A Atlântida será uma lenda?

Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro

pág.6 de 22 pág.

visões de EZEQUIEL 10:1: 1



Do Livro do Profeta Ezequiel


“Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do norte, uma grande nuvem, com um fogo que emitia de contínuo labaredas, e um resplendor ao redor dela; e do meio do fogo saía uma coisa como o brilho de âmbar. E do meio dela saía a semelhança de quatro seres viventes. E esta era a sua aparência: tinham a semelhança de homem; cada um tinha quatro rostos, como também cada um deles quatro asas. E as suas pernas eram retas; e as plantas dos seus pés como a planta do pé dum bezerro; e luziam como o brilho de bronze polido. E tinham mãos de homem debaixo das suas asas, aos quatro lados; e todos quatro tinham seus rostos e suas asas assim: Uniam-se as suas asas uma à outra; eles não se viravam quando andavam; cada qual andava para adiante de si; e a semelhança dos seus rostos era como o rosto de homem; e à mão direita todos os quatro tinham o rosto de leão, e à mão esquerda todos os quatro tinham o rosto de boi; e também tinham todos os quatro o rosto de águia; assim eram os seus rostos. As suas asas estavam estendidas em cima; cada qual tinha duas asas que tocavam às de outro; e duas cobriam os corpos deles. E cada qual andava para adiante de si; para onde o espírito havia de ir, iam; não se viravam quando andavam. No meio dos seres viventes havia uma coisa semelhante a ardentes brasas de fogo, ou a tochas que se moviam por entre os seres viventes; e o fogo resplandecia, e do fogo saíam relâmpagos. E os seres viventes corriam, saindo e voltando à semelhança dum raio. Ora, eu olhei para os seres viventes, e vi rodas sobre a terra junto aos seres viventes, uma para cada um dos seus quatro rostos.

 

visão de EZEQUIEL

 

O especto das rodas, e a obra delas, era como o brilho de crisólita; e as quatro tinham uma mesma semelhança; e era o seu especto, e a sua obra, como se estivera uma roda no meio de outra roda. Andando elas, iam em qualquer das quatro direções sem se virarem quando andavam. Estas rodas eram altas e formidáveis; e as quatro tinham as suas cambotas cheias de olhos ao redor. E quando andavam os seres viventes, andavam as rodas ao lado deles; e quando os seres viventes se elevavam da terra, elevavam-se também as rodas. Para onde o espírito queria ir, iam eles, mesmo para onde o espírito tinha de ir; e as rodas se elevavam ao lado deles; porque o espírito do ser vivente estava nas rodas. Quando aqueles andavam, andavam estas; e quando aqueles paravam, paravam estas; e quando aqueles se elevavam da terra, elevavam-se também as rodas ao lado deles; porque o espírito do ser vivente estava nas rodas. E por cima das cabeças dos seres viventes havia uma semelhança de firmamento, como o brilho de cristal terrível, estendido por cima, sobre a sua cabeça. E debaixo do firmamento estavam as suas asas direitas, uma em direção à outra; cada um tinha duas que lhe cobriam o corpo dum lado, e cada um tinha outras duas que o cobriam doutro lado. E quando eles andavam, eu ouvia o ruído das suas asas, como o ruído de muitas águas, como a voz do Omnipotente, o ruído de tumulto como o ruído dum exército; e, parando eles, abaixavam as suas asas. E ouvia-se uma voz por cima do firmamento, que estava por cima das suas cabeças; parando eles, abaixavam as suas asas. E sobre o firmamento, que estava por cima das suas cabeças, havia uma semelhança de trono, como a aparência duma safira; e sobre a semelhança do trono havia como que a semelhança dum homem, no alto, sobre ele. E vi como o brilho de âmbar, como o especto do fogo pelo interior dele ao redor desde a semelhança dos seus lombos, e daí para cima; e, desde a semelhança dos seus lombos, e daí para baixo, vi como a semelhança de fogo, e havia um resplendor ao redor dele. Como o aspeto do arco que aparece na nuvem no dia da chuva, assim era o aspecto do resplendor em redor. Este era o aspecto da semelhança da glória do Senhor; e, vendo isso, caí com o rosto em terra, e ouvi uma voz de quem falava.”
A nuvem, que é, na maior parte das vezes, descrita como uma “nuvem ardente”, não poderia ter sido uma astronave brilhante, como um disco-voador ? Vestígios de atomização, encontram-se um pouco por todo o lado, como fez o norte-americano William Walker, explorando o deserto de Mojave , no sueste da Califórnia, e, mais especialmente, o terrível “Vale da Morte”. Foi em 1850, e não podia pensar nos efeitos de uma explosão nuclear. Descobriu vestígios de cidades destruídas e traços de “erupção vulcânica, com blocos carbonizados ou vitrificados, atestando a passagem de uma calamidade terrível”. Encontrou “ruínas de construções ciclópicas, parecendo sair de uma fornalhas”, e teve a impressão de que “a própria rocha tinha sinais de fusão”. Os índios da região foram incapazes de o informarem acerca do que se tinha passado. Recordações de astronaves não faltam em várias literaturas, nem nos textos bíblicos relativos a uma época que pertence à nossa História: trata-se do Profeta Ezequiel, que viveu há vinte e cinco séculos. É conhecida a sua célebre “visão” e pode ler com espanto essa descrição: “Um turbilhão de vento que vinha do lado do norte, e uma grassa nuvem e um fogo que o rodeava, e uma luz que deslumbrava em todo o redor; e, no meio, havia uma espécie de metal brilhante …”. Isto assemelha-se muito ao que todos os dias lemos à cerca dos discos-voadores. Nessa máquina, havia figuras, que o Profeta tão depressa chama animais, como querubins, como homens.

para Índice Geral                                         para Pág 7
 

Registre sua opinião no

Livro de Visitas: