


A Atlântida
será uma lenda?
Trabalho e pesquisa de Carlos Leite Ribeiro
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visões de
EZEQUIEL 10:1: 1 |
Do Livro do Profeta Ezequiel
“Olhei, e eis que um vento tempestuoso vinha do
norte, uma grande nuvem, com um fogo que emitia
de contínuo labaredas, e um resplendor ao redor
dela; e do meio do fogo saía uma coisa como o
brilho de âmbar. E do meio dela saía a
semelhança de quatro seres viventes. E esta era
a sua aparência: tinham a semelhança de homem;
cada um tinha quatro rostos, como também cada um
deles quatro asas. E as suas pernas eram retas;
e as plantas dos seus pés como a planta do pé
dum bezerro; e luziam como o brilho de bronze
polido. E tinham mãos de homem debaixo das suas
asas, aos quatro lados; e todos quatro tinham
seus rostos e suas asas assim: Uniam-se as suas
asas uma à outra; eles não se viravam quando
andavam; cada qual andava para adiante de si; e
a semelhança dos seus rostos era como o rosto de
homem; e à mão direita todos os quatro tinham o
rosto de leão, e à mão esquerda todos os quatro
tinham o rosto de boi; e também tinham todos os
quatro o rosto de águia; assim eram os seus
rostos. As suas asas estavam estendidas em cima;
cada qual tinha duas asas que tocavam às de
outro; e duas cobriam os corpos deles. E cada
qual andava para adiante de si; para onde o
espírito havia de ir, iam; não se viravam quando
andavam. No meio dos seres viventes havia uma
coisa semelhante a ardentes brasas de fogo, ou a
tochas que se moviam por entre os seres
viventes; e o fogo resplandecia, e do fogo saíam
relâmpagos. E os seres viventes corriam, saindo
e voltando à semelhança dum raio. Ora, eu olhei
para os seres viventes, e vi rodas sobre a terra
junto aos seres viventes, uma para cada um dos
seus quatro rostos.
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visão de
EZEQUIEL |
O especto das rodas, e a
obra delas, era como o brilho de crisólita; e as
quatro tinham uma mesma semelhança; e era o seu
especto, e a sua obra, como se estivera uma roda
no meio de outra roda. Andando elas, iam em
qualquer das quatro direções sem se virarem
quando andavam. Estas rodas eram altas e
formidáveis; e as quatro tinham as suas cambotas
cheias de olhos ao redor. E quando andavam os
seres viventes, andavam as rodas ao lado deles;
e quando os seres viventes se elevavam da terra,
elevavam-se também as rodas. Para onde o
espírito queria ir, iam eles, mesmo para onde o
espírito tinha de ir; e as rodas se elevavam ao
lado deles; porque o espírito do ser vivente
estava nas rodas. Quando aqueles andavam,
andavam estas; e quando aqueles paravam, paravam
estas; e quando aqueles se elevavam da terra,
elevavam-se também as rodas ao lado deles;
porque o espírito do ser vivente estava nas
rodas. E por cima das cabeças dos seres viventes
havia uma semelhança de firmamento, como o
brilho de cristal terrível, estendido por cima,
sobre a sua cabeça. E debaixo do firmamento
estavam as suas asas direitas, uma em direção à
outra; cada um tinha duas que lhe cobriam o
corpo dum lado, e cada um tinha outras duas que
o cobriam doutro lado. E quando eles andavam, eu
ouvia o ruído das suas asas, como o ruído de
muitas águas, como a voz do Omnipotente, o ruído
de tumulto como o ruído dum exército; e, parando
eles, abaixavam as suas asas. E ouvia-se uma voz
por cima do firmamento, que estava por cima das
suas cabeças; parando eles, abaixavam as suas
asas. E sobre o firmamento, que estava por cima
das suas cabeças, havia uma semelhança de trono,
como a aparência duma safira; e sobre a
semelhança do trono havia como que a semelhança
dum homem, no alto, sobre ele. E vi como o
brilho de âmbar, como o especto do fogo pelo
interior dele ao redor desde a semelhança dos
seus lombos, e daí para cima; e, desde a
semelhança dos seus lombos, e daí para baixo, vi
como a semelhança de fogo, e havia um resplendor
ao redor dele. Como o aspeto do arco que aparece
na nuvem no dia da chuva, assim era o aspecto do
resplendor em redor. Este era o aspecto da
semelhança da glória do Senhor; e, vendo isso,
caí com o rosto em terra, e ouvi uma voz de quem
falava.”
A nuvem, que é, na maior parte das vezes,
descrita como uma “nuvem ardente”, não poderia
ter sido uma astronave brilhante, como um
disco-voador ? Vestígios de atomização,
encontram-se um pouco por todo o lado, como fez
o norte-americano William Walker, explorando o
deserto de Mojave , no sueste da Califórnia, e,
mais especialmente, o terrível “Vale da Morte”.
Foi em 1850, e não podia pensar nos efeitos de
uma explosão nuclear. Descobriu vestígios de
cidades destruídas e traços de “erupção
vulcânica, com blocos carbonizados ou
vitrificados, atestando a passagem de uma
calamidade terrível”. Encontrou “ruínas de
construções ciclópicas, parecendo sair de uma
fornalhas”, e teve a impressão de que “a própria
rocha tinha sinais de fusão”. Os índios da
região foram incapazes de o informarem acerca do
que se tinha passado. Recordações de astronaves
não faltam em várias literaturas, nem nos textos
bíblicos relativos a uma época que pertence à
nossa História: trata-se do Profeta Ezequiel,
que viveu há vinte e cinco séculos. É conhecida
a sua célebre “visão” e pode ler com espanto
essa descrição: “Um turbilhão de vento que vinha
do lado do norte, e uma grassa nuvem e um fogo
que o rodeava, e uma luz que deslumbrava em todo
o redor; e, no meio, havia uma espécie de metal
brilhante …”. Isto assemelha-se muito ao que
todos os dias lemos à cerca dos discos-voadores.
Nessa máquina, havia figuras, que o Profeta tão
depressa chama animais, como querubins, como
homens.
