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Dia Internacional das  Mães
 

Comemorando no Primeiro Domingo de Maio em Portugal

No Brasil é Comemorado no Segundo Domingo de Maio

 

 

 

Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro

 

Formatação: Iara Melo

 

 

          As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimónias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.
          Durante o século XVII, a Inglaterra celebrava no 4º Domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia chamado "Domingo da Mãe", que pretendia homenagear todas as mães inglesas. Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões. No Domingo da Mãe, os servos tinham um dia de folga e eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe.
          À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a "Igreja Mãe" – a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe. As pessoas começaram a homenagear tanto as suas mães como a Igreja.
          Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida pela primeira vez em 1872 por Julia Ward Howe e algumas apoiantes, que se uniram contra a crueldade da guerra e lutavam, principalmente, por um dia dedicado à paz.
          A maioria das fontes é unânime acerca da ideia da criação de um Dia da Mãe. A ideia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente família e amigos. Nessa ocasião, a sra. Jarvis enviou para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos, e que simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos enviou mais de 10.000 cravos para a igreja de Grafton – encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas – e que são hoje considerados mundialmente com símbolos de pureza, força e resistência das mães.
          Segundo Anna Jarvis seria objectivo deste dia tomarmos novas medidas para um pensamento mais activo sobre as nossas mães. Através de palavras, presentes, actos de afecto e de todas as maneiras possíveis deveríamos proporcionar-lhe prazer e trazer felicidade ao seu coração todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia da Mãe.
          Face à aceitação geral, a sra. Jarvis e os seus apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, como ministros, homens de negócios e políticos com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria às mães o justo estatuto de suporte da família e da nação.
          A campanha foi de tal forma bem sucedida que em 1911 era celebrado em praticamente todos os estados. Em 1914, o Presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o 2º Domingo de Maio como o Dia da Mãe.
          Hoje em dia, muitos de nós celebram o Dia da Mãe com pouco conhecimento de como tudo começou. No entanto, podemos identificar-nos com o respeito, o amor e a honra demonstrados por Anna Jarvis há 96 anos atrás.
          Apesar de ter passado quase um século, o amor que foi oficialmente reconhecido em 1907 é o mesmo amor que é celebrado hoje e, à nossa maneira, podemos fazer deste um dia muito especial.
          E é o que fazem praticamente todos os países, apesar de cada um escolher diferentes datas ao longo do ano para homenagear aquela que nos põe no mundo.
          Em Portugal, até há alguns anos atrás, o dia da mãe era comemorado a 8 de Dezembro, mas actualmente o Dia da Mãe é no 1º Domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Cristo.
          Há historiadores que reclamam as comemorações do Dia da Mãe às mais antigas festividades decorrentes na Grécia antiga, aquando da Festa da Primavera, na qual se honrava a Mãe dos Deuses - Rhea. Na mitologia grega, Rhea foi a mãe de Zeus e irmã de Kronos, considerada como uma das mais influentes deusas em Creta, Arcadia e Phrygia. Assim como a deusa Gaia, Rhea seria também considerada a mãe de todos os Deuses.
          Também em Roma, a Mãe era celebrada em honra de Cybele, a mãe dos deuses romanos, mesmo antes do nascimento de Cristo.
          No século XVII, a Inglaterra popularizou o "Domingo da Mãe" nos dias que antecediam o Domingo de Páscoa, como homenagem a todas as mães de Inglaterra, sendo mesmo concedido um dia de folga para que se celebrasse este dia na sua plenitude.
          O Cristianismo instituiu a festa da "Igreja Mãe", verdadeira força espiritual capaz de proteger os homens de todos os males. Habitualmente, esta festa da Igreja fora sendo associada também à celebração do "Domingo da Mãe".
          Também no continente Americano, mais concretamente nos Estados Unidos, as comemorações do Dia da Mãe foram sugeridas, pela primeira vez, por Julia Ward Howe no ano de 1872, um dia cujo significado fora assumidamente associado a um dia de Paz contra o flagelo da Guerra Civil.
          Porém, o verdadeiro Dia da Mãe é comumente associado a Anna Jarvis.
          Aos 41 anos de idade, Jarvis perdera a sua mãe. Com sua irmã Elisinore, sentiram a sua grande e irremediável perda levando-as a reflectir sobre o facto de não existirem demonstrações concretas de apresso para com as mães.
          Anna Jarvis decidiu fazer algo, na esperança de que a celebração de um dia dedicado à Mãe iria estimular a estima e consideração dos filhos para com os seus pais, para além de incentivar os laços familiares.
          Mas foi em 1907 que Anna empreendeu o esforço necessário à instituição do Dia da Mãe. Com a ajuda de seus amigos, empreendeu uma campanha por correio com vista a obter apoio de congressistas, políticos influentes e personalidades da sociedade norte-americana, com o objectivo de ser oficialmente declarada uma data comemorativa do Dia da Mãe.
          Os seus esforços goraram o efeito desejado, e foi a 10 de Maio de 1908 que, pela primeira vez, numa cerimónia religiosa, Anna Jarvis honrou sua Mãe.
          Para adornar a cerimónia foram utilizados cravos vermelhos, a flor favorita da mãe de Anna. Desde então, os cravos vermelhos converteram-se no símbolo da mães em vida e os cravos brancos o símbolo das mães que já partiram.
          A primeira proclamação do Dia da Mãe deu-se três anos depois, em 1910, instituída pelo Governador do Estado da Virgínia, Estados Unidos. Um ano depois, o Dia da Mãe foi a pouco e pouco sendo comemorado em todas as partes do mundo, desde o México, Canadá, Japão, no Continente Africano e na América do Sul.
          Em Dezembro de 1912 foi criada a Associação do Dia Internacional da Mãe com vista à promoção generalizada desta efeméride tão especial em todo o mundo.
          Em Portugal, o Dia da Mãe foi comemorado, em tempos idos, no dia 8 de Dezembro, dia de Nossa Senhora da Conceição, a Padroeira de Portugal. Também o Dia 13 de Maio é ainda hoje associado às comemorações da Mãe. Porém, actualmente foram instituídas as comemorações do Dia da Mãe, no primeiro Domingo do mês de Maio.

          Às Mães

          - às Mães que apesar das canseiras, dores e trabalhos, sorriem e riem, felizes, com os filhos amados ao peito, ao colo ou em seu redor; e às que choram, doridas e inconsoláveis, a sua perda física, ou os vêem "perder-se" nos perigos inúmeros da sociedade violenta e desumana em que vivemos;
          - às Mães ainda meninas, e às menos jovens, que contra ventos e marés, ultrapassando dificuldades de toda a ordem, têm a valentia de assumir uma gravidez - talvez inoportuna e indesejada – por saberem que a Vida é sempre um Bem Maior e um Dom que não se discute e, muito menos, quando se trata de um filho seu, pequeno ser frágil e indefeso que lhe foi confiado;
          - às Mães que souberam sacrificar uma talvez brilhante carreira profissional, para darem prioridade à maternidade e à educação dos seus filhos e às que, quantas vezes precisamente por amor aos filhos, souberam ser firmes e educadoras, dizendo um "não" oportuno e salvador a muitos dos caprichos dos seus filhos adolescentes;
          - às Mães precocemente envelhecidas, gastas e doentes, tantas vezes esquecidas de si mesmas e que hoje se sentem mais tristes e magoadas, talvez por não terem um filho que se lembre delas, de as abraçar e beijar...;
          - às Mães solitárias, paradas no tempo, não visitadas, não desejadas, e hoje abandonadas num qualquer quarto, num qualquer lar, na cidade ou no campo, e que talvez não tenham hoje, nem uma pessoa amiga que lhes leia ao menos uma carta dum filho...;
          - também às Mães que não tendo dado à luz fisicamente, são Mães pelo coração e pelo espírito, pela generosidade e abnegação, para tantos que por mil razões não tiveram outra Mãe...e finalmente, também às Mães queridíssimas que já partiram deste mundo e que por certo repousam já num céu merecido e conquistado a pulso e sacrifício...
          A todas as Mães, a todas sem excepção, um Abraço e um Beijo cheios de simpatia e de ternura! E Parabéns, mesmo que ninguém mais vos felicite! E Obrigado, mesmo que ninguém mais vos agradeça!
          (Fonte: APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas - Trav. do Possolo, 11, 3º - 1350-252 Lisboa)
         
          Os Signos e as Mãe

          Carneiro - (21/03 a 20/04)
          Embora não seja particularmente uma figura maternal nem a mãe mais afectuosa do zodíaco é, sem dúvida, a mais encorajadora, revelando-se uma excelente mãe ao mostrar aos filhos o caminho a seguir e ajudando-os a enfrentar, com coragem e determinação, os desafios da vida. Para além disto, é uma mãe bastante afectuosa e apaixonada. Os seus filhos terão imensos beijos calorosos e abraços apertados. Não é uma mãe permissiva, pelo contrário, insiste sempre numa disciplina rigorosa. As suas 'armas' preferidas de psicologia são a palmatória, histórias de fantasias ao deitar e beijos de boa-noite.
          Touro - (21/04 a 20/05)
          A maternidade fica-lhe muito bem. Normalmente é uma mãe dedicada à casa e aos seus filhos, não sendo ligada a extravagâncias da vida. É o exemplo de uma mãe generosa e afectuosa, preocupando-se bastante com o bem-estar e conforto dos filhos. Ela irá acariciá-los e adorá-los mas, à medida que forem crescendo, pode-se tornar demasiado exigente e severa. A mãe Touro zanga-se quando a sua disciplina é contrariada. Não suporta a desobediência e o desafio, e não tolera a indolência e o desleixo. Tirando isto, ela é uma boa mãe, amiga dos seus filhos, defendendo-os feroz e lealmente de coisas exteriores.
          Gémeos - (21/05 a 21/06)
          Embora se tente adaptar a uma figura materna exemplar, esta não é de todo a sua prioridade. No entanto, terá sempre uma boa relação com os seus filhos, incentivando-os nos estudos e a seguirem uma boa carreira profissional. É uma mãe prática, despachada, amiga, companheira, intelectualmente estimulante, alegre e risonha. No afecto pode até revelar-se distante mas nas ideias é muito próxima. Os seus filhos podem nem sempre lhe obedecer, uma vez que ela tende a amolecer a cada dia que passa, mas divertem-se sempre à custa do seu sentido de humor. A sua imaginação vai de encontro à dos seus filhos, o que proporciona o divertimento mútuo. É uma mãe tolerante mas bastante exigente, por exemplo com as notas escolares.
          Caranguejo - (22/06 a 22/07)
          A 'mãe-galinha' por excelência. É dedicada aos filhos, fazendo deles a sua vida. Talvez por isto, as mães deste signo podem tornar-se possessivas, manipuladoras, ambiciosas e até mesmo autoritárias. Os seus filhos encontram nela um forte apoio e um refúgio. Ela ajuda-os a encontrar o seu caminho com compreensão e sensibilidade. O calor do seu amor torna o seu lar tão rico, confortável e resplandecente como um palácio. Ao tentarem proteger quem amam, têm tendência a manter os filhos sob o seu controle. A pior coisa que podem imaginar é um dia os seus filhos saírem de casa. A mãe Caranguejo rege a maternidade e tem a mais profunda consciência disso.
          Leão (23/07 a 22/08)
          Detentora de uma personalidade bastante forte, a mãe Leão é generosa, sempre orgulhosa dos seus filhos, dedicando-lhes todo o seu tempo, grandes quantidades de afecto e outros recursos que considere essenciais para a felicidade deles. Para esta mãe, será sempre um prazer poder partilhar com eles a afectividade e o quotidiano em geral. Não é difícil para ela ver os defeitos nos seus filhos e, quando isso acontecer, pode ficar severa. Ela pode brincar com eles e ter longas conversas, mas também sabe ensiná-las a porem-se em sentido como soldados, a polir as suas maneiras e a obedecer aos mais velhos. De certa maneira, pode dizer-se que ela trata os seus filhos como verdadeiros membros estimados de uma família real, profundamente amados, mas em troca espera que eles se comportem devidamente, principalmente em público.
          Virgem - (23/08 a 22/09)
          É considerada aquele protótipo de mulher dedicada ao lar e aos filhos. Em geral é muito perfeccionista, até mesmo na educação dos seus filhos, onde demonstra grande rigor. Deixar os filhos na escola a horas e ir buscá-los, levá-los ao médico e tudo o que tenha a ver com a sua higiene, são tarefas que a mãe de signo Virgem faz com bastante precisão. Exigente com a educação, é também bastante preocupada com questões de formação (ética e valores morais). É provável que o seu filho nunca seja visto a correr pela rua com o nariz a pingar, a cara suja ou com ténis rasgados. É, sem dúvida, uma firme disciplinadora e nunca negligencia as necessidades físicas, morais e educativas dos seus filhos. Normalmente são encantadoras, divertidas, ternas, firmes e procuram ensinar os bons hábitos. Em tudo isto, ela coloca um toque de ternura que diz aos filhos que o seu amor é seguro.
          Balança - (23/09 a 22/10)
          Graciosa, meiga, detentora de muito charme e poder de persuasão, é uma mãe compreensiva que sabe ouvir os seus filhos. No entanto, e embora as crianças sejam amadas e carinhosamente criadas, virão muito depois de si. A mãe Balança nunca admite que os filhos desrespeitem o pai, ensinando-lhes desde novos a abençoá-lo. Os seus filhos nunca são negligenciados ou ignorados mas se interferirem com o descanso da mãe, ela pode-se tornar bastante severa. Não admite que lhe desobedeçam e, muito menos, que entre eles exista qualquer tipo de desentendimento e discussão. A sua preocupação incide muito na educação dos seus filhos, em especial no que diz respeito às artes em geral, como a música e a dança.
          Escorpião - (23/10 a 21/11)
          Embora possa faltar à expressão do seu amor uma certa ternura e demonstração clara, a mãe Escorpião possui uma extrema sensibilidade. Ela não deixa passar despercebidos os talentos dos seus filhos nem que se enferrujem. Para tal, passa muitas horas encorajando-os a objectivos elevados, estando sempre pronta a proporcionar qualquer apoio que necessitem e a ensiná-los a encarar as dificuldades com a sua própria coragem. Os sentimentos em relação aos filhos podem-se tornar tão intensos, a pontos de lhe custar observar a autonomia que adquirem à medida que vão crescendo. Alguém que ela imagine ser uma ameaça à felicidade dos seus filhos, seja de que maneira for e por muito ínfima que seja, será esmagado.
          Sagitário - (22/11 a 20/12)
          Os filhos adoram a mãe Sagitário, uma vez que é uma verdadeira companheira das aventuras e se diverte muito a brincar com eles. Quase tudo o que faz, faz com graciosidade e, tal como faz com os adultos, os filhos recebem uma boa dose do seu jovial optimismo e observações francas. Se sobreviverem à sua sinceridade, crescem a pensar que ela é a melhor irmã mais velha que alguma pessoa pode ter. A honestidade serve muito para marcar as personalidades deles. A mãe Sagitário acredita muito no potencial dos seus filhos e, por isto, encoraja-os para os desafios da vida. É independente e luta para que os seus alcancem essa mesma independência.
          Capricórnio - (21/12 a 19/01)
          Normalmente é bastante calada e, aparentemente, mantém uma postura fria e distante. No entanto, embora de uma forma mais conceptual, é bastante apegada aos filhos e preocupa-se muito com a sua formação. Os seus filhos são extremamente delicados para os parentes mais velhos, devido às boas maneiras ensinadas por ela. Eles não são muito apaparicados nem lhes é permitido desobedecer obstinadamente. Beijos pegajosos não são muito bem recebidos mas poucas mães são mais dedicadas que a mãe Capricórnio que nunca está demasiado ocupada para dar a sua atenção e interesse aos seus filhos que são ouvidos com toda a delicadeza.
          Aquário - (20/01 a 18/02)
          O seu amor pode ser bastante terno, no entanto será sempre vago e um pouco indefinido, dado que a maternidade a deixa um pouco confusa. Pode-se considerar que uma mãe aquariana é moderna, detentora de uma mente aberta. É capaz de estar horas a conversar alegremente com o seus filhos, ao nível deles e sem maternalismos, prescindindo das suas tardes para trabalhar. As mães aquarianas nunca são ferozmente protectoras em relação aos filhos. No entanto, é capaz de lhes transformar as lágrimas em sorrisos em poucos minutos. Uma característica que normalmente agrada aos filhos é o facto de estas mães encararem de forma tolerante a comissão mais inesperada. Com a sua forma imparcial e independente, facilmente conquista a confiança total dos filhos. Mas a independência pode ser tanta que faz com que seja pouco dada a afectos.
          Peixes - (19/02 a 20/03)
          Meiga, sonhadora, sensível, vaga, preocupada, a mãe Peixes dá todo o seu coração aos filhos, excepto o pedaço que guarda só para si. São mulheres fantásticas no que diz respeito a compreender a timidez dos seus filhos e as angústias de crescimento das suas filhas. Acima de tudo, ela fará tudo o que for necessário para que os filhos possam ter tudo aquilo que lhe foi negado em criança. É a favor da partilha de experiências e de afecto. Embora bastante carinhosa, tende a descuidar-se das necessidades mais terrenas dos seus filhos.
         
          Quando a Mãe se torna em Sogra metediça ...
          Muitas mulheres têm de viver com o pesadelo de uma sogra metediça. Esta situação tende a piorar no caso das sogras que vivem perto da residência do filhinho querido e que todos os dias fazem questão de comprovar com os próprios olhos como é que a megera da nora trata do seu rebento.
          Para evitar que esta situação assuma proporções desastrosas, há que saber pôr um ponto final nas visitas "daquela santa" senhora.
          Em primeiro lugar há que ter a noção de que não existe uma forma educada de dizer "vai-te embora", mas, dada a necessidade de tomar uma posição, podemos sempre recorrer à diplomacia e ao tacto que uma situação destas merece.
          Assim, convença o seu companheiro a falar com a mãe acerca das visitas não anunciadas, pedindo-lhe para ela telefonar antes vir visitá-los.
          Se esta solução não resultar, e se estiver suficientemente à vontade com a sua sogra para lhe falar abertamente, convide-a para tomar um chá, da próxima vez que ela aparecer de surpresa, e diga-lhe que apesar de apreciar a sua companhia (mesmo que tenha de esticar um bocado a verdade), seria preferível que ela avisasse antes de se decidir a invadir a sua casa.
          Se a "santa" da sua sogra tiver dois dedos de testa, com certeza perceberá a sua mensagem e a coisa fica resolvida. Todavia, ela pode ainda tentar fazer com que se sinta culpada por lhe ter sugerido que estava a mais. Neste caso tenha um pouco de paciência, dado que a mensagem já foi transmitida, mas ainda vai levar algum tempo até ser digerida. O essencial é que ela fique com a noção de que você e o seu companheiro são uma nova família, à parte do resto dos parentes e com direito a ter privacidade dentro das suas paredes.
         
          Nos primeiros tempos ...
          Nos primeiros tempos, mamã e bebé vivem uma relação tão estreita que causa irritação que outras pessoas tentem aproximar-se do recém-chegado.
          Durante a gravidez a mamã leva o seu filho dentro da barriga para onde quer que vá: ao cabeleireiro, ao trabalho, a fazer compras... E o bebé é da sua exclusiva propriedade. No entanto, nas últimas semanas da gravidez e perante a aproximação da data do parto, é frequente que comece a fantasiar e a aperceber-se das "consequências" que implica dar à luz o ser que hoje a acompanha para todos os lados. Entre outras, a mais importante é a exclusividade que tinha e ainda tem, no que diz respeito ao seu filho por nascer, tarde ou cedo terá o seu fim: depois do parto, a mamã deverá partilhar o seu bebé com outras pessoas.
          E também com o papá. À primeira vista, isto trata-se de um facto natural que teoricamente não deveria incomodá-la. No entanto, se aprofundarmos um pouco, se a incomoda! Ela desejaria ser a única a encarregar-se do bebé, e que nenhuma outra pessoa se aproximasse dele. E é natural que trate de provocar situações de todo o tipo para que possa ser exclusivamente ela não só a amamentá-lo, mas também a dar-lhe banho, mudá-lo, levá-lo a passear, levá-lo ao pediatra, etc.
          Autorização para tocar
          Quando o papá se aproxima do bebé, a mamã não tem outro remédio que não seja "dar-lhe autorização" para tocá-lo. Mas claro, só um bocadinho. Curiosamente, não é raro que exactamente nesse instante ela lhe diga: "Viste que lindo? Mas, sabes? O melhor é deixá-lo no berço porque tem sono", ou "Dá-mo que ia justamente mudar-lhe a fralda", ou "Ia dar-lhe de mamar neste preciso momento" ou... Quando os que se aproximam do bebé são os irmãozitos, as restrições são mais fáceis de justificar:
          "Cuidado, não lhe toques que tens as mãozinhas sujas", ou "faz-lhe uma festinha, mas aqui na zona da fralda". A fantasia mais comum da mãe é que possam magoar o recém-nascido "sem querer... querendo". Uma suspeita nem sempre errada, já que para os irmãos mais velhos o novo irmão "É muito bonito, mas porque não o damos aos vizinhos ou a esse teu amiguinho da escola que não tem nenhum mano?".
          Há mulheres que, uma vez nascido o bebé, desenvolvem uma preocupação quase doentia pela higiene. Além da inquietação que possam ter pela limpeza, esta é uma excelente e elegante desculpa para prolongar o tempo em que o recém-nascido permanece "intocável".
          Uma relação muito particular
          Quando uma mamã é primípara, este fenómeno tão possessivo pode ser muito exacerbado, ainda que às vezes, pelo desconhecimento próprio da primeira vez, não se mostre tão ciumenta e se comporte de maneira mais permissiva. Logicamente, até que o sentimento de propriedade se desenvolva completamente: aí sim, não haverá quem a trave! Nas que já tenham tido filhos, a atitude perante o novo bebé depende das experiências anteriores; especialmente, da maneira como viveram os puerpérios anteriores.
          No entanto, o que define a relação inicial entre a mamã e o bebé é a história pessoal de cada mulher, dado que este novo vínculo a remete, inexoravelmente, ao vínculo primário com a sua própria mãe quando era bebé. São as normais vicissitudes daquela relação as que se repercutirão na sua experiência pessoal da própria maternidade.
          O que se passa com as avós
          No caso da avó materna, a mamã será mais permissiva, sempre e quando a avó adopte o seu lugar, e não se sinta, actue ou tome atribuições como se fosse a mãe do recém-nascido. Não esqueçamos que já desde a gravidez a avó materna (a mamã da mamã) ocupa um lugar central, junto com o papá e o obstetra. No entanto, não sucede o mesmo com a avó paterna: geralmente irrita muito as mamãs que a sogra tente aproximar-se do bebé.
          E o papá, além de suportar a sua própria exclusão, é o receptor das frequentes queixas por parte da sua esposa, pelas intromissões da sua mãe ("Diz à tua mãe que não se meta tanto", "Diz-lhe que não venha tantas vezes seguidas cá a casa", etc.). Como para a radiante mamã o papá em alguns casos, pode ser o terceiro, como qualquer outro, ele pode entender e colocar-se mais facilmente no lugar da sua própria mãe, a sogra, e compreender que seja lógico que esta queira ter o seu netinho nos braços.
          Neste contexto, produzem-se importantes rivalidades que podem manifestar-se em forma de discussão: "Porque é que a tua mãe te pode acompanhar ao pediatra, e a minha não?", "Porque é que a tua mãe o pode ter ao colo a tarde inteira, e a minha não?". Obviamente, embora não seja enunciada, a resposta é "Porque é a minha mãe".
          Meu e só meu
          É certo que na grande maioria dos casos a mamã não pode sentir pelo recém-nascido aquele amor que imaginou que a invadiria desde o momento em que o tivesse nos braços. No entanto, embora não sinta vontade de levantá-lo, mimá-lo ou tê-lo perto de si, tão pouco permitirá que outros o façam.
          De todas as maneiras, à medida que passam as horas ou os dias, o vínculo entre a mamã e o seu bebé vai-se fortalecendo, e de "não sentir nada" passará a ter uma verdadeira "paixão". Às vezes o click produz-se muito mais rápido, como por exemplo, quando o menino lhe oferece um sorriso e faz com que ela se enamore no momento. A partir desse momento já não haverá nada que os consiga separar...

          A Mãe e as Flores

          CAMPAINHA-IMPERIAL - (de 06/01 a 02/02)
          Com delicadas flores em forma de taça, essa planta desenvolve-se muito bem em temperaturas amenas e em lugares ensolarados, além de se adaptar a qualquer tipo de solo. As pessoas nascidas sob este signo são, a exemplo da flor que as simboliza, extremamente adaptáveis, amantes da luz e do calor. Procuram relacionamentos intensos e têm o dom de transformar os obstáculos em valiosas oportunidades de comprovar o seu valor e alcançar a vitória. Às vezes, parecem distraídas e um pouco desligadas, mas esse alheamento não é mais do que a expressão de uma mente criativa e incansável, sempre empenhada na procura de novos horizontes. Para transformarem os seus sonhos em realidade, precisam de aprender a ter mais persistência e a agir de forma mais objectiva.
          FLOR-DE-LÓTUS - (de 03/02 a 01/03)
          Essa flor, que nasce na lama e se estica até ao céu, empoeirada num caule muito comprido, é o símbolo da pureza no Oriente. Na Atlântida, ela representava a essência pura que existe no íntimo de cada ser. As pessoas nascidas sob este signo são sensíveis e intuitivas, embora tendam a adoptar um comportamento rígido e objectivo no dia-a-dia. São emocionalmente vulneráveis e magoam-se com facilidade, mas sabem esconder muito bem esses sentimentos. Gostam de ajudar os outros e podem sacrificar-se pelo bem-estar dos seus entes queridos. Para serem felizes, querem estar em paz e em harmonia com todos os que fazem parte das suas vidas.
          NARCISO - (de 02/03 a 21/03)
          Conta-se que essa flor, tão rara nos dias de hoje, espalhava-se por todos os jardins de Atlântida. As pessoas que nascem sob o signo de Narciso destacam-se pela sua habilidade em comunicar, pela simpatia e pelo jogo de cintura que lhes permite sair-se bem nas mais diversas situações. São pacientes e, quando necessário, agem com uma boa dose de ousadia, o que lhes garante sucesso em vários empreendimentos.
          VIOLETA - (de 22/03 a 20/04)
          A delicadeza é a principal qualidade associada a essa flor. Por isso, as pessoas que nascem sob o signo de Violeta são discretas, adaptam-se a quaisquer circunstâncias e gostam de ajudar os outros, sem jamais esperar recompensas. Podem ter uma aparência vulnerável mas possuem uma força de vontade de ferro e grande firmeza de espírito. Não toleram mentiras, traições, demonstrações de egoísmo ou ambição excessiva.
          HIBISCO - (de 24/04 a 10/05)
          Semelhante a uma taça, o hibisco tem uma forma original e harmoniosa. Pode ser branca, rosada, amarela ou vermelha. As pessoas que nascem sob o signo de Hibisco são originais, abertas a novas experiências, organizadas e extremamente comprometidas com o aperfeiçoamento pessoal. Gostam de manter uma vida social activa, são vaidosas e precisam do reconhecimento dos outros.
          ESPOREIRA - (de 11/05 a 31/05)
          Azuis e pequeninas, as flores da esporeira parecem pequenos golfinhos, presos a caules firmes. As pessoas que nascem sob este signo são fortes, determinadas e dignas, fazem questão de ter o seu valor reconhecido, detestam a falsidade e a hipocrisia. Realistas, sabem agir com serenidade e bom senso, mas nem por isso deixam de lado os seus ideais e os sentimentos mais elevados. São obstinadas, batalhadoras e dotadas de grande energia e força de vontade.
          FLOR-DE-MARACUJÁ - (de 01/06 a 23/06)
          Na Atlântida, essa flor é o símbolo da dualidade da natureza. As pessoas que nascem sob o signo de Flor-de-Maracujá podem ser bastante duais. Às vezes, parecem uma determinada coisa, embora tenham uma essência absolutamente oposta. São bem falantes e decididas, mas às vezes retraem-se e deixam de agir porque receiam errar. Podem encontrar a felicidade quando conseguem estabelecer um ponto de equilíbrio entre as energias opostas que existem na sua personalidade.
          ORQUÍDEA - (de 24/06 a 11/07)
          A orquídea é uma planta que depende das outras para sobreviver, pois as suas raízes não se prendem ao solo. Mesmo assim, ela consegue manter a sua independência e é dotada de uma beleza exuberante. As pessoas que nascem sob o signo de Orquídea lutam para ser livres e para viverem com independência e autonomia. Mas, para alcançarem os seus objectivos, precisam de perder o medo da solidão e não devem preocupar-se tanto com as opiniões dos outros. Apreciam o luxo, o conforto e a harmonia. Podem enriquecer com um golpe de sorte e tendem a ser muito favorecidas pelo destino.
          LÍRIO - (de 12/07 a 05/08)
          As propriedades alucinógenas da flor do lírio fizeram dessa planta um símbolo da magia para muitas civilizações. Além disso, essa flor é associada com a pureza e a dignidade. As pessoas que nascem sob este signo são dotadas de um carácter nobre. Comportam-se com rectidão, firmeza e coerência. Não gostam de julgar nem de serem julgadas, pois acreditam que cada um tem o direito de errar e que não cabe a ninguém avaliar o que é certo ou errado. São práticas, objectivas e sensatas, mas também apresentam um lado emotivo bastante forte.
          PAPOILA - (de 06/08 a 28/08)
          Essa flor de cores brilhantes é a fonte do extracto usado para preparar o Ópio. As pessoas nascidas sob o signo da Papoila gostam de viver em ritmo de aventura. São optimistas, alegres e fazem questão de disseminar energia positiva e alto astral por onde quer que passem. Estão sempre à procura de novidades e não se lamentam quando algo de errado acontece, pois acreditam na importância de aprender com as experiências. Procuram avidamente novos conhecimentos e colocam paixão em tudo o que fazem. Tendem a exercer verdadeiro fascínio sobre o sexo oposto, mas podem comportar-se de uma forma bastante instável nos relacionamentos amorosos.
          ROSA - (de 29/08 a 23/09)
          Na Atlântida, a rosa era o símbolo da intensidade e do prazer de viver. Assim, as pessoas que nascem sob o signo de Rosa são ternas, afectuosas, verdadeiras e intensas. Buscam a plenitude em tudo o que fazem e jamais fogem dos desafios, pois sentem uma profunda alegria em vencer os obstáculos. Sabem extrair o melhor de cada experiência e nunca perdem tempo a lamentar-se ou a reclamar de alguma coisa. Apreciam elogios, mas não fazem nada para sobressair. Generosas, gostam de fazer os outros felizes e ficam na expectativa de receber amor e gratidão.
          CRISÂNTEMO - (de 24/09 a 18/10)
          A justiça e a nobreza de carácter são os atributos associados a essa flor, cuja origem se perde no tempo. As pessoas nascidas sob o signo de Crisântemo são justas e querem ver a harmonia e o equilíbrio disseminados pelo mundo. Apreciam a beleza, a organização, o equilíbrio estético e o requinte. São extremamente elegantes e comportam-se com discrição e charme. Precisam apenas de controlar a tendência de querer mudar os outros, pois nem sempre aquilo que consideram como sendo o melhor serve de exemplo para os demais.
          DEDALEIRA - (de 19/10 a 07/11)
          Essa flor nasce em forma de cachos e é fonte de alguns extractos medicinais. As pessoas nascidas sob o signo da Dedaleira são enérgicas, cheias de vida e boa vontade. Sonham vencer na vida e não se cansam de lutar pelos seus objectivos, mas às vezes perdem oportunidades valiosas simplesmente porque não aceitam curvar-se diante de regras impostas pelos superiores. Agem de maneira sempre gentil, calorosa e correcta. No amor, tendem a revelar um certo romantismo, embora nem sempre se mantenham fiéis a uma só pessoa.
          ÍRIS - (de 08/11 a 12/12)
          Na Atlântida, essa flor era o símbolo do trabalho e da dedicação. As pessoas nascidas sob o signo de íris tendem a ser esforçadas e podem sair-se bem em cargos de liderança, pois sabem exercer o poder sem resvalar para o autoritarismo. Dotadas de uma intuição apurada e de uma inteligência aguda, são capazes de captar as verdades que se ocultam muito além das aparências. Persuasivas, quase sempre convencem os outros a fazerem exactamente aquilo que elas querem. Embora pareçam acessíveis e extrovertidas, sabem guardar muito bem os próprios sentimentos e desejos. Têm horror a conflitos e sempre optam pelo caminho do entendimento e da conciliação.
          MANDRÁGORA - (de 13/12 a 05/01)
          Símbolo da magia, essa flor tem uma forma que lembra a silhueta de um corpo humano. É fonte de uma substância capaz de induzir a transes hipnóticos, ou estados alterados de consciência, muito úteis na prática de magia. As pessoas que nascem sob o signo de Mandrágora são espiritualmente elevadas e estão sempre à procura do sentido mais profundo da vida e da existência. Não gostam da rotina, do senso comum, da mediocridade. Têm uma natureza intensa e apaixonada, ainda que aparentem uma certa frieza e façam questão de impor algum distanciamento às pessoas em geral. É preciso conhecê-las bem para lhes dar o devido valor.
    

Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro – Marinha Grande - Portugal

 

 

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