Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro

 

Formatação: Iara Melo

 

 

 Foi na Palestina, no princípio de era a que ele deu o nome, que nasceu o cristianismo. O seu Fundador, Jesus de Nazaré, que, ao contrário de Buda, de Mani ou de Maomé, só pregou durante um período muito curto, era judeu e, com os seus discípulos, em especial os 12 “apóstolos”, formou uma seita judia. Esta seita tomou como referência essencial as Escrituras e de início os ritos moisaicos. Mas Jesus caracterizou logo a novidade da sua mensagem em relação à Aliança do Sinai. Na realidade, procurou colher a intenção profunda do judaísmo, muitas vezes mascarada pelo formalismo e boa consciência dos rabis, os mestres religiosos da altura. Insistiu no amor a Deus e ao próximo, no perdão das injúrias, no primado do espírito sobre a letra e na preparação para a salvação. Mas, sobretudo, a nova revelação, trazia a toda a humanidade, apresentou-se como divina, pois Jesus quis ser recebido como sendo o Cristo, o Filho de Deus, o Salvador do Mundo. O seu suplício na cruz durante a Páscoa judaica, por volta do ano 30, foi considerado pelos seus discípulos como algo necessário para a vitória do seu Senhor sobre o mal, vitória que eles proclamarão anunciando que “Deus ressuscitou de entre os mortos”.
 

A Via Sacra começa na cidade velha de Jerusalém, na Porta de Santo Estevão e percorre a parte ocidental da cidade velha de Jerusalém, terminando na Igreja do Santo Sepulcro.

As Estações da Via Sacra:


1ª Estação A primeira estação encontra-se junto ao Mosteiro da Flagelação.

Jesus é condenado à morte. Pilatos mandou vir água e lavou as mãos diante da multidão: "Estou inocente do sangue deste homem". “A responsabilidade agora é do povo”. Depois de mandar açoitar Jesus, entregou-o para ser crucificado. Pilatos mandou vir água e lavou as mãos diante da multidão: "Estou inocente do sangue deste homem". “A responsabilidade agora é do povo”. Depois de mandar açoitar Jesus, entregou-o para ser crucificado.

2ª Estação: A segunda estação encontra-se próxima dos restos de uma construção romana, conhecida hoje em dia por Arco do Ecce Homo, em memória das palavras de Pôncio Pilatos quando mostra Jesus Cristo à multidão. Jesus carrega a sua cruz.
Jesus recebe sobre seus ombros a cruz e se dirige ao Calvário ou Gólgotha (lugar do crânio, em hebraico). A Cruz é um antigo instrumento de suplício, usado para executar os condenados à morte.

3ª Estação: Hoje em dia, o local tradicional está marcado por uma pequena capela pertencente ao Patriarcado Arménio de Jerusalém. Jesus caminha cansado e abatido sob o peso da cruz. Seu corpo está coberto de sangue, suas forças esmorecem e ele cai. Com chicotes, os soldados que o escoltavam o forçam a se levantar.

4ª Estação Hoje em dia, no local existe um pequeno oratório. Jesus encontra Maria, sua mãe. Mãe e filho se abraçam em meio à dor. Eles tudo partilharam até a cruz. Sua união era tão intimamente perfeita, que não tinham necessidade de falar, porque a única expressão residia nos seus corações.

5ª Estação: Sobre a arquitrave de uma porta existe um inscrição que comemora o encontro entre Jesus Cristo e Simão Cireneu, a quem os romanos ordenam que carregue a cruz de Cristo até o Gólgota. Jesus recebe ajuda de Simão para carregar a cruz.
Na verdade, Simão de Cireneu foi obrigado a carregar a cruz. Ele vinha passando, quando recebeu dos soldados a ordem de ajudar, Jesus tinha que permanecer vivo até a crucifixão.

6ª Estação: Que comemora o encontro entre Jesus e Verónica, quando esta limpa a sua face com um tecido que fica com as suas feições, é hoje em dia assinalado por uma igreja pertencente ao rito greco-católico.Uma mulher que assistia à passagem de Jesus decide limpar a sua face tingida de sangue. O pano usado por Verônica teria ficado gravado com a imagem do rosto de Cristo.

7ª Estação: Hoje em dia este local está assinalado por uma coluna na esquina da Via Dolorosa com a Rua do Mercado. Jesus cai pela segunda vez. Jesus sabia que iria enfrentar um cruel sofrimento. Seu espírito estava preparado, mas seu corpo estava cansado e abatido. Ele caminhava com dificuldade e mais uma vez tropeçou e caiu.

 

8ª Estação: Hoje em dia o local é assinalado por uma cruz enegrecida pelo tempo, esculpida na parede de um mosteiro ortodoxo. Jesus fala às mulheres de Jerusalém.
Já próximo do Monte Calvário, Jesus esquece sua dor para abrir o coração e consolar as mulheres que, chorando, lamentavam o seu sofrimento.

9ª Estação: Hoje em dia o local está assinalado por uma coluna da era romana, à entrada de um mosteiro copta. Jesus cai pela terceira vez. Aproxima-se o fim da Via Crucis, com a última queda de Jesus, a terceira de três quedas. Jesus chega ao Calvário. Quiseram dar-lhe vinho misturado com fel, mas ele não quis beber.

10ª Estação: Jesus é despojado de suas vestes. Os soldados tomaram as roupas e as sortearam entre eles, cumprindo assim, as profecias antigas que descreviam esse episódio.

11ª Estação: Jesus é pregado na cruz. Cravos de ferro rasgam sua carne, dilacerando suas mãos e pés. A cruz é erguida, e o Cristo fica suspenso entre o céu e a terra. Agora, ele está definitivamente pregado à cruz.

12ª Estação: Jesus morre na Cruz. Com o Sol eclipsado, Jesus gritou do alto da cruz: “Pai, nas Tuas mãos entrego o meu espírito. Agora, estou contigo”. Baixou a cabeça e morreu.

13ª Estação: Jesus é retirado da Cruz. Depois de pedir autorização a Pilatos, José de Arimatéia e Nicodemos compraram um lençol de linho branco e tiras de pano, e retiraram o corpo de Jesus da cruz. Maria, sua mãe, o recebeu em seus braços.

14ª Estação: Jesus é sepultado. José de Arimatéia, Nicodemos e alguns apóstolos tomaram o corpo de Jesus, envolveram-no com um lençol de linho e o deitaram numa saliência na rocha em forma de cama. Então fecharam a entrada com uma grande pedra.

 

15ª Estação: A Ressurreição. No domingo, as mulheres que foram ao túmulo o encontraram vazio. Viram dois homens com vestes claras e brilhantes que lhes perguntaram: "Por que procuram entre os mortos, quem está vivo? Ele não está aqui, mas ressuscitou".

 

Carlos Leite Ribeiro – Marinha Grande – Portugal

 

 

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