nosso coração está com as mulheres que padecem nas prisões como prisioneiras políticas ou como meras vítimas do injusto sistema implantado secularmente.


O dia 25 de novembro foi eleito como o Dia Internacional de Combate à Eliminação da Violência contra a Mulher, em homenagem às irmãs revolucionárias Mirabal - Patrícia, Minerva e Tereza, presas, torturadas e assassinadas em 1960 a mando do ditador da República Dominicana Rafael Trujillo.


Faz-se sentir uma política global de igualdade no trabalho que articule as suas diversas vertentes – empenhamento político, programas, contratação colectiva, legislação, fiscalização.


Eliminação das discriminações existentes e aplicação rigorosa do princípio constitucional "a trabalho igual salário igual".


          Respeito pelo exercício dos direitos, nomeadamente dos associados à maternidade e à paternidade.


          Combate à precariedade do emprego e eliminação dos incentivos ao trabalho a tempo parcial.


          Implementação de uma rede pública de educação pré-escolar, universal e gratuita para crianças dos 3 aos 6 anos.


          Reforço do investimento público visando a criação de infra-estruturas para apoio à maternidade e à infância no mundo rural e zonas suburbanas.


 

Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro – Marinha Grande – Portugal

 

 

Envie esta Página aos Amigos:

 

 

 

 

Por favor, assine o Livro de Visitas:

 

 

 

Todos os direitos reservados ao Portal CEN
Página criada por Iara Melo
http://www.iaramelo.com