As mais antigas celebrações do Dia
da Mãe remontam às comemorações
primaveris da Grécia Antiga, em
honra de Rhea, mulher de Cronos e
Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas
comemorativas do Dia da Mãe eram
dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses
romanos, e as cerimónias em sua
homenagem começaram por volta de 250
anos antes do nascimento de Cristo.
Durante o século XVII, a
Inglaterra celebrava no 4º Domingo
de Quaresma (40 dias antes da
Páscoa) um dia chamado "Domingo da
Mãe", que pretendia homenagear todas
as mães inglesas. Neste período, a
maior parte da classe baixa inglesa
trabalhava longe de casa e vivia com
os patrões. No Domingo da Mãe, os
servos tinham um dia de folga e eram
encorajados a regressar a casa e
passar esse dia com a sua mãe.
À medida que o
Cristianismo se espalhou pela Europa
passou a homenagear-se a "Igreja
Mãe" – a força espiritual que lhes
dava vida e os protegia do mal. Ao
longo dos tempos a festa da Igreja
foi-se confundindo com a celebração
do Domingo da Mãe. As pessoas
começaram a homenagear tanto as suas
mães como a Igreja.
Nos Estados Unidos, a
comemoração de um dia dedicado às
mães foi sugerida pela primeira vez
em 1872 por Julia Ward Howe e
algumas apoiantes, que se uniram
contra a crueldade da guerra e
lutavam, principalmente, por um dia
dedicado à paz.
A maioria das fontes é
unânime acerca da ideia da criação
de um Dia da Mãe. A ideia partiu de
Anna Jarvis, que em 1904, quando a
sua mãe morreu, chamou a atenção na
igreja de Grafton para um dia
especialmente dedicado a todas as
mães. Três anos depois, a 10 de Maio
de 1907, foi celebrado o primeiro
Dia da Mãe, na igreja de Grafton,
reunindo praticamente família e
amigos. Nessa ocasião, a sra. Jarvis
enviou para a igreja 500 cravos
brancos, que deviam ser usados por
todos, e que simbolizavam as
virtudes da maternidade. Ao longo
dos anos enviou mais de 10.000
cravos para a igreja de Grafton –
encarnados para as mães ainda vivas
e brancos para as já desaparecidas –
e que são hoje considerados
mundialmente com símbolos de pureza,
força e resistência das mães.
Segundo Anna Jarvis seria
objectivo deste dia tomarmos novas
medidas para um pensamento mais
activo sobre as nossas mães. Através
de palavras, presentes, actos de
afecto e de todas as maneiras
possíveis deveríamos
proporcionar-lhe prazer e trazer
felicidade ao seu coração todos os
dias, mantendo sempre na lembrança o
Dia da Mãe.
Face à aceitação geral, a
sra. Jarvis e os seus apoiantes
começaram a escrever a pessoas
influentes, como ministros, homens
de negócios e políticos com o
intuito de estabelecer um Dia da Mãe
a nível nacional, o que daria às
mães o justo estatuto de suporte da
família e da nação.
A campanha foi de tal
forma bem sucedida que em 1911 era
celebrado em praticamente todos os
estados. Em 1914, o Presidente
Woodrow Wilson declarou oficialmente
e a nível nacional o 2º Domingo de
Maio como o Dia da Mãe.
Hoje em dia, muitos de nós
celebram o Dia da Mãe com pouco
conhecimento de como tudo começou.
No entanto, podemos identificar-nos
com o respeito, o amor e a honra
demonstrados por Anna Jarvis há 96
anos atrás.
Apesar de ter passado
quase um século, o amor que foi
oficialmente reconhecido em 1907 é o
mesmo amor que é celebrado hoje e, à
nossa maneira, podemos fazer deste
um dia muito especial.
E é o que fazem
praticamente todos os países, apesar
de cada um escolher diferentes datas
ao longo do ano para homenagear
aquela que nos põe no mundo.
Em Portugal, até há alguns
anos atrás, o dia da mãe era
comemorado a 8 de Dezembro, mas
actualmente o Dia da Mãe é no 1º
Domingo de Maio, em homenagem a
Maria, Mãe de Cristo.
Há historiadores que
reclamam as comemorações do Dia da
Mãe às mais antigas festividades
decorrentes na Grécia antiga,
aquando da Festa da Primavera, na
qual se honrava a Mãe dos Deuses -
Rhea. Na mitologia grega, Rhea foi a
mãe de Zeus e irmã de Kronos,
considerada como uma das mais
influentes deusas em Creta, Arcadia
e Phrygia. Assim como a deusa Gaia,
Rhea seria também considerada a mãe
de todos os Deuses.
Também em Roma, a Mãe era
celebrada em honra de Cybele, a mãe
dos deuses romanos, mesmo antes do
nascimento de Cristo.
No século XVII, a
Inglaterra popularizou o "Domingo da
Mãe" nos dias que antecediam o
Domingo de Páscoa, como homenagem a
todas as mães de Inglaterra, sendo
mesmo concedido um dia de folga para
que se celebrasse este dia na sua
plenitude.
O Cristianismo instituiu a
festa da "Igreja Mãe", verdadeira
força espiritual capaz de proteger
os homens de todos os males.
Habitualmente, esta festa da Igreja
fora sendo associada também à
celebração do "Domingo da Mãe".
Também no continente
Americano, mais concretamente nos
Estados Unidos, as comemorações do
Dia da Mãe foram sugeridas, pela
primeira vez, por Julia Ward Howe no
ano de 1872, um dia cujo significado
fora assumidamente associado a um
dia de Paz contra o flagelo da
Guerra Civil.
Porém, o verdadeiro Dia da
Mãe é comumente associado a Anna
Jarvis.
Aos 41 anos de idade,
Jarvis perdera a sua mãe. Com sua
irmã Elisinore, sentiram a sua
grande e irremediável perda
levando-as a reflectir sobre o facto
de não existirem demonstrações
concretas de apresso para com as
mães.
Anna Jarvis decidiu fazer
algo, na esperança de que a
celebração de um dia dedicado à Mãe
iria estimular a estima e
consideração dos filhos para com os
seus pais, para além de incentivar
os laços familiares.
Mas foi em 1907 que Anna
empreendeu o esforço necessário à
instituição do Dia da Mãe. Com a
ajuda de seus amigos, empreendeu uma
campanha por correio com vista a
obter apoio de congressistas,
políticos influentes e
personalidades da sociedade
norte-americana, com o objectivo de
ser oficialmente declarada uma data
comemorativa do Dia da Mãe.
Os seus esforços goraram o
efeito desejado, e foi a 10 de Maio
de 1908 que, pela primeira vez, numa
cerimónia religiosa, Anna Jarvis
honrou sua Mãe.
Para adornar a cerimónia
foram utilizados cravos vermelhos, a
flor favorita da mãe de Anna. Desde
então, os cravos vermelhos
converteram-se no símbolo da mães em
vida e os cravos brancos o símbolo
das mães que já partiram.
A primeira proclamação do
Dia da Mãe deu-se três anos depois,
em 1910, instituída pelo Governador
do Estado da Virgínia, Estados
Unidos. Um ano depois, o Dia da Mãe
foi a pouco e pouco sendo comemorado
em todas as partes do mundo, desde o
México, Canadá, Japão, no Continente
Africano e na América do Sul.
Em Dezembro de 1912 foi
criada a Associação do Dia
Internacional da Mãe com vista à
promoção generalizada desta
efeméride tão especial em todo o
mundo.
Em Portugal, o Dia da Mãe
foi comemorado, em tempos idos, no
dia 8 de Dezembro, dia de Nossa
Senhora da Conceição, a Padroeira de
Portugal. Também o Dia 13 de Maio é
ainda hoje associado às comemorações
da Mãe. Porém, actualmente foram
instituídas as comemorações do Dia
da Mãe, no primeiro Domingo do mês
de Maio.
Às Mães
- às Mães que apesar das
canseiras, dores e trabalhos,
sorriem e riem, felizes, com os
filhos amados ao peito, ao colo ou
em seu redor; e às que choram,
doridas e inconsoláveis, a sua perda
física, ou os vêem "perder-se" nos
perigos inúmeros da sociedade
violenta e desumana em que vivemos;
- às Mães ainda meninas, e
às menos jovens, que contra ventos e
marés, ultrapassando dificuldades de
toda a ordem, têm a valentia de
assumir uma gravidez - talvez
inoportuna e indesejada – por
saberem que a Vida é sempre um Bem
Maior e um Dom que não se discute e,
muito menos, quando se trata de um
filho seu, pequeno ser frágil e
indefeso que lhe foi confiado;
- às Mães que souberam
sacrificar uma talvez brilhante
carreira profissional, para darem
prioridade à maternidade e à
educação dos seus filhos e às que,
quantas vezes precisamente por amor
aos filhos, souberam ser firmes e
educadoras, dizendo um "não"
oportuno e salvador a muitos dos
caprichos dos seus filhos
adolescentes;
- às Mães precocemente
envelhecidas, gastas e doentes,
tantas vezes esquecidas de si mesmas
e que hoje se sentem mais tristes e
magoadas, talvez por não terem um
filho que se lembre delas, de as
abraçar e beijar...;
- às Mães solitárias,
paradas no tempo, não visitadas, não
desejadas, e hoje abandonadas num
qualquer quarto, num qualquer lar,
na cidade ou no campo, e que talvez
não tenham hoje, nem uma pessoa
amiga que lhes leia ao menos uma
carta dum filho...;
- também às Mães que não
tendo dado à luz fisicamente, são
Mães pelo coração e pelo espírito,
pela generosidade e abnegação, para
tantos que por mil razões não
tiveram outra Mãe...e finalmente,
também às Mães queridíssimas que já
partiram deste mundo e que por certo
repousam já num céu merecido e
conquistado a pulso e sacrifício...
A todas as Mães, a todas
sem excepção, um Abraço e um Beijo
cheios de simpatia e de ternura! E
Parabéns, mesmo que ninguém mais vos
felicite! E Obrigado, mesmo que
ninguém mais vos agradeça!
(Fonte: APFN - Associação
Portuguesa de Famílias Numerosas -
Trav. do Possolo, 11, 3º - 1350-252
Lisboa)
Os Signos e as Mãe
Carneiro - (21/03 a 20/04)
Embora não seja
particularmente uma figura maternal
nem a mãe mais afectuosa do zodíaco
é, sem dúvida, a mais encorajadora,
revelando-se uma excelente mãe ao
mostrar aos filhos o caminho a
seguir e ajudando-os a enfrentar,
com coragem e determinação, os
desafios da vida. Para além disto, é
uma mãe bastante afectuosa e
apaixonada. Os seus filhos terão
imensos beijos calorosos e abraços
apertados. Não é uma mãe permissiva,
pelo contrário, insiste sempre numa
disciplina rigorosa. As suas 'armas'
preferidas de psicologia são a
palmatória, histórias de fantasias
ao deitar e beijos de boa-noite.
Touro - (21/04 a 20/05)
A maternidade fica-lhe
muito bem. Normalmente é uma mãe
dedicada à casa e aos seus filhos,
não sendo ligada a extravagâncias da
vida. É o exemplo de uma mãe
generosa e afectuosa, preocupando-se
bastante com o bem-estar e conforto
dos filhos. Ela irá acariciá-los e
adorá-los mas, à medida que forem
crescendo, pode-se tornar demasiado
exigente e severa. A mãe Touro
zanga-se quando a sua disciplina é
contrariada. Não suporta a
desobediência e o desafio, e não
tolera a indolência e o desleixo.
Tirando isto, ela é uma boa mãe,
amiga dos seus filhos, defendendo-os
feroz e lealmente de coisas
exteriores.
Gémeos - (21/05 a 21/06)
Embora se tente adaptar a
uma figura materna exemplar, esta
não é de todo a sua prioridade. No
entanto, terá sempre uma boa relação
com os seus filhos, incentivando-os
nos estudos e a seguirem uma boa
carreira profissional. É uma mãe
prática, despachada, amiga,
companheira, intelectualmente
estimulante, alegre e risonha. No
afecto pode até revelar-se distante
mas nas ideias é muito próxima. Os
seus filhos podem nem sempre lhe
obedecer, uma vez que ela tende a
amolecer a cada dia que passa, mas
divertem-se sempre à custa do seu
sentido de humor. A sua imaginação
vai de encontro à dos seus filhos, o
que proporciona o divertimento
mútuo. É uma mãe tolerante mas
bastante exigente, por exemplo com
as notas escolares.
Caranguejo - (22/06 a
22/07)
A 'mãe-galinha' por
excelência. É dedicada aos filhos,
fazendo deles a sua vida. Talvez por
isto, as mães deste signo podem
tornar-se possessivas, manipuladoras,
ambiciosas e até mesmo autoritárias.
Os seus filhos encontram nela um
forte apoio e um refúgio. Ela
ajuda-os a encontrar o seu caminho
com compreensão e sensibilidade. O
calor do seu amor torna o seu lar
tão rico, confortável e
resplandecente como um palácio. Ao
tentarem proteger quem amam, têm
tendência a manter os filhos sob o
seu controle. A pior coisa que podem
imaginar é um dia os seus filhos
saírem de casa. A mãe Caranguejo
rege a maternidade e tem a mais
profunda consciência disso.
Leão (23/07 a 22/08)
Detentora de uma
personalidade bastante forte, a mãe
Leão é generosa, sempre orgulhosa
dos seus filhos, dedicando-lhes todo
o seu tempo, grandes quantidades de
afecto e outros recursos que
considere essenciais para a
felicidade deles. Para esta mãe,
será sempre um prazer poder
partilhar com eles a afectividade e
o quotidiano em geral. Não é difícil
para ela ver os defeitos nos seus
filhos e, quando isso acontecer,
pode ficar severa. Ela pode brincar
com eles e ter longas conversas, mas
também sabe ensiná-las a porem-se em
sentido como soldados, a polir as
suas maneiras e a obedecer aos mais
velhos. De certa maneira, pode
dizer-se que ela trata os seus
filhos como verdadeiros membros
estimados de uma família real,
profundamente amados, mas em troca
espera que eles se comportem
devidamente, principalmente em
público.
Virgem - (23/08 a 22/09)
É considerada aquele
protótipo de mulher dedicada ao lar
e aos filhos. Em geral é muito
perfeccionista, até mesmo na
educação dos seus filhos, onde
demonstra grande rigor. Deixar os
filhos na escola a horas e ir
buscá-los, levá-los ao médico e tudo
o que tenha a ver com a sua higiene,
são tarefas que a mãe de signo
Virgem faz com bastante precisão.
Exigente com a educação, é também
bastante preocupada com questões de
formação (ética e valores morais). É
provável que o seu filho nunca seja
visto a correr pela rua com o nariz
a pingar, a cara suja ou com ténis
rasgados. É, sem dúvida, uma firme
disciplinadora e nunca negligencia
as necessidades físicas, morais e
educativas dos seus filhos.
Normalmente são encantadoras,
divertidas, ternas, firmes e
procuram ensinar os bons hábitos. Em
tudo isto, ela coloca um toque de
ternura que diz aos filhos que o seu
amor é seguro.
Balança - (23/09 a 22/10)
Graciosa, meiga, detentora
de muito charme e poder de
persuasão, é uma mãe compreensiva
que sabe ouvir os seus filhos. No
entanto, e embora as crianças sejam
amadas e carinhosamente criadas,
virão muito depois de si. A mãe
Balança nunca admite que os filhos
desrespeitem o pai, ensinando-lhes
desde novos a abençoá-lo. Os seus
filhos nunca são negligenciados ou
ignorados mas se interferirem com o
descanso da mãe, ela pode-se tornar
bastante severa. Não admite que lhe
desobedeçam e, muito menos, que
entre eles exista qualquer tipo de
desentendimento e discussão. A sua
preocupação incide muito na educação
dos seus filhos, em especial no que
diz respeito às artes em geral, como
a música e a dança.
Escorpião - (23/10 a
21/11)
Embora possa faltar à
expressão do seu amor uma certa
ternura e demonstração clara, a mãe
Escorpião possui uma extrema
sensibilidade. Ela não deixa passar
despercebidos os talentos dos seus
filhos nem que se enferrujem. Para
tal, passa muitas horas
encorajando-os a objectivos
elevados, estando sempre pronta a
proporcionar qualquer apoio que
necessitem e a ensiná-los a encarar
as dificuldades com a sua própria
coragem. Os sentimentos em relação
aos filhos podem-se tornar tão
intensos, a pontos de lhe custar
observar a autonomia que adquirem à
medida que vão crescendo. Alguém que
ela imagine ser uma ameaça à
felicidade dos seus filhos, seja de
que maneira for e por muito ínfima
que seja, será esmagado.
Sagitário - (22/11 a
20/12)
Os filhos adoram a mãe
Sagitário, uma vez que é uma
verdadeira companheira das aventuras
e se diverte muito a brincar com
eles. Quase tudo o que faz, faz com
graciosidade e, tal como faz com os
adultos, os filhos recebem uma boa
dose do seu jovial optimismo e
observações francas. Se sobreviverem
à sua sinceridade, crescem a pensar
que ela é a melhor irmã mais velha
que alguma pessoa pode ter. A
honestidade serve muito para marcar
as personalidades deles. A mãe
Sagitário acredita muito no
potencial dos seus filhos e, por
isto, encoraja-os para os desafios
da vida. É independente e luta para
que os seus alcancem essa mesma
independência.
Capricórnio - (21/12 a
19/01)
Normalmente é bastante
calada e, aparentemente, mantém uma
postura fria e distante. No entanto,
embora de uma forma mais conceptual,
é bastante apegada aos filhos e
preocupa-se muito com a sua
formação. Os seus filhos são
extremamente delicados para os
parentes mais velhos, devido às boas
maneiras ensinadas por ela. Eles não
são muito apaparicados nem lhes é
permitido desobedecer
obstinadamente. Beijos pegajosos não
são muito bem recebidos mas poucas
mães são mais dedicadas que a mãe
Capricórnio que nunca está demasiado
ocupada para dar a sua atenção e
interesse aos seus filhos que são
ouvidos com toda a delicadeza.
Aquário - (20/01 a 18/02)
O seu amor pode ser
bastante terno, no entanto será
sempre vago e um pouco indefinido,
dado que a maternidade a deixa um
pouco confusa. Pode-se considerar
que uma mãe aquariana é moderna,
detentora de uma mente aberta. É
capaz de estar horas a conversar
alegremente com o seus filhos, ao
nível deles e sem maternalismos,
prescindindo das suas tardes para
trabalhar. As mães aquarianas nunca
são ferozmente protectoras em
relação aos filhos. No entanto, é
capaz de lhes transformar as
lágrimas em sorrisos em poucos
minutos. Uma característica que
normalmente agrada aos filhos é o
facto de estas mães encararem de
forma tolerante a comissão mais
inesperada. Com a sua forma
imparcial e independente, facilmente
conquista a confiança total dos
filhos. Mas a independência pode ser
tanta que faz com que seja pouco
dada a afectos.
Peixes - (19/02 a 20/03)
Meiga, sonhadora,
sensível, vaga, preocupada, a mãe
Peixes dá todo o seu coração aos
filhos, excepto o pedaço que guarda
só para si. São mulheres fantásticas
no que diz respeito a compreender a
timidez dos seus filhos e as
angústias de crescimento das suas
filhas. Acima de tudo, ela fará tudo
o que for necessário para que os
filhos possam ter tudo aquilo que
lhe foi negado em criança. É a favor
da partilha de experiências e de
afecto. Embora bastante carinhosa,
tende a descuidar-se das
necessidades mais terrenas dos seus
filhos.
Quando a Mãe se torna em
Sogra metediça ...
Muitas mulheres têm de
viver com o pesadelo de uma sogra
metediça. Esta situação tende a
piorar no caso das sogras que vivem
perto da residência do filhinho
querido e que todos os dias fazem
questão de comprovar com os próprios
olhos como é que a megera da nora
trata do seu rebento.
Para evitar que esta
situação assuma proporções
desastrosas, há que saber pôr um
ponto final nas visitas "daquela
santa" senhora.
Em primeiro lugar há que
ter a noção de que não existe uma
forma educada de dizer "vai-te
embora", mas, dada a necessidade de
tomar uma posição, podemos sempre
recorrer à diplomacia e ao tacto que
uma situação destas merece.
Assim, convença o seu
companheiro a falar com a mãe acerca
das visitas não anunciadas,
pedindo-lhe para ela telefonar antes
vir visitá-los.
Se esta solução não
resultar, e se estiver
suficientemente à vontade com a sua
sogra para lhe falar abertamente,
convide-a para tomar um chá, da
próxima vez que ela aparecer de
surpresa, e diga-lhe que apesar de
apreciar a sua companhia (mesmo que
tenha de esticar um bocado a
verdade), seria preferível que ela
avisasse antes de se decidir a
invadir a sua casa.
Se a "santa" da sua sogra
tiver dois dedos de testa, com
certeza perceberá a sua mensagem e a
coisa fica resolvida. Todavia, ela
pode ainda tentar fazer com que se
sinta culpada por lhe ter sugerido
que estava a mais. Neste caso tenha
um pouco de paciência, dado que a
mensagem já foi transmitida, mas
ainda vai levar algum tempo até ser
digerida. O essencial é que ela
fique com a noção de que você e o
seu companheiro são uma nova
família, à parte do resto dos
parentes e com direito a ter
privacidade dentro das suas paredes.
Nos primeiros tempos ...
Nos primeiros tempos, mamã
e bebé vivem uma relação tão
estreita que causa irritação que
outras pessoas tentem aproximar-se
do recém-chegado.
Durante a gravidez a mamã
leva o seu filho dentro da barriga
para onde quer que vá: ao
cabeleireiro, ao trabalho, a fazer
compras... E o bebé é da sua
exclusiva propriedade. No entanto,
nas últimas semanas da gravidez e
perante a aproximação da data do
parto, é frequente que comece a
fantasiar e a aperceber-se das "consequências"
que implica dar à luz o ser que hoje
a acompanha para todos os lados.
Entre outras, a mais importante é a
exclusividade que tinha e ainda tem,
no que diz respeito ao seu filho por
nascer, tarde ou cedo terá o seu
fim: depois do parto, a mamã deverá
partilhar o seu bebé com outras
pessoas.
E também com o papá. À
primeira vista, isto trata-se de um
facto natural que teoricamente não
deveria incomodá-la. No entanto, se
aprofundarmos um pouco, se a
incomoda! Ela desejaria ser a única
a encarregar-se do bebé, e que
nenhuma outra pessoa se aproximasse
dele. E é natural que trate de
provocar situações de todo o tipo
para que possa ser exclusivamente
ela não só a amamentá-lo, mas também
a dar-lhe banho, mudá-lo, levá-lo a
passear, levá-lo ao pediatra, etc.
Autorização para tocar
Quando o papá se aproxima
do bebé, a mamã não tem outro
remédio que não seja "dar-lhe
autorização" para tocá-lo. Mas
claro, só um bocadinho.
Curiosamente, não é raro que
exactamente nesse instante ela lhe
diga: "Viste que lindo? Mas, sabes?
O melhor é deixá-lo no berço porque
tem sono", ou "Dá-mo que ia
justamente mudar-lhe a fralda", ou
"Ia dar-lhe de mamar neste preciso
momento" ou... Quando os que se
aproximam do bebé são os irmãozitos,
as restrições são mais fáceis de
justificar:
"Cuidado, não lhe toques
que tens as mãozinhas sujas", ou
"faz-lhe uma festinha, mas aqui na
zona da fralda". A fantasia mais
comum da mãe é que possam magoar o
recém-nascido "sem querer...
querendo". Uma suspeita nem sempre
errada, já que para os irmãos mais
velhos o novo irmão "É muito bonito,
mas porque não o damos aos vizinhos
ou a esse teu amiguinho da escola
que não tem nenhum mano?".
Há mulheres que, uma vez
nascido o bebé, desenvolvem uma
preocupação quase doentia pela
higiene. Além da inquietação que
possam ter pela limpeza, esta é uma
excelente e elegante desculpa para
prolongar o tempo em que o
recém-nascido permanece "intocável".
Uma relação muito
particular
Quando uma mamã é
primípara, este fenómeno tão
possessivo pode ser muito
exacerbado, ainda que às vezes, pelo
desconhecimento próprio da primeira
vez, não se mostre tão ciumenta e se
comporte de maneira mais permissiva.
Logicamente, até que o sentimento de
propriedade se desenvolva
completamente: aí sim, não haverá
quem a trave! Nas que já tenham tido
filhos, a atitude perante o novo
bebé depende das experiências
anteriores; especialmente, da
maneira como viveram os puerpérios
anteriores.
No entanto, o que define a
relação inicial entre a mamã e o
bebé é a história pessoal de cada
mulher, dado que este novo vínculo a
remete, inexoravelmente, ao vínculo
primário com a sua própria mãe
quando era bebé. São as normais
vicissitudes daquela relação as que
se repercutirão na sua experiência
pessoal da própria maternidade.
O que se passa com as avós
No caso da avó materna, a
mamã será mais permissiva, sempre e
quando a avó adopte o seu lugar, e
não se sinta, actue ou tome
atribuições como se fosse a mãe do
recém-nascido. Não esqueçamos que já
desde a gravidez a avó materna (a
mamã da mamã) ocupa um lugar
central, junto com o papá e o
obstetra. No entanto, não sucede o
mesmo com a avó paterna: geralmente
irrita muito as mamãs que a sogra
tente aproximar-se do bebé.
E o papá, além de suportar
a sua própria exclusão, é o receptor
das frequentes queixas por parte da
sua esposa, pelas intromissões da
sua mãe ("Diz à tua mãe que não se
meta tanto", "Diz-lhe que não venha
tantas vezes seguidas cá a casa",
etc.). Como para a radiante mamã o
papá em alguns casos, pode ser o
terceiro, como qualquer outro, ele
pode entender e colocar-se mais
facilmente no lugar da sua própria
mãe, a sogra, e compreender que seja
lógico que esta queira ter o seu
netinho nos braços.
Neste contexto,
produzem-se importantes rivalidades
que podem manifestar-se em forma de
discussão: "Porque é que a tua mãe
te pode acompanhar ao pediatra, e a
minha não?", "Porque é que a tua mãe
o pode ter ao colo a tarde inteira,
e a minha não?". Obviamente, embora
não seja enunciada, a resposta é
"Porque é a minha mãe".
Meu e só meu
É certo que na grande
maioria dos casos a mamã não pode
sentir pelo recém-nascido aquele
amor que imaginou que a invadiria
desde o momento em que o tivesse nos
braços. No entanto, embora não sinta
vontade de levantá-lo, mimá-lo ou
tê-lo perto de si, tão pouco
permitirá que outros o façam.
De todas as maneiras, à
medida que passam as horas ou os
dias, o vínculo entre a mamã e o seu
bebé vai-se fortalecendo, e de "não
sentir nada" passará a ter uma
verdadeira "paixão". Às vezes o
click produz-se muito mais rápido,
como por exemplo, quando o menino
lhe oferece um sorriso e faz com que
ela se enamore no momento. A partir
desse momento já não haverá nada que
os consiga separar...
A Mãe e as Flores
CAMPAINHA-IMPERIAL - (de
06/01 a 02/02)
Com delicadas flores em
forma de taça, essa planta
desenvolve-se muito bem em
temperaturas amenas e em lugares
ensolarados, além de se adaptar a
qualquer tipo de solo. As pessoas
nascidas sob este signo são, a
exemplo da flor que as simboliza,
extremamente adaptáveis, amantes da
luz e do calor. Procuram
relacionamentos intensos e têm o dom
de transformar os obstáculos em
valiosas oportunidades de comprovar
o seu valor e alcançar a vitória. Às
vezes, parecem distraídas e um pouco
desligadas, mas esse alheamento não
é mais do que a expressão de uma
mente criativa e incansável, sempre
empenhada na procura de novos
horizontes. Para transformarem os
seus sonhos em realidade, precisam
de aprender a ter mais persistência
e a agir de forma mais objectiva.
FLOR-DE-LÓTUS - (de 03/02
a 01/03)
Essa flor, que nasce na
lama e se estica até ao céu,
empoeirada num caule muito comprido,
é o símbolo da pureza no Oriente. Na
Atlântida, ela representava a
essência pura que existe no íntimo
de cada ser. As pessoas nascidas sob
este signo são sensíveis e
intuitivas, embora tendam a adoptar
um comportamento rígido e objectivo
no dia-a-dia. São emocionalmente
vulneráveis e magoam-se com
facilidade, mas sabem esconder muito
bem esses sentimentos. Gostam de
ajudar os outros e podem
sacrificar-se pelo bem-estar dos
seus entes queridos. Para serem
felizes, querem estar em paz e em
harmonia com todos os que fazem
parte das suas vidas.
NARCISO - (de 02/03 a
21/03)
Conta-se que essa flor,
tão rara nos dias de hoje,
espalhava-se por todos os jardins de
Atlântida. As pessoas que nascem sob
o signo de Narciso destacam-se pela
sua habilidade em comunicar, pela
simpatia e pelo jogo de cintura que
lhes permite sair-se bem nas mais
diversas situações. São pacientes e,
quando necessário, agem com uma boa
dose de ousadia, o que lhes garante
sucesso em vários empreendimentos.
VIOLETA - (de 22/03 a
20/04)
A delicadeza é a principal
qualidade associada a essa flor. Por
isso, as pessoas que nascem sob o
signo de Violeta são discretas,
adaptam-se a quaisquer
circunstâncias e gostam de ajudar os
outros, sem jamais esperar
recompensas. Podem ter uma aparência
vulnerável mas possuem uma força de
vontade de ferro e grande firmeza de
espírito. Não toleram mentiras,
traições, demonstrações de egoísmo
ou ambição excessiva.
HIBISCO - (de 24/04 a
10/05)
Semelhante a uma taça, o
hibisco tem uma forma original e
harmoniosa. Pode ser branca, rosada,
amarela ou vermelha. As pessoas que
nascem sob o signo de Hibisco são
originais, abertas a novas
experiências, organizadas e
extremamente comprometidas com o
aperfeiçoamento pessoal. Gostam de
manter uma vida social activa, são
vaidosas e precisam do
reconhecimento dos outros.
ESPOREIRA - (de 11/05 a
31/05)
Azuis e pequeninas, as
flores da esporeira parecem pequenos
golfinhos, presos a caules firmes.
As pessoas que nascem sob este signo
são fortes, determinadas e dignas,
fazem questão de ter o seu valor
reconhecido, detestam a falsidade e
a hipocrisia. Realistas, sabem agir
com serenidade e bom senso, mas nem
por isso deixam de lado os seus
ideais e os sentimentos mais
elevados. São obstinadas,
batalhadoras e dotadas de grande
energia e força de vontade.
FLOR-DE-MARACUJÁ - (de
01/06 a 23/06)
Na Atlântida, essa flor é
o símbolo da dualidade da natureza.
As pessoas que nascem sob o signo de
Flor-de-Maracujá podem ser bastante
duais. Às vezes, parecem uma
determinada coisa, embora tenham uma
essência absolutamente oposta. São
bem falantes e decididas, mas às
vezes retraem-se e deixam de agir
porque receiam errar. Podem
encontrar a felicidade quando
conseguem estabelecer um ponto de
equilíbrio entre as energias opostas
que existem na sua personalidade.
ORQUÍDEA - (de 24/06 a
11/07)
A orquídea é uma planta
que depende das outras para
sobreviver, pois as suas raízes não
se prendem ao solo. Mesmo assim, ela
consegue manter a sua independência
e é dotada de uma beleza exuberante.
As pessoas que nascem sob o signo de
Orquídea lutam para ser livres e
para viverem com independência e
autonomia. Mas, para alcançarem os
seus objectivos, precisam de perder
o medo da solidão e não devem
preocupar-se tanto com as opiniões
dos outros. Apreciam o luxo, o
conforto e a harmonia. Podem
enriquecer com um golpe de sorte e
tendem a ser muito favorecidas pelo
destino.
LÍRIO - (de 12/07 a 05/08)
As propriedades
alucinógenas da flor do lírio
fizeram dessa planta um símbolo da
magia para muitas civilizações. Além
disso, essa flor é associada com a
pureza e a dignidade. As pessoas que
nascem sob este signo são dotadas de
um carácter nobre. Comportam-se com
rectidão, firmeza e coerência. Não
gostam de julgar nem de serem
julgadas, pois acreditam que cada um
tem o direito de errar e que não
cabe a ninguém avaliar o que é certo
ou errado. São práticas, objectivas
e sensatas, mas também apresentam um
lado emotivo bastante forte.
PAPOILA - (de 06/08 a
28/08)
Essa flor de cores
brilhantes é a fonte do extracto
usado para preparar o Ópio. As
pessoas nascidas sob o signo da
Papoila gostam de viver em ritmo de
aventura. São optimistas, alegres e
fazem questão de disseminar energia
positiva e alto astral por onde quer
que passem. Estão sempre à procura
de novidades e não se lamentam
quando algo de errado acontece, pois
acreditam na importância de aprender
com as experiências. Procuram
avidamente novos conhecimentos e
colocam paixão em tudo o que fazem.
Tendem a exercer verdadeiro fascínio
sobre o sexo oposto, mas podem
comportar-se de uma forma bastante
instável nos relacionamentos
amorosos.
ROSA - (de 29/08 a 23/09)
Na Atlântida, a rosa era o
símbolo da intensidade e do prazer
de viver. Assim, as pessoas que
nascem sob o signo de Rosa são
ternas, afectuosas, verdadeiras e
intensas. Buscam a plenitude em tudo
o que fazem e jamais fogem dos
desafios, pois sentem uma profunda
alegria em vencer os obstáculos.
Sabem extrair o melhor de cada
experiência e nunca perdem tempo a
lamentar-se ou a reclamar de alguma
coisa. Apreciam elogios, mas não
fazem nada para sobressair.
Generosas, gostam de fazer os outros
felizes e ficam na expectativa de
receber amor e gratidão.
CRISÂNTEMO - (de 24/09 a
18/10)
A justiça e a nobreza de
carácter são os atributos associados
a essa flor, cuja origem se perde no
tempo. As pessoas nascidas sob o
signo de Crisântemo são justas e
querem ver a harmonia e o equilíbrio
disseminados pelo mundo. Apreciam a
beleza, a organização, o equilíbrio
estético e o requinte. São
extremamente elegantes e
comportam-se com discrição e charme.
Precisam apenas de controlar a
tendência de querer mudar os outros,
pois nem sempre aquilo que
consideram como sendo o melhor serve
de exemplo para os demais.
DEDALEIRA - (de 19/10 a
07/11)
Essa flor nasce em forma
de cachos e é fonte de alguns
extractos medicinais. As pessoas
nascidas sob o signo da Dedaleira
são enérgicas, cheias de vida e boa
vontade. Sonham vencer na vida e não
se cansam de lutar pelos seus
objectivos, mas às vezes perdem
oportunidades valiosas simplesmente
porque não aceitam curvar-se diante
de regras impostas pelos superiores.
Agem de maneira sempre gentil,
calorosa e correcta. No amor, tendem
a revelar um certo romantismo,
embora nem sempre se mantenham fiéis
a uma só pessoa.
ÍRIS - (de 08/11 a 12/12)
Na Atlântida, essa flor
era o símbolo do trabalho e da
dedicação. As pessoas nascidas sob o
signo de íris tendem a ser
esforçadas e podem sair-se bem em
cargos de liderança, pois sabem
exercer o poder sem resvalar para o
autoritarismo. Dotadas de uma
intuição apurada e de uma
inteligência aguda, são capazes de
captar as verdades que se ocultam
muito além das aparências.
Persuasivas, quase sempre convencem
os outros a fazerem exactamente
aquilo que elas querem. Embora
pareçam acessíveis e extrovertidas,
sabem guardar muito bem os próprios
sentimentos e desejos. Têm horror a
conflitos e sempre optam pelo
caminho do entendimento e da
conciliação.
MANDRÁGORA - (de 13/12 a
05/01)
Símbolo da magia, essa
flor tem uma forma que lembra a
silhueta de um corpo humano. É fonte
de uma substância capaz de induzir a
transes hipnóticos, ou estados
alterados de consciência, muito
úteis na prática de magia. As
pessoas que nascem sob o signo de
Mandrágora são espiritualmente
elevadas e estão sempre à procura do
sentido mais profundo da vida e da
existência. Não gostam da rotina, do
senso comum, da mediocridade. Têm
uma natureza intensa e apaixonada,
ainda que aparentem uma certa frieza
e façam questão de impor algum
distanciamento às pessoas em geral.
É preciso conhecê-las bem para lhes
dar o devido valor.
Trabalho e pesquisa de Carlos Leite
Ribeiro – Marinha Grande - Portugal