


A Atlântida
será uma lenda?
Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro
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averdadeestampada.blogspot.com

Ovnis em Portugal - Luís Aparício
Pinhal de Leiria na rota dos óvnis
Luís Aparício escreve: " Uma das zonas quentes
em Portugal, com muitos avistamentos, situa-se
na zona do Pinhal de Leiria. A razão não se
sabe, avança-se com a explicação para a
curiosidade dos óvnis pela base Aérea nº 5 de
Monte Real ou poderá haver uma ortotenia que
passe pela zona do Pinhal em direção ao
atlântico. O certo é que ao longo dos anos foram
avistadas várias luzes enigmáticas e em pelo
menos uma vez, um ser enigmaticamente ficou a
pairar sobre um silveiral.
O Pinhal de Leiria fica a 130 Km a norte de
Lisboa, como o seu nome diz existe como arvore
predominante os pinheiros e atuais plantações de
eucaliptos, abundam também Nas localidades aí
inseridas nesta altura do ano as laranjeiras
estão completamente carregadas desse fruto e é
um espetáculo, o contraste do verde das folhas
das laranjeiras com a cor de laranja do seu
fruto.
João Paulo Ribeiro, operador fabril de 44 anos,
conta que o seu falecido Adélio Rosado Ribeiro,
contava muitas vezes uma peripécia que lhe tinha
acontecido com uma luz que iluminou ali no Pisão.
Corria o ano de 1985 e era costume ir deixar um
saco debaixo de um barracão para no outro dia o
padeiro lá ir deixar o pão fresco. Deveriam ser
20 horas desse mês de Junho de 1985. Esse verão
quente, tanto a nível de temperatura como a
nível político, foi um dos anos mais inóspitos
para a economia Portuguesa. A tradição do pão
fresco de manhã continuava nos Pisões, por isso
quando o pai do João Paulo Ribeiro, depositou o
saco debaixo do barracão, veio para o ar livre e
do céu veio um foco de luz muito intenso, vindo
a iluminar precisamente este senhor. Assustado
regressou para debaixo do barracão, passados uns
minutos, voltou à rua, logo que fica em terreno
livre a luz vinda do céu volta a incidir-lhe e
assustado resmunga para si mesmo «agora é que
aqueles malandros me levam» e refugia-se mais
uma vez debaixo do barracão. Esta peripécia de
esconder quando aparece a luz aconteceu três a
quatro vezes, até que por fim na ultima vez a
pai do João Paulo Ribeiro vem para a rua e vê
uma bola de luz fora do anormal, origem desse
foco de luz que se afasta no céu a uma
velocidade enorme. João Paulo Ribeiro, lembra-se
de quando era mais novo, talvez em 1983 ou 1984,
em meados de Setembro, andava à caça de
papa-figos ou felosas, debaixo de uma figueira
deveria ser cerca das 11 horas. Trazia nas mãos
uma espingarda pressão de ar. Era o
entretenimento daqueles anos de juventude.
Depois de sair debaixo da figueira, viu que em
frente a si havia um silveiral e lá estava um
homem vestido de preto, com uma camisa branca e
com uma gravata preta. Na cabeça esse homem
tinha um chapéu preto, como aqueles dos cowboys,
possuindo esse chapéu ondulações e uma aba. Esse
homem deveria ter cerca de cinquenta anos, tinha
uma pele muito branca como fosse tipo de cera,
quando aos sapatos afirma que só o viu dos
artelhos para cima. Esse homem tinha uma cara
feliz, emitia uma elam de felicidade consigo
próprio. As mãos desse homem estavam juntas por
baixo do umbigo. O mais estranho que notou nesse
homem é que o mesmo estava a pairar a mais de um
metro por cima do silveiral, portanto algo
impossível para um ser normal terrestre. Aquela
cena enche-o de medo e depois de fixar bem
aquele homem levitador, fugiu em sentido oposto,
sem saber como o homem desapareceu. O João Paulo
Ribeiro relata que um seu primo, em Julho ou
Agosto e entre os anos de 1979 e 1980, viu uma
luz que o iluminou a ele próprio cerca das 12
horas, também nesta localidade de Pisões. João
Paulo Ribeiro relembra-se dum avistamento que
teve nos Pisões. Uma bola de luz do tamanho da
Lua Cheia e de cor de laranja, como se fosse o
sol-posto, estava a deslocar-se no céu entre
Paio de Baixo para a localidade de Cerca.
Primeiro essa luz vinha a descair no céu, até a
localidade da Cerca. Logo que se aproximou da
copa dos pinheiros, seguiu por cima dos
pinheiros na horizontal durante cerca de um
minuto. A velocidade desse objeto seria cerca de
150Km à hora.
Manuel Martinho Correia Teles, hoje com 57 anos,
fresador mecânico de profissão, recorda que em
Fevereiro de 1966, estava na Escola comercial e
industrial Domingos Sequeira em Leiria. No
intervalo da aula de desenho, deveriam ser cerca
de 17 horas, ele e os colegas viram uma bola de
luz que à distância de um braço estendido teria
cerca de três centímetros. Essa luz deslocava-se
por cima da mata dos pinheiros de Leiria. Hoje
essa escola denomina-se de Escola Secundária
Domingos Sequeira e encontra-se num local alto
daí poderem ver a distância essa luz que
avançava a um ritmo lento. A bola de luz
deslocava-se à altura da copa dos pinheiros, no
final começou a subir duma forma inclinada em
direção ao mar. À noite comentou com o pai
aquilo que tinha visto no céu e qual não foi o
seu espanto, o pai dele contou-lhe que a essa
hora também estava a exercer a sua profissão de
tratorista numa cerâmica e notou que no céu
havia uma luz anormal.
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Museu dos
Óvnis - Roswell, Novo México
(EUA) |
Nota: Recentemente aqui na APO também publicamos
um artigo com o nome “Nave nos Pinheiros” sobre
vários avistamentos na localidade dos Pinheiros
que fica nesta zona. Concluímos então que aquela
zona do Pinhal de Leiria, depois de Beja e do
centro do Alentejo é a segunda zona mais ativa
em avistamentos de óvnis. O avistamento de ser
com pele do tipo cera, é um precedente a ter em
conta porque o mesmo estava por cima de um
silveiral a um metro de altura. Faz-me lembrar
as aparições marianas. As senhoras costumam
aparecer por cima de elementos vegetais. Tendo
em atenção que o ser era um homem feliz e não
uma senhora muito linda, veio esta descrição
recensear nuances a ter em conta para futuras
apreciações das aparições marianas.
Continuando em busca da solução deste
apaixonante problema das “centrais secretas”,
vamos citar o escritor esotérico Maurice Magre:
“Uma antiquíssima tradição que se relaciona com
a de Agartha – escreve ele – afirma que, depois
da grande catástrofe cósmica em que a Atlântica
foi engolida, houve homens que escaparam e que
se entregaram ao trabalho de perpetuarem o
património moral humano. Ter-se-iam refugiado
nas alturas dos Himalaias. Foi aí que esconderam
as “tábuas astronómicas”, os documentos gravados
em placas metálicas, tudo que representava os
elementos “do saber”. O escritor Magre esteve
longe de ser o único a revelar ao mundo esse
nome de Agartha, pois, São Yves d’Alveydre,
Ossendowski e René Guénon, tinham já levantado
alguns véus que cobriam este mistério. Resumindo
as suas revelações, um autor mais recente,
Jacques Weiss, deu-nos a seguinte explicação:
“Agartha é a grande Universidade iniciadora da
Ásia e o seu chefe, o Mahatma, desempenha, sem o
usurpar, o papel de Soberano Pontífice
Universal”. Papel essencialmente educativo e
pacífico. A invasão que teve lugar no país do
Dalai-Lama parece provar que os poderes deste
último não eram tão grandes como se podia
esperar, pois teve que fugir.
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Museu dos
Óvnis - Roswell, Novo México
(EUA) |
Camille Mauclair, no seu livro “O Oriente
Virgem”, parece ter sido um visionário de
elevada classe. Esse livro, foi editado em 1897
e tem um subtítulo “Romance épico do ano 2000”.
“Existe aqui um sonho que não pode limitar de
modo nenhum no meu tempo” – diz ele, num
prefácio admirável. Esse romance não foi escrito
senão para “se libertar de uma visão”. Os
Estados Unidos da Europa já aí se encontram
previstos, e “o Ocidente faz pressão sobre o
Atlântico, curva-se sobre os rins, de rosto
voltado para o Leste, preste a saltar. Um dos
dois morreu”. “Mas o que importa é esse espaço
vazio, circular, oco e defendido: o berço. Lá
onde todas as raças nasceram”.
Ahartha talvez seja “o berço”. Jacques Weiss,
que não possui o alucinante esplendor Mauclair,
afirma-nos que a cidade tem vinte milhões de
habitantes, e que a vida é idílica lá, digna da
Idade de Ouro e do Paraíso perdido. No cume da
hierarquia, coloca os doze membros da Iniciação
Suprema, e descreve-nos as imensas bibliotecas
contendo toda a ciência e existentes desde há
55.700 anos no interior da Terra. Que parcela de
verdade se esconde por detrás desta lenda?
Outros vestígios estranhos abundam nessa Ásia
dos altos cumes, tais como as estátuas de
Bamiyan , colossais, esculpidas em plena rocha,
medindo a maior 53 metros e a outra 35.
Encontram-se na antípoda da ilha da Páscoa .
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Tábuas Astronómicas-
séc XVI |
“Tábuas Astronómicas: As tábuas tinham
normalmente a mesma estrutura, indicavam os
"lugares" dos astros. Equivalente à longitude
celeste atual, para vários anos de um ciclo,
variável com o planeta (no caso do Sol era de
quatro anos). Também incluíam tábuas
complementares referentes a vários fenómenos
celestes. Quando se introduziram na náutica as
observações astronómicas que a revolucionaram,
em particular a observação de altura meridiana
do Sol para com o conhecimento da declinação
solar, se poder calcular a latitude do lugar,
recorreu-se às tábuas Almanach Perpetuum, do
astrónomo judeu Abraão Zacuto, publicadas em
Leiria (Portugal) em 1496”.
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Colosos de Bamiyan |
Estátuas de Bamiyan: "Bamiyan fica na Rota da
Seda , uma rota de caravanas que ligava a China
e a Índia . Lá havia vários mosteiros budistas e
um próspero centro para religião, filosofia e
arte Budista . Foi um local religioso Budista do
século II , até a época da invasão Islâmica no
século XIX. Os monges dos mosteiros viviam como
eremitas, em pequenas cavernas esculpidas nas
laterais das rochas de Bamiyan. Muitos desses
monges embelezavam suas cavernas com estatuária
religiosa e produziam frescos. As duas estátuas
mais proeminentes eram os dois Budas , medindo
55 e 38 metros de altura, os maiores exemplares
de Budas em pé esculpidos no mundo. O peregrino
chinês budista Hsüan-tsang viajou pela área por
volta de 630 d.C. e descreveu Bamiyan como um
florescente centro Budista "com mais de dez
mosteiros e mais de mil monges". Ele destacou
que ambas as estátuas do Buda estavam "decoradas
com ouro e pedras preciosas". Em Março de 2001 ,
por ordem do governo fundamentalista talibã ,
foram destruídas as gigantescas estátuas dos
Budas de Bamiyan - a maior das quais tinha 53
metros de altura e era o buda mais alto do mundo
- que haviam sido escavadas em nichos na rocha,
por volta do século V. Embora as figuras dos
dois Budas gigantes estejam quase completamente
destruídas, os seus contornos e algumas feições
são ainda reconhecíveis entre os restos. É
também possível, ainda, explorar as cavernas dos
monges e as passagens que as ligam”.
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887 estátuas em -Easter-Island-Moai |
Ilha da Páscoa: Moai é um termo utilizado pelos
estudiosos para designar as gigantescas estátuas
de pedra, encontradas pelas encostas da Ilha de
Páscoa, no Chile, construídas por volta de 1300
depois de Cristo, pelo povo Rapanui, que atingem
até 12 metros de altura e algumas pesam até 20
toneladas, sua função ainda é um mistério.
As mais de 887 estátuas da Ilha de Páscoa contêm
em si uma pergunta imediata: como um lugar tão
pequeno e isolado poderia originar uma cultura
capaz de obras tão espetaculares? Desvendar os
mistérios desta ilha não é uma tarefa fácil, e
há inúmeras décadas pesquisadores e arqueólogos
têm se dedicado às questões que Páscoa suscita.
Quem construiu os moais? Como foram eles
transportados até os ahus?
A Ilha de Páscoa é o lugar habitado mais isolado
do mundo: são 118 km² de terra no sudoeste do
oceano pacífico, 1.600 km a leste da ilha de
Pitcairn e 3.700 km a oeste do Chile.
Historiadores acreditavam que as ilhas
polinésias foram descobertas ao acaso. Hoje,
porém, há fortes indícios de que, tanto as
descobertas quanto a colonização foram
planejadas por viajantes que em uma incursão
predeterminada, navegavam rumo ao desconhecido.
A rota mais provável para a colonização de
Páscoa deve ter sido a partir das ilhas de
Mangareva, Pitcairn e Henderson, as duas últimas
funcionando como trampolins visto que uma viagem
direta de Mangareva à Páscoa dura cerca de 17
dias, principalmente transportando produtos
essenciais para a sobrevivência da colónia. A
transferência de muitas espécies de plantas e
animais – de taro a bananas e de porcos a
cachorros e galinhas, não deixam dúvidas sobre o
planeamento da ocupação de Páscoa pelos seus
colonizadores. É incerta a data de ocupação de
Páscoa, tanto quanto é incerta a data de
colonização das ilhas polinésias. Publicações
sobre a ilha de Páscoa registam sua possível
ocupação entre 300-400 d.C., com base em
cálculos de tempo a partir de divergências
linguísticas – técnica conhecida como gloto
cronologia, e em datações radio carbónicas de
carvão, além de sedimentos lacustres.
Entretanto, especialistas na história de Páscoa
questionam tais cálculos, considerados precários
quando aplicados a idiomas complexos como o
pascoense "(...) conhecido por nós
principalmente através de, e possivelmente
contaminado por, informantes taitianos e
marquesanos."No período 600-800 (as datas exatas
ainda são objeto de discussão) as ilhas da
Polinésia Oriental (ilhas Cook, ilhas da
Sociedade, ilhas Marquesas, Austrais, Tuamotu,
Havaí, Nova Zelândia, Pitcairn e Páscoa) foram
colonizadas. Datações radio carbónicas mais
confiáveis – obtidas através de amostras de
carvão e de ossos de golfinhos – que serviram de
alimento para seres humanos – extraídas das mais
antigas camadas arqueológicas, oferecem prova de
presença humana na praia de Anakena. A datação
dos ossos de golfinhos foi realizada pelo método
EMA (Espectrometria de Massa com Acelerador).
Estima-se, portanto, a primeira ocupação de
Páscoa em algum tempo antes de 900. Por volta de
1200 os polinésios expandiam suas rotas até Nova
Zelândia, completando a ocupação das ilhas
habitáveis do Pacífico. Há evidências de que os
insulares de Páscoa eram típicos polinésios,
vindos da Ásia em vez da América. Sua cultura
saiu da cultura polinésia. Falavam um dialeto
polinésio oriental relacionado ao das ilhas do
Havai e das Marquesas (semelhante ao dialeto
conhecido como antigo mangarevano). Seus
instrumentos (arpões, anzóis, enxós de pedra,
limas de coral) eram polinésios e
assemelhavam-se a antigos modelos das ilhas
Marquesas. Muitos de seus crânios apresentavam
uma característica polinésia conhecida como
“mandíbula oscilante”. Amostras recolhidas de 12
esqueletos enterrados nas plataformas foram
analisados e todos possuíam “(...) uma seleção
de nove pares de bases e três substituições de
bases presentes na maioria dos polinésios
(...)”. Este estudo de DNA comprova que duas
dessas três substituições de bases não ocorrem
nos nativos americanos, contrariando a tese do
explorador norueguês Thor Heyerdahl de que a
ilha de Páscoa fora colonizada através do
Pacífico oriental, por sociedades indígenas
avançadas da América do Sul.
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petroglifos em
Anaokeke |
Na mesma região, encontra-se a gruta do Boistão,
em cujas paredes se encontra gravada uma
estranha cosmografia: vê-se aí o planeta Vénus
ligado à terra, como que por uma via de
comunicação sideral. Sempre os Atlantes, sempre
os Venusianos unidos numa mesma tradição, num
mesmo feixe de suposições, às quais se juntam as
astronaves. Sempre as armas nucleares que
produzem “uma luz mais clara que mil sóis”.
Sempre esse fogo que faz cair as unhas e os
cabelos, que embranquece as penas das aves, que
lhes torna as patas mais vermelhas e as torce.
“Para conjurar esse fogo, os soldados corriam a
lançar-se nos rios, para se lavarem e aí lavarem
tudo em que deviam tocar”, tal como se lava, com
grandes jatos de água, a ponte de um
porta-aviões que tenha participado, de longe,
numa explosão atómica num “atoll” do Pacífico.
O comportamento dos adversários do deus Rama faz
pensar no dos Hebreus de Moisés, quando o Senhor
lhe disse:
“Virei até vós numa nuvem negra e escura. Ide
procurar o povo; que lavem as suas vestes”.
Sabe-se que uma lavagem em água límpida é um
excelente antídoto contra uma ligeira
irradiação. Quando a radioatividade é mais
intensa, o melhor é mantermo-nos à distância do
aparelho voador e irradiante. E o Senhor
recomenda:
“Marcareis os limites para as pessoas, em volta
do Sinai, e dir-lhe-eis: Tomai bom cuidado de
não subirdes à montanha, nem vos aproximardes
mais dela em toda a volta. Quem quer tocar, ou
se aproximar da montanha, será punido com a
morte. A mão do homem não lhe tocará para o
matar, mas será delapidado ou atravessado por
flechas; quer seja um animal de carga ou um
homem, perderá a vida”.
Deus Rama era um grande guerreiro, o Rei que foi
exilado por Dashratha, seu próprio pai devido a
insistência de sua esposa. Junto com o Rei de
Ayodhya, foram ao exílio sua esposa Sita e seu
irmão Lakshman. No exílio Deus Rama destruiu seu
inimigo o demónio Ravana de Lanka que era uma
grande Autoridade altamente inteligente e
conhecedora da literatura sagrada, mas dominado
pelo mal. Após esta vitória do Bem contra o Mal,
Rama voltou ao seu reino Ayodhya depois de 14
anos no exílio. Em Ayodhya, as pessoas
ofereceram boas-vindas iluminando filas de
abajures e lamparinas de barro. Portanto , é uma
ocasião em honra celebrando a vitória de Rama
sobre Ravana; da vitória da verdade contra a
falsidade.
