Não são conhecidas suas origens. Sabemos que é um animal carnívoro
de focinho curto e arredondado, garras retráteis, dos quais existem
espécies domésticas e espécies selvagens.
A fala do gato é o miar. Soltando
um grito característico.
Pertence à família dos Felídeos.
Os gatos possuem uma excelente visão noturna, uma grande aptidão
para fazer a atalaia, saltar, trepar, que são hábitos de um caçador.
Caracterizam-se por uma língua
áspera, bigodes sensíveis (vibrissas) e garras retráteis. As
variedades selvagens, como o lince, cerval, ocelote, puma, puma,
pantera, tigre, onça, etc., tal como as variedade domésticas, são
numerosas e diversificadas. A gata está sexualmente madura pelos
nove meses, tem uma gestação de oito a dez semanas e tem dois a seis
filhotes. A longevidade média do gato é de 12 a 15 anos.
É pelo seu pequeno porte que o gato doméstico, cuja origem é mal
conhecida, se distingue do gato selvagem e dos felinos semelhantes.
Mais que suas formas, são os
traços de comportamento que lhe dão originalidade. Uma vida de
caçador à espreita, sobretudo à noite, favorecida pela excelente
visão noturna, longos bigodes táteis e audição muito apurada,
explicam as sestas frequentes do animal durante o dia.
Uma forte fixação ao homem, desde
seus primeiros dias de vida, é a razão da procura assídua de afagos
e de seu ronronar, enquanto a adoção de uma habitação humana, como
seu “território” deve-se sobretudo à intensa necessidade de calor
durante o Inverno.
A dependência com relação ao homem
é ainda aumentada por sua apetência por alimentos que não quer ou
não pode conseguir sozinho, como peixe, leite, etc.
O gato é o único felino que sobe
às árvores por qualquer motivo sem saber muito bem descer delas.
Essa tríplice inadaptação (clima, alimentação, climática, alimentar
e locomotora, só deixa poucas chances de sobrevivência aos gatos
selvagens, isto é, que retornaram a esse estado.
Trabalho e pesquisa de Carlos
Leite Ribeiro – Marinha Grande – Portugal